31/03/2018 às 03h57min - Atualizada em 31/03/2018 às 04h24min

O QUE ESTÁ POR TRÁS DA PRISÃO DOS “HOMENS DE TEMER”?

A prisão dos homens de Temer, por determinação do ministro Luis Roberto Barroso, nos permite registrar alguns fatos prévios ao impeachment. Na famosa “ carta ” organizada por Michel Temer à presidenta Dilma, como vice-presidente, como um dos principais de Dilma que mais o apaixona, uma demissão de Edinho Araújo (“a mim ligado”, diz Temer) da secretaria dos Portos . E uma senhora não teve um problema menor no governo do deputado Edinho Araújo, o deputado de São Paulo ea mim ligado. O mesmo Edinho Araújo, também ligado à temer e à máfia dos portos,  vira notícia  em meados de março de 2016 por causa de sua decisão de direito ao impeachment. No início de 2014, foi indicado o nome de Eliseu Padilha, nomeado pelo vice-presidente Michel Temer, para uma secretaria dos Portos. Há  uma nota  da revista Época, de fevereiro de 2014, que trata do assunto: Um presidente Dilma Rousseff, o nome do deputado federal Eliseu Padilha (PMDB-RS) para o cargo de ministro da Secretaria de Portos. Eliseu Padilha foi indicado pelo vice-presidente Michel Temer. Outro motivo para a ruptura do PMDB com o governo é Eliseu Padilha para a diretoria da Anac. É interessante lembrar que o que está sendo dito tem sido “alardeou-se” na época que saiu de Padilha por ser considerado parte de uma “conspiração”. Bem, os fatos posteriores demonstraram que, de fato, Padilha era um dos líderes da conspiração golpista. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o governo fez um ministro, Ministro, retirando um aviso prévio, nome com o perfil do técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alarde-se a) que para retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta conspiração. Não há perguntas do impeachment de Dilma Rousseff, de um escândalo para a representação presidencial sobre a corrupção. Removida Dilma, com apoio ao espetáculo da Globo e da Lava Jato, não há mais há obstáculos à roubalheira. A cara de Luis Roberto Barroso, neste sentido, não deve ter encontrado nada de entusiasmo, como a sua suposta freqüência seria melhor empregada se impediu uma consumação do golpe. Prisões cautelares, quando feitas puramente para efeito midiático, não se manifestam. A luta contra a corrupção exige investigações sérias e discretas, com o acompanhamento também discreto, imparcial e judiciário. The lying in anserios contribution for an stabilizing democrática, is should use alcohol in anseios are important to megaingem louca. Investigar é melhor que o prender. A maior contribuição do STF à ordem democrática, hoje em dia por todos os lados, incluindo o fascismo crescente da extrema-direita, é o processo de desmembramento do Estado, como as privatizações irresponsáveis, e o fortalecimento do processo eleitoral justo, as leis do país podem debater suas propostas. *** Não  El Pais Brasil José Yunes, Coronel Lima: FF homens de confiança de Temer Antonio Celso Grecco, dono da empresa Rodrimar, e o ex-ministro Wagner Rossi também foram presos Michel Temer, o ex-assessor especial da Presidência José Yunes e o ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo João Batista Lima, foi à presidência da semana deflagrada em 29 de março, em operação deflagrada pela Polícia Federal. O coronel Lima apareceu nas sessões de cirurgia reveladas pela Operação Lava Jato, acusado de ser um intermediário do presidente. Você já foi eleito diretor do Departamento de Relações Exteriores da Odebrecht Cláudio Melo Filho. Segundo o Delegado, os 10 milhões de reais repassados ​​em 2014 ao MDB têm sido pagos no escritório da Yunes - fato que ele nega. Advogado de Yunes, José Luis Oliveira Lima considerou uma prisão do seu cliente ilegal e uma violência contra uma cidadania. “É inaceitável a prisão de um advogado com mais de 50 anos de advocacia, que sempre que intimida e mesmo que de forma espontânea comparam todos os atos de colaboração”, disse Lima em nota. Também foram apresentados nesta quinta-feira o empresário Antonio Celso Grecco, presidente da empresa Rodrimar, que opera no porto de Santos; o ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Wagner Rossi (MDB). Como foi o caso da Procuradoria-Geral da República (PGR), a empresa Skala deflagrou em São Paulo e no Rio de Janeiro e foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Polícia Federal informa que não vai se manifestar “um respeito de diligências no presente dado” por determinação do Supremo. Por Miguel do Rosário
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