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19 junho 2026
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Prefeita renuncia ao cargo em MT por discordar de Lula na Presidênc

A prefeita de Carlinda, município com pouco mais de 10 mil habitantes em Mato Grosso, anunciou nesta terça-feira, 3, que vai renunciar ao cargo por causa da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente da Presidência. Carmelinda Leal Martines Coelho, filiada ao União Brasil, continuará trabalhando até 31 de janeiro, quando assume o posto seu vice, Pastor Fernando Ribeiro (PSC).

 

“Minhas convicções políticas me colocaram na contramão da administração que se inicia no dia 1º de janeiro pelo novo presidente da República e, por isso, não tenho forças para continuar dando o melhor de mim à frente do Executivo municipal”, diz a carta de renúncia da prefeita.

 

No documento, Carmelinda afirma que abdica do mandato “tranquila”, após ter agido para que o município “avançasse no equilíbrio das contas públicas, na melhoria da saúde, da educação e dos mais diversos setores”. Carlinda fica localizada próxima ao fim do trecho matogrossense da BR-163, conhecida como “rota da soja” por sua ligação com o agronegócio brasileiro.

 

O partido de Carmelinda, União Brasil, foi contemplado com cargos no governo Lula. O petista deu três ministérios à legenda: Comunicações, para Juscelino Filho; Turismo, para Daniela Carneiro; e a Advocacia-Geral da União, para Jorge Messias. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) venceu as eleições em Carlinda, com 58,19% dos votos no segundo turno.

 

Casada com um pecuarista, Carmelinda foi eleita em 2016 e reeleita em 2020, em ambas as ocasiões com mais de 4 mil votos. Ela foi a primeira mulher a assumir o cargo mais alto do Executivo na cidade.

Secretário deve deixar o cargo em Rondônia

O Diretor Geral do Departamento de Estradas e Rodagens, oficial da Polícia Militar de Rondônia, permaneceu na pasta para o início do segundo mandato de Marcos Rocha. Embora seja da confiança do governador, é o nome mais criticado nos bastidores por aliados do governo. A coluna conversou, sob compromisso em “off”, com dois prefeitos e três deputados estaduais que fizeram críticas acerbas à gestão do militar no DER. Não vai demorar, segundo apurado, para que o tapete do diretor seja puxado até ele rodar do cargo.

O problema do segundo mandato é que na posse todos os aliados sabem antecipadamente a data certa para que o governo deixe o cargo. E na medida que o tempo vai avançando, seguem também as inconformidades dos aliados com as demandas, assim como a aplestia por cargo devido a voracidade com que as pastas mais polpudas causam na cobiça dos políticos por nacos da estrutura  governamental. (Robson Oliveira)

Sipam alerta para possibilidade de chuvas volumosas nesta quinta-feira

A Divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia informa que um sistema de baixa pressão se organizou sobre o Centro-Oeste do país e intensificou o fluxo de umidade em baixos níveis no sul da Amazônia. Com isso, a instabilidade se fortalecerá bastante na região, inclusive sobre Rondônia.
Para esta quinta-feira a previsão é de um dia de céu nublado a encoberto com chuva a qualquer hora do dia na capital e em todas as demais regiões de Rondônia. Há possibilidade de grandes volumes de chuva em todas as regiões rondonienses no decorrer deste dia.

Duas pessoas morrem em grave acidente na BR-364

Um gravíssimo acidente, envolvendo duas motocicletas, tirou a vida de Rosângela Ferreira da Silva, 58 anos, e Maique Rodrigues da Silva, 34 anos, na manhã desta quarta-feira (4), na BR-364, no município de Candeias do Jamari.

De acordo com informações apuradas preliminarmente, o acidente foi frontal. A mulher estava pilotando uma motocicleta Honda Fan e o homem uma Biz.

Com a forte batida, Rosângela e Maique, morreram na hora. Eles tiveram vários ferimentos pelo corpo.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local e fez o registro da ocorrência. Uma perícia foi feita no local para que seja esclarecida a real causa do acidente

PM prende um e apreende 160 quilos de cocaína em Rondônia

Um traficante, de 21 anos, foi preso na noite desta terça-feira (3), após ser flagrado com uma grande quantidade de droga, durante fiscalizações da Operação Guardiões das Fronteiras, próximo ao município de Nova Mamoré. Essa foi a primeira grande apreensão realizada em 2023.

Os policiais estavam em patrulhamento na BR-425, quando abordaram o motorista de um caminhão baú. Ao ser questionado, ele ficou nervoso, o que chamou a atenção dos policiais.

Rapidamente, equipes do Batalhão de Polícia de Fronteira, Batalhão de Polícia de Choque e Canil da PM, iniciaram uma busca minuciosa.

Durante as buscas no caminhão, a Polícia acabou encontrando em um fundo falso, aproximadamente 160 quilos de droga.

O motorista do veículo foi preso em flagrante e levado para a sede da Polícia Federal em Guajará-Mirim, segundo informa o Rondoniagora.

Lula fará reunião com todos os governadores no dia 27 de janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se reunir com os 27 governadores de estado e do Distrito Federal no próximo dia 27 de janeiro, no Palácio do Planalto, em Brasília. A informação foi dada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, em conversa com jornalistas. O encontro já fazia parte dos planos e era verbalizado pelo presidente durante a campanha. 

Segundo Rui Costa, a reunião com governadores vai marcar a retomada do diálogo institucional entre a União, estados e municípios.

“A pauta é o retorno das relações federativas da União com os estados e municípios, que ficou paralisada todos esses anos. Vamos institucionalizar esse retorno, estabelecer um fluxo. A ideia é que o governo tenha reuniões regulares com governadores e e com fórum de prefeitos para dar capilaridade às políticas de governo e buscar, eu diria, maior eficiência no ato de governar”, afirmou o ministro.

Ainda segundo Costa, o presidente pedirá que os estados tragam seus projetos prioritários para discussão com o governo federal.

Viagens

O ministro da Casa Civil também informou que Lula fará uma primeira viagem a algum estado brasileiro ainda este mês. O destino ainda está em discussão.

Já a primeira viagem internacional está confirmada para a Argentina, dias 23 e 24 de janeiro, para uma série de compromissos, incluindo uma reunião da Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac), que está sob presidência temporária do país vizinho.

Reunião ministerial

Já a primeira reunião ministerial do presidente com a equipe ocorrerá nesta sexta-feira (6), às 9h30, no Palácio do Planalto.

“A pauta é o alinhamento das ações e procedimentos de governo, garantindo uma ação coordenada e articulada e uma gestão transversal”, explicou Rui Costa sobre a pauta do encontro.

MEC revoga portaria sobre a abertura de cursos de medicina

O Ministério da Educação (MEC) revogou uma portaria publicada pela administração anterior, do então ministro Victor Godoy, do governo de Jair Bolsonaro. A portaria trazia novas regras para abertura de cursos de medicina no país. Segundo o atual ministro, Camilo Santana, a revogação ocorreu pelo “princípio da prudência”.

“Decidi revogá-la pelo princípio da prudência, antes que produzisse efeitos, para que seja feita uma avaliação criteriosa e segura dos seus termos”, explicou o ministro em uma rede social. Nas últimas horas do dia 31 de dezembro e, consequentemente, do fim do governo anterior, o MEC publicou a portaria. Essas novas regras, segundo Godoy, valorizavam a relação entre o curso e a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) local.

“Portaria do MEC que valoriza o programa Médicos pelo Brasil e determina que a abertura de cursos privados de medicina que usam a rede pública de saúde façam repasses importantes ao SUS e concedam bolsas a alunos carentes foi revogada pelo novo governo”, publicou Godoy também nas redes sociais.

De acordo com o ex-ministro, a portaria atualizava os documentos e requisitos para autorização, reconhecimento e renovação do reconhecimento de curso de medicina e criava o Plano de Qualificação de Residências Médicas. Esse plano qualificaria os programas existentes e poderia também criar novos programas e vagas.

Alfabetização

Santana justificou a revogação em virtude de sua publicação ter ocorrido “estranhamente, ao apagar das luzes, no último dia do ano, sem ter sequer parecer jurídico conclusivo da Consultoria Jurídica do MEC”. Santana acrescentou que não vai manter uma estrutura no MEC que esteja fora da visão sistêmica desejada pelo novo governo para a educação. A nova administração da pasta também extinguiu a Secretaria de Alfabetização (Sealf).

Para Godoy, “a Sealf trouxe ganhos comprovados e científicos para a alfabetização”. Já o seu sucessor entende que essa secretaria, como se apresentava, não estava dentro do pretendido pelo novo governo para as políticas de alfabetização. “A alfabetização brasileira regrediu absurdamente nos últimos anos”, criticou.

Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 7,5 milhões

Apostadores fazem filas em casas lotéricas de Brasília. A Caixa Econômica Federal sorteia amanhã (12) a lotofácil da Independência.

O concurso 2.551 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (4) no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. Os números sorteados foram: 01 – 25 – 29 – 43 – 46 – 48.

O próximo concurso (2.5352), no sábado (7), deve pagar prêmio de R$ 7,5 milhões.

A quina teve 49 ganhadores e cada um vai receber R$ 35.909,19. Os 2.428 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.035,27.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

O sorteio é realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

Em 2023, Conselho de Farmácia intensifica luta pela valorização dos profissionais em Rondônia

Midia Rondônia – Entre as metas propostas para 2023, o Conselho Regional de Farmácia (CRF-RO) busca intensificar ainda mais a luta pela valorização dos profissionais em Rondônia.

O trabalho em favor dos farmacêuticos tem sido articulado na gestão do presidente Rogélio Barros, que, juntamente com a diretoria do CRF, tem firmado importantes parcerias na área política para atender as reinvindicações da classe.

Barros tem reafirmado seu compromisso em valorizar os farmacêuticos, focado na garantir de novas conquistas para os profissionais em suas diferentes áreas de atuação, tendo como meta a saúde e bem-estar do cidadão.

Reconhecimento 

O trabalho articulado pelo CRF vem sendo reconhecido pelas autoridades rondonienses. Na Assembleia Legislativa, em 2022, o presidente do conselho foi agraciado com o “Título de Louvor”, em sessão realizada na Casa de Leis, proposto pelo deputado Alex Redano em valorização aos profissionais da área. A homenagem foi em reconhecimento aos serviços prestados na defesa do uso racional de medicamentos e na segurança do paciente, trabalho realizado pelos farmacêuticos que atuam no Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho.

Vilhena

No interior de Rondônia, a expectativa de melhorias é grande em relação às ações do CRF em 2023, sobretudo no Cone Sul, região formada por sete municípios, uma vez que os profissionais solicitam atenção às demandas de valorização da classe. Em Vilhena, o número de profissionais tem aumentado e merecido atenção especial do CRF.

Articulação política do CRF, em 2022, também contou com o apoio do ex-deputado Anderson Pereira em favor dos farmacêuticos 

Governo exonera 1.204 servidores que desempenhavam funções de confiança

No primeiro dia do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, 1.204 servidores que desempenhavam funções de confiança na gestão de Jair Bolsonaro foram exonerados. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que haverá mais dispensas de comissionados, mas negou qualquer viés ideológico nas demissões.

Ao tomar posse na segunda-feira, 2, Costa disse que o governo Bolsonaro apagou obras não concluídas do sistema federal de monitoramento e, a exemplo de Lula, classificou a herança recebida como “caos”.

 

Dezenove dos 37 ministros foram empossados ao longo do dia. Uma das cerimônias mais concorridas foi a de Alexandre Padilha, novo titular da Secretaria de Relações Institucionais, realizada no Salão Nobre do Palácio do Planalto. Embora também tenha dirigido críticas à gestão Bolsonaro, Padilha adotou tom de conciliação. Um dia depois de ter dito que o Centrão é apenas “um conceito que não existe”, o responsável pela articulação política entre o Planalto e o Congresso sustentou que vai tratar todos os partidos “com civilidade e harmonia”, mesmo aqueles contrários a Lula.

 

Na plateia, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), foi vaiado ao ter o nome anunciado pelo locutor. A ex-presidente Dilma Rousseff, por sua vez, recebeu muitos aplausos. “Dilma, guerreira, da Pátria brasileira”, gritavam militantes do PT, no Salão Nobre. Até o ex-presidente José Sarney ganhou palmas. Só Lira foi hostilizado.

 

“Nesse ministério está proibido insultar, agredir, ameaçar qualquer agente político, seja de qual partido for”, disse Padilha. “Não existe aqui alguém que vai falar de metralhada contra a oposição. Essa época acabou”, emendou ele, numa referência a declarações de Bolsonaro, que fez elogios à ditadura militar e disse que ia “metralhar” petistas no Acre.

 

Enquanto ministros tomavam posse, Lula estava no Itamaraty, onde recebeu líderes estrangeiros. Eles disseram que o Brasil estará “de volta” ao cenário internacional e organismos multilaterais com o novo governo.

 

“Lula é um líder regional e vai dar o impulso à América Latina muito importante. Sua presença é a volta do Brasil a todos os fóruns internacionais. A ausência brasileira nos fóruns internacionais foi muito evidente (nos últimos quatro anos)”, resumiu o presidente da Argentina, Alberto Fernández. Lula viajará para a Argentina no próximo dia 23 e participará de um encontro da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Buenos Aires.

 

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal, que também esteve com Lula, disse ver o retorno de um “Brasil multilateral”. “Brasil multilateral, Brasil na cena internacional, Brasil nas organizações, que faz muita falta”, afirmou Rebelo. Ele elogiou o fato de Lula ter valorizado a proteção ambiental em seu discurso de posse, no domingo, 1º.

 

MDB

 

O presidente também decidiu extinguir a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e dividir suas atribuições entre os ministérios da Saúde, comandado por Nísia Trindade, e de Cidades, nas mãos de Jader Filho, do MDB. O partido ficará responsável pelo setor que faz obras em saneamento e concentra a maior fatia do orçamento da Funasa.

 

Estadão apurou que parlamentares do MDB querem uma reunião com Jader Filho, Rui Costa e Alexandre Padilha para debater o destino da Funasa. A fundação é tradicionalmente disputada por partidos do Centrão pela oportunidade de controlar orçamento bilionário. Em 2022, mais de R$ 3,4 bilhões foram direcionados para lá.

 

A missão da Funasa é levar saneamento básico e água de qualidade à população. Nas mãos do Centrão, porém, tornou-se um duto de escoamento do dinheiro do orçamento secreto. Durante a gestão de Bolsonaro, a Funasa era área de influência do PSD.

 

Costa disse que sua prioridade será destravar as conclusões de obras com recursos federais. “Nem sabemos quantas obras no Brasil estão paralisadas. Cada um tem um número. Nem o próprio ministério consegue precisar quantas obras temos paralisadas hoje. Isso é a demonstração do caos que estamos recebendo”, afirmou o ministro, em discurso.

 

Em seus últimos pronunciamentos, Lula tem dito que há 14 mil obras paradas no Brasil. “Ao buscar detalhar isso, a transição verificou que obras foram deletadas dos arquivos, como se concluídas estivessem. É como se o governo federal dissesse: ‘Aquela creche que está com 70% de execução, como a responsabilidade é do prefeito, não é mais minha. Apaga do sistema'”, destacou.

 

Costa disse, ainda, que desde o governo Dilma há casas prontas do Minha Casa, Minha Vida, nunca habitadas por falta de condições básicas. Algumas, por exemplo, não têm vias de acesso aos condomínios residenciais. “Isso é inadmissível. Todas serão habitadas ainda no primeiro semestre deste ano”, afirmou o novo chefe da Casa Civil, que é ex-governador da Bahia.

 

Ao falar sobre a herança de dificuldades recebida de Bolsonaro, Costa negou que a máquina pública será paralisada com as demissões e insistiu que é preciso fazer o ajuste porque o governo ampliou o número de ministérios de 23 para 37 sem aumentar os cargos. “Quase todos os 23 ministérios que existiam perderam cargos. Só Justiça e Defesa não perderam”, observou Costa.

 

Conselhão

 

Padilha, por sua vez, anunciou a volta do chamado “Conselhão”, grupo formado por representantes da sociedade civil para discutir políticas públicas. O colegiado terá agora o nome de Conselho de Fomento Econômico-Social e Sustentável. “Nós temos urgência de combinar responsabilidade social, ambiental e a responsabilidade fiscal. Um país que não tem responsabilidade social e ambiental é um país entregue à barbárie. Um país que não tem responsabilidade fiscal é um país entregue à insegurança econômica”, argumentou Padilha, que foi titular da mesma pasta no segundo mandato de Lula e ministro da Saúde sob Dilma.

 

Outro ministro que tomou posse ontem, no Planalto, foi Márcio Macêdo, encarregado de ouvir os movimentos sociais. Deputado, vice-presidente do PT e tesoureiro da campanha de Lula, Macêdo disse que, sob sua gestão, o Planalto será “o endereço oficial para que a sociedade possa apresentar as suas reivindicações”.

 

“O antigo governo fechou a porta do palácio para o povo, destruiu os conselhos e as conferências”, criticou o novo chefe da Secretaria-Geral da Presidência. “Está na hora de deixar para trás esse passado de ódio e intolerância.” Na prática, o trio formado pelos petistas Macêdo, Costa e Padilha compõe a chamada “cozinha” do Planalto, que auxilia Lula na gestão política do governo.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.