Em todo o país, 29 centros de pesquisa participam dos testes
Os testes clínicos de um medicamento contra a covid-19 começaram a ser feitos no Brasil. A pesquisa desenvolvida pela Pfizer utiliza a molécula PF-07321332, um antiviral da classe dos inibidores de protease. Segundo a farmacêutica, o remédio, administrado via oral, já mostrou potencial para ser utilizado contra o novo coronavírus.
Fazem parte dos estudos clínicos de Fase 2 e 3, 29 centros de pesquisa. Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo têm instituições que farão os testes. Para participar do estudo é necessário ter mais de 18 anos.
A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) é uma das que realiza os testes. Segundo a instituição, o tratamento é feito com duas doses diárias do composto PF-07321332 associado ao ritonavir por cinco dias seguidos. O ritonavir é usado para aumentar o nível da droga ativa. O acompanhamento terá duração de 24 semanas, com três visitas presenciais no primeiro mês e as demais consultas feitas por telefone.
Etapas
A molécula que está sendo estudada foi aprovada na Fase 1, que testa segurança e tolerabilidade em humanos. Considerando os resultados já obtidos, incluindo a fase pré-clínica, com testes in vitro, a Pfizer desenvolve agora três estudos pivotais, randomizados, duplo-cego e controlados por placebo.
Os testes envolvem, portanto, três tipos de pacientes: não vacinados ou vacinados com suspeita e/ou diagnóstico de covid-19 e com baixo risco de desenvolver doença grave; estudo em pacientes não vacinados com suspeita e/ou diagnóstico de covid-19 e com alto risco de desenvolver doença grave; e estudo em pessoas não vacinadas cujos contatos domiciliares estão com covid-19.
Para serem realizados no Brasil, os estudos são previamente aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), além dos Comitês de Ética dos centros de pesquisa participantes.
Matéria alterada às 16h37 para esclarecimento de informação
Nessa quinta-feira, 28, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia negou o pedido de habeas corpus impetrado por um homem que se encontra preso preventivamente, desde o dia 19 de agosto, acusado de ter cometido o crime de feminicídio, na comarca de Rolim de Moura.
Segundo consta nos autos, a vítima estava no banco de carona em um veículo, quando o ex-marido parou ao lado do automóvel e disparou com revólver. A vítima morreu no local, sem chance de receber socorro.
Os membros da 1ª Câmara Criminal negaram o pedido de liberdade. Para o relator do processo, desembargador José Antonio Robles, há necessidade da manutenção da prisão preventiva, pois se trata, em tese, de um crime de feminicídio, cuja dinâmica atribuída ao paciente revelava a gravidade concreta do delito. Conforme o processo, há, ainda, testemunha para ser ouvida, e a soltura do investigado neste momento, repercutiria não apenas com a sensação de impunidade, mas, também, poderia gerar sério temor em todos que podem contribuir com a total elucidação dos fatos.
O relator ressaltou, ainda, que crimes desta natureza causam evidente clamor social. De acordo com os documentos presentes nos autos, o crime assemelha-se à execução, por isso denota periculosidade do réu e a não decretação da prisão coloca em risco inclusive uma futura aplicação da Lei Penal.
Este ano os policiais registraram um número inferior ao do ano passado em vários tipos de infrações e também conseguiram reduzir o número de acidentes graves, mortes e feridos
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou a Operação Finados 2021 com 179.177 pessoas fiscalizadas e 184.431 veículos fiscalizados, em todas as rodovias do país. Para a força tarefa, que iniciou dia 29 de Outubro e finalizou no dia 2 de Novembro, foram empregados 12.309 policiais. Outros dados foram divulgados na coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta-feira, 03.
O total de autos de infração realizados para motoristas dirigindo sob influência de álcool aumentou em 23% em relação ao período de 30 de Outubro a 03 de Novembro do ano passado, registrando 839 autos. O que demonstra que o motorista ainda precisa melhorar a sua atitude no trânsito e parar de adotar um comportamento imprudente. No entanto, vale destacar, que esse ano também foram realizados 14.030 testes de etilômetro durante a operação, 108% a mais do que em 2020, ano atípico, no qual houve uma pandemia e toda a dinâmica da fiscalização foi afetada.
Já em relação ao descumprimento da norma do cinto de segurança (condutor e passageiro), de ultrapassagem, do não uso do capacete e do dispositivo de retenção infantil, todas apontaram uma redução no número de infrações em 22%, 24%, 42% e 5%. Registrando 4.048 autos pelo não uso do cinto de segurança, 5.172 por ultrapassagens indevidas, 610 crianças fora das cadeirinhas e assentos e 728 motociclistas transitando sem usar capacete.
Redução no número de acidentes graves, mortes e feridos
Com foco na diminuição de acidentes, a PRF também logrou êxito com as ações realizadas em todas as regiões do país ao reduzir em 11% o número de acidentes graves, 5% o número de mortes, e 16% o número de feridos em relação ao ano passado, registrando o número de 266, 96 e 1.084, respectivamente.
Combate ao crime
Apesar do foco da operação na fiscalização viária, a PRF também registrou números expressivos no combate ao crime: Foram apreendidos 1.447.060 maços de cigarros contrabandeados, um aumento de 273%, comparado ao feriado do ano passado. O número de armas de fogo retiradas de circulação também foi 76% maior do que no ano passado, que registrou 25 armas. Além disso, os policiais recuperaram 136 veículos, 7% a mais do que em 2020.
Time de futsal feminino de garotas Apinajé participa dos Jogos Escolares Brasileiros e, no Rio de Janeiro, vive experiências inéditas que extrapolam os limites do esporte
Da Escola Indígena Mãtyk, no município de Tocantinópolis que o time de futsal feminino de Tocantins veio para a disputa dos JEB’s
O sorriso inocente, na maior parte das vezes tímido, de Darcyara Dias Chavito Apinajé, reflete um roteiro de descobertas que representa a síntese do que os Jogos Escolares Brasileiros – JEB’s 2021, disputados no Rio de Janeiro, podem proporcionar.
Em uma cidade tão cosmopolita, acostumada a idiomas dos mais diversos países, as palavras “ambrí jãm Béti” (em grafia livre) soam como língua indecifrável de alguma nação distante.
Incompreensíveis para a maioria dos brasileiros, a expressão quer dizer “oi, tudo bem?”. É uma saudação cotidiana na língua Apinajé, idioma nativo da comunidade indígena de mesmo nome e que vive no estado do Tocantins, em uma região limitada pelas bacias dos rios Mosquito (no divisor de águas do Tocantins) e São Bento (no Araguaia).
E foi de lá, da Escola Indígena Mãtyk, no município de Tocantinópolis, a cerca de 550 quilômetros da capital Palmas, que o time de futsal feminino de Tocantins veio para a disputa dos JEB’s. A jovem Dacyara, de 14 anos, é a capitã da equipe.
O futsal é o núcleo da história que trouxe as meninas ao Rio de Janeiro. Mas a verdade é que, diante de tudo o que elas já experimentaram nos últimos dias, os JEB’s, mais do que uma competição esportiva, abriram portas de um novo mundo para as 11 integrantes da equipe.
Elas têm muita força de vontade, porque algumas não saem nem da comunidade. Quando saem é apenas para ir à quadra de treino e da quadra para a aldeia. Elas não têm esse costume de estar viajando. Ainda mais de avião”, disse Ataides Jesus de Souza, técnico da equipe.
Elas têm muita força de vontade, porque algumas não saem nem da comunidade. Quando saem é apenas para ir à quadra de treino e da quadra para a aldeia. Elas não têm esse costume de estar viajando. Ainda mais de avião”, Ataides Jesus de Souza, técnico da equipe
No céu
A história toda é marcada, desde o início, por surpresas. Acostumadas a treinar em quadra de terra batida, elas aceitaram o desafio de jogar futsal após serem incentivadas e orientadas pelo professor Ataides Jesus de Sousa.
“Desde 2015 que trabalho com a escola indígena. Com essas meninas a gente começou o treinamento agora, neste ano. Então, temos basicamente três meses de treinamento. A gente tem um pouco de dificuldade em função de não ter um local específico para treino voltado para o futsal. Então, a gente joga mais o futebol do que o futsal”, explica Ataides.
A vaga delas para os JEB’s veio nos Jogos Estudantis de Tocantins (JETS). Segundo o professor, desde que elas souberam que haviam se classificado para os JEB’s, a vida das meninas mudou. “A alegria delas foi imediata. A gente viu o brilho nos olhos delas. Quando falei: “Agora, a gente vai para o Rio! E de avião!”, elas gritaram e comemoraram”, lembra Ataides.
“Elas têm muita força de vontade, porque algumas não saem nem da comunidade. Quando saem é apenas para ir à quadra de treino e da quadra para a aldeia. Elas não têm esse costume de viajar. Ainda mais de avião”, reforça o professor.
Tão tímida quanto a amiga Darcyara e todas as outras companheiras de time, Karla Apinajé, 13 anos, resumiu em poucas palavras o que os JEB’s já significam. “Viajar de avião me deixou um pouco com medo no começo. Mas, quando vi, lá de cima, o Rio de Janeiro lá embaixo eu fiquei contente. Estou feliz por ter conhecido o Rio. Ter vindo para cá jogar futsal foi um sonho que a gente realizou”, disse a jogadora.
A nova “casa”
A viagem de avião foi a primeira das muitas emoções inéditas nos últimos dias. Ao chegar ao Rio de Janeiro, elas foram hospedadas no Rio Othon Palace, em Copacabana, enorme edifício de 30 andares de frente para a praia. Olhar para cima e contemplar a imensidão de sua nova casa no Rio foi uma visão impressionante para todas.
“Elas ficaram um pouco intimidadas quando viram a altura. “Ai, eu não vou ficar lá em cima”, disse uma delas. E eu falei: “Não, a gente vai ficar mais embaixo, no quarto”. O hotel que a gente ficou em Palmas (durante a seletiva dos JEB’s) era de três andares. E elas já acharam grande, recorda Ataides.
Nunca dormi em um quarto com tanto luxo. Ele é muito grande. Eu gostei de toda a coisa” Darcyara Chavito, capitã da equipe
“Nunca dormi em um quarto com tanto luxo. Ele é muito grande. Eu gostei de toda a coisa”, reforça Darcyara, habituada a falar mais o Apinajé do que o português, e que ainda encontra dificuldade em se expressar no idioma oficial do Brasil.
No mar
Depois de tudo isso, veio o mar. Nenhuma jamais tinha visto o mar de perto. O contato representa outro capítulo especial da viagem. “Estava gelado. É muito grande e lindo. Eu achei legal. Nunca vi pessoas na nossa aldeia banhando assim. Eu já falei com a minha mãe e ela falou para eu tirar fotos e mandar para ela”, conta Darcyara, resumindo um sentimento comum a todas as companheiras.
Gols e vitórias
A classificação, a viagem, a hospedagem e o mar certamente ocupam lugar de destaque nas vitórias pessoais que as meninas da Escola Indígena Mãtyk já conquistaram. Mas o fato é que, dentro de quadra, as guerreiras Apinajés têm brilhado nos JEB’s. No primeiro jogo, contra o Piauí, a vitória veio por 2 x 1. No segundo confronto, contra o Amapá, aplicaram uma goleada incrível de 12 x 0, resultado que impressionou até a capitã de Tocantins.
“Foi difícil chegar aqui porque na nossa aldeia não tem quadra, na nossa escola não tem quadra. A gente treina na cidade, no ginásio. Eu não esperava isso. Eu achava que a gente ia perder de 20 x 0. Mas a gente ganhou o primeiro jogo e o segundo. Foi muito legal!”, comemora Darcyara.
“Gostinho de quero mais”
Os JEB’s continuam para as meninas Apinajés. Na segunda (01/11), elas acabaram superadas pelo time do Ceará. O revés, entretanto, não encerra o sonho de subir ao pódio. Ainda com chances de uma medalha, as meninas, independentemente do resultado, já são campeãs.
“Um evento desses tem magnitude muito grande”, diz Ataides. “Para a gente, que vem de uma cidade pequena, é fundamental. Junta tantas culturas, tanta gente em um lugar só, e todo mundo com o intuito de participar”, prossegue o treinador.
Segundo ele, um dos efeitos da passagem pelo megaevento escolar é despertar o interesse de seguir na escola, seguir nos treinos, participar de outros torneios. “Agora que já viveram tudo isso, com certeza vão querer voltar”, afirma Ataídes.
IP4, no município de Silves (AM), facilitará a vida de mais de 9 mil moradores da região
A Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4), do município de Silves (AM), já está em operação. Com investimentos de R$ 22 milhões, O Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), concluiu, neste mês, as obras de construção da IP4. Demanda antiga da população, a nova instalação para desembarque de cargas e passageiros no Rio Amazonas vai beneficiar os mais de 9 mil moradores da região e dos municípios próximos.
IMPORTÂNCIA
Apesar de ser de pequeno porte, o porto é considerado de grande importância para a população, uma vez que as cidades da região têm alta demanda de transporte hidroviário e ainda não contavam com um local para esse tipo de operação com infraestrutura e segurança para atender as embarcações regionais. Os pequenos portos exercem o papel social de facilitar a integração entre as comunidades ribeirinhas e os seus usuários. A instalação, que equivale a uma pequena rodoviária às margens do rio, ainda impulsiona o desenvolvimento econômico e melhora a qualidade de vida da população.
As obras incluíram terminal de passageiros, armazém de carga, fábrica de gelo/câmara frigorífica, estacionamento, guarita, subestação, estação de tratamento de esgoto, sistema naval com capacidade para atender embarcações regionais locais e outros.
INSTALAÇÕES
Construídas pelo DNIT, as Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4s) precisam atender a requisitos de eficiência, segurança, atendimento ao interesse público, conforto e preservação do meio ambiente. Além disso, devem constar no Sistema Nacional de Viação (SNV), operar exclusivamente com embarcações de navegação interior e estar fora da poligonal do porto organizado.
Uender Nogueira é uma jovem liderança em Rolim de Moura, que tem se destacado por fazer a diferença em razão de sua vasta bagagem política. Nas eleições para prefeito, ele foi um dos candidatos na disputa em Rolim de Moura, com uma expressiva votação, tendo inclusive superado os cinco mil votos. Ele já havia sido vereador pelo podemos, época em que fez um mandato participativo, interagindo diretamente com a comunidade, o que lhe deu cacife para disputar um cargo maior, como o de candidato a prefeito.
Em sua carreira pública, Uender acumula projetos bastante significativos, sempre buscando o desenvolvimento da cidade e o bem-estar da sociedade.
Considerado por muitos um grande articulador político, Uender Nogueira faz um grande trabalho na região da Zona da Mata e é considerado um forte candidato a assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa de Rondônia, o que faz dele uma liderança que certamente terá respaldo durante as convenções para ser um dos concorrentes nas eleições de 2022.
Uender afirma que há muitas pessoas que indagam se ele virá como pré-candidato, já que o consideram preparado para um eventual cargo de deputado estadual. Ele revela que seu maior foco é dar continuidade ao seu trabalho de vereador.
A muito tempo Rolim de Moura está querendo saber se realmente ele vem ser pré-candidato, a pressão dos munícipes é muito grande, pois veem nele a possibilidade de voltar a ter um defensor da cidade.
Uender Nogueira revela que seu foco maior será a continuidade do seu trabalho, com uma vida pautada em políticas públicas voltadas ao coletivo e não a individualidade que sempre prevalece no meio político. Ele, porém, não descarta essa possibilidade, levando em conta os apelos daqueles que o defendem e querem vê-lo a serviço de Rolim de Moura no parlamento estadual.
Ação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública ocorre em 11 estados dos biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal
Em três meses de atuação, a Operação Guardiões do Bioma, do Governo Federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mostra resultados positivos no combate aos incêndios florestais. Lançada em julho deste ano, de forma inédita, a ação já enfrentou mais de 15 mil incêndios florestais em 11 estados dos biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal.
“O sucesso da Operação materializa o compromisso do Governo Federal com a questão ambiental. Com união de esforços entre órgãos estaduais e federais seguiremos mostrando para o mundo que o Brasil está engajado na preservação dos seus biomas”, destaca o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.
A ação é coordenada e articulada pela Secretaria de Operações Integradas do MJSP e tem como foco mobilizar profissionais especializados para apoiar regiões em situações críticas.
Foram realizadas 2.792 ações preventivas por profissionais do Corpo de Bombeiros Militares, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), desde o início da Operação.
No período, ainda houve o emprego de 1.997 viaturas, 94 embarcações, 11 aeronaves de asa fixa e 10 helicópteros.
A Polícia Federal é responsável por desenvolver ações de inteligência e polícia judiciária, visando prevenir, mitigar e reprimir devastações criminosas, além de prestar apoio logístico aos demais órgãos participantes. Nas rodovias federais, a Polícia Rodoviária Federal está presente na coordenação, na segurança e na repressão de eventuais crimes.
As Polícias Civis, Militares e a Defesa Civil fazem parte de ações repressivas.
A operação também envolve os Ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional, as Secretarias Estaduais de Segurança Pública e de Meio Ambiente, além do Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom).
Com informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública
Rodovia federal é fundamental para o escoamento do agronegócio da região
O Governo Federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), restaurou 86,5 quilômetros da BR-364, na região sul do Estado de Mato Grosso, entre os municípios de Rondonópolis e Alto Araguaia. A rodovia federal tem importância estratégica para o escoamento da produção do agronegócio e o desenvolvimento regional.
As equipes da Autarquia executaram uma série de serviços neste corredor logístico da BR-364/MT nos últimos três anos – só em 2021 foram 29,7 quilômetros -, como a restauração completa do pavimento, o alargamento dos acostamentos, a sinalização do trecho e a roçada da vegetação às margens da rodovia, dentre outras ações que garantiram uma maior segurança e mais conforto aos usuários.
Até agora foram investidos pelo Governo Federal R$ 82,4 milhões na restauração desses 86,5 quilômetros da BR-364/MT. Os serviços continuam, uma vez que o contrato prevê a revitalização de 112,9 quilômetros ao longo da rodovia.
A expectativa é que, ao todo, sejam investidos R$ 108,6 milhões na restauração da BR-364/MT. Atualmente as melhorias seguem em ritmo acelerado, sendo realizadas próximo à cidade de Alto Garças.
Importância
Por este trecho da rodovia trafegam, por dia, aproximadamente seis mil caminhões pesados transportando grãos, de soja e milho, até o terminal ferroviário em Alto Araguaia, localizado a 415 quilômetros da capital Cuiabá.
Do terminal, as cargas são levadas para os portos de Santos (SP) e depois embarcadas para o mercado internacional. Além disso, pela rodovia passam veículos de passeio e caminhões que escoam, por via terrestre, mercadorias até a região sudeste do país.
Balanço
Atualmente todas as rodovias federais que cortam o Estado de Mato Grosso contam com contratos de manutenção e, constantemente, as vias são avaliadas e monitoradas pelas equipes da Autarquia.
Dentro do estado, o DNIT é responsável pela manutenção de 4,2 mil quilômetros de patrimônio público de malha federal implantada (BR-070, BR-158, BR-163, BR-174, BR-242 e BR-364). Os serviços são realizados continuamente ao longo do ano, garantindo uma maior qualidade do pavimento sob a jurisdição federal.
O resultado com os profissionais habilitados deve ser publicado em 5 de novembro
Com o intuito de acolher a demanda de atendimentos na Atenção Primária brasileira, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, publicou a prorrogação do 16º edital do Programa Mais Médicos para o Brasil. Os 2.224 profissionais que foram contratados nessa chamada de 2018 terão a extensão do contrato feita de forma automática, o que significa que os municípios não precisam fazer a solicitação.
No total, 1.241 municípios, distribuídos nos 26 estados e no Distrito Federal, poderão contar com o serviço dos médicos bolsistas por mais três anos. Para que a prorrogação seja efetivada, o médico precisa cumprir os seguintes requisitos:
– Não ter vínculo de serviço com carga horária incompatível com as exigências do projeto;
– Estar em situação regular nas ações de aperfeiçoamento referentes aos três primeiros anos de participação no projeto;
– Realizar novas atividades de ensino, pesquisa e extensão em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). O novo curso de aperfeiçoamento em outras modalidades de formação será ofertado por instituições de educação superior brasileiras vinculadas à UNA-SUS.
Aprovados
O resultado com os nomes dos profissionais que tiverem a prorrogação validada está previsto para ser publicado no dia 5 de novembro. Após a aprovação, o médico bolsista deverá entregar ao gestor municipal os seguintes documentos, até o término do período de adesão originária: Termo Aditivo ao Termo de Adesão e Compromisso (anexo ao edital), em duas vias, preenchido e assinado; e certidão de antecedentes criminais válida da Justiça Estadual e Federal do local onde reside, ou residiu, nos últimos seis meses.
Os médicos participantes da prorrogação vão continuar as atividades no mesmo município onde já estão alocados. Não haverá custeio de passagens e deslocamento, caso o médico se encontre fora do município de alocação.
Aqueles que não tiverem interesse em continuar no projeto deverão se manifestar pelo Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP) – os gestores municipais que não quiserem a prorrogação também precisam solicitar a interrupção pelo SGP. A manifestação de desinteresse deverá ser feita entre 26 de outubro a 3 de novembro, até as 18h.
A lista dos profissionais médicos que poderão ter a adesão prorrogada está disponível aqui.
Dados regionais
Dos 2.224 médicos autorizados à prorrogação, 120 estão na região Centro-Oeste, 792 no Nordeste, 233 no Norte, 786 no Sudeste e 293 no Sul do país. Os perfis dos municípios atendidos são: 10 de saúde indígena; 457 em extrema pobreza; 144 em áreas vulneráveis; 60 no G100; 161 no Grupo I do PAB; 173 em capitais e RM; 147 no Grupo II do PAB; e 89 nos Grupos III e IV do PAB.
Em transmissão ao vivo via internet, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, fez um breve relatório da situação da vacinação no Município, que, mesmo com todas as dificuldades, tem se destacado no Estado como um dos que mais vacinou a sua população contra covid-19. A maior dificuldade, segundo o prefeito, tem sido o número baixo de doses recebidas da AstraZeneca, que tem chegado a conta-gotas. Ele adiantou, contudo, que nesta quinta-feira o município aplicará a segunda dose dessa vacina a quem está com agendamento até 31 de setembro.
Até a presente data, Cacoal aplicou 99.641 doses, sendo que desse total 67.700 pessoas tomaram pelo menos a primeira dose e 31.941 pessoas estão totalmente imunizadas com a segunda dose.
Confira, abaixo o calendário Vacinação no Cacoal Shopping, por drive thru, no horário das 08 às 13 horas:
Terça-feira, dia 26 de outubro – 2ª dose da vacina Pfizer para quem tem agendamento até 25 de outubro;
Quarta-feira, 27 de outubro – 2ª dose de CoronaVac para quem tem agendamento até 31 de outubro;
Quinta-feira, dia 28 de outubro, segunda dose da AstraZeneca, para quem está com agendamento até 30 de setembro.
Para sexta-feira, o calendário fica em aberto, na expectativa de uma possível chegada de mais doses de AstraZeneca. A população será informada caso haja disponibilidade.
Busão da Vacinação
Terça-feira o Busão da Vacinação terá como itinerário os bairros Bandeirantes e ArcoÍris, a partir das 17h30;
Na quarta-feira, o Busão da Vacinação estará na Praça do Parque Sabiá, no Bairro BNH, também às 17h30.
Na quinta-feira, o Busão da Vacinação estará no Feirão do Produtor vacinando quem ainda não tomou a primeira ou a segunda dose, igualmente às 17h30. Inclusive há expectativas de que possa haver disponibilidade de AstraZeneca, embora essa possibilidade vá depender de o município receber nova remessa no decorrer da semana.
Na sexta-feira, o Busão da Vacinação estará na Praça do Teixeirão para atender os moradores dos bairros Jardim Saúde, Teixeirão e Floresta.