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19 junho 2026
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Rádio mais ouvida do Cone Sul elogia nova gestão da escola Álvares de Azevedo

A Rádio Plan FM (89.7), a emissora mais ouvida do Cone Sul de Rondônia, destacou em sua programação desta quinta-feira (20) o trabalho da nova gestão da Escola Estadual Álvares de Azevedo, em Vilhena. Durante o programa matinal, o âncora e renomado radialista Roberto Di Jorge elogiou a postura firme e exemplar da direção da escola ao lidar com um incidente ocorrido na última quarta-feira (19), quando alunos foram flagrados consumindo bebida alcoólica dentro da instituição.Conforme informações divulgadas pela emissora, a direção da escola agiu prontamente ao acionar a Polícia Militar e os responsáveis pelos alunos envolvidos. A atitude foi destacada como um modelo de gestão comprometida com a disciplina e o bem-estar da comunidade escolar.

 

“O que vimos aqui foi uma postura de responsabilidade. Não basta educar apenas em sala de aula, é necessário também zelar pela segurança e pela formação ética dos estudantes. A nova gestão da Álvares de Azevedo está de parabéns pela forma como conduziu a situação”, afirmou Roberto Di Jorge, em tom de reconhecimento à direção da escola.

O episódio ganhou grande repercussão na cidade e nas redes sociais, com a maioria dos comentários elogiando a transparência e a ação imediata da direção. Para muitos pais, a atitude reforça a confiança na gestão escolar e evidencia o compromisso com a manutenção de um ambiente seguro e educativo.

A Rádio Plan ressaltou que a gestão da Escola Álvares de Azevedo tem buscado implementar mudanças significativas desde que assumiu o comando, adotando medidas voltadas à melhoria da disciplina, ao incentivo ao aprendizado e ao fortalecimento do diálogo com os pais e a comunidade.

 

Nota de esclarecimento

Assinada pela gestora da escola, professora Marcela de Oliveira Maia, a direção emitiu uma nota de esclarecimento sobre o ocorrido.

 

 

Urgente: Jornal confirma morte de acusado de executar dentista em Vilhena

Mídia Rondônia – Na manhã desta quinta-feira (19), um jornal de Porto Velho divulgou a confirmação da morte de Maico Raimundo da Silva, principal acusado pelo assassinato do dentista Clei Bagattini, ocorrido no dia 12 de julho deste ano, dentro de seu consultório em Vilhena.

De acordo com o veículo de comunicação, Maico foi morto durante uma troca de tiros com a polícia do Mato Grosso, nas proximidades do distrito de Guatá. O suspeito era foragido do sistema penal e tinha uma longa ficha criminal. Desde o crime em Vilhena, ele vinha sendo alvo de uma grande operação policial que envolveu forças de segurança de Rondônia e Mato Grosso.

Logo após o homicídio, Maico iniciou uma fuga que mobilizou diversas equipes policiais. Em um dos episódios, ele trocou tiros com policiais no município de Jaru, onde um policial militar foi ferido. Mesmo assim, conseguiu escapar, levando a polícia a intensificar os esforços para capturá-lo.

Embora a notícia tenha sido publicada pelo jornal Rondôniaovivo, a Polícia Militar de Rondônia ainda não confirmou oficialmente a morte do suspeito. O caso segue sendo monitorado pelas autoridades, que devem divulgar mais informações nos próximos dias.

O assassinato de Clei Bagattini chocou a comunidade de Vilhena pela brutalidade e motivou discussões sobre a escalada da violência na região. A polícia acredita que Maico Raimundo teve participação ativa no crime, cuja motivação está sendo investigada.

A morte de Maico, caso confirmada, encerra uma busca que envolveu equipamentos modernos e policiais especializados, mas também deixa em aberto perguntas sobre a origem e os desdobramentos de seus atos criminosos.

acesse o línk da noticia ( https://rondoniaovivo.com/noticia/policia/2024/12/19/fim-da-linha-lazaro-de-rondonia-trocou-tiros-com-a-policia-e-acabou-morrendo.html

Mídia Rondônia

Violência Escolar:  Sintero cobra soluções em defesa dos trabalhadores em educação

Mídia Rondônia – Na última terça-feira (17), uma reunião virtual abordou o tema da violência na Escola Maria de Nazaré e em outras instituições de ensino, com a participação de representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero) e do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE/RO). Durante o encontro, a presidenta do Sintero, Dioneida Castoldi, destacou a crescente insegurança enfrentada pelos profissionais da educação e a necessidade urgente de ações para garantir um ambiente seguro para os trabalhadores e alunos.

Dioneida enfatizou a exposição constante dos profissionais em suas funções, destacando o impacto psicológico e físico da violência no ambiente escolar. Ela questionou o que o TCE/RO poderia fazer para colaborar com soluções concretas diante desse cenário preocupante.

Felipe de Paula, auditor de controle externo do TCE/RO, ressaltou que a violência escolar é um problema complexo e multifatorial. Ele sugeriu a realização de um levantamento detalhado para mapear as escolas mais vulneráveis, identificar os tipos de violência mais recorrentes e os bairros com maior incidência de casos.

Além disso, recomendou que o Sintero ampliasse o diálogo com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), lideranças comunitárias e assistentes sociais para criar estratégias eficazes.

O Sintero comprometeu-se a encaminhar documentos oficiais às autoridades responsáveis, visando obter respostas e alinhar demandas que poderão ser tratadas em colaboração com o TCE/RO. A presidenta Dioneida também sugeriu envolver a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO), com o objetivo de elaborar um documento que reúna medidas práticas para melhorar a segurança nas escolas.

Além de Dioneida e Felipe de Paula, o encontro contou com a presença de Judith Campos, responsável pela Secretaria de Assuntos Educacionais do Sintero, e Márcia Cristina, da Secretaria de Assuntos Jurídicos da entidade. Ambas contribuíram para o debate sobre a necessidade de articulação entre diferentes esferas do poder público e da sociedade civil.

PM que arremessou rapaz de ponte responderá por tentativa de homicídio

Agência Brasil – A Corregedoria da Polícia Militar indiciou por tentativa de homicídio o policial que arremessou um homem de uma ponte na zona sul da capital paulista, em 1º de dezembro, durante abordagem policial. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que o Inquérito Policial Militar (IMP) foi relatado ao Tribunal de Justiça Militar.

Outros seis policiais envolvidos na ocorrência vão responder por lesão corporal, peculato culposo e prevaricação. Eles permanecem afastados de suas funções, segundo a secretaria. O soldado que jogou o rapaz da ponte está preso no Presídio Militar Romão Gomes desde o dia 5.

“Durante as investigações, a Corregedoria da PM colheu o depoimento dos militares e individualizou a conduta de cada um. Em 4 de dezembro, a Corregedoria da PM representou pela prisão de um dos policiais que aparecia nas imagens arremessando o homem”, disse, em nota, a SSP. O pedido de prisão foi aceito pela Justiça Militar no dia seguinte.

O caso também é investigado em inquérito pela Polícia Civil, por meio da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) da 2ª Seccional. Os policiais respondem ainda na esfera administrativa, que apura a conduta dos envolvidos.

Histórico

A ação do soldado Luan Felipe Alves Pereira, no bairro Cidade Adhemar, foi flagrada em vídeo no qual se observa o policial segurando o homem pela camiseta, se aproximando da beirada e jogando o rapaz no rio.

Os policiais, na ocasião, disseram ter dado ordem para que duas pessoas, em uma motocicleta, parassem para averiguação. Como a dupla se recusou a parar, iniciou-se uma perseguição. Um rapaz foi detido e o outro, já dominado pelos policiais, foi jogado de cima da ponte por um policial. Segundo testemunhas, ele sobreviveu com ferimentos.

Todos os policiais envolvidos pertencem ao 24º Batalhão da PM, em Diadema, na região metropolitana de São Paulo. Eles usavam câmeras corporais, cujas imagens serão utilizadas nas averiguações sobre a ação.

PF faz operação contra assessores de deputados por suposto desvio de cota parlamentar

 A Polícia Federal (PF) realiza, nesta quinta-feira (19), uma operação que envolve buscas em endereços ligados a assessores dos deputados federais bolsonaristas Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). A investigação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Segundo o g1, os nomes dos alvos e os endereços das buscas não foram divulgados até o momento.

De acordo com informações da GloboNews, a operação busca elucidar suspeitas sobre o uso irregular de recursos da cota parlamentar, que teriam sido utilizados para pagamentos sem justificativa aparente. Os investigadores identificaram indícios da prática conhecida como “smurfing”, uma estratégia que envolve o fracionamento de transações financeiras irregulares em pequenos depósitos sucessivos para dificultar sua detecção pelos órgãos de fiscalização.

A reportagem aponta, ainda, que a PF também investiga uma possível conexão entre os assessores e uma empresa que já foi alvo de apurações por fraudes em licitações no estado do Amazonas. Essa relação pode ampliar o escopo da investigação e envolver novos elementos que comprometem a lisura na administração de recursos públicos.

Em nota, Escola Álvares de Azevedo reafirma seu compromisso com a qualidade de ensino

 

Nota de Esclarecimento

A Direção da Escola Estadual Álvares de Azevedo, em Vilhena, vem a público esclarecer sobre o ocorrido nesta quarta-feira, 18, nas dependências da instituição. Após serem informados de que alunos estavam consumindo bebida alcoólica no interior da escola, tomamos as medidas necessárias, acionando a Polícia Militar, além de pais e responsáveis, que atenderam prontamente ao chamado.

A Polícia Militar esteve no local e confirmou que um grupo de estudantes fazia uso de bebida alcoólica. A direção reforça que não tolera esse tipo de comportamento dentro da instituição, que contraria os valores e regras que regem nossa comunidade escolar.

Reafirmamos nosso compromisso com a manutenção da ordem, a preservação da integridade física e emocional dos estudantes e a garantia de um ambiente seguro e adequado ao aprendizado. Nosso foco permanece em oferecer ensino de qualidade e promover a formação integral dos alunos.

Agradecemos o apoio das autoridades, dos pais e responsáveis e destacamos que todas as medidas cabíveis foram tomadas para evitar situações semelhantes no futuro. A Escola Estadual Álvares de Azevedo continuará zelando pela segurança e pelo bem-estar de toda a comunidade escolar.

Direção da Escola Estadual Álvares de Azevedo

Quinta-feira marcada por chuvas e céu nublado em Rondônia

Mídia Rondônia – Nesta quinta-feira (19), Rondônia continuará sob influência de ventos em níveis médios e altos da atmosfera, combinados com um fluxo constante de umidade, criando condições para a formação de extensas áreas de nuvens e chuvas.

O dia será marcado por céu variando de nublado a parcialmente nublado, com chances significativas de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em áreas isoladas, especialmente durante a tarde e o início da noite.

Governo revoga portaria do governo Bolsonaro que ampliava poder da PRF

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nesta quarta (18) uma portaria que revoga uma norma anterior, do governo de Jair Bolsonaro, que havia ampliado os poderes da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na prática, o novo texto restringe a atuação de policiais rodoviários federais em operações conjuntas com outros órgãos de segurança pública e estabelece expressamente que “a PRF não poderá exercer funções próprias das polícias judiciárias nem proceder à apuração de infrações penais, cuja competência é exclusiva das polícias federal e civil”.

A PRF havia ganhado protagonismo durante o governo Bolsonaro e esteve por trás de alguns momentos polêmicos do mandato, como as blitze nas rodovias no dia do segundo turno das eleições de 2022, atrapalhando o deslocamento de eleitores (relembre mais abaixo).

Polícias judiciárias, como a Polícia Federal e as Polícias Civis dos estados, são as que têm a atribuição de conduzir investigações e cumprir ordens judiciais, de acordo com a Constituição.

Já a PRF é uma polícia ostensiva, criada para atuar nas rodovias federais, e não para fazer investigações. O aumento de suas funções era um pleito antigo de parte dos integrantes da corporação que foi atendido pelo governo Bolsonaro.

Em 2021, o Ministério da Justiça, na gestão de André Mendonça — hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) —, tinha liberado a PRF para atuar em operações conjuntas com outras polícias, com poder de “ingressar nos locais alvos de mandado de busca e apreensão” e “lavrar termos circunstanciados de ocorrência”.

No entendimento atual do Ministério da Justiça, essas funções devem ser exclusivas de polícias judiciárias.

A portaria de Lewandowski também determina que a atuação da PRF em operações com outros órgãos deve ser autorizada pelo diretor-geral somente se “não causar prejuízo às atividades regulares” de patrulhamento nas estradas. Há ainda outras regras mais restritivas que as do governo anterior.

No último dia 10, por exemplo, o Ministério Público de Goiás e a PRF deflagraram uma operação que cumpriu mandados de busca e de prisão de suspeitos de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Essa operação empregou 268 policiais rodoviários federais em municípios de Goiás, Tocantins, Bahia e São Paulo.

Senado aprova projeto que limita uso de celulares nas escolas

Senado aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto que limita o uso de celulares nas escolas públicas e privadas de todo o país. O texto, antes de virar lei, precisará da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A regra, de acordo com a proposta, valerá para educação básica — que abrange pré-escola, ensino fundamental e ensino médio.

O texto proíbe o uso dos smartphones durante a aula, mas também no recreio ou nos intervalos entre os cursos.

O texto aprovado pelo Senado permite o porte do celular pelos estudantes do ensino básico, mas estabelece que o uso só será possível em casos excepcionais, como situações de perigo, necessidade ou de força maior.

A proposta também possibilita o uso de aparelhos eletrônicos pessoais em sala de aula para:

  • fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação do professor;
  • garantir a acessibilidade e a inclusão;
  • atender às condições de saúde dos estudantes e assegurar “direitos fundamentais” dos alunos.

 

Propostas semelhantes foram aprovadas em diferentes estados do Brasil.

Em São Paulo, por exemplo, os aparelhos celulares devem ser guardados de forma que os alunos não tenham acesso a eles e o uso será proibido para todo o período em que o aluno fica na escola, incluindo os intervalos entre as aulas, recreios e atividades extracurriculares.

O relator no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), citou, para defender a proposta, relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) de 2022, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com o documento, “alunos que usam smartphones ou outros dispositivos digitais por mais de 5 horas diárias se saíram pior na prova que aqueles que passaram apenas uma hora ou menos por dia utilizando esses aparelhos. Quem usa menos, assim, obteve, na média da OCDE, 49 pontos a mais em matemática do que os que passam (muito) mais tempo conectados”.

  • Segundo o relatório do PISA, 65% dos estudantes, dos 690 mil avaliados, afirmaram ficar distraídos nas aulas de matemática devido aos aparelhos portáteis.
  • No Brasil, o percentual foi de 80%, bem acima de Japão (18%) e Coreia (32%).

 

Alessandro Vieira afirmou ainda que o consumo dos conteúdos das redes sociais em excesso está ligado a “distúrbios de ansiedade, transtornos alimentares e depressão”.

Regulamentação

 

O projeto, de autoria do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), tramita na Câmara desde 2015. O assunto ganhou mais força quando o Ministério da Educação informou que estava preparando uma medida para proibir o uso de celulares em escolas públicas.

G1

Advogado Nelson Canedo recebe título de Cidadão Honorário em Porto Velho

A Câmara Municipal de Porto Velho aprovou e promulgou o Decreto Legislativo nº 581/CMPV-2024, concedendo o Título de Cidadão Honorário do Município de Porto Velho ao advogado Nelson Canedo Motta, reconhecendo sua destacada contribuição para o desenvolvimento da capital rondoniense.

A honraria foi proposta por meio do Projeto de Decreto Legislativo nº 611/2024, de autoria do vereador Edwilson Negreiros (PSDB), e recebeu a aprovação do plenário da Câmara. A iniciativa foi oficializada pelo presidente da Casa, vereador Márcio Pacele Vieira da Silva, em um ato que reafirma a importância de homenagear cidadãos que contribuem significativamente para o fortalecimento e crescimento da cidade.

Trajetória de Nelson Canedo Motta

Natural do Rio de Janeiro, Nelson Canedo Motta nasceu em 1º de outubro de 1975. Criado em Manaus e Roraima, ingressou no Exército Brasileiro aos 18 anos, como aspirante a oficial. Em 1998, foi transferido para Porto Velho, onde chegou como 2º tenente, marcando o início de uma jornada que o conectaria profundamente à cidade.

Em 2004, formou-se em Direito pela Faculdade de Rondônia (Faro), quando também deixou o Exército e obteve sua credencial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Desde então, consolidou-se como um dos advogados mais respeitados da região, com ampla especialização em Direito Eleitoral.

Ao longo de sua carreira, Nelson Canedo Motta desempenhou um papel central em campanhas eleitorais estaduais e federais, além de assessorar prefeitos e vereadores em diversos estados brasileiros. Seu trabalho contribuiu para fortalecer a democracia e o sistema eleitoral, promovendo o crescimento político e institucional de Porto Velho e outras localidades.
O significado do Título de Cidadão Honorário

O Título de Cidadão Honorário de Porto Velho é uma das maiores homenagens concedidas pela Câmara Municipal. Ele é direcionado a pessoas que, mesmo não sendo naturais do município, dedicaram-se a ações que impactam positivamente a cidade, promovendo seu desenvolvimento social, econômico e político.

A trajetória de Nelson Canedo Motta simboliza o espírito dessa honraria. Sua dedicação à advocacia eleitoral e sua atuação em prol do fortalecimento das instituições locais refletem o compromisso com Porto Velho e sua população.
Reconhecimento público

A entrega do título celebra não apenas a carreira de um profissional de destaque, mas também sua conexão com Porto Velho, cidade que o acolheu desde 1998. A homenagem é um reconhecimento justo e merecido a alguém que dedicou esforços para o desenvolvimento da capital de Rondônia.

A Câmara Municipal de Porto Velho reafirma, por meio desta iniciativa, seu compromisso em valorizar indivíduos que transformam positivamente a vida da cidade e de seus cidadãos.

Assessoria