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13 maio 2026
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Policial que matou tesoureiro do PT já está em Complexo Médico Penal

O policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, denunciado por homicídio qualificado por matar a tiros o guarda municipal Marcelo Arruda já está preso no Complexo Médico Penal, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Paraná neste sábado (13).

Segundo a secretaria, Guaranho foi transportado em ambulância e escoltado por equipes policiais do Setor de Operações Especiais (SOE) do Departamento de Polícia Penal do Paraná. Ele foi levado de sua residência, em Foz do Iguaçu, por volta das 18h20 de ontem (12) e chegou ao Complexo Médico Pena às 2h51 de hoje.

A decisão que estabeleceu a prisão preventiva foi assinada pelo juiz Gustavo Germano Francisco Arguello, da 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu.

Imagens de câmeras mostraram Guaranho invadindo uma festa particular do guarda municipal Marcelo Arruda, tesoureiro do PT estadual e que celebrava seu aniversário com bandeiras do partido. Guaranho não era convidado da festa, mas invadiu o local armado declarando ser apoiador do presidente Jair Bolsonaro e atirou contra o petista. Antes de morrer, Arruda revidou e atirou em Guaranho, que chegou a ficar internado em estado grave, até receber alta do hospital no dia 10 de agosto.

O Ministério Público acusa Guaranho de homicídio duplamente qualificado. Produção de perigo e motivo fútil foram as qualificadoras utilizadas pelos promotores para embasar a denúncia. Segundo eles, a conduta do acusado foi desencadeada por “preferência político-partidária antagônica” e colocou em risco outras pessoas. A denúncia feita pelo MP foi aceita pelo juiz Gustavo Germano Francisco Arguello, da 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu, que o tornou réu.

Guaranho deveria ter sido levado ao Complexo Médico Penal desde que recebeu alta, no dia 10, mas o juiz concedeu prisão domiciliar depois que um diretor do complexo lhe informou que o local não reunia condições estruturais e de pessoal adequados para atendimento do réu.

Ontem (12), a Secretaria de Segurança enviou um novo posicionamento à Justiça afirmando que teria sim condições de atender o pedido de prisão e listou que o Departamento de Polícia Penal contava com cama em cela para o leito do preso, equipe médica e de enfermagem e fisioterapia para a realização das atividades de recuperação que se fizerem necessárias. “Desta forma não há dúvidas que esta Secretaria, por intermédio do Departamento de Polícia Penal, possui condições de garantir a manutenção diária das necessidades básicas do custodiado com supervisão contínua por profissional habilitado para o seu acompanhamento, levando em consideração as informações constantes do Relatório de Evolução Médica do paciente”, diz o documento que foi encaminhado pela Secretaria de Segurança à Justiça. Após isso, a Justiça revogou a prisão domiciliar de Guaranho e restabeleceu a prisão preventiva.

Outro lado

Poliana Lemes Cardoso, advogada de Guaranho, disse ter ido hoje pela manhã no Complexo Médico Legal para avaliar as condições da transferência e a chegada de seu cliente à unidade. Segundo ela, ao contrário do que teria sido acordado, seu cliente foi colocado em uma cela comum, sem acompanhamento de enfermeiros ou de suporte adequado para suas condições atuais de saúde. “Não foi fornecida alimentação, nem durante o transporte e nem no momento em que ele chegou na unidade. Ele está desde ontem sem nenhum tipo de alimentação e de medicação”, disse. “Ele está completamente debilitado. Ele é uma pessoa que não anda sozinho, não está comendo sozinho, não faz a higiene pessoal sozinho e está dentro de uma cela com outro preso, que não consegue dar qualquer tipo de suporte. Venho aqui para denunciar os fortes abusos e a questão desumana com que estão tratando o Sr. Jorge Guaranho”, falou a advogada em vídeo enviado a jornalistas.

Léo Moraes se destaca no primeiro debate da Band

O candidato a governador pelo Podemos, Léo Moraes, se destacou no primeiro debate organizado pela TV Meridional (Bandeirantes) entre os candidatos ao governo, realizado no início da tarde de quinta-feira (11). O atual governador, Marcos Rocha e o ex-governador Ivo Cassol, alegaram incompatibilidade de agendas e não compareceram.

Aos 38 anos, Léo Moraes foi vereador, deputado estadual, deputado federal mais votado nas últimas eleições. Por onde passou sempre deixou marcas, pelo protagonismo que exerce nos grandes debates.

“Para mim é um momento especial, uma oportunidade de mudar parâmetros de desenvolvimento humano, atualmente muito baixos. Somos um Estado rico onde as pessoas estão pobres, embora tenhamos toda a riqueza natural, água em abundância, terra, minério, gente trabalhadora. Um bom governo precisa de sinergia com esses predicados. Peço que conheçam a vida de cada candidato, antes de votarem”.

Léo Moraes se sobressaiu pela profundidade com que abordou cada um dos temas, sem perder o foco, nem tergiversar. Quando instado a falar, suas respostas vinham sempre embasadas em amplo conhecimento do tema proposto e com a respectiva solução para cada um dos problemas.

Léo Moraes falou sobre saúde, segurança pública, desenvolvimento e educação. O candidato mostrou estar preparado para grandes desafios. Na saúde, por exemplo, que ele considera hoje “um caos”, Léo Moraes traçou um panorama geral durante a pandemia.

“Fizeram espetacularização da morte. Glamour com a desgraça alheia. Rondônia teve um dos maiores índices de óbitos. Só que antes mesmo da pandemia, o governador já estava recluso em baixa da cama do palácio. Não teve e não tem coragem de tentar entender o que acontece nos municípios para perceber as necessidades e formular uma boa política pública. Continua sumido, continua fugido. É tanto que não está aqui para debater com a sociedade. Coragem é uma premissa inicial básica do gestor público”, criticou.

Sobre os planos para o setor, o candidato propôs a descentralização e regionalização.

“Vimos lá no Vale do Jamari o governo devolver R$ 30 milhões. Imagina o que daria para comprar em equipamentos como aparelho de ultrassonografia, de ressonância magnética, toda a parte de mobília. Isso tudo tem que mudar. Tem que ter coragem de descentralizar, regionalizar e agir”.

Num determinado momento ainda alertou o atual governador para “problemas e confusão na construção do Heuro.

“Mais uma voltinha dos homens de preto dentro do Palácio”, disse numa referência a recente operação da Polícia Federal na Secretaria de Saúde.

Segurança pública Pimenta

Neste setor, Léo Moraes disse que Rondônia possui policiais preparados, mas gestão inadequada. A Secretaria de Segurança finge executar algum plano, mas é só para a mídia. Para o candidato a política de segurança deve ser praticada através de política transversal, isto é, o investimento em educação, na cultura e lazer, gera economia na saúde e na segurança pública.

“Isso é eficiência. È entregar mais, gastando menos. Isso passa por fazer investimentos, realizar concurso, respeitar as hierarquias, organizar polícia ostensiva, polícia preventiva, polícia de fronteira, polícia rural, é dar segurança para quem produz, para quem coloca efetivamente comida em nossos pratos”.

Desenvolvimento

Ao responde sobre política de desenvolvimento, n um questionamento feito pelo Sebrae, Léo Moraes fez uma breve análise e apresentou sua proposta.

“Temos muitas dificuldades desde o início da cadeia produtiva até o término dela. Temos problemas com estradas vicinais, com as rodovias estaduais e sobretudo a falta de regularização fundiária, a entrega de títulos, escrituras, que é a segurança para o produtor obter créditos e investir em suas propriedades, fazer a máquina girar, deixar dinheiro nos distritos e nas cidades. Com isso a gente entra num ciclo de desenvolvimento de muita virtude. O governador tem que chamar a responsabilidade, fazer um levante com todas as autoridades. Daí temos que falar em qualificar os nossos grãos, fazer parcerias por meio de programas como porteira adentro, horas máquinas, centrais de abastecimento. Otimizar e qualificar nossos produtos. Não faz sentido levar nossa matéria primária para fora de Rondônia. Isso daí é um erro muito grave. Temos condições de gerar valor agregado. Temos que colocar em funcionamento nossas agroindústrias. Em Rondônia temos umas sete, oito mil, porém, menos de quinhentas em funcionamento”, observou.

Fonte: Assessoria

Acusados de matar gestante para retirar bebê da barriga serão julgados segunda-feira

Serão julgados na próxima semana, nos dias 15 e 16 de agosto, pelo Tribunal do Júri, os réus Mário Barros do Nascimento e Cátia Barros Rabelo, pronunciados pela morte de Fabiana Pires Batista e o do filho dela de apenas 7 anos, Gustavo Henrique. As investigações apontaram que os réus planejaram o crime para roubar o bebê, que ainda estava no ventre de Fabiana. Ambos estão presos. O crime ocorreu em 2019.
Segundo a sentença de pronúncia, decisão judicial para que os réus sejam julgados pelo júri popular, o crime teve ainda participação de adolescentes, que teriam contribuído para a morte das vítimas, cujos corpos foram encontrados em um loteamento no bairro Cidade Nova. As investigações apontaram que o roubo do bebê teria como finalidade enganar um garimpeiro, visto que a ré Cátia, estava simulando uma gravidez. A criança, que estava no ventre de Fabiana, sobreviveu e foi encaminhada para adoção.
Entre os crimes apontados no processo pelo qual poderão responder Cátia e Mauro estão homicídio, ocultação de cadáver e corrupção de menores. Para o júri foram destacadas 18 testemunhas.
O júri será realizado no Fórum Geral César Montenegro e presidido pelo juiz Áureo Virgílio. A sessão, que tem previsão para durar dois dias, é aberta ao público.
Assessoria de Comunicação Institucional

TSE nega pedido do PL de retirar vídeo de Lula da internet chamando Bolsonaro de mentiroso e covarde

O ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido feito pelo PL para retirar da internet um vídeo do ato público que contou com a participação do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, em Fortaleza, no dia 30 de julho. 

Na representação enviada ao TSE, o partido alegou que Lula fez propaganda eleitoral antecipada em próprio favor e negativa contra o candidato à reeleição Jair Bolsonaro. Segundo o PL, Lula teria adotado “discurso de ódio e ofensas à honra” de Bolsonaro ao chamá-lo de “mentiroso” e “covarde”.

Na decisão proferida na quarta-feira (10), o ministro entendeu que não houve pedido explícito de votos e que as falas contidas no discurso são considerações críticas contra o candidato adversário.

“O discurso proferido pelo representado Luiz Inácio Lula da Silva não contém pedido explícito de voto, consubstancia-se na exaltação de suas qualidades pessoais, revela opiniões críticas aos seus adversários, bem como exterioriza pensamento pessoal sobre questões de natureza política. Nesse contexto, em juízo de cognição sumária sobre a pretensão articulada na petição inicial, tudo indica que o discurso proferido pelo representado não desborda dos limites impostos pela legislação eleitoral ao exercício de liberdades públicas”, decidiu o ministro.

Justiça mantém presa filha acusada de aplicar golpe na mãe milionária

A Justiça do Rio de Janeiro manteve a prisão temporária de Sabine Coll Boghici, acusada de aplicar um golpe milionário, de mais de R$ 720 milhões, na própria mãe de 82 anos, viúva do colecionador de arte Jean Boghici.   

Na decisão, a juíza Ariadne Villela Lopes, da Central de Custódia de Benfica, em audiência realizada hoje (12) escreveu “que a prisão é válida e não há notícia nos autos acerca de alteração da decisão que determinou a expedição do mandado, sendo vedado ao juízo da Central de Audiência reavaliar o mérito da decisão que decretou a prisão”.

Outras prisões

Os outros três presos são da mesma família, Rosa Stanesco Nicolau e Jacqueline Stanesco Gouveia – que se apresentavam como videntes – e o filho de Rosa, Gabriel Nicolau Traslavina Hafliger, também passaram por audiências de custódia distintas nesta sexta-feira e também tiveram suas prisões mantidas.

Durante a audiência, a defesa de Rosa Stanesco informou que está reunindo documentação para reivindicar a revogação da prisão temporária.

Já defesa de Jacqueline requereu a revogação da prisão, alegando que nada de ilícito foi encontrado com a custodiada e que seu vínculo com os demais presos na operação também não foi comprovado. O pedido foi indeferido pela juíza Mariana Tavares Shu, que esteve à frente da audiência.

Crime

Policiais civis da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti) do Rio de Janeiro deflagraram, na quarta-feira (10), a Operação Sol Poente para desarticular uma quadrilha acusada de roubar mais de R$ 720 milhões de uma idosa de 82 anos, entre obras de arte de artistas renomados, joias e transferências bancárias.

As investigações indicaram que o golpe articulado pela filha da vítima começou a ser aplicado em janeiro de 2020, quando a idosa, viúva de um colecionador de arte e marchand, saía de uma agência bancária, em Copacabana, na zona sul da cidade.

De acordo com a Polícia Civil, a senhora foi abordada por uma mulher que se apresentou como vidente e dizia que sua filha estaria doente com expectativa de morte em breve.

Mega-Sena deste sábado paga prêmio de R$ 27 milhões

Casa lotérica na zona sul do Rio de Janeiro

O Concurso 2.510 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (13) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 27 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.

O último concurso, quarta-feira (10), não teve acertadores das seis dezenas, e o prêmio acumulou. A quina teve 47 ganhadores e a quadra, 2.560.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. Para adequar o número do concurso da Mega da Virada, que deve ter final 0 ou 5, foram criadas as Mega-Semanas que são exclusividade da Mega-Sena. Os sorteios ocorrem em datas predeterminadas ao longo do ano. Na ocasião são realizados três concursos semanais, às terças, quintas e sábados.

Funcionário da Energisa aciona PM e três são presos por furto de energia em motel

O empresário João G. O. S., de 50 anos, José Augusto P. O., de 35 anos, e Uerbson R. S., de 36 anos, foram presos por policiais militares no final da noite desta quinta (11), pelo crime de furto de energia em um motel, localizado na Estrada 13 de Setembro, Bairro Aeroclube, na capital.

Um supervisor da Energisa informou que no período da tarde, o fornecimento de energia elétrica do motel foi suspenso por estar com irregularidades junto a empresa. Já na parte da noite, João contratou dois amigos para realizarem a ligação irregular da energia, configurando o crime de furto.

De acordo com a ocorrência, a Energisa recebeu denúncia de que um “gato” estava sendo feito e mandou o supervisor para averiguar. O funcionário permaneceu de longe e avistou a dupla fazendo o serviço e acionou a PM.

Aos policiais, o dono do motel informou que pagaria a quantia de R$100 pelo serviço. O empresário e os homens que realizavam a ligação foram presos e encaminhados para o Departamento de Flagrantes.

Em nota, a Energisa informou que conforme o artigo 155 do Código Penal Brasileiro, furtar energia é crime, com pena que varia de um a quatro anos de reclusão.

Além de ser crime, a empresa explica que o furto de energia provoca acidentes graves como incêndios e choques elétricos que costumam ser fatais. A prática de furto de energia traz prejuízos ao estado de quase R$ 100 milhões por ano em perda de arrecadação de ICMS, recurso que seria suficiente para custear 31 mil alunos por ano nas escolas, comprar 751 ambulâncias ou construir 1.073 casas populares. Rondoniagora.

Sábado será de calor forte em todo o estado

A Divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia informa que a massa de ar seco predomina sobre Rondônia neste sábado e dificulta a formação de nuvens carregadas. Com isso a previsão para este dia será de muito sol e calor em todo o estado, com tempo variando de claro a parcialmente nublado, sem chuva em todo o estado, segundo informa o Rondoniagora

Sábado será de calor forte em todo o estado

Tribunal de Contas suspende concurso da Polícia Civil de Rondônia

O Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO), por meio de decisão monocrática proferida na quinta-feira (11) pelo conselheiro Edilson de Sousa Silva, determinou a imediata suspensão do edital de concurso público da Polícia Civil, para provimento de vagas para os cargos de delegado, Médico-legista, datiloscopista e técnico em necropsia. Foram constatadas irregularidades no Edital nº 02/2022/PC-DGPC.

Após apresentação de denúncia protocolada na Corte, foi constatado que o edital do concurso contém, em tese, previsão ilegal, que consiste na exigência de requisito não previsto em lei para a investidura no cargo público de datiloscopista policial.

A exigência infringe o Decreto Federal n. 2.774, de 31/10/1985, que exige tão somente Certificado de conclusão do ensino fundamental, ao passo que o edital do concurso público em andamento demanda que o candidato ao cargo de datiloscopista apresente, para sua posse, diploma de conclusão de curso superior.

Prejuízo ao erário

Fundamentado em ampla jurisprudência sobre o assunto, o Relator, em sua decisão, destaca que, para além da possível afronta aos princípios da legalidade e da isonomia, a exigência de nível superior para o cargo prejudica a competitividade do certame, haja vista que aqueles que não possuam nível superior não estarão aptos a assumir o cargo e, por certo, deixaram de se inscrever no concurso.

Em razão da proximidade da data para a realização das provas do concurso (25 de setembro próximo), o relator decidiu pela imediata suspensão, uma vez que o prosseguimento do certame nos moldes indicados no edital poderá resultar na ineficácia dos procedimentos destinados à contratação de Datiloscopistas, acarretando em prejuízo ao erário e, eventualmente, aos candidatos que se deslocaram de outras unidades da federação.

Segundo o relator que, apesar de a irregularidade noticiada dizer respeito somente ao cargo de datiloscopista, o concurso é regido por um único edital, sendo que o prazo para inscrição já se encerrou (no último dia 5 de agosto) e as provas para os cargos de delegado, médico-legista, datiloscopista e técnico em Necropsia serão realizadas na mesma data (25/9/2022).

Daí a urgência em suspender todo o certame, por não haver como suspendê-lo parcialmente, considerando que eventual necessidade de retificação do edital ou reabertura de inscrições irá interferir também no regular processamento do concurso em relação aos demais cargos citados, circunstância, portanto, que demanda a suspensão do certame como um todo, até ulterior deliberação do Tribunal e o saneamento das eventuais irregularidades.

Em razão desses apontamentos, o relator determinou ao Diretor-Geral da Polícia Civil de Rondônia que suspenda, na fase em que se encontra, o Edital n. 02/2022/PC-DGPC, estipulando, ainda, prazo para a comprovação do cumprimento da mencionada determinação.

Acir Gurgacz fica de fora da eleição

Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (12), não referendar a medida cautelar concedida pelo ministro Nunes Marques ao senador Acir Gurgacz (PDT), permitindo que ele seguisse com a candidatura a reeleição. Até às 17h46, haviam votado contra o senador os ministros Alexandre de Moraes Luiz Fux, Roberto Barroso, Carmen Lúcia, Gilmar Mendes e André Mendonça. Apenas Nunes Marques votou favorável. O ministro Edson Fachin não vota por se considerar suspeito. Restavam os votos de Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

No voto divergente, que conduziu a negativa do referendo, o ministro Alexandre de Moraes apresentou parecer técnico sobre a não admissão da revisão criminal para questionar controvérsias sobre o acerto ou o desacerto do julgado. Destacou ainda que é a quarta vez que o senador tenta a nulidade e declaração de absolvição.

Acir tentou revisão criminal e pediu liminar para suspender os efeitos de sua condenação pelo próprio STF. Rondoniagora.