21/11/2018 às 09h08min - Atualizada em 21/11/2018 às 09h08min

Governador tem evitado achacadores e pedintes de empregos

O tempo está correndo e o governador eleito Marcos Rocha continua percorrendo os caminhos tortuosos do poder, até conhecê-lo mais profundamente, porque certamente a grandeza da estrutura do Estado que vai assumir em 1º de janeiro, é de um gigantismo que ele, como candidato, jamais imaginou. Até agora, o Coronel Governador tem se portado bem, trabalhado duro e em silêncio (embora não seja mineiro e sim carioca), blindado para fugir dos achacadores e pedintes de empregos, falado menos que seus antecessores, antes de serem empossados. Por isso também é que não se sabe, ao menos até agora, faltando 44 dias para a posse (que acontecerá de manhã, 8h30, numa terça-feira e não mais à tarde, como inicialmente previsto, no Teatro Palácio das Artes), quais serão as primeiras ações do novo governante e, muito menos, sua equipe. Há alguns nomes conhecidos sendo especulados, como os de Evandro Padovani para a Agricultura; Fernando Máximo para a saúde pública; Júnior Gonçalves para a área de comunicação, mas, afora isso, quase nada. Marcos Rocha tem conversado com várias pessoas, mas até agora não anunciou um só dos membros de sua administração. Sérgio Pires. 


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