22/04/2018 às 19h27min - Atualizada em 22/04/2018 às 19h27min

Radialista ainda está com três projeteis alojados no corpo; ele disse que vai voltar ao rádio

Mesmo sendo atingido por seis  disparos de arma de fogo, o radialista de Jaru, Hamilton Alves, disse que não mudará em nada o tom do programa que apresenta na Nova Jaru FM. A entrevista por telefone foi dada ontem ao apresentador Edivaldo Gomes, do canal 41, SBT de Jaru. Hoje, nossa redação conseguiu falar com Gomes, que confirmou o conteúdo da entrevista. Hamilton disse ao programa que naquele momento ainda estava com três projéteis alojados no corpo, sendo um na boca. O radialista tem um tom critico, especialmente à classe politica e muitos imaginavam que após o fato mudaria a linha do programa.  "Não mudarei uma virgula o tom do programa. Saindo do hospital, no dia seguinte estarei no ar com antes ", declarou. Edivaldo Gomes disse que evitou falar em possibilidades sobre o atentado,  pois entende que esse é trabalho da policia. Hamilton Alves destacou e agradeceu o que considerou bom trabalho da equipe do hospital municipal de Jaru, que, com uma junta médica,  o estabilizou antes de enviar a Porto Velho, assim como agradeceu as manifestações de apoio. Conforme Edivaldo Gomes,  durante  o programa na TV muitos telespectadores enviaram mensagem de apoio ao radialista. "Liguei para falar com a esposa dele e fui surpreendido com ele atendendo e ainda disposto a falar "  disse o apresentador. Hamilton Alves foi atingido na tarde da sexta-feira na BR 364,  quando retornava de Jaru para Ouro Preto. Na curva da morte, dois motoqueiros que estavam atrás dele aproveitaram quem um quebra-molas reduziu a velocidade da caminhonete S-10 que dirigia  e o atacou com arma de fogo, pistola 380, efetuando seis disparos, cinco  atingiram a região  torax e outro na mandíbula,  mais proximo da boca. Um policial que vinha atrás com a família  percebeu a situação e sacou uma arma, afugentando os pistoleiros. Ainda por sorte, quatro médicos  que seguia pela BR  no mesmo trajeto prestou  os primeiros atendimentos, o que foi primordial para salvar a vida do radialista.
Fonte: Edivaldo Gomes

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