15/02/2018 às 21h01min - Atualizada em 15/02/2018 às 21h06min

Com baixa adesão, Sintero de Cerejeiras redefinirá estratégias de lutas

Com a participação de 50 trabalhadores, a reunião promovida pela regional do Sintero em Cerejeiras não definiu as estratégias de luta para 2018. O evento foi realizado na tarde desta quinta-feira. O representante indicado pela cúpula do sindicato para comandar o município, professor Milton Martins, acabou frustrando às expectativas dos trabalhadores, uma vez que não soube detalhar o andamento das ações desenvolvidas por outras regionais, inclusive a de Porto Velho, base central da militância onde há o maior número de servidores estaduais. Muitas perguntas sobre o indicativo de greve e questões relativas à vida funcional dos servidores de Cerejeiras ficaram sem respostas. Em determinado momento, a reunião chegou a ser conduzida pelo sindicalista e vereador Valdecir Sapata. Em seguida, o ex-representante regional de Cerejeiras, professor Luiz Alberto, fez algumas colocações e questionou o chamamento da reunião, alegando ser necessário a adoção de novas estratégias para que os servidores participem efetivamente das reuniões. “Sou a favor da greve. Sei que esse governo não fez nada pela classe, mas temos que ter consciência que a luta é de todos nós. Não adianta somente a direção fazer greve, enquanto outros ficam em casa”, contou. Para o professor Antônio Nogueira, que já esteve à frente do sindicato em Cerejeiras, a questão é que o servidor não foi informado sobre o que iria ser tratado e muito menos sabia dos dados salariais comparativos de outras regiões em relação a Rondônia. “É preciso panfletar e informar o servidor sobre os seus direitos e suas perdas salariais”, acrescentou.  
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