23 C
Porto Velho
14 maio 2026
Início Site Página 1096

Vinicius Miguel reafirma compromisso por eleições limpas

Vinicius Miguel participou de evento criado para incentivar uma disputa eleitoral livre de discursos ofensivos, atos violentos e disseminação de conteúdos falsos

 

Carolina Mello – O candidato a Deputado Federal Vinicius Miguel (PSB) reafirmou seu compromisso com a ética e a transparência em evento promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Porto Velho.

Como o tema “Eleições Limpas – 2022”, o evento foi criado para incentivar candidatos de todo o estado a manterem uma disputa eleitoral livre de discursos ofensivos, atos violentos e disseminação de conteúdos falsos.

Voltada para que os candidatos mantenham a ética, a transparência e a responsabilidade, a programação do evento também abordou outros assuntos, como ações que se enquadram como propaganda irregular e a conscientização sobre o correto descarte de materiais de campanha.

“Sempre fiz campanhas sustentáveis, pautadas pela lógica da economicidade, ética, verdade e muito respeito aos eleitores e eleitoras e aos concorrentes. Hoje foi dia de eu reiterar esses compromissos ao participar do evento promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral. Parabenizo a instituição pela iniciativa e, com certeza, sou e seguirei pautado por tais princípios”, disse o candidato a Deputado Federal.

O evento também contou com a presença de outros candidatos e de membros do Ministério Público Federal e da Ordem de Advogados do Brasil (OAB-RO).

 

Prefeitura reinaugura pronto-socorro de Vilhena nesta segunda (05)

A cerimônia de reinauguração acontece nesta segunda-feira, 05, a partir das 15h, segundo informou o prefeito de Vilhena, Ronildo Macedo. Ele explicou que o pronto-socorro do Hospital Regional estava funcionando na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), voltando novamente ao HRV nesta segunda-feira. O prédio passou por uma revitalização.

Ronildo Macedo lembrou ainda que, nestes primeiros meses de sua gestão, sua equipe desempenhou um grande esforço para que o hospital fosse entregue à população o mais rápido possível.

Conforme explica o Secretário Municipal de Saúde, Kim Mansur, com a mudança do pronto-socorro, o HRV funcionará de portas fechadas. Desta forma, o hospital irá focar em ocorrências mais graves, como casos de baleados, esfaqueados e acidentados. Já a UPA 24h ficará com a triagem e os casos mais leves. Quanto aos pacientes de cidades vizinhas, eles deverão passar por uma consulta prévia com médico antes de ser encaminhado ao HRV.

REVITALIZAÇÃO DO HRV: a obra incluiu a reforma do Centro Acadêmico, reforma elétrica, revitalização estrutural, renovação da ala masculina e do complexo do pronto-socorro, sendo investidos R$ 2,3 milhões através de emenda parlamentar dos então senador e deputada federal Valdir e Marinha Raupp. A Secretaria Municipal de Obras (Semosp) também realizou a implantação do novo sistema de LED no estacionamento da unidade, bem como serviços de limpeza de canteiros e do estacionamento, retirada de entulhos, poda de árvores, roçagem de gramas, pintura de paredes e meios-fios.

 

 

 Prefeito Macedo anuncia reinauguração do pronto-socorro no Hospital Regional de Vilhena

 

 

Representantes de enfermeiros falam em greve após suspensão de piso salarial

Em um vídeo divulgado no Instagram neste domingo, 4, a coordenadora do Fórum Nacional da Enfermagem, Líbia Bellusci, falou sobre a possibilidade de paralisação e greve da categoria após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso suspender o piso salarial nacional da categoria. “Se for necessária paralisação, terá. Se for necessário greve, terá”, afirmou. “Não será o STF que vai desqualificar e desconhecer a necessidade de um piso salarial digno”.

 

Bellusci disse que as entidades que compõem o fórum e representam a categoria iriam se reunir neste domingo para debater o assunto. Destacou também que já existem conversas junto a parlamentares para pressionar o STF a mudar de posição.

 

Barroso já solicitou ao presidente da Corte, Luiz Fux, a inclusão do tema na pauta do plenário para análise de todos os ministros. A expectativa até o momento é que o assunto seja julgado no plenário virtual.

 

A lei estabeleceu R$ 4.750 como o piso salarial para enfermeiros, 70% disso para técnicos de enfermagem e 50%, para auxiliares de enfermagem e parteiras. Não há uma previsão clara sobre qual seria o impacto orçamentário para a implementação da medida, mas um estudo feito durante a tramitação na Câmara dos Deputados chegou a estimar em R$ 16 bilhões seus efeitos.

São Paulo empata com 1 a menos contra Cuiabá após coro de “burro” para Ceni

O São Paulo tirou forças não se sabe de onde e contou com um gol de Luizão para, com um a menos, empatar em 1 a 1 com o Cuiabá na noite deste domingo (4), na Arena Pantanal, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O roteiro vinha sendo dramático, como nos últimos jogos, mas o desfecho foi menos melancólico. O cronômetro marcava 3 minutos do primeiro tempo quando Ferraresi cometeu pênalti, posteriormente convertido por Deyverson.

O Tricolor já praticamente começou a partida em desvantagem, teve Welington expulso, viu o técnico Rogério Ceni ser chamado de “burro”, mas conseguiu igualar o placar na reta final do segundo tempo.

Governo não existe para agradar banqueiro, empresário ou fazendeiro, diz Lula

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado, 3, em encontro com mulheres quebradeiras de coco de babaçu em São Luís, no Maranhão, que “ninguém faz opção para ser pobre”.

 

“O governo não existe para agradar banqueiro, empresário ou fazendeiro. O governo existe para dar oportunidade às pessoas, ninguém faz opção para ser pobre”, afirmou o ex-presidente. “Não quero tirar nada de ninguém, mas quero que todo mundo tenha direito ao mínimo necessário”, completou.

 

Ao falar para as mulheres trabalhadoras rurais, Lula disse que “as pessoas não sabem como vive a maioria dos pobres desse País” e que “só lembram de pobre na eleição”, e que depois esquecem.

 

O candidato do PT reforçou que, se eleito, pretende recriar os ministérios das Mulheres e o da Pesca, formar o Ministério dos Povos Originários e ter uma pasta voltada para a igualdade racial.

 

“A gente quer envolver todos os movimentos para criar uma coisa séria e mostrar para o mundo que a gente vai cuidar da nossa floresta, dos indígenas e da nossa fauna”, afirmou.

 

Lula foi mais cauteloso com relação à disputa presidencial. “Eleição e mineração só se sabe depois da apuração”, disse.

 

Na última rodada da pesquisa Datafolha, divulgada na quinta-feira, Lula segue na liderança, mas foi de 47% para 45% das intenções de voto. Candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL) repetiu o desempenho do levantamento anterior, com 32%. Ciro Gomes (PDT) oscilou positivamente de 7% para 9%. A senadora Simone Tebet (MDB) foi de 2% para 5% – acima da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

Lula lidera em 15 estados. Bolsonaro vence em 5 e no DF, diz pesquisa

O ex-presidente e candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lidera em 15 estados nas pesquisas de intenção de voto do Instituto Ipec realizadas presencialmente nas últimas duas semanas. Os levantamentos localizados são feitos de forma separada das pesquisas nacionais. O número foi atualizado neste sábado (3), com a pesquisa do Ipec no Pará. O balanço foi feito pelo portal Uol.Lula está à frente em todos os nove estados no Nordeste, três no Norte (Amazonas, Tocantins e Pará), dois no Sudeste (São Paulo, Minas Gerais) e um no Sul (Rio Grande do Sul).Jair Bolsonaro (PL) vence no Acre, em Mato Grosso, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e em Santa Catarina.Há empate técnico em seis estados: Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio de Janeiro.Na pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (1º), o ex-presidente lidera com 45% dos votos, ante 32% de Bolsonaro.

Randolfe contesta suspensão do piso da enfermagem e reage contra donos de hospitais privados

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou, neste domingo (4), que vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro da Corte Luís Roberto Barroso de suspender o piso salarial da enfermagem.

De acordo com o parlamentar, “é inaceitável a reação dos hospitais privados e dos planos privados de saúde contra o piso salarial”. “Nós, da Rede Sustentabilidade, iremos contestar no STF, a suspensão da lei que criou o piso salarial para a enfermagem”, escreveu no Twitter.

“O Brasil foi o país do mundo que mais matou técnicos de enfermagem e enfermeiros durante a pandemia. Aplausos não bastam! É necessário reconhecimento”, acrescentou.

Nos próximos dias, a decisão de Barroso, que é monocrática (individual), será levada ao plenário virtual. A suspensão tem validade até 60 dias, prazo para que sejam enviados dados detalhados dos estados, municípios, órgãos do governo federal, conselhos e entidades da área da saúde sobre o impacto financeiro para os atendimentos e os riscos de demissões diante da implementação do piso.

A decisão atende temporariamente a uma ação apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos de Serviços (CNSaúde), que defende que o piso é insustentável. Barroso é relator da ação.

Flamengo empata com o Ceará e perde chance de se aproximar do líder Palmeiras

Com um jogador a mais desde a metade do segundo tempo e Gabriel expulso em manhã histórica, o Flamengo só empatou neste domingo, com o Ceará em 1 a 1, no Maracanã, e perdeu a chance de diminuir a distância para o Palmeiras no Campeonato Brasileiro.

 

Com o resultado, a vantagem de sete pontos do time paulista permanece. O rubro-negro chega aos 44 pontos e ocupa o segundo lugar na classificação. Já o Ceará segue sem vencer no returno e tem 28 pontos.

 

Os gols do jogo foram marcados por Jô, que foi expulso no início do segundo tempo, e Gabriel, que também recebeu vermelho no final da partida. O duelo marcou a estreia do argentino Lucho González como técnico do Ceará. Além disso, a manhã de domingo também colocou camisa 9 do Flamengo na história do Campeonato Brasileiro. Ele se tornou o jogador mais jovem a atingir a marca de 100 gols na competição.

Flamengo só empata com o Ceará e perde chance de se aproximar do líder Palmeiras

Ministro alega impacto financeiro e suspende o piso nacional da enfermagem

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu neste domingo (4) o piso salarial nacional da enfermagem e deu prazo de 60 dias para entes públicos e privados da área da saúde esclarecerem o impacto financeiro, os riscos para empregabilidade no setor e eventual redução na qualidade dos serviços.

 

Barroso considerou mais adequado, diante dos dados apresentados até o momento, que o piso não entre em vigor até esses esclarecimentos. Isso porque o ministro viu risco concreto de piora na prestação do serviço de saúde principalmente nos hospitais públicos, Santas Casas e hospitais ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS), já que os envolvidos apontaram possibilidade de demissão em massa e de redução da oferta de leitos.

O ministro frisou a importância da valorização dos profissionais de enfermagem, mas destacou que “é preciso atentar, neste momento, aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”. “Trata-se de ponto que merece esclarecimento antes que se possa cogitar da aplicação da lei”, completou.

Além disso, alertou que Legislativo e Executivo não cuidaram das providências para viabilizar a absorção dos custos pela rede de saúde. “No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta.”

A decisão cautelar do ministro na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7222 será levada a referendo no Plenário Virtual nos próximos dias. Ao final do prazo e mediante as informações, o caso será reavaliado por Barroso.

A ação foi apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questionou a constitucionalidade da lei 14.434/2022.

A norma estabeleceu piso salarial de R$ 4.750 para os enfermeiros; 70% desse valor aos técnicos de enfermagem; e 50% aos auxiliares de enfermagem e parteiras. Pelo texto, o piso nacional vale para contratados sob o regime da CLT e para servidores das três esferas – União, Estados e Municípios -, inclusive autarquias e fundações.

Serão intimados a prestar informações no prazo de 60 dias sobre o impacto financeiro da norma os 26 estados e o Distrito Federal, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o Ministério da Economia. Já o Ministério do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) terão que informar detalhadamente sobre os riscos de demissões. Por fim, o Ministério da Saúde, conselhos da área da saúde e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) precisarão esclarecer sobre o alegado risco de fechamento de leitos e redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.

A ação

Entre outros pontos, a CNSaúde alegou que a lei seria inconstitucional porque regra que define remuneração de servidores é de iniciativa privativa do chefe do Executivo, o que não ocorreu, e que a norma desrespeitou a auto-organização financeira, administrativa e orçamentária dos entes subnacionais, “tanto por repercutir sobre o regime jurídico de seus servidores, como por impactar os hospitais privados contratados por estados e municípios para realizar procedimentos pelo SUS”.

A CNSaúde também afirmou que o texto foi aprovado de forma rápida e sem amadurecimento legislativo na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, onde não passou por nenhuma comissão, mesmo diante da relevância da medida e de seus impactos significativos. Conforme a confederação, a aplicação da lei pode aumentar o desemprego, gerar a falência de unidades de saúde ou aumento de repasse de custos no serviço privado, entre outros problemas.

A decisão

Para o ministro Barroso, “as questões constitucionais postas nesta ação são sensíveis”. “De um lado, encontra-se o legítimo objetivo do legislador de valorizar os profissionais de saúde, que, durante o longo período da pandemia da Covid-19, foram incansáveis na defesa da vida e da saúde dos brasileiros. De outro lado, estão os riscos à autonomia e higidez financeira dos entes federativos, os reflexos sobre a empregabilidade no setor, a subsistência de inúmeras instituições hospitalares e, por conseguinte, a própria prestação dos serviços de saúde.”

Barroso ponderou que “o risco à empregabilidade entre os profissionais que a lei pretende prestigiar, apontado como um efeito colateral da inovação legislativa, levanta consideráveis dúvidas sobre a adequação da medida para realizar os fins almejados”. E apontou que, em razão da desigualdade regional no país, há risco de prejuízos maiores em regiões mais pobres do país.

O ministro enfatizou que as entidades privadas que tenham condições podem e devem implantar o piso. “Naturalmente, as instituições privadas que tiverem condições de, desde logo, arcar com os ônus do piso constante da lei impugnada, não apenas não estão impedidas de fazê-lo, como são encorajadas a assim proceder. As circunstâncias constitucionais e fiscais aqui apontadas não significam que o valor não seja justo e que as categorias beneficiadas não mereçam a remuneração mínima.”

Dados do processo

A decisão traz dados de impacto financeiro da medida referentes à tramitação no Congresso. Conforme o Dieese, o incremento financeiro necessário ao cumprimento dos pisos será de R$ 4,4 bilhões ao ano para os Municípios, de R$ 1,3 bilhões ao ano para os Estados e de R$ 53 milhões ao ano para a União. Já a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) indicou incremento de R$ 6,3 bilhões ao ano.

“Tais valores têm potencial para impactar as finanças públicas, já que, diante de eventual desequilíbrio econômico-financeiro que sobrevenha aos convênios e contratos formalizados para a prestação de serviços ao SUS, é esperado que os particulares busquem a revisão de suas cláusulas em face dos Estados e Municípios celebrantes”, afirmou o ministro.

A autora da ação também afirmou ao STF que pesquisa realizada com entidades empregadoras apontou que, com o piso, 77% dos ouvidos reduziriam o corpo de enfermagem e 51% diminuiriam o número de leitos. Foi apontada uma possibilidade de demissão de 80 mil profissionais de enfermagem e fechamento de 20 mil leitos.

Homem é morto a pedradas no interior de Rondônia

Um brutal crime de homicídio foi registrado no interior de Rondônia. A vítima é um homem, identificado como Joane Almeida dos Santos, de 32 anos.

 

O crime aconteceu próximo de um bar no Distrito de Colina Verde, no município de Jorge Teixeira. A Polícia Militar foi solicitada por populares, após a localização do corpo de Joane, que era conhecido na região como “Cutia”.

Próximo ao cadáver, os policiais encontraram uma pedra com manchas de sangue, o que pode ter sido utilizada para desferir os golpes que culminaram na morte da vítima.

A ocorrência diz que populares passavam por um terreno, quando avistaram Joane caído, com manchas de sangue por todo o corpo. Após ter sido constatado a morte, foi acionada a funerária de plantão para que fizesse a remoção do corpo.

Acredita-se que Joane tenha sido morto dez horas antes da localização do corpo. A ocorrência foi registrada e a Polícia Civil iniciou as investigações para desvendar o crime e identificar quem matou a vítima. Rondoniagora.