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20 maio 2026
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Deputado Zé Trovão quer lei para proibir camisa vermelha da seleção

deputado federal Zé Trovão (PL-SC) apresentou um projeto de lei, nesta terça-feira (29), que torna obrigatório o uso das cores oficiais da Bandeira Nacional (verde, amarelo, azul e branco), para todas as entidades públicas ou privadas que representem oficialmente o Brasil.

A ação do parlamentar ocorre após ser ventilada a possível troca do uniforme azul da Seleção Brasileira por um vermelho para a Copa do Mundo de 2026. Com isso, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), jogadores e comentaristas tem se posicionado contra a mudança.

De acordo com o PL, a exigência se aplica às seguintes categorias:

  • Delegações esportivas
  • Missões diplomáticas e consulares
  • Delegações científicas, tecnológicas ou culturais;
  • Entidades participantes de exposições internacionais ou eventos oficiais;
  • Organizações da sociedade civil que atuem mediante convênio, parceria ou contrato com a administração pública federal.

Em caso das normas não serem cumpridas, sansões serão aplicadas e elas poderão ir desde advertências até o impedimento de representar o país por até quatro anos.

Zé Trovão justifica que o projeto de lei  busca fortalecer a identidade nacional e reforçar o patriotismo.

“O presente projeto de lei  visa fortalecer a identidade nacional e promover o sentimento de pertencimento e orgulho entre os brasileiros, ao exigir que entidades públicas ou privadas, quando em representação oficial do país, utilizem as cores da Bandeira Nacional em suas vestimentas, materiais e comunicações institucionais”, diz trecho da justificação do projeto.

“Além de reforçar a coesão e o patriotismo, essa medida contribui para a valorização da imagem do Brasil no exterior. A presença constante das cores nacionais transmite uma mensagem clara de unidade, compromisso com os valores nacionais e respeito à nossa história.

Mudança na camisa

De acordo com o site especializado em camisas Footy Headlines, a Seleção Brasileira terá uma nova cor de camisa para participar da Copa do Mundo de 2026.

As cores não devem ser as mesmas da bandeira do Brasil, e a previsão é de que a camisa seja lançada em março do próximo ano.

Segundo o estatuto da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Seleção Brasileira só poderá usar uniformes com as cores existentes na bandeira da entidade, com exceção apenas para eventos comemorativos.

Ontem (28), alguns bolsonaristas, conhecidos por utilizarem as tradicionais camisas verde e amarela para demonstrar o nacionalismo, criticaram a possível mudança, visto que o vermelho é visto como um símbolo do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nas redes sociais, o senador e filho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que o uniforme “sempre foi um símbolo da nossa identidade nacional” e que a bandeira do país “não é vermelha, e nunca será”.

Já o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comentou sobre a possibilidade de mudança. No X, o parlamentar chegou a questionar se, com a camisa vermelha, “o juiz será nosso”

Rondônia: Marido mata mulher a facadas e, em seguida, tira a própria vida

Mídia Rondônia –  Identificada como Kedinna Ohara da Silveira foi encontrada morta na noite desta segunda-feira (28) em uma residência em Cujubim. O corpo apresentava diversas perfurações, incluindo um golpe grave no abdômen, que possivelmente foi a causa da morte. O caso está sendo investigado como feminicídio.

Segundo a Polícia Militar, o chamado foi feito após uma denúncia enviada via WhatsApp, indicando que uma mulher havia sido ferida durante uma suposta briga de casal. Ao chegarem ao local, os policiais e a equipe de resgate encontraram Kedinna já sem vida.

A vítima tinha sinais claros de luta e tentativa de defesa: havia cortes nos braços e na axila, além da perfuração fatal no abdômen. A perícia técnica foi acionada e realizou os procedimentos no local do crime.

O principal suspeito é Gil Santos, apontado como companheiro de Kedinna, foi encontrado morto com um corte no pescoço.

Presidente do Sintero participa da 2ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora em Brasília 

A presidente do Sintero, professora Dioneida Castoldi, participa nesta terça-feira (29), em Brasília, da 2ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, que reúne milhares de servidores públicos municipais, estaduais e federais de todo o país. O evento é promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, com o objetivo de cobrar do governo federal e do Congresso Nacional a valorização do funcionalismo público.

Com o tema “Valorização para quem faz o Estado”, a marcha levou às ruas da capital federal uma série de reivindicações urgentes da categoria. Entre os principais pontos defendidos pelos trabalhadores estão o fim do confisco das aposentadorias, a manutenção do Regime Jurídico Único (RJU) e a regulamentação da negociação coletiva no setor público, por meio da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Ao lado da presidente do Sintero, também participaram da mobilização o vice-presidente Manoel Rodrigues e os dirigentes históricos da entidade Claudir Mata e Nereu Klosinsk, que representaram Rondônia na luta nacional por justiça e dignidade aos servidores.

Durante o ato, a professora Dioneida destacou a importância da união das categorias diante dos ataques que o serviço público tem sofrido nos últimos anos. “Estamos aqui para reafirmar que os servidores são essenciais para o funcionamento do Estado brasileiro. A luta por valorização não é apenas uma pauta de classe, mas uma defesa do próprio serviço público de qualidade para toda a população”, afirmou.

Máfia da anestesia: investigação levanta suspeita de esquema nacional

O esquema de monopólio da anestesiologia revelado no Distrito Federal pode não ser um caso isolado. A investigação que resultou na Operação Toque de Midaz, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, aponta indícios de que práticas semelhantes podem ocorrer em outras regiões do país, o que sugere uma possível articulação nacional entre cooperativas estaduais.

Durante o andamento das apurações, surgiram relatos de que anestesistas de fora do Distrito Federal teriam sido pressionados a não atuar em hospitais locais. Em um dos episódios citados, um anestesista vindo do Espírito Santo para atender em Brasília teria sido advertido por representante de uma cooperativa daquele estado a se retirar, numa tentativa de manter o boicote imposto a um hospital que rompeu relações com o grupo dominante da capital.

O relato reforça a hipótese de que o controle do mercado de anestesia não seria exercido de forma isolada. Informações colhidas apontam que cooperativas semelhantes, existentes em outros estados, manteriam comunicação e articulação entre si para proteger suas áreas de atuação, impor tabelas de preços e retaliar profissionais que tentem atuar de forma independente.

As suspeitas se somam a referências feitas no início da investigação sobre práticas anticompetitivas já identificadas anteriormente pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que há mais de uma década investigou o mercado de anestesiologia por práticas de cartel e abuso de poder econômico.

No Distrito Federal, os elementos já reunidos indicam um modelo de dominação baseado na concentração de médicos em uma única cooperativa, no fechamento de hospitais para novos profissionais, na imposição de valores superiores aos parâmetros de mercado e na utilização de ameaças e constrangimento para manter o controle do setor.

As práticas incluem a formação de grupos exclusivos em hospitais, impedindo a entrada de novos anestesistas, bem como o uso de cotas milionárias para ascensão dentro da cooperativa e o boicote a instituições que busquem romper com o sistema vigente.

Essas ações teriam impacto direto no aumento dos custos para planos de saúde, hospitais e consumidores, além de restringir a qualidade e o acesso aos serviços médicos.

Operação Toque de Midaz

A ação cumpriu mandados de busca e apreensão e investiga os principais dirigentes da cooperativa sob suspeita de crimes como organização criminosa, formação de cartel, constrangimento ilegal e lavagem de dinheiro.

Metrópoles

Semente do mal: pastor de 15 anos é acusado de extorquir fiéis e curar câncer

Aos 15 anos, o pastor Miguel Oliveira ganhou notoriedade após afirmar ser capaz de curar o câncer, exigir dinheiro em troca de bênçãos e declarar ter nascido surdo e mudo, sem os tímpanos e sem as cordas vocais. Acusado nas redes sociais de extorquir fiéis com mentiras e falsas promessas, o jovem virou alvo de ataques e ameaças.

O adolescente nasceu em Carapicuíba, interior de São Paulo, onde está a sede da igreja Assembleia de Deus Avivamento Profético, na qual atua como pregador. Ele diz ter iniciado sua “missão” aos 3 anos, após ter sido supostamente curado da surdez e da mudez. Hoje, participa de diversos eventos religiosos pelo país e concede entrevistas a podcasts e emissoras de rádio e TV.

As afirmações de Miguel Oliveira sobre ter nascido surdo e mudo são questionadas pelos críticos do pregador. “Ele viralizou na internet dizendo que nasceu sem os tímpanos e as cordas vocais. Quando questionado sobre os laudos médicos, disse que os perdeu durante uma mudança porque morava de aluguel, sendo que bastaria pedir a segunda via no hospital ou falar com seu pediatra. Ele é novo, e todo o sistema de saúde já era informatizado há 15 anos”, apontou um internauta.

Em uma de suas pregações, registrada em vídeo, Miguel Oliveira diz ter curado uma mulher vítima de leucemia. “Eu rasgo o câncer, eu filtro o seu sangue e eu curo a leucemia”, bradou, enquanto rasgava os exames com o diagnóstico da doença diante da mulher em prantos.

“Pede exame de leucemia e rasga. Diz que está curando. Isso é crime. Isso é brabo demais. E tem gente que acredita nisso, larga o tratamento e morre”, comentou outro internauta.

Em outra fala que repercutiu, o pastor Miguel Oliveira disse que curou um paralítico em uma de suas primeiras pregações. “Ele jogou as muletas foras e saiu correndo pela igreja”, narrou.

Os críticos de Miguel Oliveira afirmam ainda que o pregador imita outros pastores famosos e não debate questões religiosas, limitando-se a mensagens motivacionais com “previsões” sobre a vida dos fiéis. Após as declarações e os ataques nas redes, o perfil do adolescente no Instagram chegou a ser retirado do ar pela plataforma, mas foi restabelecido em seguida.

Nas pregações, o adolescente diz se comunicar em línguas desconhecidas, mas foi flagrado incluindo palavras em inglês durante esses momentos, o que aumentou a desconfiança dos fiéis. A forma como Miguel Oliveira exige doações em dinheiro também chama a atenção. “Quero agora quatro pessoas aqui no altar para doar R$ 1 mil. A velocidade com que você vem é a velocidade com que o milagre [na sua vida] será realizado”, diz ele durante um culto

Fonte:Metrópoles

Mega-operação mira facções em Rondônia; Vilhena faz parte

A Polícia Civil de Rondônia deflagrou nesta terça-feira (29) a Operação Flashpoint, uma das maiores ofensivas já realizadas no estado contra o crime organizado. O objetivo principal é desarticular a estrutura de facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Tropa da Revolução (TDR), que atuam em diversas regiões.

A operação mobiliza cerca de 300 policiais civis, com apoio do Ministério da Justiça, da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e do Núcleo de Operações Aéreas (NOA). Ao todo, foram expedidas 103 medidas cautelares, sendo 59 mandados de prisão preventiva e 44 mandados de busca e apreensão, cumpridos simultaneamente em Porto Velho, Vilhena, Ariquemes, Cacoal, Nova Brasilândia, Guajará-Mirim, Cacaulândia e Cujubim, além de ações também nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a Polícia Civil, a ofensiva é uma resposta à escalada de violência registrada nos últimos meses em Rondônia, atribuída ao fortalecimento de organizações criminosas. A Operação Flashpoint foi planejada para atingir diretamente os principais líderes e operadores dessas facções, desestabilizando suas atividades no estado.

Em Porto Velho, os alvos prioritários estavam concentrados em condomínios populares como Morar Melhor, Santa Bárbara e Porto Madero, locais onde as investigações apontam a intensa atuação das facções.

Todas as unidades especializadas da Polícia Civil. (Rondoniagora)

 

 

Deputada bolsonarista denuncia marido por agressão: “Medo e vergonha”

A deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) revelou publicamente, nesta segunda-feira (28), que denunciou o próprio marido por agressão física e psicológica, além de ter solicitado medida protetiva contra ele. O relato foi feito em suas redes sociais, onde a parlamentar detalhou anos de sofrimento em um relacionamento marcado pela violência doméstica.

“Dizer isso em voz alta já é, por si só, um ato de coragem. Fui desvalorizada, desacreditada, diminuída como mulher, mãe e profissional”, escreveu Marussa. Segundo seu depoimento, a primeira agressão física ocorreu em 2023. “Tive medo, tive vergonha e optei por não contar nem para minha família”, confessou a deputada, que mantinha o silêncio sobre a situação.

Marussa relatou que os abusos psicológicos começaram após o nascimento da primeira filha do casal. “Tentava compreender, tentava reconectar, insistia no que já existia. Insisti mesmo quando ele passou a me ferir com palavras”, desabafou a bolsonarista.

A parlamentar contou que era constantemente desqualificada profissionalmente pelo marido, que a chamava de “incompetente” e utilizava palavrões para se referir a ela.

A situação teria se agravado durante sua segunda gravidez. “Os abusos se transformaram em pesadelos diários. Fui xingada, maltratada e humilhada, criando, infelizmente, uma rotina de sofrimento”, descreveu. O ápice ocorreu neste ano, quando sofreu a segunda agressão física. “Resolvi seguir com a minha vida para tentar voltar a ter paz, ele reagiu com ódio e me espancou pela segunda vez, agora com mais intensidade”, relatou.

 

Após o último episódio de violência, a deputada tomou a decisão de registrar ocorrência na delegacia e solicitar medida protetiva. “Tomei meu primeiro passo para romper de vez esse ciclo de violência. Não quero mais carregar essa dor calada”, afirmou.

Em seu relato, Marussa fez um emocionado apelo para outras mulheres em situação semelhante: “Não quero mais carregar essa dor calada. Não quero mais fingir que está tudo bem. Não aceito mais ser abusada, nem física, nem moral, nem psicologicamente. E se você, mulher, estiver lendo isso e vivendo algo parecido, saiba: você não está sozinha”.

A assessoria da deputada informou que ela está recebendo apoio psicológico e jurídico, mas não divulgou detalhes sobre o andamento do processo contra o marido.

Criminosos morrem em troca de tiros com a polícia em Vilhena

Nesta segunda-feira (28), uma operação policial em Vilhena terminou com a morte de dois criminosos, um deles identificado como José Elismar Moura, foragido do presídio Cone Sul. José Elismar foi condenado a 67 anos de prisão em 2018, no município de Colorado do Oeste, por envolvimento na chacina que vitimou cinco jovens em Cabixi no ano anterior.

Segundo a Polícia Militar, José Elismar morreu em confronto com as forças de segurança durante a mega-operação que mobiliza mais de 120 agentes em Vilhena e cidades da região. Ele era considerado altamente perigoso e estava foragido, sendo alvo prioritário das autoridades.

O crime brutal em Cabixi ocorreu durante uma festa em uma residência, onde quatro homens armados invadiram o local, mandaram os convidados se deitarem no chão e executaram cinco jovens com tiros na cabeça. Entre os presentes, apenas uma menina de 17 anos e um rapaz de 13 foram poupados. A chacina chocou toda a população do Cone Sul de Rondônia e mobilizou intensas operações de busca pelos responsáveis.

Além de José Elismar, outro homem morto na operação foi identificado como Vanderley Melo da Rosa. Ele chegou a ser levado ao Hospital Regional de Vilhena ainda com vida, conforme mostram vídeos compartilhados em grupos de WhatsApp, mas não resistiu aos ferimentos. Vanderley, que já tinha passagem pela polícia, foi preso em 2016 após participar de um assalto a uma empresa do ramo do agronegócio em Vilhena.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, a operação resultou na apreensão de:

01 fuzil calibre .30

01 pistola calibre 9mm

02 pistolas calibre .380

02 revólveres calibre .38

01 revólver calibre .22

01 espingarda calibre .36

01 espingarda calibre .22

Além das nove armas de fogo, também foram recolhidas 476 munições de diversos calibres, aproximadamente dois quilos de drogas (entre cocaína e maconha), dois coletes balísticos e R$ 77.069,00 em dinheiro e cheques.

A operação mobilizou mais de 120 agentes, envolvendo equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar de Vilhena, com reforço de unidades especializadas:

Delegacia Regional de Vilhena

Delegacia Regional de Rolim de Moura

Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR) – Porto Velho

Pelotões de Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) – Cacoal, Rolim de Moura e Jaru

Forças Táticas – Colorado do Oeste, Cerejeiras e Alta Floresta

Foram utilizados cães farejadores e um helicóptero do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

Operação Audere Capitis: megaoperação em Rondônia deixa dois mortos, apreende arsenal e prende 7

Acordou pra vida: Bolsonaro pode ter alta após visita da oficial de Justiça

Após ter um chilique com a visita da oficial de Justiça, enviada por Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Jair Bolsonaro (PL) já tem uma estimativa de quando deve deixar a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital DF Star e, talvez, até voltar para casa.

Neste domingo (27), o boletim médico afirma que o ex-presidente “apresentou sinais iniciais de movimentos intestinais espontâneos”, o que mostra que a cirurgia de reconstrução da parede do intestino foi bem sucedida.

Na prática, a equipe médica relata que o ex-presidente começou a evacuar diante do quadro de gastroparesia – retardo do esvaziamento do estômago. No entanto, é necessário aguardar que o intestino volte funcionar normalmente, a ponto de que o ex-presidente possa voltar a se alimentar via oral ou pela sonda gástrica.

Caso a reação intestinal prossiga, a equipe médica estima que em uma semana Bolsonaro pode deixar, ao menos a UTI, segundo interlocutores. Caso esteja se alimentando via oral, o ex-presidente pode até mesmo ir para casa.

(Vídeo) Deputado acusa Bolsonaro de montar quadrilha no INSS

 

O deputado federal André Janones (Avante-MG) publicou um vídeo nas redes sociais em defesa do presidente Lula (PT), usando uma estética parecida com a adotada pelo bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) no início do ano.

A publicação ocorreu após a Polícia Federal (PF) deflagrar uma megaoperação, na última quarta-feira (24), para investigar um esquema bilionário de fraudes no INSS.

No vídeo, gravado com fundo escuro e vestindo camiseta preta, Janones rebate críticas da oposição e tenta responsabilizar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelas irregularidades. O parlamentar acusa o ex-capitão de montar uma “quadrilha” dentro do instituto, em 2019.

A investigação da PF aponta que as fraudes começaram a se intensificar justamente em 2019, durante o governo Bolsonaro, e atingiram o maior volume financeiro em 2022, no auge da gestão bolsonarista. Apesar disso, o ex-presidente não é alvo direto da investigação.

“Quando Bolsonaro virou presidente, uma quadrilha começou a roubar o dinheiro dos aposentados. Já o Lula, quando se candidatou, prometeu que ninguém tocaria nesse dinheiro sagrado. E no primeiro dia de governo, ele aciona a Polícia Federal para investigar tudo”, afirmou Janones no vídeo.

O deputado ainda acusou Bolsonaro de ser o responsável pelos desvios. “Teve busca, teve apreensão, teve afastamento e vai ter prisão sim, doa a quem doer. Foi Bolsonaro quem roubou os aposentados e pensionistas. E quem tiver vergonha na cara, para de fingir o contrário, porque defender aposentados e pensionistas é uma questão de justiça”, disse.

A publicação de Janones responde à estratégia de parlamentares bolsonaristas que tentam associar Lula à operação. O vídeo já acumula quase 3 milhões de visualizações no Instagram.