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2 maio 2026
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Casal é preso com 167 kg de supermaconha em Rondônia

Ao tentar contornar o posto policial por uma estrada pouco utilizada, um casal acabou interceptado com 167,8 kg de skunk durante ação da Polícia Rodoviária Federal na última terça-feira (24), na BR-174, em Vilhena.

A equipe identificou que o veículo seguia por uma rota alternativa conhecida por desviar do ponto de fiscalização e por apresentar condições difíceis de tráfego, principalmente no período de chuvas.

Na abordagem, os ocupantes apresentaram comportamento suspeito e não souberam responder a perguntas básicas feitas pelos policiais.

Na fiscalização detalhada, os agentes encontraram diversos tabletes da droga escondidos em malas no compartimento superior do automóvel.

O casal foi preso e encaminhado, junto com o veículo e o entorpecente, à Delegacia da Polícia Federal em Vilhena.

Justiça italiana autoriza extradição de Carla Zambelli

A Justiça italiana decidiu autorizar a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli, presa no país desde julho de 2025. A Corte de Apelação determinou que a extradição fosse concedida, mas a decisão não é definitiva.

A defesa de Zambelli já anunciou que irá recorrer à Corte de Cassação, última instância judicial italiana. O governo do país, após essa fase, será responsável por autorizar ou não a extradição, sem prazo estabelecido para uma resposta definitiva.

A notificação já foi enviada a autoridades do Brasil, incluindo o governo Lula, e ela deve ficar presa na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, também conhecida como Colmeia, ao voltar ao país.

A ex-deputada foi presa após ser considerada foragida pela justiça brasileira. O Ministério Público italiano já se posicionou favoravelmente à extradição em outubro, e a decisão da Corte de Apelação agora aguarda a análise final do governo italiano. O recurso da defesa pode prolongar ainda mais o processo judicial, com possibilidade de novos desdobramentos.

Zambelli foi condenada no Brasil em dois processos no Supremo Tribunal Federal (STF), ambos com trânsito em julgado, o que significa que não há mais possibilidade de recorrer das sentenças.

A ex-parlamentar foi condenada a 10 anos de prisão por contratar o hacker Walter Delgatti Neto para inserir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes no sistema judicial e a 5 anos e 3 meses por sacar uma arma e perseguir um homem em São Paulo, em 2022.

Em dezembro de 2025, após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados votar pela cassação de Zambelli, o plenário da Casa decidiu manter seu mandato. No entanto, o STF anulou a sessão da Câmara e determinou a perda do mandato da ex-deputada. Três dias depois, ela entregou sua carta de renúncia. (DCM)

Efeito prisão domiciliar: Bolsonaro melhora e receberá alta na sexta

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve receber alta hospitalar já na sexta-feira (27) após apresentar melhora significativa no quadro clínico, segundo informou a equipe médica. A expectativa é que, após deixar o hospital, o ex-presidente passe a cumprir prisão domiciliar em sua residência, em Brasília, conforme autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o cardiologista Brasil Caiado, responsável pelo acompanhamento, a evolução recente foi determinante para a decisão. “Nesta semana, de segunda-feira para cá, ele [Bolsonaro] apresentou uma boa evolução. Estamos com a programação do antibiótico até amanhã [quinta-feira]”, disse na última quarta-feira (25) ao Valor Econômico. O médico destacou que exames realizados nos últimos dias trouxeram segurança à equipe.

Entre os procedimentos, um raio-x feito na terça-feira (24) indicou avanço na recuperação pulmonar. “Há uma melhora significativa do lado direito, praticamente o pulmão está normal”, afirmou Caiado. Ainda segundo ele, o golpista mantém uma lesão residual no pulmão esquerdo, considerada esperada diante da gravidade do quadro inicial.

O ex-presidente foi internado em 13 de março com diagnóstico de pneumonia decorrente de broncoaspiração e chegou a permanecer dez dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Com a evolução clínica, a equipe médica agora se prepara para a continuidade do tratamento fora do ambiente hospitalar.

“Agora, o foco será a fisioterapia intensiva. Já alinhamos com o fisioterapeuta para que, após a alta, todo o tratamento seja feito em casa, de forma disciplinada, com rotina e prescrição precisa. Também haverá acompanhamento de nutricionistas, e toda a equipe já está organizada para essa transição”, completou Caiado.

Jair Bolsonaro durante prisão domiciliar. Foto: Sebastião Moreira/EFE

A alta hospitalar marca também o início do cumprimento da prisão domiciliar autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida terá duração inicial de 90 dias, contados a partir da saída do hospital, e prevê o uso de tornozeleira eletrônica. Ao final do período, a situação será reavaliada, podendo incluir nova perícia médica.

Bolsonaro deverá permanecer em sua residência no Jardim Botânico, em Brasília, durante o período. Segundo a decisão judicial, a domiciliar tem caráter humanitário, considerando o estado de saúde do ex-presidente.

Além do tratamento pulmonar, a equipe médica avalia a possibilidade de uma cirurgia futura no ombro direito. De acordo com Caiado, Bolsonaro já vinha relatando dores na região há algum tempo, e o procedimento poderá ser analisado após a recuperação completa do quadro atual. (DCM)

Apreensão gigante de supermaconha em Vilhena

Uma ação da Polícia Rodoviária Federal resultou na prisão em flagrante de um homem de aproximadamente 35 anos por tráfico de drogas, na terça-feira, 24, na BR-174, em Vilhena.

De acordo com as informações, os agentes realizavam fiscalização de rotina quando abordaram um veículo. Durante a inspeção, foram encontrados cerca de 167,8 quilos de skunk, uma variação mais potente da maconha, escondidos no automóvel.

Diante do flagrante, o motorista foi imediatamente preso e conduzido à Polícia Federal para os procedimentos legais. Na delegacia, foi lavrado o auto de prisão em flagrante e o suspeito acabou sendo indiciado pelo delegado de plantão.

Na sequência, o homem foi levado por uma viatura da Polícia Federal até a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), onde passou por exame de corpo de delito. Posteriormente, ele foi encaminhado à Casa de Detenção, onde permanece à disposição da Justiça.

A droga apreendida foi recolhida e será utilizada como prova no processo. A PRF segue intensificando as fiscalizações nas rodovias da região no combate ao tráfico de entorpecentes.

Deputada reforça combate ao feminicídio em RO

Neste 25 de março, Rondônia lembra o Dia Estadual pelo Fim do Feminicídio, instituído por lei de autoria da deputada estadual Cláudia de Jesus (PT). A data foi criada para fortalecer a conscientização da sociedade, ampliar o debate sobre a violência contra as mulheres e incentivar ações de prevenção e proteção em todo o estado.

A legislação também estabelece o girassol como símbolo do enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio. Além disso, prevê que, durante o mês de março, especialmente na semana que inclui o dia 25, sejam realizadas campanhas de conscientização, divulgação de boas práticas, orientação às mulheres em situação de violência e incentivo à formulação de políticas públicas.

Autora da proposta, a deputada Cláudia de Jesus destacou a importância de manter o tema em evidência. “O 25 de março é uma data de reflexão, mobilização e compromisso com a vida das mulheres. Nosso objetivo é fortalecer a conscientização, cobrar políticas públicas e reafirmar que o enfrentamento ao feminicídio precisa ser permanente em Rondônia”, afirmou a parlamentar.

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Denúncias não evitam 3 em 10 feminicídios no Brasil

(Folhapress) – Dados inéditos do Ministério da Justiça mostram que 30% das mulheres vítimas de feminicídio no país em 2025 já tinham registrado denúncia contra a pessoa que viria a ser o autor do assassinato.

No ano passado, o Brasil bateu recorde desse tipo de crime, com 1.561 casos registrados, com uma média de quatro vítimas por dia. O total supera os 1.501 registros de 2024 e é o maior da série histórica em dez anos.

Das 481 (30,8% do total) mulheres que registraram boletim de ocorrência contra o autor, 20% foram mortas em até 24 meses após o primeiro registro. Os dados não mostram quantas tiveram medidas protetivas solicitadas e disponibilizadas.

Em uma das situações analisadas, uma mulher de 32 anos, parda, foi vítima de feminicídio em abril, após um histórico prolongado de violência. Ao longo de quase seis anos, ela registrou 19 boletins de ocorrência, que resultaram em 15 registros formais de violência doméstica.

A escalada de agressões começou em 2019, com episódios de lesão corporal, e se intensificou ao longo de 2020, com sucessivas ocorrências de violência doméstica e agressões físicas. Nos anos seguintes, o padrão de violência persistiu, incluindo ameaças em 2021 e, em 2022, registros de estupro.

Número preocupa, das 481 (30,8% do total) mulheres que registraram boletim de ocorrência contra o autor, 20% foram mortas em até 24 meses após o primeiro registro (Foto: Geisa Marques / Brasil de Fato)

Apesar da repetição das denúncias e da gravidade crescente dos crimes, a vítima foi assassinada em 2025, em via pública, por meio de agressão física.

Os dados serão lançados nesta quarta-feira (24) com a inauguração do Centro Integrado Mulher Segura, uma estrutura nacional destinada a integrar e acompanhar a rede de atendimento às mulheres vítimas de violência no país.

A unidade funcionará no CICCN (Centro Integrado de Comando e Controle Nacional), em Brasília, e será conectada a centros estaduais para coletar, padronizar e analisar dados sobre feminicídio no país.

É considerado feminicídio o assassinato de uma mulher praticado por razões do sexo feminino, quando, por exemplo, envolver violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, disse que o feminicídio frequentemente é o desfecho de uma sequência de violências anteriores. A existência de denúncias prévias, somada à repetição dos registros, sugere desafios na interrupção desse ciclo e na efetividade das medidas de proteção às vítimas.

O centro, segundo o secretário, integra o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, que tem como objetivo fortalecer a rede de proteção às vítimas.

Segundo ele, a proposta é assegurar que a vítima seja efetivamente protegida pelo sistema de justiça e pelos demais serviços envolvidos no atendimento, que envolvem também a área da saúde, assistência e educação.

“Um dos principais desafios é garantir que a mulher que procura ajuda seja, de fato, assistida. Esses dados vão permitir compreender a trajetória da vítima e o comportamento do agressor, para que possamos acompanhar os casos desde o primeiro atendimento até a atuação da rede de proteção”, disse.

Juliana Brandão, pesquisadora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, avalia que os dados indicam que a denúncia não é garantia de proteção à vida. Atualmente, mesmo quando a mulher aciona um órgão público, isso não significa que estará segura.

“Esses dados mostram que, no período entre a formalização da denúncia e o desfecho letal, nada foi capaz de interromper o ciclo de violência. A rede de proteção, que deveria ter sido mobilizada a partir desse registro, se é que chegou a ser acionada, não deu conta. Em alguns casos, ela sequer foi acionada”, afirma.

Para ela, o fato de cerca de 30% das vítimas terem registrado ocorrência também revela o outro lado do problema: a subnotificação. “Se 30% registraram, isso significa que 70% não registraram”, disse.

A pesquisadora defende que o enfrentamento não pode se limitar ao estímulo à denúncia formal. “Mais do que incentivar o registro, é preciso garantir que os órgãos de proteção, que vão além da segurança pública, estejam conectados e atuem de forma integrada em defesa da vida. Isso envolve acolhimento na saúde, acesso à moradia, emprego e renda”, avalia.

Ela também chama atenção para casos extremos de reiteradas tentativas de busca por ajuda.
“Quando uma mulher registra 18 boletins de ocorrência, isso mostra que ela não desistiu de pedir ajuda. Ela insistiu. E isso revela que precisava ser ouvida. É inevitável questionar que política é essa que o Estado oferece quando uma mulher precisa bater na mesma porta 18 vezes”, disse.

“Não é aceitável que, para ser ouvida e ter sua palavra credibilizada, uma mulher precise recorrer tantas vezes ao mesmo Estado, utilizando o mesmo instrumento, até que sua denúncia produza alguma consequência”, conclui.

Outros dados

Os dados mostram ainda o perfil das vítimas de feminicídio em 2025. Mulheres pardas são a maioria entre as vítimas, com 697 (44,6%) dos casos, seguidas por brancas 452 (29%).

Em termos etários, o grupo mais atingido está entre 25 e 34 anos com 463 (30%), seguido por mulheres de 35 a 44 anos com 398 (25,8%).

A residência aparece como o principal local dos feminicídios, concentrando 443 (28,4%) dos casos. A via pública responde por 178 (11,5%).

Entre os meios utilizados, predominam armas brancas, responsáveis por 400 (26,6%) das mortes, enquanto armas de fogo aparecem em 160 (10,6%) dos casos.

Os dados indicam que o agressor, na maior parte das vezes, mantém ou manteve vínculo íntimo com a vítima. Em 418 (26,9%) dos casos, o autor era companheiro, e em 70 (4,5%), ex-companheiro.

O domingo é o dia com maior número de ocorrências, concentrando 303 (19,4%) dos feminicídios.

Dezembro aparece como o mês mais crítico, com 157 (10,1%) dos casos.

O Ministério da Justiça também tem tomado outras iniciativas em relação ao tema. A pasta irá lançar um projeto-piloto em três estados que conecta a tornozeleira eletrônica de agressores de mulheres a um relógio digital utilizado pela vítima.

Batizada de Alerta Mulher Segura, a iniciativa propõe um sistema de monitoramento mútuo para aprimorar o cumprimento de medidas cautelares.

O projeto deve começar em abril, com a distribuição de 5.000 equipamentos nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí. O ministério também mantém diálogo com outras unidades da federação para ampliar a implementação da iniciativa.

Quinta-feira de chuvas intensas e trovoadas em RO

A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta quinta-feira (26), indica céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para todos os estados ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas no centro-oeste da região.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para todos os estados, que devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, Rondônia e centro-sul e oeste do Amazonas.

Durante a tarde, a região se mantém sob pancadas de chuva isoladas, acompanhadas de trovoadas no Acre, centro-norte de Rondônia, centro-oeste do Tocantins, centro-sul do Pará e centros-sul e oeste do Amazonas. Essas condições devem se manter até a noite.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-leste de Roraima, oeste do Amapá, centro-noroeste do Pará e nordeste do Amazonas —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Acre, Rondônia, oeste do Tocantins, sudeste do Pará e oeste do Amazonas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 98%.

Acusado de torturar e matar rondoniense é preso no MT

Um homem suspeito de envolvimento na morte de Poliana Santos Gonçalves, de 31 anos, foi preso na última segunda-feira (22), em Guariba, distrito de Colniza (MT). O crime aconteceu em Machadinho D’Oeste, onde a vítima foi encontrada dentro da própria residência com sinais de extrema violência.

De acordo com a Polícia Militar de Mato Grosso, o suspeito foi localizado enquanto fugia de outros criminosos. Ele acabou sendo abordado e detido pelas autoridades.

Segundo as investigações, a morte de Poliana pode ter sido premeditada, e uma das principais linhas de apuração aponta para feminicídio. A vítima foi encontrada com mãos e pernas amarradas, olhos vendados e diversas perfurações provocadas por objeto cortante.

Ainda conforme a polícia, o celular e a motocicleta de Poliana não estavam no local do crime. Durante as diligências, os agentes conseguiram localizar a motocicleta abandonada em Guatá, também distrito de Colniza, em uma área conhecida como Três Fronteiras, que faz divisa com Rondônia e Amazonas.

Nas proximidades, um veículo totalmente incendiado também foi encontrado e pode ter ligação com o caso, o que ainda será apurado pelas autoridades.

O suspeito foi encaminhado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. O inquérito segue em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do crime e identificar se há outros envolvidos na morte da rondoniense.

Sintero realiza 1ª assembleia geral de 2026 em Vilhena

O Sintero, por meio da Regional Cone Sul, promove nesta sexta-feira, 27, a primeira assembleia geral de 2026. O encontro será realizado a partir das 9h, na sede do sindicato em Vilhena, reunindo professores e técnicos da educação para discutir pautas importantes da categoria. Não haverá reuniões em Colorado do Oeste e Cerejeiras. A assembleia ocorrerá de forma simultânea em todas as 11 regionais do Sintero em Rondônia, ampliando a participação dos trabalhadores da educação em todo o estado.

Entre os principais pontos que serão debatidos e encaminhados estão a implantação do Piso Nacional com reajuste de 5% para professores e o mesmo percentual para os técnicos, além da proposta de progressões geométricas para ambas as categorias.

A assembleia também deve tratar da ampliação do teto do auxílio deslocamento, da correção da diferença entre os níveis N1 e N2, e do descongelamento de direitos dos servidores da educação.

Outras pautas relevantes incluem a garantia do intervalo (recreio) dentro da jornada de trabalho dos professores, além de discussões sobre titulação e demais encaminhamentos administrativos.

O encontro será um momento para fortalecer a mobilização da categoria e alinhar estratégias em defesa da valorização dos profissionais da educação no Cone Sul de Rondônia.

Jovem é morta após pedir celular do namorado

A jovem Raiane Maria Santos, de 21 anos, que foi morta a facada pelo namorado durante uma discussão, pediu para ver o celular dele antes do crime, segundo a delegada Priscila de Souza. A briga foi ouvida por um amigo do casal, que morava com eles no condomínio, em Goiânia. A polícia acredita que o crime, que aconteceu na sexta-feira (20), tenha sido motivado por ciúmes.

André Lucas da Silva Ribeiro, de 28 anos, foi preso em flagrante suspeito do crime. Ele passou por audiência de custódia no sábado (21), na qual foi representada pela Defensoria Pública de Goiás, que informou que cumpriu o seu dever legal e constitucional, mas que não comentará o caso.Ele chegou a gravar um vídeo para a mãe confessando o crime.

Ainda de acordo com a delegada, o amigo, cuja identidade não foi divulgada pela polícia, contou que as discussões entre o casal eram recorrentes e que ele só percebeu que algo estava errado após ouvir o som de um objeto caindo no chão durante a briga.

G1