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1 maio 2026
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Vilhena não registra novos casos de Covid-19 e ativos somam 85

Vilhena não registrou novos casos. Dessa forma, Vilhena registra até as 19h de hoje: 4.257 casos confirmados de vilhenenses, nove positivados moradores de outras cidades, 70 óbitos de vilhenenses, nove óbitos de moradores de fora e 33 casos suspeitos. Há atualmente no município 85 casos ativos de moradores de Vilhena, bem como 4.102 já recuperados e 15 transferidos.

A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,64%. No Estado a taxa ficou em 1,99%, no Brasil em 2,82%, na América do Sul em 2,99% e no mundo em 2,40%.

Há cinco pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19. Um na UTI com necessidade de respirador sexo masculino também com 75 anos. Além disso, na Enfermaria, há quatro pacientes, dois do sexo feminino com 36 e 62 anos e outros dois do sexo masculino com 16 e 75 anos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 10,8% (sendo 5% na UTI e 15,3% na Enfermaria).

O Estado registrou até hoje 82,4 mil casos confirmados e 1.593 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 6,577 milhões, com 176,6 mil mortes. No mundo são 66,8 milhões de casos confirmados e 1,533 milhão de mortes.

DECRETO EM VIGOR – O principal decreto municipal que trata do combate à pandemia no município tem seu texto mais atualizado disponível em: http://www.bit.ly/decretocovid19vilhena.

ATENDIMENTO – Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. Aos fins de semana a unidade em funcionamento é a Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes (das 7h às 19h).

DENÚNCIAS – Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

MAPA – Veja mapa, gráficos e tabelas dos casos da cidade no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena.

Médico do Inca alerta para sintomas de câncer do colo do útero, confira

(Foto: Ilustrativa)
(Foto: Ilustrativa)

O Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Costa (Inca) estima que sejam registrados neste ano 16.590 novos casos de câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical. Esse tipo de câncer é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV) e, à exceção do câncer de pele não melanoma, é o terceiro mais frequente nas mulheres, depois dos cânceres de mama e colorretal.

O câncer do colo do útero é a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil, depois do de mama, do de pulmão e do colorretal. Em 2018, esse tipo de câncer causou 6.526 mortes, segundo dados do Atlas de Mortalidade por Câncer.

Em entrevista à Agência Brasil, o chefe do Hospital do Câncer II, unidade do Inca que trata de cânceres ginecológicos, Daniel Fernandes, destacou que o câncer do colo do útero não deve ser confundido com o câncer do corpo do útero, ou endométrio. “São patologias diferentes.” Para este ano, a estimativa é de 6.540 novos casos de câncer do endométrio, oitava causa de mortes de mulheres no Brasil.

De acordo com Fernandes, os cânceres do colo do útero e do corpo do útero têm correlação direta com o desenvolvimento do país. Em países menos desenvolvidos, como Índia e Brasil, o câncer de colo do útero é mais incidente, enquanto o câncer do útero (endométrio) é mais frequente em nações mais desenvolvidas, como os Estados Unidos e países da União Europeia. A dificuldade no rastreamento e nadetecção de lesões pré-malignas faz a diferença entre os dois tipos de câncer. “Dentro do próprio Brasil, tem situações diferentes”, destacou o médico.

Fatores de risco

O principal fator de risco do câncer do colo do útero é infecção pelo HPV, que pode ser contraída em relações sexuais sem proteção. “Por isso, a campanha de vacinação [contra o HPV] é tão importante”, disse Fernandes, ao destacar que Brasil já tem a vacina contra o HPV, embora ainda não seja grande adesão à vacina – o Ministério da Saúde implementou a tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos no calendário vacinal em 2014.

A partir de 2017, o ministério estendeu a recomendação para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. A vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros tipos causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.

O ideal é que as crianças comecem a ser vacinadas antes do início da atividade sexual, ou seja, antes do contato com o HPV, que vão ter ao longo da vida, afirmou o especialista. “O resultado vai ser visto no médio e longo prazos, mas é preciso ter a adesão da população, além de políticas públicas que estimulem as pessoas a se vacinar”, disse Fernandes, que salientou a necessidade de pais e responsáveis se conscientizarem da importância de vacinar os filhos a partir dos 9 anos de idade.

Segundo o médico do Inca, o homem pode ter infecção por HPV sem apresentar lesão no pênis, e isso pode fazer com que ele transmita para sua parceira, sem saber. Fernandes alertou que o HPV é fator de risco para o câncer de pênis no homem.

No câncer do endométrio, os fatores de risco são obesidade, hipertensão e diabetes, não havendo relação com a parte sexual, diferentemente do câncer de colo do útero. No Brasil, o câncer do endométrio geralmente acomete mulheres na fase pós-menopausa. “No colo uterino, são mulheres mais jovens”, explicou Fernandes.

Detecção

O exame preventivo do câncer do colo do útero, chamado Papanicolau, é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. No câncer do endométrio, é por meio da histeroscopia com biópsia, procedimento cirúrgico feito por dentro da vagina e do canal do colo uterino, que permite visualizar a cavidade uterina e identificar eventuais doenças ali existentes.

O principal sintoma do câncer do endométrio na mulher que já parou de menstruar é voltar a ter sangramento. Nesse caso, ela deve procurar um ginecologista para fazer o ultrassom transvaginal, que vai mostrar o endométrio aumentado. Aí, ela parte para a histeroscopia com biópsia, que vai dar o resultado, identificando se é ou não câncer do corpo do útero.

No câncer de colo uterino, o Papanicolau detecta lesão precoce. Daniel Fernandes observou que, nesse caso, o câncer pode ser detectado também no exame físico. Ele destacou casos de mulheres que pensam que estão menstruando há mais de um mês, quando o que acontece é que estão com lesão macroscópica que sangra.

O sangramento continuado é um dos sintomas do câncer do colo de útero. “O ideal é detectar na fase precoce, porque o tratamento é menos agressivo”, disse o médico. Segundo ele, nas fases iniciais, esse tipo de câncer não apresenta sintomas. O médico alertou, porém, que sangramentos ou corrimentos podem ser indício de tumor.

Tratamento

O tratamento para os dois tipos de câncer vai depender da fase em que o tumor se encontra. Para o câncer do endométrio, o tratamento, na maioria das vezes, é cirúrgico.

No câncer do colo uterino, vai depender da lesão. Se estiver em fase muito inicial, podem ser feitas cirurgias conservadoras, que retiram apenas parte do colo do útero e conseguem preservar a fertilidade feminina, uma vez que a doença acomete mais mulheres jovens.

Em fase ainda precoce, mas mais avançada, faz-se a retirada do tecido em volta do útero e dos gânglios na pelve e consegue-se tratar. Fernandes lamentou que, no Brasil, infelizmente, são detectados, na maioria das vezes, tumores mais avançados, cujo tratamento é feito com radioterapia e quimioterapia.

Recomendações

Estudo relaciona câncer de mama com obesidade.

Combate à obesidade reduz chances de diabetes e hipertensão, que são fatores de risco para o câncer do corpo do útero ou endométrio – Brendan McDermid/Reuters/Direitos reservados

Janeiro é considerado o mês de conscientização sobre o câncer do colo de útero, e o médico Daniel Fernandes recomenda que, para evitar o câncer do endométrio, mulheres na fase pós-menopausa façam exercícios para combater a obesidade. “Combatendo a obesidade, diminuem as chances de ser diabética e hipertensa, que são também fatores de risco. E, ao menor sinal de sangramento, a mulher deve procurar o ginecologista para poder investigar.”

Fernandes lembrou que, na fase bem inicial, em que o tratamento tem grande chance de cura, o câncer do colo uterino é assintomático. Por isso, a mulher precisa fazer o preventivo.

O Papanicolau detecta algumas alterações que são pré-malignas e que, se tratadas, não vão evoluir para a malignidade. “Só que, para isso, tem que ser feito o Papanicolau”, reiterou. Pelas diretrizes brasileiras, mulheres jovens devem fazer esse exame  a cada dois anos. O Papanicolau pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. Sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.

Dois novos casos de Covid-19 e 29 recuperados são confirmados em Vilhena

(Foto: Reprodução)

Vilhena registrou dois novos casos confirmados, 19 novos suspeitos, 29 recuperados e quatro resultados negativos. Dessa forma, Vilhena registra até as 20h de hoje: 4.257 casos confirmados de vilhenenses, nove positivados moradores de outras cidades, 70 óbitos de vilhenenses, nove óbitos de moradores de fora e 33 casos suspeitos. Há atualmente no município 85 casos ativos de moradores de Vilhena, bem como 4.102 já recuperados e 15 transferidos.

A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,64%. No Estado a taxa ficou em 1,99%, no Brasil em 2,82%, na América do Sul em 2,99% e no mundo em 2,40%.

Há cinco pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19. Um na UTI com necessidade de respirador sexo masculino também com 75 anos. Além disso, na Enfermaria, há quatro pacientes, dois do sexo feminino com 36 e 62 anos e outros dois do sexo masculino com 16 e 75 anos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 10,8% (sendo 5% na UTI e 15,3% na Enfermaria).

O Estado registrou até hoje 82 mil casos confirmados e 1.589 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 6,534 milhões, com 175,9 mil mortes. No mundo são 66,2 milhões de casos confirmados e 1,524 milhão de mortes.

DECRETO EM VIGOR – O principal decreto municipal que trata do combate à pandemia no município tem seu texto mais atualizado disponível em: http://www.bit.ly/decretocovid19vilhena.

ATENDIMENTO – Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. Aos fins de semana a unidade em funcionamento é a Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes (das 7h às 19h).

DENÚNCIAS – Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

MAPA – Veja mapa, gráficos e tabelas dos casos da cidade no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link  direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena.

Servidores da Saúde fazem ‘enterro simbólico’ durante protesto em Porto Velho

Enterro simbólico foi feito em Porto Velho — Foto: Jefferson Carvalho/Rede Amazônica

Profissionais da saúde fizeram nesta sexta-feira (4), um velório simbólico durante protesto denunciando as condições de trabalho da categoria na pandemia da Covid-19.

O ato começou próximo ao Hospital de Base e seguiu até o prédio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) no Centro Político-Administrativo do Governo de Rondônia.

Pelo menos três sindicatos participaram da manifestação, cobrando também o pagamento salarial adequado, conforme Plano de Carreiras e Remuneração dos Servidores da Saúde (PCCR).

Ao G1 a Sesau informou que o PCCR já está em construção “obedecendo todas as etapas legais previstas no ordenamento jurídico”. E que o direito de manifestação é livre e assegurado pela constituição federal.

Publicada lei que destina R$ 1,9 bilhão para vacina de Oxford contra covid-19

Foto: Divulgação Senado Federal

Foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (4) a Lei 14.107, que viabiliza a destinação de R$ 1,9 bilhão para produção da vacina de Oxford contra a covid-19. A lei é originária da Medida Provisória (MP) 994/2020, editada em agosto e aprovada pelos senadores na quinta-feira (3) sem alterações.

O crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para o Ministério da Saúde foi destinado especificamente para a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, na Inglaterra. Um acordo com a Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) permite a transferência de tecnologia na formulação, envase e controle de qualidade da substância, e a meta inicial é garantir 100 milhões de doses para o Brasil.

À época da publicação da medida provisória, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que essa era a vacina que estava em estágio mais avançado, mas afirmou que o ministério estava acompanhando pesquisas para o desenvolvimento de outros imunobiológicos e que futuramente poderia firmar outras parcerias para garantir a imunização dos brasileiros.

A vacina de Oxford está em fase de testes com voluntários no Brasil e em outros países. Caso a eficácia seja comprovada, o Brasil tem o objetivo de produzir 100 milhões de doses que deverão ser distribuídas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) até o final do primeiro semestre de 2021.

Saiba mais sobre a tramitação das medidas provisórias.

Fonte: Agência Senado

Sete novos pacientes com Covid-19 são confirmados e número de casos ativos chega a 112, em Vilhena

(Foto: Ilustrativa)
(Foto: Ilustrativa)

Vilhena registrou sete novos casos confirmados, 18 novos suspeitos e um resultado negativo. Dessa forma, Vilhena registra até as 18h de hoje: 4.255 casos confirmados de vilhenenses, nove positivados moradores de outras cidades, 70 óbitos de vilhenenses, nove óbitos de moradores de fora e 18 casos suspeitos. Há atualmente no município 112 casos ativos de moradores de Vilhena, bem como 4.073 já recuperados e 15 transferidos.

A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,64%. No Estado a taxa ficou em 1,99%, no Brasil em 2,82%, na América do Sul em 2,99% e no mundo em 2,40%.

Há quatro pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19. Dois na UTI, sendo um sem necessidade de respirador do sexo masculino com 16 anos e outro com necessidade de respirador do sexo masculino também com 75 anos. Além disso, na Enfermaria, há dois pacientes, um do sexo feminino com 62 anos e outro do sexo masculino com 75 anos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 8,6% (sendo 10% na UTI e 7,6% na Enfermaria).

O Estado registrou até hoje 81,7 mil casos confirmados e 1.586 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 6,487 milhões, com 175,3 mil mortes. No mundo são 65,5 milhões de casos confirmados e 1,510 milhão de mortes.

DECRETO EM VIGOR – O principal decreto municipal que trata do combate à pandemia no município tem seu texto mais atualizado disponível em: http://www.bit.ly/decretocovid19vilhena.

ATENDIMENTO – Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. Aos fins de semana a unidade em funcionamento é a Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes (das 7h às 19h).

DENÚNCIAS – Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

MAPA – Veja mapa, gráficos e tabelas dos casos da cidade no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link  direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena.

Cremero faz alerta sobre segunda onda do Coronavírus no Estado

O Conselho Regional de Medicina (Cremero) emitiu um alerta nesta quarta-feira (2) para o risco de uma segunda onda de Coronavírus em Rondônia, por conta do aumento no número de internações nas unidades de saúde do Estado.

O último boletim do Coronavírus divulgado na quarta-feira (2) pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde, confirmou 81.322 casos de Covid-19 em Rondônia. Já são 300 pessoas internadas nos últimos dias e 1.570 mortes.

O presidente do Cremero, Robinson Machado, reforçou ainda, uma possível redução na atuação dos profissionais de saúde que, além do desgaste físico e emocional acumulado durante o ano, devido à sobrecarga de trabalho, correm ainda o risco de serem contaminados.

Dados apresentados pelo presidente mostram que Ji-Paraná e o Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal se encontraram com 100% dos leitos ocupados. Na capital, o Cemetron está com 70% de ocupação, a Unidade de Assistência Médica Intensiva (AMI) e o Hospital de Campanha, com 85% de ocupação. O presidente destacou ainda, as internações registradas na rede municipal de saúde. “A situação está bastante crítica e o sistema corre o risco de um colapso”, afirmou.

Segundo Robinson Machado, ainda não há um prognostico atual feito pelo Cremero referente ao quantitativo de casos que podem aumentar nas próximas semanas ou número de mortes e internações. “No entanto, há um trabalho realizado no início da pandemia, por médicos conselheiros do Cremero que fizeram projeções coincidentes com o cenário atual. A gente vai começar a trabalhar nesse sentido a partir de agora, com os casos que apareceram e com as unidades que estão aumentando as internações”, disse o presidente.

O presidente também faz um alerta às pessoas já contaminadas pela Covid-19. “Não pensem que estão imunizadas, pois o risco de uma segunda contaminação é muito grande. A população no modo geral, precisa voltar a ter os cuidados necessários para a prevenção do contágio, como uso de máscara, álcool em gel e a lavagem de mãos, além de evitar aglomerações e realizar o distanciamento social”, alertou.

 

Sete novos casos de Covid-19 são confirmados em Vilhena

Governo de RO

Vilhena registrou sete novos casos confirmados, 18 novos suspeitos e um resultado negativo. Dessa forma, Vilhena registra até as 18h de hoje: 4.255 casos confirmados de vilhenenses, nove positivados moradores de outras cidades, 70 óbitos de vilhenenses, nove óbitos de moradores de fora e 18 casos suspeitos. Há atualmente no município 112 casos ativos de moradores de Vilhena, bem como 4.073 já recuperados e 15 transferidos.

A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,64%. No Estado a taxa ficou em 1,99%, no Brasil em 2,82%, na América do Sul em 2,99% e no mundo em 2,40%.

Há quatro pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19. Dois na UTI, sendo um sem necessidade de respirador do sexo masculino com 16 anos e outro com necessidade de respirador do sexo masculino também com 75 anos. Além disso, na Enfermaria, há dois pacientes, um do sexo feminino com 62 anos e outro do sexo masculino com 75 anos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 8,6% (sendo 10% na UTI e 7,6% na Enfermaria).

O Estado registrou até hoje 81,7 mil casos confirmados e 1.586 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 6,487 milhões, com 175,3 mil mortes. No mundo são 65,5 milhões de casos confirmados e 1,510 milhão de mortes.

DECRETO EM VIGOR – O principal decreto municipal que trata do combate à pandemia no município tem seu texto mais atualizado disponível em: http://www.bit.ly/decretocovid19vilhena.

ATENDIMENTO – Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. Aos fins de semana a unidade em funcionamento é a Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes (das 7h às 19h).

DENÚNCIAS – Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

MAPA – Veja mapa, gráficos e tabelas dos casos da cidade no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena.

Câmara aprova MP que destina quase R$ 2 bi para compra de vacina

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2) a Medida Provisória 994/20, que abre crédito extraordinário de R$ 1,995 bilhão para compra de tecnologia e a produção de uma vacina contra a covid-19. Os recursos serão destinados para custear contrato entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca. A empresa desenvolve um imunizante em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A matéria segue agora para análise do Senado, e precisa ser aprovada até esta quinta-feira (3) para não perder a validade.

O projeto foi aprovado sem emendas ao texto original do governo, por votação simbólica, em sessão virtual. Em virtude da urgência do tema, a oposição retirou a obstrução aos trabalhos em curso há cerca de dois meses.

De acordo com a relatora, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), do valor total da MP, ainda faltam R$ 400 milhões para serem aplicados. Dessa forma, a matéria precisa ser aprovada pelo Congresso para assegurar o repasse final de recursos.

“Essa vacina é realmente algo que traz esperança à população, algo esperado há muito tempo, não só pelo Brasil e pelos brasileiros, mas por todo o mundo. Hoje posso dizer que estamos votando uma medida provisória que traz a esperança de que possamos voltar a nos abraçar, a ter uma convivência e, principalmente, de que possamos salvar vidas no nosso país”, disse a deputada.

Segundo a MP, a transferência de tecnologia na formulação, envase e controle de qualidade da vacina será realizada por meio de um acordo da empresa britânica com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. Com isso, caso a eficácia do imunobiológico seja comprovada, o Brasil deverá produzir 100 milhões de doses.

Acordo

O acordo entre Fiocruz e AstraZeneca é resultado da cooperação entre o governo brasileiro e o governo britânico, anunciado em 27 de junho pelo Ministério da Saúde. O próximo passo será a assinatura de um contrato de encomenda tecnológica, previsto para este mês, que garante o acesso a 100 milhões de doses do insumo da vacina, das quais 30 milhões de doses entre dezembro e janeiro e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021. Em todo o mundo, essa é uma das vacinas que estão em estágio mais avançado, já em testes clínicos com seres humanos.

Recursos

Do total de recursos a serem liberados, o Ministério da Saúde prevê um repasse de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos. O objetivo é ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas e tecnologia disponível para a proteção da população, segundo a pasta. Um total de R$ 1,3 bilhão são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica. Os valores contemplam a finalização da vacina.

O acordo prevê também o início da produção da vacina no Brasil a partir de dezembro deste ano e garante total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente.

Parto raro de gêmeos prematuros comove equipe médica em Vilhena; vídeo

Na noite da última terça-feira (01), uma jovem mulher deu à luz gêmeos no Hospital Regional de Vilhena com um parto considerado raro na medicina, um dos bebês foi retirado da barriga da mãe ainda na bolsa gestacional.

O nome para este tipo de parto chama-se “empelicado”, que acontece quando o bebê nasce dentro do saco amniótico intacto, sem a bolsa estourar.

O parto chamou atenção da equipe formada pelos médicos obstetras Gilberto Povoas Júnior, Junara Dutra e o anestesista Maury Zangalli Júnior. Por ser rara a ocorrência o médico responsável pelo procedimento, afirmou que presenciou poucas vezes em sua trajetória na área.

De acordo com os médicos em gestações de gêmeos, o fenômeno se torna ainda mais raro, pois a cirurgia foi de emergência e os bebês tiveram que ser retirados prematuros.

O médico obstetra Gilberto Povoas contou que o primeiro a nascer foi um menino, porém, a bolsa gestacional acabou se rompendo na hora do parto. Já o segundo bebê, que é uma menina, foi retirado com a bolsa preservada como mostram nas imagens do vídeo.

Através das imagens é possível ver o bebê protegido dentro da bolsa com o líquido amniótico inteiro. Após o parto a equipe não informou o estado de saúde da mãe e dos bebês.