10/03/2020 às 06h23min - Atualizada em 10/03/2020 às 06h23min

Vice-presidente estará nesta terça-feira em Porto Velho; Mourão se reúne com governador e imprensa

O vice-presidente Hamilton Mourão estará hoje (10) em Porto Velho, onde pretende oficializar e apresentar ao Governo do Estado as considerações que serão discutidas pelo Conselho da Amazônia, que deve fazer sua primeira reunião no dia 25 próximo, quando então apresentará o plano com os objetivos e metas das ações para a proteção, preservação e desenvolvimento da região amazônica. O vice-presidente desce na Base Aérea de Porto Velho, onde deve recebe à imprensa em uma entrevista coletiva para falar sobre o Conselho da Amazônia Legal, em seguida vai ao encontro de autoridades do Governo.
Mourão esteve em Belém, no Pará, na quinta-feira (05) passou por Macapá, no Amapá, e São Luís, no Maranhão. Ele também já esteve em Roraima e no Amazonas, concluindo suas visitas aos demais estados da Amazônia Legal – Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins na próxima semana. O objetivo é ouvir as propostas dos governos estaduais, suas necessidades e os pontos de convergência que podem se integrar ao trabalho do governo federal. Segundo Mourão, se não houver essa junção de esforços entre o que o governo federal realiza e o que os governos estaduais têm planejado, não vai ser possível cumprir a meta de proteger, preservar e desenvolver a Amazônia.O Conselho da Amazônia foi reinstalado pelo presidente Jair Bolsonaro em fevereiro deste ano para integrar ações federais na região amazônica, incluindo articulação com estados, municípios e a sociedade civil.

Conselho da Amazônia

O colegiado é coordenado pela Vice-Presidência e reúne 14 ministérios. Criado originalmente em 1995, no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, o conselho era subordinado ao Ministério do Meio Ambiente e tinha, entre os seus integrantes, os governadores dos estados da região. De acordo com Mourão, entretanto, mesmo sem cadeira no conselho, os governos estaduais não estão de fora. “Não é porque governadores não estão sentados lá que eles não têm voz. Muito pelo contrário, eles têm voz. Mas a nossa finalidade é integrar as políticas do governo federal”, concluiu. 


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