19/03/2019 às 07h32min - Atualizada em 19/03/2019 às 07h32min

Zona de Conforto: por Nilton Gomes

Nilton Gomes Cordeiro
Olá a todos! 

Bom dia, boa tarde ou boa noite, dependendo do horário que esteja lendo este relato. Pessoal, me chamo Nilton Gomes, sou servidor público e atualmente acadêmico do curso de Direito em Vilhena.

Atendendo a um convite deste jornal online, Mídiarondônia, que acho desafiador e estimulante, estarei sempre que possível trazendo algumas informações aos leitores deste canal de comunicação.
Bem, os assuntos aqui abordados serão de forma livre, podendo ser sobre esporte, lazer, política, turismo, educação, agricultura, direito, e outros que julgar pertinente.

A opção por redigir e contribuir com o site, é meramente por gostar de escrever, informar, trazendo, assim, informações a quem necessita.
Pois bem, vamos direto ao assunto: hoje falarei sobre o posicionamento do ser humano em sociedade, as mudanças que os cercam e suas potencialidades.
Mas antes, quero dizer que, se alguém imaginar que esse cidadão tem tempo para escrever essa coluna, vou logo avisando que meu tempo é bastante escasso, e ao ler este primeiro relato entenderão porque estou falando isso.

Boa leitura!
 
 
Zona de Conforto.

É normal sentir-se apreensivo quando o desafio está presente, pois ao mexer na zona de conforto nos causa apreensões e incertezas, essas incertezas por vezes não sabemos analisar os prós e os contras, mas só o fato de estar perante algo diferente nos causa estranhamento.

Pensando nisso, nos enquadramos nos chamados anseios por medo do desconhecido. Você que está lendo esse relato, reflita e pense se já passou por essa situação que, possivelmente, tenha experimentado, pois você se vê em um processo introspectivo, buscando lembranças, só assim poderá sentir realmente a sensação de ansiedade e desconforto, temendo o desconhecido.
                       
Pois bem, o ser humano com sua magnífica “maquina cerebral”, que até a atualidade não houve tecnologia hábil para superar tal capacidade divina, tende a se reprimir mediante possíveis desafios que surgem, pois este é um fator de barreias para não ir à frente e buscar novos horizontes, em meio às turbulências da vida.

Há pessoas que, quando trabalham sob pressão, tendem a desenvolver melhor suas atividades, sendo uma válvula propulsora para o desempenho de seu labor.
Posso afirmar que, são a minoria em nossa sociedade, outras já entram em estado de estagnação total, ou paralisia dando cabo aos objetivos que outrora almejavam.
                       
O fato é que, nós seres humanos, necessitamos de obstáculos para nos impulsionar a realização de algo, ou seja, necessitamos ser impulsionados pelos desafios que a vida nos proporciona, se bem que, “os obstáculos”, já são normais em nossas vidas e necessitamos apenas transfixar as barreiras em busca do novo.

 
*Nilton Gomes Cordeiro, é servidor público e acadêmico do Curso de Direito.
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