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13 junho 2026
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Manifestantes bloqueiam a BR-364 em Candeias e proíbem passagem de caminhões e carretas para Porto Velho

Na noite desta segunda-feira (31), caminhoneiros que não concordam com a eleição do ex-presidente Lula bloquearam, como haviam prometido pela manhã, a BR-364, na ponte de Candeias do Jamari, vedando o acesso de caminhões e carretas para Porto Velho. Por enquanto, carros de passeio ainda são permitidos a trafegar.

 

O bloqueio é apenas na pista no sentido Porto Velho, mas eles informaram que irão também fechar a pista contrária.

Por outro lado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia informou que foi notificada por usuários da via sobre bloqueios em rodovias federais em outros 16 trechos:

– BR 364 Km 1069 – Distrito de Nova Califórnia, Porto Velho

– BR 364 Km 1040 – Distrito de Extrema, Porto Velho

– BR 364 Km 976 – Distrito de Vista Alegre do Abunã, Porto Velho

– BR 364 Km 910 – Porto Velho – Entroncamento

– BR 364 Km 514 – Ariquemes

– BR 364 Km 423 – Jaru – Ponte sobre o Rio Jaru

– BR 364 Km 383 – Ouro Preto do Oeste – Em frente à Gima Veículos

– BR 364 Km 337 – Ji-Paraná – Acesso ao anel viário

– BR 364 Km 305 – Presidente Médici – Próximo à entrada para Alvorada do Oeste

– BR 364 Km 235 – Cacoal – Próximo à Coopercal

– BR 364 Km 16 – Vilhena – Próximo ao posto Catarinense

– BR 421 Km 49 – Monte Negro – Próximo ao trevo de entrada do município

– BR 425 Km 96 – Nova Mamoré – Em frente ao Hotel Jaqueira

– BR 425 Km 140 – Guajará-Mirim 

– BR 435 Km 120 – Cerejeiras

– BR 435 Km 82 – Colorado do Oeste

Rondoniagora

 

Caminhão da Havan tenta bloquear estrada e fica atolado

Um caminhão da rede de lojas Havan bloqueou nesta segunda-feira (31) a BR-386, no município de Nova Santa Rita (RS). O veículo ficou preso e não retornou à via por causa de um desnível na pista. O caminhão estava adesivado com a Bandeira do Brasil e a frase “O Brasil que queremos só depende de nós”. O veículo ficou atolado até o início da tarde. A rede de lojas Havan tem como dono Luciano Hang, apoiador de Jair Bolsonaro (PL).

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (31) providências para a liberação das rodovias paralisadas por bolsonaristas.

O coordenador-geral de Comunicação Institucional da PRF, o inspetor Cristiano Vasconcellos, afirmou que a direção da corporação determinou aos agentes a liberação de todos os pontos de interdição e bloqueio no Brasil inteiro.

Moraes determina que PRF e PMs tomem medidas “imediatas” para liberar estradas paradas por bolsonaristas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, determinou na noite desta segunda-feira (31) que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as polícias militares dos estados coloquem medidas em prática para desfazer os bloqueios de bolsonaristas nas estradas brasileiras. Existem mais de 300 pontos de bloqueio em 23 estados. Moraes atendeu a um pedido feito pela Confederação Nacional dos Transportes e do vice-procurador geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco.

“Que sejam imediatamente tomadas, pela Polícia Rodoviária Federal e pelas respectivas polícias militares estaduais – no âmbito de suas atribuições – , todas as medidas necessárias e suficientes, a critério das autoridades responsáveis do poder executivo federal e dos poderes executivos estaduais, para a imediata desobstrução de todas as vias públicas que, ilicitamente, estejam com seu trânsito interrompido”, escreveu Moraes.

Reeleito governador, Marcos Rocha vai mudar assessores no Cone Sul

Encerradas as eleições e desmontados os palanques, as negociações para a formação das novas equipes de assessores do governo de Rondônia estão bem adiantadas no Cone Sul.

Durante a campanha, por exemplo, vários nomes já estavam sendo cogitados para assumir chefias estratégicas na estrutura do Poder Executivo em Vilhena, maior cidade da região do Cone Sul e formada por sete municípios.

Com a reeleição de aliados políticos do governador Marcos Rocha, como Ezequiel Neiva (União Brasil) e Rosangela Donadon (União Brasil), as indicações passariam necessariamente, segundo uma fonte deste Mídia Rondônia, por esse aliados de campanha.

Nesta segunda-feira (31), vários nomes foram ventilados para assumir cargos de chefia, entre eles a Secretaria Regional de Vilhena, Emater, Seagri, Detran, Procon, Sine, Regional de Saúde, entre outros.

Também, cogita-se nos bastidores, que o novo secretário estadual de Agricultura poderá ser de Vilhena. O nome está sendo mantido em sigilo, assim como do secretário regional e de outras importantes instituições e autarquias do governo de Rondônia.

Caminhoneiros bolsonaristas realizam bloqueios em rodovias de 11 estados

 Caminhoneiros apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) realizam ao menos 63 pontos de bloqueios em rodovias de 11 estados em protestos golpistas contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (30).

“Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há bloqueios nos seguintes estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Rodovias do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, de Rondônia, do Pará, de Goiás, São Paulo e do Distrito Federal também foram atingidas”, diz o Metrópoles.

No Mato Grosso, a BR-163 foi interditada em ao menos seis pontos: Nova Mutum, na altura do km 594, sentido sul; Lucas do Rio Verde, no km 691; Sorriso, km 746; Sinop, no km 835; Cuiabá, no km 395 e Várzea Grande, na altura do km 524. A Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, foi bloqueada nos dois sentidos, na  altura de Barra Mansa, no km 281.

Em Goiás, foram registrados pontos de bloqueio na BR-060, km 101, em Anápolis, e na BR-153, km 703, em Itumbiara. O tráfego também foi paralisado nas imediações do Distrito Federal, na BR-040, no município de Cristalina.

Segundo a PRF, os agentes estão atuando nos pontos de bloqueio visando normalizar o fluxo de veículos nas rodovias interditadas pelos bolsonaristas. “A PRF segue atenta, monitorando todas as ocorrências e com efetivo empregado na tarefa de garantir fluxo viário normal a todos os cidadãos”, disse a corporação por meio de nota.

Sigilos de Bolsonaro têm data para cair

Faltam 62 dias para a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Com a eleição deste domingo, começou a também contagem regressiva para a abertura dos sigilos de 100 anos impostos pelo presidente Jair Bolsonaro, prometida pelo petista durante a campanha.

No debate da TV Globo no primeiro turno, por exemplo, Lula prometeu fazer um “decreto” para expor o que o adversário queria esconder, como por exemplo a relações de entradas e saídas do Palácio do Planalto, dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, suspeitos de cobrar propina para interceder pela liberação de recursos no Ministério da Educação

Lula citou ainda o cartão de vacinas de Bolsonaro, também protegido por sigilo de 100 anos.

Veja  

Sertanejos bolsonaristas não dão um pio

Imediatamente após o anúncio oficial da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais deste ano, diversos músicos foram às redes sociais parabenizar o candidato. Os músicos sertanejos, um estridente grupo que apoiou o candidato derrotado Jair Bolsonaro, no entanto, doze horas após o resultado, não se manifestaram — nem para celebrar ou lamentar. Tal silêncio é ainda mais significativo entre os artistas Gusttavo Lima, Leonardo, Marrone, Fernando Zor, Zezé Di Camargo, Chitãozinho, Montenegro, João Lucas, Jorge Henrique e Sula Miranda, que visitaram Bolsonaro em 19 de outubro para demonstrar apoio ao candidato no segundo turno.

Uma exceção foi o cantor Zé Neto, o mesmo que criticou os artistas pró-Lula de ganhar dinheiro com a Lei Rouanet — comentário que trouxe à tona os cachês milionários de diversos artistas sertanejos, pagos por prefeituras. Em um vídeo postado após a derrota de Bolsonaro, Zé Neto disse: “Agora, não adianta a gente chorar, porque vivemos em um país democrático, então vamos respeitar a democracia e rezar para Deus olhar por nós e tomara que Lula faça um bom governo, né? Que não faça como fez nos mandatos anteriores”, disse o cantor. Quem também se manifestou foi o cantor Latino, que fez um post lamentando a derrota. “Assistindo o Lula na TV é como assistir um dejavour (sic) do fracasso. Que Deus tenha piedade dos desenformados (sic)”, escreveu, assim mesmo, com erros de digitação.

Por outro lado, artistas que apoiaram Lula parabenizaram o político nas redes. Entre eles estavam Ludmilla, Anitta, Juliette e Luísa Sonza. No Twitter, Anitta escreveu: “Alívio. Se o amor venceu, agora é hora de colocar esse amor em prática. Colocar a democracia em prática. Acolher e respeitar o vizinho que votou diferente, compreender e respeitar a pessoa que votou igual a você, mas discorda em algumas coisas. Só assim a gente nunca mais vive o pesadelo que foi essa eleição. Essa guerra social que vivemos. Enquanto ainda tratarmos o outro com agressividade, raiva e desrespeito, só estaremos sendo o espelho daquilo que dizemos que estamos lutando contra.”

Veja  

Caminhoneiros prometem bloquear a BR-364 na ponte de Candeias, no início da noite

Uma reunião, realizada por grupos de caminhoneiros na manhã desta segunda-feira (31), em Candeias do Jamari, definiu o fechamento da BR-364 no início da noite, na altura da ponte, na BR-364. Eles protestam contra a vitória do ex-presidente Lula.

 

Os manifestantes também avaliam o fechamento da estrada do Belmont, em Porto Velho, o que poderia causar o des

Há pelo menos sete pontos de bloqueio em Rondônia nesta segunda-feira, organizados por manifestantes contrários a eleição do ex-presidente Lula. O trânsito está parado em todos os trechos, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 Confira onde são os bloqueios: 

– BR 364 Km 1069 – Distrito de Extrema, Porto Velho

– BR 364 Km 1069 – Distrito de Nova California, Porto Velho

– BR 364 Km 512 – Ariquemes – em frente à Supremax

– BR 364 Km 339 – Ji-Paraná – acesso ao anel viário

– BR 364 Km 235 – Cacoal – próximo à Coopercal

– BR 421 Km 49 – Monte Negro – próximo ao trevo de entrada do município

-BR 364 Km 383 – Ouro Preto do Oeste – em frente à Gima Veículos

Com votação histórica, prefeito eleito diz que fez campanha limpa e que, a partir da posse, “vamos todos trabalhar por Vilhena”

Em sua primeira declaração como prefeito eleito de Vilhena, o delegado da Polícia Federal,  Flori Cordeiro, disse que fez uma campanha limpa, respeitando a todos e que, a partir da sua posse, “vamos todos trabalhar por Vilhena”.

Ao lado do seu vice, Aparecido Donadoni, o prefeito eleito do município agradeceu os apoios recebidos e lembrou que, desmontados os palanques, é hora de trabalhar com “paz e concórdia”.

Em uma votação histórica, Flori obetve 30.111 votos, ou 63,14%, contra 17.575 ou 36,86% de Rosani Donadon.

Parte da oposição evangélica a Lula já baixa o tom

É provável que, em alguns anos, evangélicos sejam a maioria da população. José Eustáquio Alves, doutor em demografia aposentado do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), projetou que isso aconteceria em 2032.

Se a democracia passar bem depois desta eleição, sem golpismos prósperos, teremos mais dois pleitos presidenciais até lá. Não é preciso dizer que a já expressiva polpa eleitoral desse bloco vai dar mais suco daqui para frente. Um refresco, claro, para o bolsonarismo.

Dá para cravar que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou esta eleição apesar dos evangélicos, e não com eles. Todas as pesquisas às vésperas do segundo turno mostravam uma ampla preferência do grupo pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

O peso da identidade religiosa fica mais evidente quando lembramos que a face média do crente é negra, pobre e feminina. Nichos que tendem a Lula, e mesmo assim a onda pró-Bolsonaro nos templos foi avassaladora. Neles, Lula é o demônio que vai trazer comunismo, aborto, drogas e toda a sorte de males aos olhos do povo evangélico. Não precisa ser verdade, precisa convencer. E a máquina bolsonarista é boa nisso.

Alguns dos pastores que assumiram a linha de frente contra o petismo reforçaram a tese da batalha espiritual, com um mal que por ora triunfou, após o anúncio da vitória lulista contra Bolsonaro.

André Valadão, o membro mais barulhento do clã à frente da Igreja Batista Lagoinha, postou uma montagem do rosto de Lula como dom Pedro 1º. “Dom Preso Primeiro –se for para roubar, diga ao povo que volto!”

Apontado como sucessor do bispo Edir Macedo na Igreja Universal, seu genro Renato Cardoso pediu numa live que seus seguidores orem por Bolsonaro e sugeriu que o momento é de provação. “Tudo isso aí simplesmente vai fortalecer aqueles que já são da fé. Vamos ver daqui pra frente uma distinção cada vez maior entre o bem e o mal.”

De João Vitor Ota, pregador de 13 anos com 1 milhão de seguidores no Instagram: “Infelizmente a minha geração não pode definir o futuro, mas se prepare, daqui a quatro anos, chegará a nossa vez. Glória a Deus”.

Outra parte expressiva da liderança abaixou o tom. O pastor Silas Malafaia diz que orou por Lula em culto noturno neste domingo (30), porque a Bíblia manda que todos orem pelas autoridades constituídas. Ele como pessoa física pode ser Bolsonaro, mas “a vontade soberana do povo se estabeleceu”, afirma.

O deputado Marco Feliciano seguiu trilha parecida. “Vi o discurso de Lula. Começou agradecendo a Deus. Falou de Deus em vários momentos. Reafirmou compromisso pela liberdade religiosa, evitou temas que causam divergências com o segmento evangélico e terminou agradecendo a Deus. Aprendeu a nos respeitar? Tenho dúvidas. O tempo dirá”, disse em rede social.

Depois de anos sob uma campanha bolsonarista intensa, com cismas internos que provocaram expurgo de pastores à esquerda e fuga de fiéis, as igrejas devem se reorientar para entender como marcharão sob o futuro governo Lula.

Uma coisa é certa: será muito difícil para futuros candidatos abrir mão da força política que se tornaram.

O sociólogo Paul Freston, que estuda essa parcela religiosa desde 1989, sintetizou assim o horizonte: “A cada eleição, o crescimento evangélico é um problema crônico para o campo, pois representa uma porcentagem maior do eleitorado. A dificuldade de se conectar com esse segmento implica um preço cada vez maior. Não vai ser fatal nesta eleição, mas, na próxima, volta a ser um problema, como quase foi em 2014, como foi em 2018.” E como não foi por um triz em 2022, podemos agora acrescentar.

Seria um erro da esquerda, contudo, deixar que essa predileção por Bolsonaro a afaste de vez do segmento. Há muito ressentimento de ambos os lados, e em algum momento alguém vai ter que estender a mão em busca do diálogo. Se o campo progressista se acastelar no alto de sua torre de marfim, vendo apenas fundamentalismo no lado de lá, e não uma rede complexa de quereres, quem vai perder a médio e longo prazo é ele.

Os acenos até aqui são tímidos, até atabalhoados. Lula não colocou um pastor pentecostal para falar no dia em que lançou uma carta aos evangélicos. Aliás, só se decidiu pela missiva de última hora, o que foi explorado como oportunismo eleitoral por seus detratores.

A esquerda parece se apegar a poucas e legítimas lideranças progressistas que, no entanto, falam mais para uma bolha secular do que para as igrejas. Como vai fazer para alcançar as massas crentes?

O sequestro ideológico existe, mas é um erro promover uma versão às avessas da guerra entre o bem e o mal que Bolsonaro tentou vender ao longo da campanha, com ajuda dos pastores amigos. Mais importante é tentar entender como o projeto bolsonarista conseguiu cooptar num tempo relativamente curto uma fatia tão larga do evangelicalismo nacional.

E aqui há um tanto de viés de confirmação, que atinge fiéis e líderes. É quando a pessoa dá um peso desproporcionalmente alto a tudo o que confirma o que ela já acredita, e inconscientemente desdenha evidências que contrariam suas teses. Se eu creio que Bolsonaro é o melhor para o país, e todos em volta fazem o mesmo, acabo ignorando o que possa causar fissuras nessa aparente unanimidade.

A questão armamentista é um bom exemplo. Quase nenhum desses pastores de maior expressão se anima com ela, mas ninguém vê a necessidade de se contrapor abertamente à causa agora.

Uma pastora que não morre de amores pelo presidente, ex-católica convertida há quase 25 anos, viu o bolsonarismo aflorar em todo o seu entorno. É verdade que seus colegas nunca foram petistas roxos, diz. No máximo, deixaram-se contagiar pela empolgação que tomou o segmento quando Lula chegou ao poder em 2002, rodeado de pastores que hoje o espinafram.

Uma leitura possível para o fisiologismo que norteia boa parte desses líderes é o que ela chama de síndrome do cachorro correndo atrás do caminhão de mudança. Evangélicos se sentiam vira-latas em pleitos passados, ganhando quando muito alguns biscoitos eleitorais. Fechadas as urnas, voltavam a dormir ao relento, longe do aconchego do Palácio do Planalto.

Com Bolsonaro, isso mudou. Evangélicos entraram na Esplanada, até no STF (Supremo Tribunal Federal), representados pelo pastor presbiteriano André Mendonça. Pela primeira vez, um presidente inclui em seu calendário a Marcha para Jesus, evento que atravessou três décadas e seis mandatários. O simbolismo aqui é forte. Eles sentem que alguém se importa com eles agora e acabam cegos e surdos para excessos patentes do bolsonarismo, diz essa pastora.

Se a esquerda continuar demonstrando que não está nem aí para eles, evangélicos poderão ser o fiel da balança que devolverá o país à direita bolsonarista daqui a quatro anos. Não vai dar para dizer que ninguém a avisou.

Folha