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3 maio 2026
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Trump é acusado de agredir jovem após sexo forçado

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou, na quinta-feira (5), novos documentos do FBI relacionados ao caso Jeffrey Epstein. Os registros incluem depoimentos de uma mulher que afirmou ter sido agredida pelo presidente Donald Trump após ser apresentada a ele pelo financista, condenado por crimes sexuais.

Em um dos relatos, ela contou que Epstein a levou “para Nova York ou para Nova Jersey” e a apresentou ao então empresário do setor imobiliário. Durante o depoimento aos investigadores, afirmou que reagiu quando Trump tentou forçá-la a realizar sexo oral. Segundo a testemunha, ela mordeu o pênis de Trump ao tentar se defender da situação e levou um soco do agressor.

Segundo o Departamento de Justiça, os documentos não haviam sido incluídos nas divulgações anteriores de arquivos sobre Epstein porque foram marcados por engano como “duplicados”. A divulgação ocorre em meio à pressão de parlamentares democratas, que acompanham de perto a forma como o governo Trump conduz a liberação dos registros relacionados ao caso.

Os arquivos incluem relatos de interrogatórios realizados pelo FBI em 2019. Nos depoimentos, a mulher afirmou que foi abusada sexualmente por Jeffrey Epstein e por Donald Trump quando tinha entre 13 e 15 anos.

Epstein e Trump. Foto: reprodução

A mulher também relatou que, ao longo de vários anos, recebeu ligações telefônicas ameaçadoras que exigiam que permanecesse em silêncio sobre o caso. De acordo com o depoimento, essas ameaças estariam relacionadas ao escândalo envolvendo Jeffrey Epstein, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.

Donald Trump negou qualquer comportamento inadequado relacionado às acusações. Em declarações anteriores, o Departamento de Justiça já havia alertado que alguns dos documentos divulgados “contêm acusações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump”.

Mesmo assim, a divulgação reacendeu o embate político em Washington. Parlamentares do Partido Democrata acusam o governo Trump de não revelar integralmente as informações relacionadas à investigação sobre Epstein e de tentar esconder detalhes que poderiam prejudicar o líder republicano.

Como parte dessa disputa política, uma comissão da Câmara dos Representantes aprovou na quarta-feira (4) a convocação da procuradora-geral Pam Bondi. A autoridade deverá prestar esclarecimentos sobre como o Departamento de Justiça está conduzindo a divulgação dos documentos ligados ao caso Epstein.

Trump diz que ataque a Cuba é “questão de tempo”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta quinta-feira (5) que uma ofensiva em Cuba seria “questão de tempo”. A declaração ocorreu durante uma cerimônia na Casa Branca para receber o Inter Miami, campeão da Major League Soccer. O evento contou com a presença do elenco do clube, que tem o argentino Lionel Messi como principal estrela.

Durante o discurso, Trump também comentou a situação no Oriente Médio e mencionou a operação militar em curso contra o Irã. Segundo ele, o governo norte-americano pretende concluir primeiro o conflito na região. “Acho que queremos consertar, terminar essa primeiro”, declarou, ao se referir às ações militares conduzidas em conjunto com Israel.

O presidente também mencionou o empresário cubano-americano Jorge Mas, proprietário do Inter Miami. Ao falar sobre Cuba, Trump afirmou: “é uma questão de tempo até que você e outras pessoas inacreditáveis voltem pra Cuba, espero que não pra ficar, queremos você de volta, não queremos te perder”.

Em seguida, acrescentou: “não vamos fazer com que fique tão bom assim que as pessoas fiquem, mas outras pessoas provavelmente querem ficar. Elas amam muito Cuba, ouço isso o tempo todo”.

No mesmo discurso, Trump declarou que as forças dos Estados Unidos, ao lado de militares israelenses, estão conduzindo operações contra o Irã. Segundo ele, os dois países estariam “demolindo completamente o inimigo”.

Cuba enfrenta dificuldades econômicas e problemas de desabastecimento, em meio ao embargo imposto pelos Estados Unidos ao país desde a década de 1960. Trump afirmou ainda que o governo cubano teria interesse em firmar um acordo com Washington.

Condenado por ridicularizar bebê, youtuber diz não ter dinheiro

Um youtuber condenado pela Justiça a pagar R$ 70 mil de indenização por ridicularizar um bebê e a mãe da criança em um vídeo afirmou publicamente que não tem condições de arcar com o valor da condenação.

O caso foi considerado encerrado pela Justiça em agosto, após o influenciador não se manifestar dentro do prazo estabelecido no processo. Meses depois, no entanto, ele apresentou defesa alegando que não recebeu a intimação judicial e solicitou a anulação da sentença para que possa se defender.

A defesa do criador de conteúdo aguarda agora uma decisão da Justiça sobre o pedido de anulação. Até o momento, a condenação segue válida, determinando o pagamento de R$ 70 mil, acrescidos de correção monetária e juros.

O youtuber comentou pela primeira vez sobre o caso durante uma transmissão ao vivo realizada na noite da última segunda-feira (2). Durante a live, ele afirmou que as manchetes sobre o episódio não refletem exatamente o que aconteceu.

“Pelas manchetes faz parecer que eu faço bullying com bebê, mas acho que convém avisar que não é bem assim. Sou uma pessoa que respeita todo mundo. Amo crianças, amo bebês e amo a cultura das crianças”, declarou.

Em tom bem-humorado, o influenciador também fez um apelo ao magistrado responsável pela decisão, dizendo que atualmente não possui o dinheiro para pagar a indenização.

“Você acha mesmo, meritíssimo, que eu não gosto dos bebezinhos? Você acha mesmo? Olha pra mim. Por favor, reconsidere. Não estou com esse dinheiro agora. Por favor, reconsidere”, disse ele, enquanto interagia com a barriga de uma mulher grávida durante a transmissão.

O caso segue aguardando análise da Justiça sobre o pedido apresentado pela defesa do youtuber.

Sexta-feira com muitas chuvas e trovoadas em RO

A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta sexta-feira (6), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para todos os estados ao longo do dia. As precipitações devem ter maior concentração e vir acompanhadas de trovoadas no centro-sul da região.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e possibilidade de chuvas isoladas para toda a região, que devem amanhecer mais intensas e acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, Rondônia, Amapá, Pará, centro-oeste e norte do Tocantins e centro-sul, leste e oeste do Amazonas.

Durante a tarde, as pancadas de chuva com trovoadas se mantêm sobre as mesmas áreas, exceto no noroeste do Pará, onde dão lugar a chuvas isoladas e sem trovoadas. Essas condições se mantêm até a noite, com a possibilidade de chuvas isoladas deixando o norte do Amapá.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção de Roraima, extremo-noroeste do Pará e extremo-norte do Amazonas —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o extremo nordeste do Pará.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Belém e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 37°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

Casal é preso com quase 400 quilos de drogas em RO

Na noite de terça-feira (3), um homem de 48 anos e uma mulher de 41 foram presos em flagrante durante uma grande apreensão de drogas na região do rio Abunã, zona rural de Porto Velho. A ação foi realizada por policiais militares do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Com a dupla, as equipes localizaram aproximadamente 390 quilos de entorpecentes. A maior parte era de pasta base de cocaína, totalizando 259 quilos, além de 110 quilos de cocaína e 21 quilos de maconha. Durante a abordagem, os suspeitos também estavam com um revólver calibre 38.

Após a prisão, o casal foi encaminhado à sede da Polícia Federal, na capital, junto com todo o material apreendido. Ambos são moradores do distrito de Jaci-Paraná, também em Porto Velho, e permanecem à disposição da Justiça.

 

Médico é investigado por violência obstétrica em RO

A Secretaria Municipal de Saúde de Ji-Paraná abriu um procedimento interno para investigar a conduta de um médico denunciado por suposta violência obstétrica durante atendimento no Hospital Municipal Dr. Claudionor Couto Roriz.

A denúncia foi feita pela jovem Elisângela Vitória, de 18 anos. Segundo ela, sua mãe, a gestante Aparecida de Fátima, de 40 anos e grávida de nove meses, procurou atendimento médico e teria sido tratada de forma desrespeitosa pelo profissional responsável.

De acordo com o relato da filha, o médico teria feito comentários ofensivos e minimizado as dores da paciente. Elisângela afirma ainda que o profissional chegou a dizer que, caso a gestante não se acalmasse, aplicaria um medicamento que poderia matar o bebê.

“Ele falou que ela estava com manha, que era muito molenga, que até a Virgem Maria sentiu dor, então por que ela não sentiria. Disse ainda que a dor era porque ela tinha 40 anos e, nessa idade, tudo dói”, relatou a jovem.

O caso ganhou repercussão após Elisângela publicar um vídeo nas redes sociais denunciando a situação. Segundo ela, a mãe deu entrada na unidade hospitalar na última segunda-feira (2), com fortes dores.

Ainda conforme o relato, o médico teria reagido de forma ríspida, afirmando que a gestante já havia sido atendida dias antes e que ainda não estava em trabalho de parto.

Após a repercussão do caso, a Secretaria Municipal de Saúde informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar os fatos e avaliar a conduta do profissional. Caso sejam confirmadas irregularidades, medidas administrativas poderão ser adotadas.

Deputada consegue reconhecer tempo de serviço na pandemia

Servidores públicos estaduais poderão ter reconhecido o tempo de serviço prestado durante a pandemia da Covid-19 após aprovação do Projeto de Lei Complementar 176/2026 pela Assembleia Legislativa de Rondônia. A iniciativa foi enviada pelo governo do estado após pedido da deputada estadual Cláudia de Jesus (PT), que ouviu demandas de sindicatos da educação, saúde e de outras áreas do serviço público.

De acordo com o texto aprovado, poderá ser considerado o período entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021, intervalo que havia sido congelado pela Lei Complementar Federal 173/2020 durante a pandemia. A medida beneficia servidores da administração pública direta e indireta do Estado, incluindo autarquias e fundações, desde que comprovada a continuidade da prestação do serviço.

Segundo a parlamentar, durante o período da crise sanitária muitos profissionais continuaram atuando em regime presencial, híbrido ou em teletrabalho, garantindo a continuidade dos serviços públicos essenciais à população.

“Os servidores que permaneceram em exercício, mesmo em condições excepcionais, não podem ser prejudicados. Esse tempo precisa ser reconhecido como válido para todos os efeitos legais, pois representa justiça administrativa e valorização de quem manteve a máquina pública funcionando em plena crise”, afirmou Cláudia de Jesus.

Funcionária encontra microcâmera secreta em banheiro da empresa

Uma funcionária encontrou uma microcâmera escondida dentro de uma tomada no banheiro de uma empresa em Içara, no Sul de Santa Catarina. O caso ocorreu na quarta-feira (4), quando ela percebeu uma luz intermitente no conector e decidiu verificar o local. Ao abrir a tomada, encontrou o dispositivo com chip de armazenamento instalado.

A Polícia Militar foi acionada e registrou um termo circunstanciado por suspeita de registro não autorizado de intimidade sexual e perturbação do trabalho ou sossego alheio. Durante a ocorrência, foram apreendidos três celulares, um computador, um notebook e a microcâmera encontrada no banheiro utilizado por funcionários da empresa.

Segundo os policiais, a mulher trabalhava no local havia poucos dias e utilizava o banheiro reservado aos empregados quando percebeu o equipamento. Um colega confirmou o ocorrido aos agentes. O responsável pela empresa esteve no local e afirmou não saber do que se tratava a situação, “alegando que o caso estaria causando transtornos em seu ambiente de trabalho”. O material foi levado ao 29º Batalhão da PM e o caso seguirá para análise do Juizado Especial Criminal.

Venda de canetas emagrecedoras acaba em prisão em RO

Uma operação da Polícia Civil de Rondônia resultou na prisão em flagrante de uma pessoa nesta quinta-feira (5), durante uma investigação sobre a venda irregular de medicamentos conhecidos como “canetas emagrecedoras” no município de Vilhena.

A ação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Vilhena, que cumpriram mandados de busca no âmbito de um inquérito que apura denúncias sobre a comercialização clandestina dessas substâncias.

De acordo com a polícia, as investigações apontavam que medicamentos de venda regulamentada — que exigem prescrição médica e controle sanitário — estariam sendo comercializados de forma irregular.

Durante as buscas, os policiais localizaram unidades de substâncias com venda controlada pela vigilância sanitária. Como os produtos estavam em desacordo com as normas sanitárias, uma pessoa foi presa em flagrante no local.

Os materiais apreendidos serão analisados e o caso seguirá sob investigação para identificar possíveis outros envolvidos na comercialização ilegal.

Governador descarta renúncia e fica no governo de RO

O governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSD), negou nesta quarta-feira (4) qualquer aproximação política com o vice-governador Sérgio Gonçalves (União Brasil) e reafirmou que permanecerá no cargo até o final do ano, descartando disputar uma vaga no Senado Federal.

Em conversa com jornalistas, Rocha afirmou que não há mudança em sua posição política, mesmo faltando cerca de 30 dias para um eventual prazo de renúncia caso optasse por concorrer nas eleições deste ano.

O governador também reiterou que pretende apoiar para o governo do estado o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), nas próximas eleições.

Nos últimos dias, circularam nos bastidores políticos informações sobre uma possível reaproximação entre Marcos Rocha e o vice-governador, articulada por grupos ligados a Sérgio Gonçalves. Segundo o governador, a tentativa seria de “plantar” a ideia de uma mudança de discurso sobre o cenário eleitoral.

Rocha, no entanto, negou qualquer alinhamento nesse sentido e explicou que o fato de o vice-governador estar à frente do comando do estado neste momento ocorre apenas por questões protocolares de agenda administrativa.

O chefe do Executivo estadual reiterou que mantém sua decisão de continuar no cargo e que seguirá concentrado na gestão do estado de Rondônia até o fim do mandato.