22/11/2018 às 17h35min - Atualizada em 22/11/2018 às 17h35min

Governador eleito deve anunciar secretários dia 18

Tudo é ainda muito Top Secret, como aqueles documentos com o carimbo vermelho, que a CIA americana usava nos anos da Guerra Fria. Não parece que estamos no século 21, onde a transparência das ações na vida pública tem que ser... públicas! Mas, aos poucos, vai se sabendo de algumas informações vindas dos bastidores da futura administração do Coronel Marcos Rocha, que assume o Governo do Estado no próximo 1º de Janeiro. Uma daquelas fontes muito confiáveis, próximas ao novo governante, sob juramento que não será divulgado seu nome, informou à coluna que o secretariado de Rocha será anunciado oficialmente por ele no próximo 18 de dezembro, uma terça-feira, numa entrevista coletiva à imprensa, em local e horário ainda indefinidos. Pelo menos é alguma coisa, já que todas as demais ações que estão sendo realizadas e decisões tomadas, têm sido tratadas, ao menos até agora, como absolutamente secretas. Nem num café da manhã em que participou como convidado, quando aceitou ser o paraninfo da nova turma de sargentos da Polícia Militar (a solenidade ocorrerá dia 20 de dezembro, dois dias depois do possível anúncio da sua equipe), Marcos Rocha deixou transparecer qualquer detalhe dos seus planos. O comandante da PM, coronel Mauro Ronaldo, esteve presente ao evento. Ele, que tem uma relação profissional e pessoal muito próxima do novo Governador, estaria cotado para permanecer no comando da tropa, mas nem isso foi ainda confirmado por Rocha.

Assim como seu guru Jair Bolsonaro tem mudado de planos, o Coronel Rocha parece que também pode seguir o mesmo caminho, ao menos em relação à sua equipe. No primeiro escalão, ao que tudo indica, ele não modificará sua posição de trocar todos os secretários e principais assessores, não utilizando nenhum nome do governo que se encerra em 31 de dezembro. Mas já há conversas que em relação às áreas mais profissionais; às gerências técnicas e em setores onde os resultados têm sido muito positivos, ao menos num primeiro momento, a tendência é de que todos sejam mantidos, não importa qual a origem partidária ou de onde tenha partido a indicação. Aí estaria ocorrendo a mudança, porque, num primeiro momento, a decisão seria de não utilizar ninguém que já esteja ocupando algum cargo de confiança, sem exceção. Os primeiros nomes que apareceram na mídia como possíveis membros do primeiro time de Rocha (Fernando Máximo para a Saúde; Evandro Padovani, para a Agricultura, Júnior Gonçalves para a Comunicação e Elias Rezende de Oliveira, para a Casa Civil ou Segurança Pública), continuam em alta, mas até agora não foram confirmados. Podem ser no dia 18, quando o novo Governador deve oficializar a relação dos seus assessores. Sérgio Pires.
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