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20 junho 2026
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Tragédia em Cerejeiras: advogada é morta a pauladas pelo marido que cometeu suicídio

Na manhã desta terça-feira (10), uma tragédia chocou Cerejeiras. A advogada Hellen Cortez, de 32 anos, foi brutalmente assassinada a pauladas pelo marido, que tirou a própria vida em seguida.

De acordo com informações preliminares apuradas pelo jornal Mídia Rondônia, o crime teria sido motivado pela recusa do marido em não aceitar a separação.

Após agredir Hellen com golpes de madeira, ele se enforcou. O homem era conhecido na cidade como “Dedé Laçador”. O crime aconteceu na rua Sergipe, bairro Maranata.

A Polícia Militar e o corpo de Bombeiros foram acionados, compareceu ao local e contataram o óbito do casal. A Polícia Técnica Científica também esteve no local realizando a perícia criminal.

Vilhena: Prefeitura alerta sobre importância de limpeza de terrenos

A Prefeitura de Vilhena volta a alertar a população sobre a importância da limpeza de terrenos baldios. O objetivo é conscientizar os proprietários sobre os perigos gerados pela falta de manutenção, que vão desde problemas de saúde pública até prejuízos à segurança da população.

Conforme a Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan), terrenos com acúmulo de lixo, entulho e vegetação alta tornam-se propícios para a proliferação de pragas urbanas, como ratos, escorpiões e insetos transmissores de doenças, incluindo o Aedes Aegypti, mosquito responsável pela dengue, zika e chikungunya. Além disso, áreas mal cuidadas podem ser utilizadas para o descarte irregular de resíduos, agravando ainda mais os problemas.

Em caso de descumprimento, a Prefeitura poderá aplicar multas, conforme previsto no artigo nº 128 da Lei Municipal nº 48/01, que integra o Código de Posturas do Município de Vilhena. As penalidades serão registradas no cadastro dos terrenos. Segundo a Semplan, o valor das multas é calculado com base na Unidade Padrão Fiscal (UPF), sendo estipulado em 25 UPFs.

Além da multa, a Prefeitura também cobrará os custos pela limpeza do terreno, cujo valor será calculado com base na metragem quadrada (m²) da área. Para realizar denúncias, os moradores podem entrar em contato com a Semplan pelo número (69) 3321-4084.

Semcom

Lula passa mal e é operado às pressas após sentir dor na cabeça

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi internado às pressas, no fim da noite desta segunda-feira (9), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde foi submetido a um procedimento cirúrgico para drenagem de um hematoma. O presidente está internado na UTI e “encontra-se bem”, informou o hospital, segundo informa o G1.

Conforme o primeiro boletim médico divulgado às 3h20 desta terça (10), Lula passou mal ainda em Brasília. Ele fez um exame de imagem após sentir dor de cabeça, ainda na unidade do hospital da capital federal.

“A ressonância magnética mostrou hemorragia intracraniana, decorrente do acidente domiciliar sofrido em 19/10. Foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, unidade São Paulo, onde foi submetido à craniotomia para drenagem de hematoma. A cirurgia transcorreu sem intercorrências”, informou o hospital.

Terça-feira com trovoadas e pancadas de chuva em Rondônia 

Nesta terça-feira (10), o tempo em Rondônia será marcado por céu nublado a parcialmente nublado, com pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas, especialmente no período da tarde e à noite. A alta umidade presente na região e a formação de áreas de instabilidade continuam influenciando o clima em todo o estado.

 

Urgente: prédio de loja desaba em Cacoal e mata uma pessoa (vídeo)

Mídia Rondônia – Na tarde desta segunda-feira, 9, o desabamento de parte do teto da loja Baratão, localizada na na avenida Porto Velho, em Cacoal, resultou em uma tragédia na cidade. Uma das vítimas foi identificada como Atenisnia Maria dos Santos Diniz, de 73 anos (foto), que estava no local no momento do colapso e infelizmente não resistiu.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima era cliente da loja. Além dela, outras três pessoas foram socorridas em estado grave para o hospital.

De acordo com informações preliminares, pelo menos 10 pessoas estavam no prédio na hora do desabamento. A chuva que atingia a cidade no momento pode ter contribuído para o incidente, mas as causas exatas ainda serão investigadas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou os trabalhos de busca e resgate. Moradores e populares se juntaram aos esforços, para remover os escombros e procurar possíveis vítimas.

De acordo com relatos, algumas pessoas conseguiram escapar com ferimentos leves. Ambulâncias e profissionais de saúde estão no local para atender os feridos e dar suporte às equipes de resgate.

O jornal Mídia Rondônia segue acompanhando o caso e trará atualizações sobre o andamento dos trabalhos de resgate, o estado das vítimas e os desdobramentos das investigações.

Rondônia: PF apreende bens de servidores acusados de comercializar créditos de carbono ilegais

A Polícia Federal (PF) apreendeu e bloqueou, nesta segunda-feira (9), bens avaliados em quase R$ 1 bilhão pertencentes a uma organização criminosa suspeita de vender ilegalmente créditos de carbono de áreas da União. A ação é realizada no Dia Internacional Contra a Corrupção.

As ações mais recentes de investigação revelaram que servidores do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) que ocupavam cargos estratégicos e de direção facilitavam a emissão de licenças ambientais fraudulentas, a suspensão de multas e autorizações irregulares para desmatamento.

A operação Expurgare, terceira fase da operação Greenwashing, ocorreu simultaneamente em Rondônia, Amazonas e Pernambuco. São cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisões preventivas, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal da Subseção Judiciária de Manaus (AM).

Entenda o esquema

 

A primeira fase da operação Greenwashing, realizada pela PF em junho deste ano, revelou um esquema de fraudes fundiárias que teve início no município de Lábrea (AM) e se estendeu por mais de uma década.

Entre 2016 e 2018, a organização criminosa passou a reutilizar títulos de propriedade e a inserir dados falsos no Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) com a ajuda de servidores públicos e responsáveis técnicos.

Na segunda fase da operação, realizada em agosto deste ano, os bens dos investigados foram bloqueados após os suspeitos tentarem comprar apartamentos na planta, avaliados em R$ 15 milhões e solicitarem a rescisão contratual do depósito em contas de terceiros, com o objetivo de esconder patrimônio.

O que é o crédito de carbono?

 

Os créditos de carbono surgiram como uma forma de compensar as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE), responsáveis pelo aquecimento global e eventos climáticos extremos.

Empresas ou países que reduzem suas emissões de gases de efeito estufa podem vender esses créditos como um serviço prestado. Esses créditos são gerados a partir de diversos tipos de projetos, como os de energia renovável, gestão de resíduos sólidos, reflorestamento ou redução do desmatamento.

Geralmente, cada unidade de crédito de carbono é igual a uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) ou sua equivalência em outros gases de efeito estufa que deixaram de ser emitidos.

Preso candidato tentando fraudar concurso do TSE com ponto eletrônico

A Polícia Federal prendeu em flagrante um candidato às vagas do concurso público do Tribunal Superior Eleitoral/TSE, realizado neste domingo (8), na cidade de Recife.

A ação foi levada a efeito, objetivando identificar e prender suspeitos de estarem utilizando equipamentos de recepção de sinais de radiofrequência, popularmente conhecidos como ponto eletrônico.

O suspeito ainda tentou fugir do local de prova, portando o caderno de questões, com o objetivo de fraudar o concurso, mas foi logo contido e preso.

Com a lavratura do flagrante, a Polícia Federal prosseguirá com a investigação buscando identificar outros envolvidos com a referida prática criminosa. O indiciado responde, inicialmente, pelo crime de fraude em certame de interesse público, que prevê pena de reclusão de um a quatro anos e multa, acrescido de 1/3 por se tratar de funcionário público.

PF

Acusados de executar dentista começam a ser ouvidos em Vilhena

Mídia Rondônia – O julgamento dos envolvidos no assassinato do dentista Clei Bagattini começou nesta segunda-feira, 9, em Vilhena. O crime, ocorrido em 12 de julho dentro do consultório da vítima, mobilizou um dos maiores aparatos policiais da história de Rondônia para capturar o autor dos disparos, Maico Raimundo, que permanece foragido.

Mais de 15 testemunhas estão sendo ouvidas no processo, que tem como réus Raqueline Lemes e seu namorado, Maiko Sega Araújo. Raqueline é acusada de planejar a execução, enquanto Maiko Sega teria intermediado a contratação do pistoleiro. Ambos estão presos e respondem por participação indireta no homicídio.

O assassinato foi marcado pela audácia e frieza do executor, que invadiu o consultório e disparou contra Clei Bagattini à queima-roupa. A polícia acredita que o crime foi encomendado, mas as investigações ainda não identificaram publicamente o mandante.

As buscas por Maico Raimundo, autor material do crime, envolveram forças policiais de Rondônia e estados vizinhos, além do uso de tecnologias avançadas e grande contingente de agentes. Durante as operações, armas relacionadas ao caso foram apreendidas, e Raqueline Lemes e Maiko Sega foram detidos. Apesar dos esforços, Raimundo segue foragido.

Durante as oitivas, testemunhas e os réus fornecerão informações que serão decisivas para a conclusão do caso. A Justiça decidirá, ao final dessa fase, se Raqueline e Maiko Sega serão levados a júri popular.

Quanto ao mandante do crime, a Polícia Civil segue investigando e mantém sigilo sobre o andamento das apurações para preservar a integridade do processo.

O jornal Mídia Rondônia segue acompanhando o caso de perto.

MP recomenda pela improcedência de ações contra o prefeito de Vilhena

Mídia Rondônia – O Ministério Público Eleitoral de Rondônia (MPRO) emitiu uma recomendação pela improcedência das ações movidas contra o mandato do prefeito reeleito de Vilhena, Delegado Flori Cordeiro. O posicionamento veio após a análise de acusações envolvendo supostas irregularidades durante o pleito eleitoral de 2020.

As ações questionavam a conduta de Flori Cordeiro em episódios relacionados à campanha e à gestão, alegando práticas que poderiam caracterizar abuso de poder político e econômico. No entanto, após ampla investigação, o MPRO concluiu que as provas apresentadas não sustentam as alegações de forma consistente.

De acordo com o parecer emitido pelo órgão, “não houve comprovação de que as ações do prefeito tenham influenciado de forma determinante o resultado das eleições”. O documento enfatizou que os indícios apresentados pelas partes acusatórias eram insuficientes e careciam de fundamentação jurídica robusta.

Com a recomendação pela improcedência das ações, o prefeito reeleito Flori Cordeiro mantém a estabilidade de sua gestão e a continuidade de projetos voltados para o desenvolvimento de Vilhena. Reeleito com ampla aprovação popular, ele afirmou que as ações judiciais eram baseadas em interpretações equivocadas e reforçou seu compromisso com a transparência e legalidade no exercício do mandato.

O parecer do MPRO não é vinculativo, mas possui grande peso nas decisões judiciais. A recomendação será encaminhada à Justiça Eleitoral, que avaliará o caso antes de emitir um veredito final. A expectativa é que o julgamento seja concluído ainda neste semestre.

Enquanto isso, a administração de Flori Cordeiro segue empenhada na execução de projetos prioritários para a cidade, incluindo melhorias em infraestrutura, saúde e educação.

 

MP denuncia acusados de atentado contra sede de jornal eletrônico em Rondônia

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) ofereceu denúncia contra duas pessoas investigadas na Operação Tango, deflagrada no dia 2/8/2023, fruto de atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) com a Polícia Federal, tendo como finalidade apurar o atentado contra o prédio do jornal eletrônico Rondoniaovivo, ocorrido no dia 12/11/2022, em Porto Velho.

A denúncia foi apresentada na 4ª Vara Criminal na última sexta-feira (6), imputando aos denunciados a prática dos crimes de dano qualificado pelo emprego de grave ameaça e disparo de arma de fogo em via pública (art. 163, parágrafo único, inciso I, do Código Penal e art. 15 da Lei 10.826/2003).

A investigação foi inicialmente aberta na Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO), mas acabou deslocada para a Polícia Federal, em razão da suspeita de os fatos estarem envolvidos no contexto das manifestações que eclodiram logo após o resultado das eleições de 2022, quando grupos de pessoas inconformadas com o resultado do pleito presidencial iniciaram uma série de protestos consistentes em formação de aglomerações e acampamentos nas frentes ou imediações de quartéis militares e bloqueios de rodovias.

No âmbito da Polícia Federal, a investigação passou a tramitar em conjunto com o Gaeco, até que, no dia 2/8/2023, foi deflagrada a Operação Tango, visando cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo de Direito da 4ª Vara Criminal da Comarca de Porto Velho/RO contra os investigados, entre eles os dois suspeitos agora denunciados à Justiça.

O inquérito foi encerrado neste ano de 2024 apontando que o atentado foi praticado por duas pessoas, agora denunciados, e um dos prováveis motivos seriam por conta de publicações anteriores do jornal eletrônico Rondoniaovivo contra um dos suspeitos revelando que ele utilizava uniforme da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), apresentava-se publicamente como policial e supostamente participava de ações policiais, embora não fosse integrante da corporação.

Já o segundo e possivelmente maior motivo seria uma forma de represália por parte de ambos os denunciados contra reportagens e matérias veiculadas pelo Jornal Eletrônico Rondoniaovivo, manifestando oposição e críticas ao movimento que eclodira à época, composto por eleitores inconformados com o resultado das eleições de 2022, o qual findou nacionalmente conhecido como “atos antidemocráticos”.

Agora, com o oferecimento da denúncia, inicia-se a fase processual, assegurado o contraditório e ampla defesa dos denunciados, até a final decisão, pelo Tribunal de Justiça de Rondônia sobre a condenação ou absolvição dos acusados e as penas eventualmente aplicáveis para cada um deles.

Além do pedido de condenação dos denunciados às penas privativas de liberdade, o MPRO requer a fixação de um valor mínimo a título de indenização pelos danos materiais causados ao jornal eletrônico Rondoniaovivo, além de outra indenização a título de dano moral coletivo inerente à grave ofensa à liberdade de manifestação, expressão, imprensa e ao direito de informação, considerando a motivação do crime, o contexto em que foi praticado em vista da evidente finalidade mirada pelos denunciados para constranger, amedrontar e silenciar, não apenas a vítima direta do atentado, mas todos os profissionais da imprensa rondoniense ou quaisquer outras pessoas que possuíam convicção ideológica divergente daquela violentamente defendida pelos denunciados.

MP-RO