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22 maio 2026
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Prefeita cancela carnaval e anuncia festival gospel no lugar

A cidade de Zé Doca, no Maranhão, viveu uma reviravolta em sua programação para o Carnaval de 2025. Tradicionalmente marcada pelos quatro dias de folia de Momo, a festa de carnaval foi cancelada pela prefeita bolsonarista Flavinha Cunha (PL), que anunciou, em suas redes sociais, a realização do “Primeiro Festival Gospel de toda a região”. A decisão, tomada em parceria com o deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PL), causou grande repercussão e dividiu a população, conforme reportado pelo portal Meio Norte.

Em um vídeo divulgado nas plataformas digitais da Prefeitura e da própria prefeita, Flavinha Cunha se apresenta ao lado de Maranhãozinho e anuncia a “grande” novidade para a cidade. ” Serão 4 dias de muito louvor e adoração a Deus”, declarou o deputado.

A prefeita também enfatizou a importância do evento, destacando que ele visa “agradar a população”. “Se prepare para nosso primeiro Adora Zé Doca”, completou Flavinha, referindo-se ao festival gospel que ocorrerá nos dias 1º a 4 de março.

A postagem gerou quase 600 comentários e muitos manifestaram críticas contundentes, principalmente por questionarem a substituição do tradicional carnaval, uma celebração popular, por um evento religioso patrocinado pelo poder público. Dois dias após o anúncio do cancelamento do carnaval, a Prefeitura de Zé Doca publicou outro vídeo, informando que serão realizadas prévias carnavalescas nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, no formato de um “carnaval fora de época”.

Governo vai liberar crédito consignado a trabalhadores com carteira assinada

O governo federal vai apresentar uma proposta legislativa para expandir a oferta de crédito consignado aos cerca de 42 milhões de trabalhadores com carteira assinada (CLT) que atuam no setor privado e têm dificuldade de acesso a este serviço financeiro. A ideia é criar uma plataforma que permita aos bancos e instituições financeiras acessarem diretamente o perfil de crédito do celetista por meio do eSocial, o sistema eletrônico obrigatório que unifica informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de empregadores e empregados de todo o país.

O crédito consignado é um empréstimo que tem as parcelas descontadas diretamente do salário ou benefício do devedor. É uma modalidade de crédito que oferece taxas de juros mais baixas e é uma das mais utilizadas no Brasil, especialmente por servidores públicos e aposentados e pensionistas do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS).

A legislação que trata do consignado já permite que trabalhadores com carteira assinada possam ter acesso a este tipo de empréstimo, descontado do salário, mas ele requer a assinatura de convênios entre empresas e bancos, o que, na prática, dificulta que pequenas e médias empresas, e muitas grandes empresas também, possam aderir ao modelo em larga escala.

“A empregada doméstica, o funcionário que atende uma família, ele tem lá o seu registro, o seu recolhimento, mas ele não tem acesso ao crédito consignado. Ou de uma pequena empresa, uma pequena loja, uma padaria, uma farmácia. Dificilmente um empregado do Simples [regime simplificado de enquadramento de empresas], um empregado de uma pequena empresa, terá acesso ao consignado, porque exige uma série de formalidades da empresa com os bancos”, explicou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao anunciar a proposta em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto.

Segundo o ministro, o produto vai provocar uma “pequena revolução” no crédito brasileiro. “Você vai consignar no eSocial, que é algo que toda empresa hoje tem que aderir para fazer o recolhimento do que deve ao trabalhador em termos de INSS, fundo de garantia [FGTS], imposto [de renda] retido na fonte e assim por diante. Então, o eSocial se transformou num veículo que permite o crédito consignado privado”, disse Haddad.

O assunto foi discutido durante uma reunião com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Haddad, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, além dos dirigentes de cinco dos maiores bancos públicos e privados do país: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú e Santander.

“Nós vamos ter uma capacidade de fazer com que os bancos não mais precisem fazer convênios com micro, pequenas, médias e grandes empresas. Esse hoje é o grande gargalo do crédito privado. São milhões de empregadores, riscos diferenciados, setores da economia diferenciados, e os bancos não conseguem mapear o risco de crédito dos trabalhadores. Tendo uma gestão centralizada pelo e-Social, conectando nos aplicativos bancários, os bancos vão poder ofertar taxas, vão poder ofertar linha de crédito e os trabalhadores vão conseguir acessar o novo consignado”, argumentou o presidente-executivo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney.

Para viabilizar a nova modalidade de crédito consignado, utilizando o eSocial, o governo deve editar uma Medida Provisória (MP) ainda em fevereiro, segundo o ministro do Trabalho e Emprego (MTE), embora um prazo exato não esteja definido. Não está descartado também o envio de um projeto de lei. “A decisão sobre o veículo legislativo será tomada pelo presidente Lula”, indicou.

Regras

As regras sobre limites do consignado para trabalhadores celetistas deverão permanecer, como o teto de 30% do salário comprometido com o empréstimo e a possibilidade de usar 10% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o total da multa recebida por demissão sem justa causa para o pagamento dos débitos, em caso de desligamento do emprego.

Segundo o presidente da Febraban, a massa salarial dos trabalhadores CLT do setor privado alcança cerca de R$ 113 bilhões, enquanto o volume de crédito consignado neste segmento é de apenas R$ 40 bilhões. Já a massa salarial de aposentados do INSS e servidores públicos, que gira em torno de R$ 120 bilhões, resulta em uma oferta de crédito consignado de R$ 600 bilhões.

“Nós estamos estimando que esses R$ 40 bilhões possam triplicar, o que significa dizer que essa carteira de crédito pode chegar a uns R$ 120 bilhões, R$ 130 bilhões, desde que nós tenhamos condições de acesso a essa plataforma [eSocial] e que os aplicativos dos bancos, os canais dos bancos, também possam ser veículos de oferta desse produto. Depende da norma que vier, da regulamentação e o quanto os bancos vão poder se integrar nessa plataforma”, apontou Isaac Sidney.

Vídeo: avião com 64 pessoas bate em helicóptero e cai nos EUA

Metrópoles -Um avião com 60 passageiros e quatro tripulantes caiu após colidir com um helicóptero, nesta quarta-feira (29/1), perto do Aeroporto Nacional Reagan, em Washington D.C., Estados Unidos. No helicóptero estavam três soldados, de acordo com autoridades locais.

Até o momento, 19 corpos foram resgatados, segundo informações não oficiais. Quatro pessoas teriam sido encontradas vivas, segundo a rede NBC. Ainda não se sabe o estado de saúde delas.

Também não se sabe a causa do acidente. Serviços de resgate locais confirmaram que a aeronave caiu no rio Potomac e que barcos de bombeiros estão no local.

Metrópoles

Alerta de chuvas e trovoadas nesta quinta em Rondônia

Nesta quinta-feira, 30, o fluxo de ventos úmidos originários da Amazônia está intensificando a instabilidade atmosférica em Rondônia, favorecendo a formação de nuvens carregadas e condições propícias para chuvas e trovoadas. De acordo com a previsão meteorológica, o céu deve variar de parcialmente nublado a nublado, com pancadas de chuva que ocorrerão principalmente durante a tarde e à noite.

Em Porto Velho, as temperaturas devem oscilar entre 23°C e 33°C, enquanto os ventos soprarão de forma fraca, com direção predominante do noroeste. A população deve ficar atenta às mudanças climáticas, especialmente durante os períodos de maior instabilidade.

Deputada cria Calendário da Mulher e fortalece luta contra a violência em Rondônia

Com o objetivo de ampliar a conscientização sobre os direitos, a saúde, e a segurança das mulheres, foi sancionada a Lei nº 5.972/2025, que cria o Calendário da Mulher no âmbito do Estado de Rondônia. De autoria da deputada estadual Cláudia de Jesus (PT), a nova legislação busca dar visibilidade às pautas femininas e fortalecer a luta contra a violência de gênero através de campanhas e eventos ao longo do ano.

A proposta determina que o governo estadual, por meio de suas secretarias, promova ações educativas em torno de datas importantes, como o Dia Internacional das Mulheres (8 de março) e o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio (25 de março), sem gerar custos adicionais.

“Este calendário é uma forma de mobilizar a sociedade em torno dos desafios enfrentados pelas mulheres e de reforçar a importância de políticas públicas que garantam sua dignidade e segurança”, explicou a deputada Cláudia de Jesus.

Entre as datas incluídas no calendário estão também o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher (10 de outubro) e o Dia Internacional das Meninas (11 de outubro), além de várias outras que reconhecem a importância da igualdade de gênero em diversas esferas da sociedade.

“A criação do Calendário da Mulher é um marco para Rondônia. Nosso estado precisa avançar na garantia de direitos e na prevenção à violência contra a mulher, e essa lei representa um passo importante nesse sentido”, destacou Cláudia de Jesus.

Suspeita de sobrepreço e superfaturamento: TCE-RO suspende contratos de locação de máquinas pelo DER

O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) determinou, por meio de decisão monocrática, a suspensão da execução e de novas contratações relacionadas à Ata de Registro de Preços n. 194/2024. O processo, vinculado ao Pregão Eletrônico n. 615/2023, trata da locação e operação de equipamentos e máquinas pesadas para atender às usinas de asfalto e unidades regionais do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO).

A medida, concedida pelo conselheiro relator José Euler Potyguara Pereira de Mello, foi tomada após apuração preliminar da Secretaria-Geral de Controle Externo do Tribunal, que identificou possíveis irregularidades no processo licitatório, incluindo sobrepreço, risco de superfaturamento e desvantagem financeira para a administração pública.

Principais achados da investigação

A investigação apontou que o contrato firmado com a empresa Millenium Locadora Ltda. totaliza um valor anual de R$ 277,6 milhões. Entre os principais problemas identificados no relatório técnico do TCE-RO, destacam-se:

Custo elevado da locação: A opção pela locação dos equipamentos em vez da aquisição poderia gerar um prejuízo estimado de R$ 225,2 milhões em um período de dez anos. A análise indicou que a locação se tornaria financeiramente desvantajosa já a partir do segundo ano de contrato.

Sobrepreço em relação ao mercado: A forma de agrupamento dos itens em lotes, em vez da divisão por itens individuais, teria resultado em um valor superior ao praticado no mercado, com estimativa de dano de R$ 35,9 milhões.

Referências inadequadas de preços: A não utilização dos valores do Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO) como parâmetro de preços resultaria em possível superfaturamento de até R$ 34,5 milhões.

Falta de concorrência efetiva: A ausência de ampla disputa no certame e a desclassificação de propostas de outras empresas por questões técnicas favoreceram um cenário de menor competitividade.

Medidas determinadas pelo TCE-RO

Com base nessas constatações, o Tribunal determinou:

Proibição da celebração de novos contratos vinculados à Ata de Registro de Preços n. 194/2024.
Suspensão da execução dos contratos já firmados com a empresa vencedora, impedindo a realização de novos pagamentos e serviços até nova decisão.

Possibilidade de continuidade dos contratos em casos excepcionais, caso o DER-RO comprove que a paralisação pode gerar danos irreversíveis ao interesse público.

A decisão fixa um prazo de cinco dias para que os responsáveis apresentem comprovação do cumprimento das medidas. Caso haja descumprimento, os gestores envolvidos podem ser penalizados com multa.

O procedimento continuará sendo analisado pelo TCE-RO para verificar a ocorrência de eventuais danos ao erário e responsabilização dos envolvidos.

 

Motorista é preso pela PRF com carga de quase 180 kg de drogas escondida em meio a peixes

A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia (PRF-RO), em ação conjunta com o Departamento de Narcóticos (Denarc), realizou na madrugada desta quarta-feira (29), em Ji-Paraná, uma grande apreensão de entorpecentes escondidos em meio a um carregamento de peixes.

A droga, que acompanhava o pescado, saiu de Porto Velho e tinha como destino a capital federal.

No total, 176 kg de substâncias ilícitas foram apreendidos, sendo 59 kg de cloridrato de cocaína e 117 kg de skunk.

O condutor, um homem de 28 anos, foi preso e o veículo, um caminhão câmara fria e as drogas foram apreendidas e encaminhados à Delegacia da Polícia Civil em Ji-Paraná.

Rondoniagora

Ladrão quase é linchado ao tentar furtar TV em Vilhena

Midia Rondônia – Na manhã desta quarta-feira, 29, um ladrão com várias passagens pela polícia foi flagrado tentando furtar um televisor de uma residência no bairro Assossete, em Vilhena. Ao ser surpreendido, ele tentou fugir pulando muros, mas acabou sendo capturado por populares.

O criminoso só não foi linchado porque uma viatura da Polícia Militar chegou a tempo de conter a situação. Segundo relatos, ele é suspeito de cometer esse mesmo tipo de crime em vários bairros da cidade.

Um áudio vazado em um grupo de WhatsApp gerou ainda mais tensão. Na gravação, uma mulher alerta que populares estariam dispostos a “cancelar o CPF” do acusado, expressão popular que sugere uma possível execução.

A PM encaminhou o suspeito para a delegacia, e o caso segue sendo investigado. Moradores pedem providências diante da reincidência do criminoso e da crescente onda de furtos na região.

Trump pode deportar cerca de 38 mil brasileiros

Quase 1,5 milhão de imigrantes estão sob ordem de deportação nos Estados Unidos, sendo 38 mil brasileiros, segundo dados do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE) referentes a novembro de 2024. Os números, obtidos pela Folha de S.Paulo, englobam estrangeiros que tiveram processos analisados pela Justiça estadunidense, mas que ainda permanecem no país.

O relatório do ICE destaca que nem todos os imigrantes com sentença de deportação são efetivamente removidos do território americano. Em muitos casos, eles buscam recursos legais, como pedidos de asilo ou proteção pela Convenção Contra a Tortura, tratado da ONU de 1984.

De acordo com o Pew Research Center, em 2022, cerca de 11 milhões de pessoas viviam de forma irregular nos EUA. Desse total, 230 mil eram brasileiros, um número expressivamente maior do que na década anterior. O Itamaraty estima que há aproximadamente 2 milhões de brasileiros no país, sem especificar o status migratório.

Apesar da grande presença de imigrantes brasileiros, as deportações seguem ocorrendo. Em 2023, 1.859 cidadãos do Brasil foram expulsos do país. Na última sexta-feira (24), um grupo de 88 deportados desembarcou em Manaus.

Imigrante nos EUA sendo preso pela polícia ICE. Foto: reprodução

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que muitos estavam algemados nos pés e nas mãos, o que contraria um acordo diplomático entre Washington e Brasília. Alguns relataram agressões e maus-tratos durante o voo.

O governo brasileiro busca revisar os termos do acordo de deportação, solicitando que os imigrantes retornem sem algemas e que os EUA apurem as denúncias de maus-tratos. O ICE, no entanto, aponta dificuldades para a remoção de imigrantes, citando a falta de cooperação de algumas nações. O Brasil, segundo o órgão, não está entre os países que dificultam as deportações.

Enquanto isso, a questão migratória ganha força no debate político americano. O presidente Donald Trump prometeu, durante sua campanha, implementar a maior deportação em massa da história dos EUA. Especialistas, porém, acreditam que essa medida pode enfrentar desafios operacionais e econômicos.

Entre 2017 e 2021, no primeiro mandato de Trump, cerca de 1,5 milhão de imigrantes foram deportados. Entretanto, segundo o American Immigration Council, remover todos os 13,3 milhões de imigrantes ilegais ou com status temporário revogável custaria aos EUA cerca de US$ 315 bilhões (R$ 1,8 trilhão).

Deputados usaram dinheiro público para bajular Trump

Os deputados bolsonaristas Bia Kicis (PL-DF), Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Rodrigo Valadares (União-SE) — utilizaram R$ 47.241,25 de recursos públicos para participar de um evento da campanha de Donald Trump nos EUA em novembro de 2024, revela uma reportagem do Diário do Centro do Mundo.

A matéria do DCM revela que as despesas, incluindo hospedagem em hotéis e spa, foram registradas como “missão oficial” na Câmara dos Deputados, sem agendas comprovadas.

Segundo uma reportagem da Gazeta do Povo, eles participaram do evento “Election Night Livestream Watch Party”, uma festa realizada na Flórida pela campanha de Trump para acompanhar os resultados eleitorais que deram vitória ao republicano.

Bia Kicis declarou que seu objetivo era “acompanhar as eleições norte-americanas”. Ela chegou a Miami no dia 4 de novembro, mas só teve compromissos oficiais a partir do dia 11. Foram sete dias na Flórida sem custos justificados.

Entre os eventos justificados estão a comemoração do Dia do Veterano, com a presença da Banda Oficial da Casa Branca, um encontro com o embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA) e com a embaixadora do Brasil em Washington, além de uma reunião com um apoiador do grupo parlamentar de amizade Brasil-Texas.

A justificativa final — uma reunião da Comissão Interamericana de Direitos Humanos — foi ignorada pela deputada, que alegou “comemoração do aniversário de sua mãe”. O custo total: R$ 19.789,23.

Os deputados Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Rodrigo Valadares (União-SE) utilizaram, respectivamente, R$ 9.202 e R$ 18.249 de recursos públicos em viagens aos EUA para o evento da campanha de Trump em novembro de 2024.

Bilynskyj passou cinco dias em um hotel da rede Marriott na Flórida, com voos e alimentação custeados pela Câmara, sem apresentar agendas oficiais.

Valadares ficou oito dias no Ette Luxury Hotel & Spa, em Orlando, também sem justificativas. Ambos omitiram o uso do dinheiro público ao divulgar a participação no evento.

Os documentos obtidos pelo DCM mostram que os parlamentares ocultaram o uso de dinheiro público ao divulgar a viagem nas redes sociais. Todos os valores foram reembolsados pela Casa Legislativa.