22/03/2018 às 08h56min - Atualizada em 22/03/2018 às 08h59min

EXCLUSIVO: ASSESSOR DE DANIEL TERIA AMEAÇADO EXONERAR COMISSIONADOS DE CONFÚCIO

Em nota publicada na imprensa da capital, um articulista político sugere que, a crise gerada entre Confúcio Moura e Daniel Pereira, teria sido causada por um assessor de Pereira. Segundo ele, “gente, em nome de Daniel, mesmo que não fosse autorizada, andava pelas secretarias e corredores dando carteiraço e exigindo até listas de servidores, para futura substituição, quando Daniel assumisse. Um desses personagens é notório, muito conhecido nos meios da política. Uma figura soturna, aliás. Foi uma sucessão de eventos, nessa direção, que causou a quase ruptura”, revela o colunista sem citar o nome “assessor”. Sem citar o nome, o analista político garante que o assessor pertence ao partido do vice-governador. Relata que o personagem solicitou uma relação de todos os cargos comissionados, mas não foi atendido por um secretário, que, por sua vez, ainda denunciou o assessor para governador Confúcio Moura.   “Apenas para ilustrar: numa secretaria, o personagem que se dizia autorizado por seu partido e pelo vice-governador, pediu uma relação de todos os cargos. Os comissionados, é claro. Pediu atenção especial para um personagem, há anos colaborando com esse e outros governos, por seu conhecimento técnico e experiência, porque o tal servidor teria feito campanha para um adversário, na última campanha municipal. O secretário, titular da pasta, enrolou, se fez de doente para passear de ambulância, negociou na entrada da área, para falar na linguagem do futebol, e, é claro, não deu lista nenhuma, embora tivesse garantido que, nos próximos dias, a daria. Claro que poucas horas depois, o assunto chegava aos ouvidos do chefe, o governador Confúcio Moura, se somando a vários outros relatos que, em poucos dias, foram se acumulando, até explodir”, revela o jornalista.         Leia a nota   Não há paz no meio político, ainda mais em ano eleitoral. Nos gabinetes dos governos, então, nem se fala! Ter o poder nas mãos pode significar meio caminho andado para se ter sucesso , mais ainda nas urnas, quando chegar a hora. Por isso, a batalha intestina entre quem está e quem quer chegar ao poder, embora não o devesse, é até considerada normal. O que tem acontecido no Palácio Rio Madeira/CPA nada mais é do que outro capítulo da mesma novela: a eterna guerra pelo poder.  No caso em que Confúcio Moura teve um desentendimento (o primeiro, o único, mas também o extremamente sério) com seu vice Daniel Pereira, tudo não passou de luta por espaço e por se decidir de quem é o comando. Não dos dois, mas principalmente entre seus mais próximos. Para se entender o caso, se teria que contar detalhes ainda não confirmados, mas um deles é notório: gente, em nome de Daniel, mesmo que não fosse autorizada, andava pelas secretarias e corredores dando carteiraço e exigindo até listas de servidores, para futura substituição, quando Daniel assumisse. Um desses personagens é notório, muito conhecido nos meios da política. Uma figura soturna, aliás. Foi uma sucessão de eventos, nessa direção, que causou a quase ruptura.   Vários exemplos já foram contados. Um deles, apenas para ilustrar: numa secretaria, o personagem que se dizia autorizado por seu partido e pelo vice governador, pediu uma relação de todos os cargos. Os comissionados, é claro. Pediu atenção especial para um personagem, há anos colaborando com esse e outros governos, por seu conhecimento técnico e experiência, porque o tal servidor teria feito campanha para um adversário, na última campanha municipal. O secretário, titular da pasta, enrolou, se fez de doente para passear de ambulância, negociou  na entrada da área, para falar na linguagem do futebol, e, é claro, não deu lista nenhuma, embora tivesse garantido que, nos próximos dias, a daria. Claro que poucas horas depois, o assunto chegava aos ouvidos do chefe, o governador Confúcio Moura, se somando a vários outros relatos que, em poucos dias, foram se acumulando, até explodir. Claro que não foi só isso, mas esse tipo de ação foi um dos principais motivos para o (quase|) rompimento. Depois do chega pra lá dado pelo Governador e certamente por ordens vindas do próprio Daniel, para que ninguém usasse seu nome para parecer poderoso, o clima amenizou   e a tensão palaciana distendeu um pouco, segundo um assessor muito próximo a Confúcio. Toda a historia, um dia, virá a tona. Mas os primeiros indícios do que realmente ocorreu, começam a aparecer.    
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