27/04/2018 às 08h35min - Atualizada em 27/04/2018 às 08h35min

MAIS DO MESMO: Educação empurrada com a barriga

O Estado de Rondônia finge há anos que detém educação de qualidade. E é verdade, de qualidade é, mas duvidosa. Fique claro: a responsabilidade não é do magistério, longe disso. Não bastasse a nova era do império da molecagem, minúsculo mesmo, e do escorraçamento do professorado, inventaram, recentemente, as modalidades de Progressão Parcial e Retenção Parcial para escorar a boa vida dos repetentes. O jeitinho brasileiro do Estado Se recompensar os maus alunos só para colher números administrativos positivos já é uma situação aterradora, e aqui não estou falando dos que têm dificuldade de aprendizado, deficiências físicas e/ou mentais, porque sempre há exceção, pior é delegar à docência a ingrata missão de se virar, gratuitamente, para trabalhar toda a carga horária completa e ainda arrumar força e disposição a fim de cumprir horas extras e dar conta dessa modelo fascinante de aprendizado a toque de caixa. Não aceite Se você é professor, o Sintero o orienta a não aceitar aumento de carga horária na Progressão Parcial sem o devido pagamento de hora extra. “De acordo com relatos de professores de várias regiões do Estado a tentativa de implantar esse sistema até agora vem adotando “jeitinhos” como o atendimento de alunos na porta da sala de aula, professor que deixa a turma em atividade para atender aluno repetente individualmente e até professor trabalhando horas extras sem remuneração para dar conta da nova atividade. Acesse: Sintero orienta professores a não aceitarem aumento da carga horária na Progressão Parcial sem pagamento de hora extra Vinicíus Casanova
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