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18 maio 2026
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PF deflagra 5ª fase da Operação Sisamnes que investiga suposto esquema de venda de decisões judiciais no STJ

 

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (13/5), a 5ª fase da Operação Sisamnes com o objetivo de aprofundar a investigação em relação aos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, mercado de câmbio clandestino, evasão de divisas e organização criminosa.

As investigações da Polícia Federal identificaram uma rede financeira-empresarial de lavagem de dinheiro, criada para dissimular a origem ilícita das supostas “propinas” lançadas para a compra de decisões judiciais proferidas no âmbito do Superior Tribunal de Justiça, de modo a romper a vinculação direta entre o agente corruptor e o servidor público corrompido.

Por determinação do Supremo Tribunal Federal, são cumpridos os 11 mandados busca e apreensão, além do sequestro de bens e valores no montante aproximado de R$ 20 milhões e a proibição dos investigados de saírem do país, com a apreensão de seus passaportes.

 

Assessoria

Cardápio escolar alinhado à agricultura familiar é pauta da deputada Cláudia de Jesus

Proposta fortalece a merenda escolar e gera renda para os pequenos produtores do estado.
Garantir uma alimentação escolar que valorize os produtores da agricultura familiar: esse é o objetivo do requerimento apresentado pela deputada estadual Cláudia de Jesus (PT) à Secretaria de Estado da Educação (Seduc). A parlamentar solicitou informações sobre os critérios utilizados na elaboração dos cardápios das escolas públicas de Rondônia, defendendo que eles sejam compatíveis com os ciclos de produção agrícola local.

A proposta está diretamente ligada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que prevê a compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar. Segundo Cláudia de Jesus, é fundamental que os cardápios considerem o que, de fato, é produzido nas diferentes regiões do estado, respeitando a sazonalidade e a realidade dos pequenos produtores.

“A alimentação escolar precisa estar conectada com o campo, com quem produz de verdade. É assim que garantimos comida de qualidade para os estudantes e renda para quem vive da agricultura familiar”, afirmou a deputada. Cláudia ainda pediu apoio dos demais parlamentares para a aprovação do requerimento, destacando a importância da proposta tanto para a educação quanto para o desenvolvimento sustentável de Rondônia.

Cristiane Abreu – Jornalista – Assessoria parlamentar.

Prefeitura realiza manutenção nos refletores da quadra do Capelasso

A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), realizou a manutenção e o reparo dos refletores da quadra poliesportiva do bairro Capelasso, atendendo a uma determinação do prefeito Affonso Cândido (PL). O objetivo é garantir que os frequentadores possam utilizar o espaço também durante o período noturno.

Além da substituição de lâmpadas, a equipe da Semosp executou serviços de manutenção em outros pontos de iluminação pública do bairro. A ação faz parte do compromisso da administração municipal em assegurar um serviço de iluminação eficiente e de qualidade em toda a cidade.

Para o prefeito Affonso Cândido, os reparos na quadra representam o empenho da gestão em manter e valorizar os espaços públicos de lazer. “A quadra de esportes é um dos principais pontos de encontro da comunidade, utilizada diariamente por moradores para a prática de atividades esportivas. Com a manutenção, garantimos que o local continue sendo aproveitado, inclusive à noite”, destacou.

A Semosp reforça o pedido de colaboração da população para manter a eficiência da iluminação pública. Os moradores podem informar sobre lâmpadas apagadas ou defeituosas pelo telefone (69) 3416-4161, indicando o local que necessita de reparos.

Texto e fotos: Assessoria

MPRO questiona constitucionalidade de lei sobre a RESEX Jaci-Paraná

O Ministério Público do Estado de Rondônia ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), com pedido de medida cautelar, contra a Lei Complementar Estadual nº 1.274/2025. A norma, recentemente promulgada pela Assembleia Legislativa, institui o “Programa Estadual de Regularização Ambiental Diferenciado da RESEX Jaci-Paraná (PERAD-RO)”, permitindo, de forma provisória, a regularização de ocupações consolidadas dentro da Reserva Extrativista Jaci-Paraná. A Lei foi inicialmente vetada pelo Governador do Estado, mas o veto foi derrubado pela Assembleia Legislativa.

A ação questiona a constitucionalidade da nova norma, requerendo a suspensão imediata de seus efeitos, sob o argumento de que a Lei Complementar nº 1.274/2025 apresenta vícios formais e materiais.
A Lei impugnada permite a regularização temporária de ocupações consolidadas na RESEX Jaci-Paraná, por meio de autorização para uso diferenciado com prazo de 30 anos. A norma também extingue sanções administrativas e anistia responsabilidades civis, abrangendo ocupantes e empreendimentos que adquiriram produção da área ocupada. Além disso, prevê a extinção do objeto de ações civis públicas já ajuizadas, inclusive aquelas transitadas em julgado, sob a justificativa de anuência estatal às ocupações.

Fundamentos da Impugnação
No entendimento do Ministério Público, a Lei Complementar apresenta vícios de origem e viola princípios constitucionais.
Do ponto de vista formal, o MP sustenta que o tema tratado é de competência privativa da União, além de tratar de temas cuja iniciativa é do Poder Executivo, o que não ocorreu.

A Constituição Federal, em seu art. 24, inciso VI, confere à União a competência para estabelecer normas gerais sobre proteção ambiental, incluindo o uso de unidades de conservação. Nesse contexto, a Lei Federal nº 9.985/2000 (SNUC) define que reservas extrativistas são áreas destinadas exclusivamente ao uso sustentável por populações tradicionais, vedando a ocupação irregular e a exploração econômica comercial. Assim, ao criar um regime autônomo de regularização fundiária na RESEX Jaci-Paraná, permitindo usos não previstos no SNUC, a lei estadual ultrapassa sua competência suplementar, invadindo matéria já regulada pela União e comprometendo o modelo nacional de proteção ambiental.

Do ponto de vista material, a instituição afirma que a nova lei viola o direito ao meio ambiente equilibrado e a proibição de retrocesso ambiental. O MP também observa que a medida fere princípios como a precaução e prevenção e a solidariedade entre gerações.

A ampla anistia prevista na lei para sanções administrativas e civis aplicadas a ocupantes e empreendimentos cria um cenário de impunidade, ao eliminar consequências jurídicas para atos praticados sob a justificativa de anuência estatal, fragilizando a responsabilização por danos ambientais.

A lei questionada também prevê a extinção do objeto de ações civis públicas já ajuizadas, independentemente da fase processual, incluindo ações já transitadas em julgado, gerando preocupação quanto à violação do princípio da coisa julgada e à usurpação da competência do Poder Judiciário e atuação constitucional do Ministério Público na proteção ambiental, instaurando um cenário de insegurança jurídica.

Outro ponto destacado pelo Ministério Público é que a nova lei, ao autorizar a regularização das ocupações dentro da reserva, não estabelece critérios claros ou mecanismos para a recuperação das áreas já degradadas. “A norma ignora a necessidade de restaurar o meio ambiente local, não especificando como ou quando serão implementadas ações para recompor a vegetação nativa ou compensar os danos ambientais causados nas últimas décadas”, afirma o Ministério Público.

Além do prejuízo à proteção ambiental, a lei pode agravar conflitos entre ocupantes tradicionais da RESEX — como comunidades extrativistas que sobrevivem da coleta de produtos da floresta — e os novos ocupantes regularizados. “Ao criar um programa amplo de regularização, sem ouvir e priorizar os direitos das populações tradicionais, a medida tende a ampliar tensões e ameaçar os modos de vida sustentáveis dessas comunidades, que já enfrentam pressão e redução de território”, observa o Ministério Público.

O MP ressalta ainda que a ausência de diretrizes para resolver disputas de uso da terra, somada à fragilização dos instrumentos de fiscalização e punição, cria cenário de insegurança jurídica, capaz de estimular novas invasões e de dificultar a convivência pacífica na unidade de conservação.

Histórico de lutas pela preservação
A RESEX Jaci-Paraná, criada em 1996, é constantemente alvo de disputas judiciais e tentativas de flexibilização de sua proteção ambiental. O Estado de Rondônia já havia tentado, em 2021, reduzir de forma drástica a área da reserva por meio de outra lei, mas a iniciativa foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Estado. O entendimento foi confirmado pelo Supremo Tribunal Federal em 2023.

Dados de monitoramento ambiental citados pelo MP apontam que, entre 2012 e 2022, a extensão de áreas ocupadas por atividades agropecuárias na reserva aumentou 239%, enquanto a área de floresta foi reduzida em mais de dois terços.

Urgência na proteção
Ao pedir medida cautelar para suspender a lei, o Ministério Público argumenta que a norma pode estimular novas invasões, além de ampliar o desmatamento e enfraquecer ainda mais a função da reserva extrativista, essencial para comunidades tradicionais e a preservação do bioma amazônico em Rondônia.

Tramitação da Ação
O pedido de medida cautelar foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de Rondônia, que irá decidir, inicialmente, sobre a suspensão imediata da lei. Em seguida, o mérito da ação será julgado, com possibilidade de declaração definitiva de inconstitucionalidade da norma.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Rondônia está entre os estados com mais mortes no trânsito envolvendo motocicletas, aponta Atlas da Violência

O estado de Rondônia figura entre os seis estados com as maiores taxas de mortes por acidentes com motocicletas no Brasil, de acordo com dados do Atlas da Violência 2025, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Com uma taxa de 12,6 mortes por 100 mil habitantes, Rondônia ocupa a quarta colocação no ranking nacional, atrás apenas de Piauí (21), Tocantins (16,9) e Mato Grosso (14,7).

Os dados revelam um cenário preocupante: as mortes em acidentes com motocicletas cresceram 12,5% em 2023 em comparação a 2022, passando de 5,6 para 6,3 mortes por 100 mil habitantes. É a primeira vez que o estudo, um dos mais abrangentes do país sobre violência, inclui uma análise específica sobre a violência no trânsito.

No geral, a taxa de mortes no trânsito também aumentou no país, chegando a 16,2 óbitos por 100 mil habitantes — um crescimento de 2,5% em relação ao ano anterior. O estudo aponta que em 2023 foram registrados 34,9 mil acidentes fatais nas vias brasileiras, sendo que 13,5 mil envolveram motocicletas. Isso representa 38,6% de todos os acidentes com morte, um índice que, em estados como o Piauí, chega a quase 70%.

Crescimento da frota e informalidade agravam cenário
Segundo o pesquisador Carlos Henrique Carvalho, do Ipea, o aumento expressivo no número de mortes envolvendo motociclistas está diretamente relacionado ao crescimento da frota desses veículos, especialmente em regiões mais pobres do país, como o Norte e o Nordeste. “É um veículo mais barato, com custo operacional reduzido, e tem sido a solução de mobilidade para milhões de brasileiros”, avalia.

O pesquisador também aponta riscos relacionados ao uso das motocicletas no transporte de passageiros — um serviço que cresce de forma desregulamentada em muitos municípios. “O veículo não oferece nenhuma proteção ao usuário. Quando ocorre um sinistro ou queda, a chance de lesão grave ou óbito é muito alta”, alerta.

Taxas de mortes com motos – maiores do Brasil:
Piauí: 21

Tocantins: 16,9

Mato Grosso: 14,7

Rondônia: 12,6

Maranhão: 11,2

Sergipe: 11,2

E os menores índices:
Amapá: 2,3

Rio de Janeiro: 2,4

Distrito Federal: 2,4

Acre: 3,7

Rio Grande do Sul: 3,7

São Paulo: 3,6

Debate sobre regulamentação
Os dados reforçam a urgência de discutir políticas públicas para segurança viária e regulamentação do transporte por motocicleta. Em grandes cidades, como São Paulo, a legalidade do serviço é motivo de disputa judicial, e especialistas alertam para os riscos à vida dos usuários.

O Atlas da Violência utiliza dados oficiais do IBGE, do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ambos do Ministério da Saúde.

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Rondoniagora

Suspeito de estuprar jovem na zona rural de Espigão d’Oeste é preso pela polícia

Um homem suspeito de estupro foi preso nesta segunda-feira (12) em Espigão d’Oeste (RO). Segundo a Polícia Civil, ele já era investigado por um crime cometido em abril deste ano e também responde por outro caso semelhante no município. A corporação o considera de “alto grau de periculosidade”.

De acordo com a investigação, uma jovem procurou a delegacia no dia 15 de abril e relatou que foi abusada durante a madrugada. Ela contou que seguia a pé pela Linha 48, na zona rural da cidade, quando foi abordada por um homem em uma moto preta, armado, que cometeu o estupro.

A vítima, em estado de choque, descreveu o agressor como um homem de estatura alta. As informações ajudaram os investigadores a identificar o suspeito e solicitar a prisão preventiva.

Ele foi localizado e preso em casa. No imóvel, a polícia encontrou a moto usada no crime, apreendeu o celular do suspeito e coletou material biológico para exames de DNA, que devem ser cruzados com as evidências do caso.

Por g1 RO

Rondônia se prepara para enfrentamento da estiagem de 2025

Rondônia está se aproximando do período de estiagem, o chamado “verão amazônico’’, que se estende de junho a novembro, onde as chuvas são escassas e as condições mais favoráveis para propagação do fogo. Estação que no ano passado, intensificada pelas mudanças climáticas globais, castigou o estado e boa parte do Brasil com queimadas e incêndios florestais. E para fazer o enfrentamento em 2025, o governo de Rondônia realiza ações preventivas e se prepara para um combate mais robusto e efetivo às adversidades climáticas.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, explica que o plano foi traçado para defender a população e o meio ambiente diante dos desafios ambientais. ‘‘Rondônia tem um Comitê Permanente de Gestão para Adaptação e Enfrentamento às Mudanças Climáticas, criado em outubro de 2024, um marco na governança ambiental estadual, onde há o aperfeiçoamento constante das práticas ambientais. Além disso, de forma antecipada, ainda em outubro, e de forma mais eficaz o estado deu início ao planejamento da Operação Verde Rondônia 2025, com ações preventivas e combativas’’, pontuou.

PREVENÇÃO E COMBATE

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) e coordenador estadual da Defesa Civil, coronel BM Nivaldo de Azevedo Ferreira, explica que é por meio da Operação Verde Rondônia 2025, que ideias debatidas no Comitê são transformadas em ações estratégicas. ‘‘Estamos trabalhando efetivamente e de forma integrada para ajudar o estado a enfrentar de forma ágil e eficiente os desafios ambientais da estiagem este ano’’.

A operação teve o seu planejamento iniciado em outubro de 2024, e é coordenada pelo Corpo de Bombeiros de Rondônia (CBMRO) e Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil de Rondônia (CEPDEC). A primeira fase da Operação Verde Rondônia, com foco na prevenção, teve início ainda em março e deve se estender até o final deste mês. A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam) está desenvolvendo campanhas educativas, treinamentos especializados, monitoramento de áreas de risco e fortalecimento de medidas preventivas junto às comunidades mais vulneráveis.

Um destaque desta etapa é o trabalho realizado pela Coordenadoria de Geociências da Sedam que desempenha papel fundamental no planejamento das operações de fiscalização, monitoramento e conservação do território rondoniense. Por meio da Sala de Situação, usando uma das ferramentas criadas para este fim, como o Sistema PROTEGE-SEDAM, o estado conta com um monitoramento geoespacial contínuo, que permite a vigilância em tempo quase real sobre áreas críticas e suscetíveis a queimadas, desmatamentos e outros danos ambientais.

Ainda visando a prevenção, equipes especializadas de bombeiros estão sendo deslocadas e distribuídas em 15 Bases Descentralizadas de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (BDCIF). As atividades preventivas operacionais desenvolvidas desde março até sexta-feira (9) resultaram em 6.579 ações preventivas com alcance de 46.595 pessoas em diversos municípios.

Ao mesmo tempo, capacitações são realizadas para preparar a equipe combativa. Entre as ações estratégicas destaca-se:

  • Estágio de Geoprocessamento Aplicado aos Incêndios Florestais – EGEO para o monitoramento e gestão de incêndios, essencial para analisar áreas afetadas e planejar ações de combate, resultando em 45 formandos, entre militares e civis;
  • Curso Básico de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais – Formação de Brigadistas Civis Municipais, resultando na formação de 929 brigadistas civis em 51 municípios do Estado de Rondônia;
  • Estágio Básico de Defesa Civil – EBADEC 2025 disponibilizada para os 52 municípios do Estado de Rondônia;
  • Curso de Prevenção e Combate na Floresta Amazônica, que teve início no dia 2 de maio e se estende até 2 de junho, com a capacitação de 49 bombeiros militares de Rondônia.

Ainda faz parte do Plano de Operações para a Temporada de Incêndios Florestais – POTIF 2025, com ações que serão executadas por meio da Operação Verde Rondônia, a mobilização para articular ações coordenadas de prevenção, preparação, resposta e responsabilização, com a participação integrada de diversas instituições e organizações.

Fonte: Secom

Criminosos invadem bar e furtam várias caixas de cerveja

Um bar foi alvo de criminosos na madrugada deste domingo (11). O crime aconteceu no cruzamento da avenida Padre Adolpho Rohl com a rua Beira Rio, no Setor 03 de Jaru.

De acordo com informações apuradas pela equipe do Jornal Eletrônico Portal de Rondônia, os criminosos arrombaram uma parede de madeira do estabelecimento e levaram várias caixas de cerveja, incluindo Skol, Brahma e Heineken.

A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar no local, confirmou o furto. Uma perícia foi realizada e os policiais verificaram que uma câmera de segurança próxima pode ter registrado a ação.

O caso foi registrado e agora será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Portal de Rondônia

Mulher foragida da justiça é presa durante ação da Polícia Militar

A Polícia Militar, por meio de uma equipe do PATAMO, realizou a detenção de uma mulher com mandado de prisão em aberto durante o atendimento de uma ocorrência no município de Ji-Paraná.

A guarnição foi acionada após receber informações sobre a possível presença de uma pessoa foragida da Justiça. Ao chegar ao local, os policiais visualizaram e abordaram a suspeita. Inicialmente, ela apresentou documentos com identidade divergente. No entanto, por já ser conhecida das autoridades por envolvimento em práticas ilícitas, acabou confirmando sua verdadeira identificação.

Após consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), foi constatada a existência de um mandado de prisão expedido pela autoridade judiciária competente.

Diante da confirmação, a suspeita recebeu voz de prisão e foi cientificada de seus direitos constitucionais. Em seguida, foi conduzida à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para registro da ocorrência e, posteriormente, encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para realização do exame de corpo de delito. Após os procedimentos legais, foi apresentada no sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Militar reafirma seu compromisso com a segurança da população e com a retirada de foragidos do convívio social, atuando com responsabilidade e legalidade em todas as suas ações.

Fonte: Assessoria da Polícia Militar

Duas pessoas morrem em grave acidente na BR-319, após ponte do Rio Madeira

Um trágico acidente de trânsito ocorrido na madrugada desta terça-feira (13) tirou a vida de duas pessoas na BR-319, próximo ao km 50, logo após a ponte sobre o Rio Madeira, em Porto Velho (RO). As vítimas fatais ainda não foram oficialmente identificadas.

De acordo com as primeiras informações, uma caminhonete Ford Ranger seguia pela rodovia quando, por razões ainda apuradas, o motorista perdeu o controle da direção. O veículo saiu da pista e capotou diversas vezes.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e, ao chegarem ao local, constataram os óbitos de duas pessoas. Uma terceira vítima foi socorrida em estado gravíssimo e levada com urgência ao Hospital João Paulo II, na capital rondoniense.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve presente para isolar a área, registrar a ocorrência e dar início à investigação das possíveis causas do acidente.

Com informações do Portal de Rondônia

Fonte: Jornal Rondônia