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15 maio 2026
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Vítimas de acidente são identificadas; mãe das crianças mora em Cerejeiras

Na manhã deste sábado (02), um gravíssimo acidente foi registrado na BR-364, nas proximidades da Linha 634, sentido a Ouro Preto do Oeste, no município de Jaru. A colisão frontal entre um veículo Fiat Strada e uma carreta resultou em uma tragédia familiar que chocou a região: quatro pessoas perderam a vida, entre elas duas crianças.

As vítimas fatais foram identificadas como:

  • Maria Vitória Pereira dos Santos, 8 anos

  • Antônio Dalprá Pereira, 6 meses

  • Maria dos Anjos Pereira, 62 anos

  • Elzi Pereira, 69 anos (motorista do veículo)

A única sobrevivente é Bruna, mãe das duas crianças. Ela sofreu fraturas na pelve e em uma das costelas, mas está em estado estável, internada em um hospital na capital Porto Velho.

Segundo informações apuradas, Bruna e os filhos residem em Cerejeiras, enquanto os idosos Maria dos Anjos e Elzi moravam no Distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari. O casal, apesar de serem avós biológicos de Bruna, a criou desde pequena como filha. Assim, eram também bisavós das duas crianças que morreram na tragédia.

O acidente aconteceu quando os avós retornavam com Bruna e os netos para Cerejeiras. A colisão foi tão violenta que o bebê, Antônio, foi arremessado para fora do veículo. Ele ainda chegou a ser socorrido com vida, mas infelizmente não resistiu e morreu no hospital.

Jaru Online

Domingo com previsão de chuva em Rondônia

Neste domingo (3), o tempo permanece instável em quase toda a Região Norte do Brasil, com pancadas de chuva em todos os estados, exceto no Tocantins.
Em Rondônia, o tempo também muda, com previsão de pancadas de chuva principalmente à tarde, sem descartar episódios mais intensos em áreas do norte do estado.

Fonte: Brasil 61

Acidente deixa quatro mortos na BR-364, incluindo duas crianças

Na manhã deste sábado (02), um gravíssimo acidente foi registrado na BR-364, nas proximidades da Linha 634, sentido a Ouro Preto do Oeste, no município de Jaru.

A colisão envolveu um Fiat Strada e uma carreta, resultando em uma tragédia. Quatro pessoas perderam a vida: o motorista do Fiat Strada, uma mulher, uma criança e um bebê, que chegou a ser socorrido com vida, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital.

Uma outra mulher foi resgatada em estado grave e encaminhada com urgência para atendimento médico.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros e perícia técnica foram acionadas e estiveram no local para os procedimentos de praxe. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

Jaruonline

Descoberto esquema de venda de diplomas falsos em Rondônia

Investigações do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) revelaram um esquema de fraude que operava cursos de pós-graduação sem autorização do Ministério da Educação (MEC), em Vilhena (RO) e outras cidades. As instituições envolvidas anunciavam parcerias falsas, usavam publicidade enganosa e emitiram diplomas irregulares.

Após as investigações, o MPF entrou com uma ação civil pública para suspender as atividades e responsabilizar os envolvidos. A ação também pede que os réus sejam condenados a pagar indenizações aos alunos e à sociedade pelos danos causados.

Segundo o MPF, os cursos prometiam diplomas reconhecidos por universidades brasileiras e estrangeiras, mas não tinham qualquer autorização oficial. As aulas eram oferecidas com duração de apenas 12 meses, aos fins de semana, com mensalidades entre R$ 450 e R$ 500. No final, os estudantes ainda eram cobrados entre R$ 9 mil e R$ 11 mil para participar das bancas e receber o diploma. O custo total chegava a R$ 22 mil.

Entre os investigados estão:

  • A antiga Umesam (Unidade de Mediação de Ensino Superior para a Amazônia), agora chamada Instituto de Pesquisa Educacional em Ensino Superior e Pós-Graduação (IPE);
  • A Faculdade Santo André (Fasa), mantida pela Associação Multidisciplinar de Rondônia (Multiron);
  • A empresa Amazônia Educação e Cultura (AEC);
  • Sete pessoas ligadas a essas instituições também foram processadas.

 

Como funcionava o esquema?

 

Segundo o MPF, o esquema funcionou entre 2014 e 2020. Os investigados montaram uma estrutura com aparência legal, mas sem qualquer autorização oficial. Eles ofereciam cursos de mestrado em áreas como educação, administração, saúde e engenharia.

Para dar mais credibilidade, anunciavam falsas parcerias com instituições como a Universidade Tiradentes (Unit), Universidade Fernando Pessoa (Portugal), Universidad de Desarrollo Sustentable (Paraguai), Universidade Visión Educacional (Chile), Uneb, UFMG e PUCRS. Nenhuma dessas parcerias era verdadeira.

Os cursos eram divulgados em sites, redes sociais, panfletos e eventos, inclusive em locais públicos como o auditório da Secretaria Municipal de Educação de Vilhena. As promessas incluíam titulação em apenas 12 meses, com aulas nos fins de semana e custos reduzidos.

As aulas eram ministradas por professores brasileiros contratados localmente, sem qualquer vínculo com as universidades estrangeiras mencionadas.

Alunos enganados

 

De acordo com o MPF, vários alunos descobriram que os diplomas recebidos não tinham validade e procuraram o órgão. Alguns documentos usavam indevidamente o nome de instituições como universidades Federal de Minas Gerais (UFMG), Estadual da Bahia (Uneb) e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), que negaram qualquer ligação com os cursos.

Os estudantes pagavam mensalidades de R$ 450 a R$ 500 durante dois anos e, ao final, eram cobrados entre R$ 9 mil e R$ 11 mil para participar da banca e receber o diploma. O custo total chegava a R$ 22 mil.

Em muitos casos, os TCCs eram apresentados em bancas simuladas na própria Fasa, com participação apenas de representantes da Umesam/IPE.

Na ação, o MPF solicita que a Justiça:

  • Proíba os investigados de oferecer ou divulgar cursos de nível superior sem autorização do MEC;
  • Suspenda imediatamente as atividades ilegais, com multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento;
  • Determine o pagamento de ao menos R$ 300 mil por danos morais coletivos;
  • Garanta indenização aos alunos, caso comprovados danos morais ou materiais;
  • Anule todos os diplomas e certificados irregulares emitidos.
  • Denúncia criminal

 

Além da ação civil, sete pessoas foram denunciadas por crimes como associação criminosa, estelionato e falsificação de documentos públicos.

Em um dos casos citados, mesmo após a descoberta da fraude, os responsáveis ainda tentaram convencer os alunos de que os diplomas eram válidos, enviando documentos falsos em nome da reitoria da UFMG. A universidade confirmou que o material era falso.

O que dizem as instituições citadas?

 

À Rede Amazônica, o setor jurídico da Faculdade Santo André (Fasa) e da Associação Multidisciplinar de Rondônia (Multiron), mantenedora da instituição, informou que os cursos oferecidos são devidamente regulamentados, seguem as diretrizes do Ministério da Educação e que estão à disposição da Justiça para contribuir com o processo.

A empresa Amazônia Educação e Cultura (AEC) não respondeu às tentativas de contato da reportagem.

A Rede Amazônica também tenta localizar a defesa da antiga Umesam, atualmente Instituto de Pesquisa Educacional em Ensino Superior e Pós-Graduação (IPE).

As universidades Federal de Minas Gerais (UFMG), Estadual da Bahia (Uneb) e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), apontadas como vítimas do esquema, não se manifestaram até a última atualização desta matéria.

Sobre o uso do auditório da Secretaria Municipal de Educação de Vilhena para a divulgação dos cursos, a prefeitura informou que a liberação do espaço foi um ato aparentemente involuntário, sem qualquer ligação com as instituições investigadas ou os cursos judicializados. A prefeitura também afirmou que não possui vínculo com os responsáveis e que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

G1

PM é preso por envolvimento com tráfico de drogas em Rondônia

O Departamento de Narcóticos (DENARC) da Polícia Civil prendeu, na tarde desta sexta-feira (1º), um subtenente da reserva da Polícia Militar de 54 anos, suspeito de envolvimento direto com o tráfico de drogas em Porto Velho (RO). A prisão ocorreu em um condomínio localizado na zona Sul da capital rondoniense.

A detenção é fruto de uma investigação que teve início em junho de 2024, quando os agentes do DENARC apreenderam 80 quilos de cocaína em um imóvel ligado ao militar reformado. O entorpecente foi enviado para análise pericial e, a partir disso, o inquérito policial avançou com a coleta de provas que comprovaram a participação do subtenente no armazenamento da droga.

Com base nas evidências reunidas ao longo da investigação, a Justiça autorizou a prisão preventiva do suspeito. O mandado foi cumprido pelos investigadores do DENARC nesta sexta-feira, resultando na prisão do ex-militar.

De acordo com a Polícia Civil, a operação ainda está em andamento e não está descartada a possibilidade de novas prisões. As investigações indicam que outras pessoas também podem estar envolvidas no esquema criminoso.

O subtenente foi conduzido à delegacia especializada e permanece à disposição da Justiça.

Sábado abafado e com previsão de chuva em Rondônia

Rondônia deve apresentar tempo abafado e com temperaturas elevadas neste sábado,2, segundo informa o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia. Há previsão de chuva.
O Censipam explica que uma ligeira intensificação no transporte de ventos úmidos sobreRondônia favorece a formação de nuvens ao longo do dia, mantendo as temperaturas elevadas e a sensação de abafamento térmico.

Mais barata, caneta emagrecedora brasileira será lançada dia 4

A partir da próxima segunda-feira (4), as farmácias brasileiras começarão a comercializar as primeiras canetas de liraglutida de produção totalmente nacional, anunciou a farmacêutica EMS nesta sexta-feira (1°). O medicamento, usado no tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, era até agora disponível apenas com os produtos importados Saxenda e Victoza, da dinamarquesa Novo Nordisk. A produção local foi viabilizada após a queda das patentes no ano passado.

A EMS lançará dois produtos: o Olire (3 mg/dia), indicado para obesidade, e o Lirux (1,8 mg/dia), para diabetes. Diferente de outros análogos do GLP-1, como semaglutida e tirzepatida, a liraglutida exige aplicação diária. Estudos clínicos mostram que a substância promove perda média de 4 kg a 6 kg, com alguns pacientes reduzindo até 10% do peso corporal, além de melhorar marcadores cardiovasculares.

Os preços sugeridos pela EMS variam de R$ 307,26 (1 caneta) a R$ 760,61 (3 canetas do Olire), com desconto de 10% para participantes do programa de fidelidade da empresa. A expectativa era que os produtos nacionais custassem 10% a 20% menos que os de referência, mas, com descontos superiores a 30% nos medicamentos da Novo Nordisk, os valores ficaram próximos.

 Cláudia de Jesus cobra concurso público da Seduc

Mídia Rondônia – Alinhada com o segmento da educação, a deputada estadual Cláudia de Jesus (PT) apresentou requerimento à Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) solicitando informações detalhadas e medidas urgentes para enfrentar o grave déficit de professores na rede pública estadual de Rondônia. A falta de profissionais tem sido uma das principais queixas de pais e estudantes, especialmente em regiões mais distantes dos grandes centros, comprometendo a continuidade das aulas e a qualidade da educação ofertada.

Segundo Cláudia, o problema é recorrente e vem provocando sérios prejuízos ao direito fundamental à educação. “Recebemos denúncias constantes de que comunidades escolares estão tendo suas aulas interrompidas por falta de professores. Isso compromete o calendário letivo, prejudica o aprendizado e amplia as desigualdades educacionais, principalmente nas zonas rurais e nas periferias urbanas”, alertou a parlamentar.

No documento encaminhado à SEDUC, a deputada solicita que o governo estadual informe o número de vagas ociosas ou cargos vagos por município, bem como as medidas que estão sendo adotadas para suprir a carência, como concursos públicos, processos seletivos ou remanejamentos. Cláudia de Jesus também pede que seja apresentado um cronograma oficial para a regularização do quadro de docentes em todas as escolas da rede estadual.

Mãe é presa ao levar bebê com o crânio fraturado para a UPA em Rondônia

Uma jovem de 20 anos foi presa na madrugada desta sexta-feira (1º) por suspeita de maus-tratos contra a própria filha, uma bebê de apenas 8 meses, em Porto Velho (RO). A criança foi levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) pela própria mãe, apresentando uma fratura no crânio.

Segundo o boletim de ocorrência, após a realização de um exame de raio-X, a lesão no crânio foi confirmada. Devido à gravidade do ferimento, a bebê foi transferida imediatamente para o Hospital Infantil Cosme e Damião.

A mãe contou aos policiais que o ferimento teria acontecido na noite anterior, após a bebê cair da cama. Mesmo diante do inchaço e do quadro preocupante, ela só buscou atendimento médico no dia seguinte.

Diante da situação, a Polícia Militar foi acionada e prendeu a mãe em flagrante. Ela foi levada à Central de Polícia, onde deve responder pelo crime de maus-tratos. A Polícia Civil segue investigando o caso.

G1

Rondônia: criança de 1 ano morre após portão de residência cair sobre ela

Ravi Gabriel da Silva Santos, de 1 ano, morreu na manhã desta quinta-feira (31), após ser atingido por um portão que se soltou da estrutura da casa onde morava, no distrito de Bom Futuro, em Ariquemes (RO). O acidente foi presenciado pelo irmão do menino, de 10 anos.

Segundo o boletim de ocorrência, a mãe relatou que os dois filhos estavam na frente da residência quando, em determinado momento, o portão se desprendeu dos trilhos e caiu sobre Ravi.

A criança foi levada imediatamente ao posto de saúde do distrito, mas não resistiu aos ferimentos. O caso é investigado como acidente.