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12 maio 2026
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Em Rondônia, Gás de cozinha é o mais caro do país mesmo com redução no preço

No dia 8 de agosto deste ano, a Petrobras anunciou a redução do valor do gás de cozinha. Mesmo com o declínio, moradores do estado Rondônia pagam o preço mais caro do Brasil.

Uma botija de 13 kg na última semana de julho custa em média R$ 133,21. Em comparação com a primeira semana do mês, quando custava R$134,20, houve uma redução de 0,73% no valor.

A ANP realizou pesquisa em 55 estabelecimentos de venda de gás de cozinha em seis municípios de Rondônia.

Vilhena foi a que apresentou o maior preço, com a botija podendo custar R$ 148,00. Em Porto Velho foi encontrado o menor preço do estado, sendo vendida a partir dos R$ 113.

Entre os demais estados do país, o Mato Grosso fica com o segundo lugar no ranking de preços do gás de cozinha, com a botija de 13 kg sendo vendida por R$ 132,92, em média. O Rio de Janeiro, por outro lado, é o estado com o menor preço médio, onde a botija custa cerca de R$ 100,97.

Vale-Gás

As famílias que recebem o vale-gás no valor médio de 50% do botijão de 13 kg passarão a receber, a partir de agosto, o pagamento integral da unidade.

Como o pagamento total do botijão valerá somente até dezembro, e o vale-gás é pago a cada dois meses, as famílias beneficiárias receberão o valor médio total apenas nos meses de agosto, outubro e dezembro.

Fonte: Diario da Amazônia

Governo Bolsonaro tem 45% de reprovação e 28% de aprovação, mostra Datafolha

(FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem seu governo reprovado por 45% dos brasileiros, aponta levantamento feito nos dias 27 e 28 de julho pelo Datafolha. É o pior desempenho de um postulante à reeleição a esta altura do mandato desde que o instrumento foi criado, em 1997.

 

Segundo o instituto, que ouviu 2.556 pessoas e teve a pesquisa registrada com o número BR-01192/2022 no Tribunal Superior Eleitoral, a reprovação oscilou negativamente desde o levantamento anterior, de 22 e 23 de junho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Naquela aferição, Bolsonaro tinha 47% de avaliação ruim ou péssima. Achavam o governo ótimo ou bom 26%, índice que oscilou para 28% agora. Seguem achando a gestão regular 26%.
A avaliação de governo é importante para medir as chances do incumbente na eleição presidencial.

Neste levantamento, Bolsonaro aparece em segundo lugar nas intenções para o primeiro turno, com 29%, na corrida ora liderada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 47%. O presidente tem 53% de rejeição como candidato, a maior entre os postulantes.

Em julho de 1998, no primeiro pleito com direito a reeleição, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tinha 38% de aprovação e 19%, de reprovação. Venceu no primeiro turno. Em julho de 2006, Lula tinha os mesmos 38% de ótimo e bom, e 21% de ruim/péssimo, vencendo seu hoje companheiro de chapa Geraldo Alckmin (então no PSDB, agora PSB) no segundo turno.

Já em 2014, Dilma Rousseff (PT) tinha 32% de aprovação e 29%, de reprovação. Venceu Aécio Neves (PSDB) no segundo turno, na mais acirrada disputa do gênero desde a redemocratização.

Bolsonaro tem se valido de anúncios populistas para aumentar a transferência de renda para camadas mais baixas da população e interveio na Petrobras para segurar os aumentos de combustíveis, ajudado pela aprovação de mecanismo que reduziu a cobrança de impostos pelos estados.

Isso ainda não se refletiu em voto ou queda mais abrupta de rejeição, mas a evolução de aprovação do presidente, ainda que em níveis tímidos, é visível em alguns segmentos.

Entre mulheres (52% do eleitorado), a visão de ótimo e bom de seu governo subiu de 22% para 27% de junho para cá; entre os mais pobres (53% da amostra), de 20% para 25%; entre nordestinos (27% dos ouvidos), de 17% para 25%; entre católicos (54% da amostra), de 21% para 27%.

O melhor desempenho de Bolsonaro é entre quem ganha de 5 a 10 mínimos (7% dos ouvidos) e evangélicos (25%), com 37% de aprovação. O pior, entre nordestinos, com 49% de reprovação no reduto eleitoral de Lula.

SOBRE A PESQUISA

A pesquisa Datafolha presencial ouviu 2.556 pessoas com 16 anos ou mais em 183 municípios nos dias 27 e 28 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa, encomendada pela Folha de S.Paulo, está registrada no TSE sob número BR-01192/2022.

INSS volta a conceder auxílio-doença sem perícia; veja as regras

Com o agendamento de perícias médicas apenas para 2023 em alguns locais do país, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) voltou a conceder o auxílio-doença sem que o segurado precise passar por exame do instituto, liberando o benefício apenas com a apresentação de atestado médico.

A regra, que passou a valer nesta sexta-feira (29) com a publicação de portaria no Diário Oficial da União regulamentando o tema, já foi utilizada no auge da pandemia de Covid-19 para liberar o auxílio por incapacidade temporária. A medida é temporária e vale apenas em locais onde a espera pelo exame seja superior a 30 dias.

A expectativa com o novo procedimento, segundo o vice-presidente ANPM (Associação Nacional dos Médicos Peritos), Francisco Eduardo Cardoso Alves, é diminuir a fila da perícia pela metade até novembro, com o atendimento de cerca de 500 mil segurados.

“Na verdade, se chegar a 500 mil, é o equivalente ao normal de um mês de trabalho de perícia. Então a ideia é regularizar a fila”, diz ele. A associação, que sempre foi contrária à liberação de benefício sem perícia, não está se opondo à iniciativa, como já fez outras vezes.

A possibilidade de liberação do auxílio-doença sem perícia por parte do INSS já constava na medida provisória 1.113/2022. A portaria regulamenta a MP e tem validade de 30 dias, podendo ser renovada por igual período. O assunto, no entanto, precisa ser debatido pelo Congresso.

O prazo de afastamento do segurado tem de ser de até 90 dias. Além disso, o auxílio sem perícia não vale para benefícios de natureza acidentária, ou seja, que estejam ligados a doença ou acidente de trabalho. Quem já está com perícia marcada também pode optar pela análise documental.

FILA DE ESPERA ATINGE A 1 MILHÃO

Em maio, conforme a Folha de S.Paulo publicou com exclusividade, o INSS tinha mais de 1 milhão de segurados na fila da perícia médica. O tempo de espera para atendimento, que pode se estender até 2023, foi agravado por fatores como a greve dos peritos médicos, o fechamento das agências durante a pandemia e a falta de servidores com a aposentadoria de boa parte do quadro.

“O INSS não tomou a iniciativa de reposição de funcionários, o concurso público não saiu, e, portanto, há um déficit em funcionários. A fila nacional está muito grande, então é uma medida mitigadora dentro deste cenário para atenuar a situação daqueles que precisam de uma renda enquanto estão incapacitados”, afirma Rômulo Saraiva, advogado especialista em Previdência Social e colunista da Folha de S.Paulo.

A advogada Adriane Bramante, presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), vê a avaliação do direito ao auxílio-doença apenas por meio de documentos como uma saída para amenizar a grande espera pela realização de perícias.
“A situação das perícias presenciais está realmente muito caótica. Tem agências que não têm perícia, agências que não têm perito, pessoas que moram longe, enfim. Então a perícia a distância, ou a não perícia, com base em documentos, é uma alternativa, principalmente nesses casos mais dificultosos.”

Para Roberto de Carvalho Santos, presidente do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários), a medida é boa, mas é preciso ter cuidado em caso de negativa do benefício. Segundo ele, não está claro se o segurado que tiver o benefício negado irá receber um laudo com a explicação dos motivos da negativa.

“A gente fica questionando, nos casos em que o benefício for indeferido, como ele [o segurado] vai poder questionar os argumentos, se não tem parecer conclusivo sobre por quê a perícia foi indeferida”, afirma Santos.

“A própria legislação exige esse parecer conclusivo, do médico, e consequentemente isso impede inclusive um questionamento mais amplo quando a pessoa vai buscar uma ação judicial, já que não poderá caber recurso administrativo, precisa apresentar o parecer médico, e é esse parecer médico que será analisado pelo perito oficial”, diz.

COMO SERÁ A LIBERAÇÃO DO AUXÍLIO-DOENÇA SEM PERÍCIA

Para conseguir o auxílio sem passar pela perícia médica, o segurado doente terá de enviar documentos por meio do aplicativo ou site Meu INSS. A análise incluirá o atestado ou laudo médico legível e sem rasuras, contendo as seguintes informações:

– Nome completo do segurado
– Data de emissão do atestado ou laudo, que deve ser menor do que 30 dias da data de entrada do requerimento
– Informações sobre a doença ou CID (Classificação Internacional de Doenças)
– Assinatura do profissional que emite o documento e carimbo de identificação, com registro do conselho de classe
– Data de início do repouso
– Prazo estimado necessário para recuperação

O tempo de afastamento, nestes casos, é limitado a 90 dias. Quem precisar ficar afastado por prazo maior para a recuperação deverá passar por perícia. Além dos documentos exigidos pela regulamentação, o cidadão também precisa enviar cópia dos documentos pessoais. Basta tirar fotos e anexar no processo.

Por lei, o INSS tem prazo de até 45 dias para dar uma resposta nos casos de pedidos de auxílio-doença, conforme acordo fechado com o STF (Supremo Tribunal Federal). Caso o órgão demore mais, o trabalhador pode ir à Justiça. Se a resposta for negativa, é possível entrar com recurso administrativo no instituto ou buscar o Judiciário.

Chegada do PDT racha Frente Democrática; PSOL e Rede estão fora da aliança e vão lançar candidatos próprios

A Frente Democrática está rachada. Com a indicação do PDT ao Senado, os partidos PSOL e Rede decidiram romper a aliança e vão lançar candidatos próprios. A definição do novo quadro aconteceu após reunião entre as lideranças da FD que, entre outras coisas, resolveram abraçar a pré-candidatura de Benedito Alves (PDT) ao Senado. Alves terá a esposa do senador Acir Gurgazc como primeira suplente, Ana Maria Gurgacz. Pimenta de Rondônia deverá sair candidato ao governo e a Rede deverá indicar o candidato ao Senado.

Ibama concede licença para repavimentação da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho e ao resto do Brasil

O Ibama concedeu na quinta-feira, 28, uma licença ambiental que permitirá a repavimentação da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho e ao resto do Brasil, anunciou o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

A BR-319 foi construída pela ditadura militar do Brasil na década de 1970 com o objetivo de integrar a Região Norte ao restante do País. Com o tempo, o miolo da estrada perdeu completamente o asfalto, prejudicando esse projeto.

Ambientalistas criticaram a medida, alegando que resultaria num aumento do desmatamento, mas Sampaio garantiu que as obras respeitarão o meio ambiente.

“Num alinhamento de engenharia com respeito ao meio ambiente, vamos tirar a sociedade amazonense do isolamento”, escreveu o ministro em suas redes sociais.

MP denuncia deputado Geraldo da Rondônia por incitação ao crime em Jacinópolis

O Ministério Público de Rondônia, por meio do Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira, ofereceu denúncia junto ao Tribunal de Justiça nesta sexta-feira (29/7) contra deputado estadual acusado de incitar populares a dificultarem e obstruírem ações de fiscalização ambiental, incentivando a população a agir de forma violenta contra a integridade física dos servidores (fiscais e policiais) e contra o patrimônio público dos órgãos ambientais.

A denúncia foi baseada em elementos de informação, sobretudo em vídeo amplamente veiculado na imprensa rondoniense e em redes sociais, em que, durante uma audiência pública realizada no Distrito de Jacinópolis, Nova Mamoré, no dia 1º de maio, o deputado deixou claro o incentivo a ataques a agentes públicos e à destruição do patrimônio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), incitando a população presente e dificultando a ação de fiscalização ambiental.

Segundo os elementos colhidos pelo “Parquet”, o discurso do parlamentar repercutiu significativamente de forma negativa junto aos servidores da Sedam e principalmente no serviço prestado pelo órgão estadual no interior do parque, uma vez que alertas tiveram que ser emitidos pela instituição estadual visando garantir a integridade física dos agentes públicos que trabalhavam no interior da unidade de conservação, bem como patrulhas foram canceladas por conta da animosidade da população do local, causada justamente pelas palavras hostis do deputado.

Dessa forma, o MP defende que o denunciado está incurso nas penas do crime previsto no art. 286, do Código Penal (1º fato) e do crime do art. 69, da Lei Federal n. 9.605/98 (2º fato), na forma do art. 70 do Código Penal. Na inicial, o Parquet rondoniense pede ainda que o agente público seja instado a acompanhar a ação penal até o final julgamento e consequente condenação, ouvindo-se, oportunamente, as testemunhas indicadas, em observância ao rito processual correspondente.

Denúncia anterior

O mesmo parlamentar foi alvo de outra denúncia oferecida pelo Ministério Público no mês de junho, por crimes de abuso de autoridade, lesão corporal, ameaça e desacato, referentes a fatos como o ocorrido na sede de uma empresa de distribuição de energia elétrica na Capital, em que, valendo-se de seu cargo de Deputado Estadual, bem como de todo aparato recorrente dessa condição, coagiu funcionários da mesma, mediante violência (agressão) e grave ameaça a permitir-lhe o acesso a áreas da concessionária restritas a colaboradores e pessoas previamente autorizadas. A denúncia narra ainda ameaça a funcionários da empresa e exigência de demissão feitas pelo agente público.

Enquetes e sondagens estão proibidas a partir de 15 de agosto

A realização de enquetes ou sondagens sobre as Eleições 2022 está proibida a partir de 15 de agosto. A determinação está prevista na Resolução TSE nº 23.600/2019 e no calendário eleitoral.

Segundo a norma, enquete ou sondagem é “o levantamento de opiniões sem plano amostral, que dependa da participação espontânea da parte interessada, e que não utilize método científico para sua realização, quando apresentados resultados que possibilitem à eleitora ou ao eleitor inferir a ordem das candidatas e dos candidatos na disputa”.

A última vez em que as enquetes ou sondagens foram permitidas, nas Eleições Municipais de 2012, tiveram sua divulgação condicionada à informação clara de que se tratava de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostragem científica.

Em 2021, a norma do TSE sobre o tema sofreu algumas alterações. Entre elas, a determinação de que, se esse tipo de levantamento for apresentado ao público como se fosse uma pesquisa eleitoral, ele será reconhecido como pesquisa de opinião pública sem registro na Justiça Eleitoral.

Outra mudança foi a previsão de que, a partir do dia 15 de agosto, caberá o exercício do poder de polícia contra a divulgação de enquetes, mediante a expedição de ordem para que sejam removidas, sob pena de crime de desobediência, sem prejuízo de eventual representação cabível.

Anteriormente, esse tipo de levantamento deveria ser punido com o pagamento de multa. Contudo, com as alterações, o poder de polícia não mais autoriza a aplicação de ofício, pela juíza ou pelo juiz eleitoral, de multa processual ou de sanção a ser aplicada em representação. Assim, por possuir natureza administrativa, eventual caso sobre o assunto tramitará no Processo Judicial Eletrônico de 1º Grau da Justiça Eleitoral, na classe processual Notícia de Irregularidade da Propaganda Eleitoral (NIP).

Pesquisa eleitoral

Enquete ou sondagem eleitoral não é a mesma coisa que pesquisa eleitoral. Enquanto a pesquisa deve seguir os rigores dos procedimentos científicos, a enquete apenas faz a sondagem da opinião dos eleitores.

A pesquisa sobre as eleições é a indagação feita ao eleitorado, em um determinado momento, a respeito das candidatas e dos candidatos que podem disputar ou já concorrem no pleito. Os dados e as informações são cadastrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

O registro da pesquisa na Justiça Eleitoral deverá conter as seguintes informações: quem contratou a pesquisa e quem pagou, com os respectivos números no CPF ou no CNPJ; o valor e a origem dos recursos; a metodologia usada; e o período de realização do levantamento.

Mulher é enterrada em túmulo com pênis gigante de 300kg

O último desejo de Catarina Orduña Pérez tinha uma especificidade bem fálica: ter uma estátua em formato de pênis no túmulo dela. A mexicana, que morreu em janeiro 2021 aos 99 anos, finalmente vai poder descansar em paz sabendo que a família não deixou o sonho dela amolecer.

No último sábado (23/7), o ereto monumento foi inaugurado na cidade de Misantla. As informações são da Vice. “Ela me disse que esse era o desejo dela, para que ninguém a esquecesse e para que tudo o que amávamos nela fosse lembrado com mais facilidade”, disse um neto da idosa ao site.

Um engenheiro famoso na cidade, Isidro Lavoingnet, ficou responsável pela rígida tarefa. “Esse tipo de escultura não é comum, muito menos quando é feita em memória de alguém que morreu”, falou ele, tendo aceitado a missão.

Com ajuda de um time de 10 pessoas, o profissional ergueu o mastro de 1,6m e quase 300 quilos em cerca de um mês. De acordo com a família da idosa, os testículos foram a parte mais dura para construir por terem ficado deformados na tentativa inicial.

Porém, tudo deu certo e até mesmo uma banda participou do grande lançamento. O neto de Catarina também explicou que, com a estátua, ela queria “quebrar os paradigmas dos mexicanos, que, às vezes, deixam as coisas escondidas por não terem mente aberta”.

As críticas, claro, existiram, mas isso não broxou os familiares. “A cada 10 pessoas, acho que sete veem a estátua de forma positiva. Se eles não veem de forma positiva, pelo menos eles respeitam o desejo dela. Há outros, porém, que, com seus valores conservadores, têm a mente fechada para a situação”, completou o neto.

Por: Metrópoles

Após ampla discussão, PSDB Cidadania decide apoiar Marcos Rocha a reeleição

Mesmo após sérias discussões entre suas lideranças, a federação PSDB Cidadania em Rondônia decidiu em convenção nesta sexta-feira (29), seguir junto com o governador Marcos Rocha (União Brasil) em sua caminhada na busca da reeleição. Também foi aprovada a coligação ao Senado, apoiando a deputada federal Mariana Carvalho e indicando o empresário João Gonçalves como suplente.

Mais cedo, diversos convencionais se posicionaram contrários a coligação com o governador, e preferiram que a federação, formada pelas duas legendas, seguisse sem apoio a nenhum candidato ao Governo.

Fonte: Rondoniagora

FFER divulga regulamento e tabela da Série B do Rondoniense 2022

O Departamento de Competições da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia) divulgou nesta quarta-feira o regulamento e a tabela da Série B do Campeonato Rondoniense 2022.

A competição terá início no dia 14 de agosto, às 16 horas (horário de Rondônia), com o duelo entre Vilhenense e Ji-Paraná no estádio Portal da Amazônia, em Vilhena. Na segunda rodada, o Guaporé recebe no dia 17 de agosto, às 20 horas (horáriod e Rondônia), o Vilhenense no estádio Cassolão, em Rolim de Moura. Já a última rodada está marcada para o dia 21 de agosto, às 15h45 (horário de Rondônia), no encontro entre Ji-Paraná e Guaporé no estádio Biancão, em Ji-Paraná.

A Série B do Campeonato Rondoniense terá alguns critérios como: a idade limite de atletas inscritos será de 23 anos (nascidos até 1999); serão permitidas a escalação de até sete atletas amadores por partida; também será permitida a inscrição de três atletas com mais de 23 anos por clube.

A Série B do Campeonato Rondoniense será disputada no sistema de pontos corridos com apenas jogos de ida e os dois primeiros colocados garantem acesso à elite do futebol rondoniense em 2023.

Texto/Foto: Alexandre Almeida