08/03/2021 às 07h36min - Atualizada em 08/03/2021 às 07h36min

Deu no G1: mulheres representam 48,8% dos docentes em Rondônia

As mulheres são minoria na docência do ensino superior em 21 unidades federativas (UF). Rondônia é um desses estados, com 48,8% de presença feminina nessas instituições de ensino. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao ano de 2019.

No ranking nacional, a maior proporção de mulheres docentes está na Bahia, com 51,8%, e o menor em São Paulo, com 43,4%.

Entre os anos de 2015 e 2019 houve um aumento de 1,2% na taxa de mulheres lecionando no ensino superior em Rondônia. O Distrito Federal foi a UF com a maior taxa de aumento na participação feminina (3,3%) enquanto o Piauí teve a maior redução nesse mesmo período (- 0,9%).

 

Taxa de desocupação

 

As "Estatísticas de Gênero" divulgadas pelo IBGE na última semana também mostram que a desocupação é maior entre mulheres do que entre os homens no Brasil, assim como é maior entre pessoas pretas ou pardas em comparação com as brancas.

Em 2019 a taxa de desocupação no estado foi de 8,1%, sendo 6,5% entre homens e 10,2% entre mulheres. Em relação a cor, Rondônia é a única UF em que a taxa de desocupação é maior entre mulheres brancas (11,6%) do que pretas ou pardas (9,8%).

 

 

Horas dedicadas a afazeres domésticos

 

As horas dedicadas a afazeres domésticos ou a cuidados de pessoas aumentou cerca de 7,5% entre os anos de 2018 e 2019. Os dados são referentes a pessoas com mais de 14 anos. Em 2018 a média era de 15,3 horas semanais e passou para 16,5 horas em 2019.

Nesse período foi registrado um aumento no tempo médio dedicado a essas atividades pelos homens (9,5%), mas ainda são as mulheres que continuam utilizando mais tempo com o cuidado doméstico. Em 2019 mulheres gastaram cerca de 21 horas semanais com afazeres domésticos, e homens gastaram em média 11,2 horas.


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