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8 julho 2026
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Governo lança estratégia para fiscalizar Bolsa Família e CadÚnico

Um plano de ação para orientar a fiscalização do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) foi aprovado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A medida – publicada no Diário Oficial da União  desta segunda-feira (18) – prevê oito ações a serem implementadas e a criação de dois grupos técnicos.

Estão previstas medidas para a construção de um plano de comunicação da rede de fiscalização; a implantação de uma unidade de pesquisa, estratégia e gestão de risco; elaboração de uma proposta para melhoria da base de dados; avaliação dos termos de adesão aos programas sociais; criação de um cronograma de auditorias; tratamento e a comunicação aos órgãos de controle dos casos de irregularidade identificados; criação de um fluxo de denúncias; e o estabelecimento de uma comunicação externa para informar outras instâncias governamentais, órgãos de fiscalização e iniciativas de controle social.

De acordo com o documento, as medidas serão implementadas ainda em 2024, mas o plano deverá funcionar como “um instrumento de planejamento e aprimoramento contínuo”, com o objetivo de melhorar a qualidade das informações e da fiscalização, além de prevenir fraudes nos programas sociais.

Rede federal

O novo instrumento é resultado do trabalho da Rede Federal de Fiscalização do Programa Bolsa Família e do CadÚnico, criada em junho de 2023 (Lei 14.601/23), que tem como membros integrantes do MDS, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Controladoria-Geral da União e da Advocacia-Geral da União.

A lei que criou a rede foi decorrente de uma medida provisória que também reformulou os critérios de concessão do Programa Bolsa Família.

De acordo com o governo, a revisão foi necessária após o Tribunal de Contas da União apontar “divergências de renda e de composição familiar, além de falta de atualização e inconsistência de dados”, depois de análise da política de transferência de renda federal praticada na gestão anterior.

Distorções

O CadÚnico também passou por reestruturação após um acordo judicial, resultante de uma ação movida pela Defensoria Pública da União, em 2020, que questionou a desestruturação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e distorções no cadastro que dava acesso a mais de 30 programas sócias do governo federal.

Ensino do sexto ao nono ano exige mais atenção para evitar repetência

Somente 52% dos estudantes brasileiros nascidos entre 2000 e 2005, que estão, atualmente, com idade entre 19 e 24 anos, conseguiram concluir o ensino fundamental no tempo certo e 41% deles finalizaram o ensino médio no período adequado. O dado consta do levantamento inédito “Indicador de Regularidade de Trajetórias Educacionais”, da Fundação Itaú. Ele evidencia que quase metade de crianças e jovens que hoje estão nessa faixa etária não concluíram os estudos de forma regular, tendo enfrentado, ao longo do ciclo, intercorrências como abandono, evasão ou reprovação. O estudo foi realizado em parceria com os pesquisadores Chico Soares, Izabel Costa da Fonseca, Clarissa Guimarães e Maria Teresa Gonzaga Alves.

A superintendente do Itaú Social, Patricia Mota Guedes, explicou à Agência Brasil que o levantamento traz o retrato da trajetória escolar de crianças e adolescentes nascidos entre 2000 e 2005 em um período longo, de 2007 a 2019. “E traz exatamente um problema: somente metade dos estudantes brasileiros, nesse período, concluíram o ensino fundamental na idade certa e com trajetória regular, sem ter passado por repetência, reprovação e abandono escolar”. Isso significa que quase metade deles chegou ao nono ano do ensino fundamental com trajetória irregular.

Na avaliação de Patricia Mota Guedes, o indicador expressa a gravidade do problema de trajetórias, de como é necessário monitorar mais e melhor a qualidade da permanência das crianças e adolescentes já no ensino fundamental. “E mostra também um retrato das desigualdades, de como essa experiência de repetência, reprovação e abandono marca ainda mais determinados grupos sociais.”

De acordo com o estudo, a trajetória regular entre estudantes negros (pretos + pardos) é cerca de 20% menor do que entre os brancos. Em relação aos indígenas, esse percentual se situa em torno de 40%. Os dados mostram que estudantes brancos possuem um percentual de regularidade de 62%; pardos, 46%; pretos, 41%; e indígenas, 23%.

Políticas e programas

O estudo mostra a urgência de o Brasil começar a construir políticas e programas mais voltados para a etapa do ensino fundamental, onde a repetência, reprovação e abandono começam a explodir. “São os anos finais do fundamental, do sexto ao nono ano. O estudo reforça a necessidade de a gente realmente começar a desenhar políticas e programas historicamente, do sexto ao nono ano, o antigo ginásio, o que a gente chama dos anos finais do fundamental. Porque são uma etapa esquecida pelas políticas e programas federal, estaduais e municipais.”

A superintendente do Itaú Social argumentou essa é, porém, uma etapa decisiva porque é justamente onde tem o início da adolescência; em que as crianças, aos 11, 12 anos, começam a entrar em uma fase onde vivem muitas transformações, muitas mudanças físicas, emocionais, até do ponto de vista social, da convivência. “E tudo isso muito misturado também porque, no Brasil, na maioria dos casos, quando a criança vai do quinto para o sexto ano, passa a ter mais professores, um currículo mais complexo. Os professores são especialistas que também não recebem uma formação de trabalhar com esses estudantes que estão no começo da adolescência e que transitam entre infância e adolescência”, salientou Patricia. O mesmo acontece com as equipes gestoras escolares. Por isso, acentuou a importância de se pensar em escolas que sejam mais voltadas para essas adolescências, com ênfase no começo dessa fase, do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

Patricia argumentou que parte dos problemas de repetência, reprovação e abandono no ensino fundamental está enraizada na falta de um olhar específico, de programas e de suporte, para que essas escolas possam melhorar a qualidade da experiência desses adolescentes. Reconheceu que aqueles que sobrevivem no sistema educacional continuam para o ensino médio, onde também há problemas de abandono e evasão. O esforço do estudo foi no sentido de mapear que o problema grave já começa em uma etapa que não tem sido olhada com a devida atenção, afirmou.

Desigualdades

A pesquisa confirma o que já se imaginava: que os grupos de raça, como os negros, estão sempre em desvantagem em relação aos brancos; as meninas, em geral, estudam mais que os meninos; e que há desigualdades regionais.

Os estudantes com nível socioeconômico mais alto apresentam trajetória escolar bem melhor do que os mais vulneráveis. Enquanto 69% dos alunos do primeiro grupo apresentam trajetórias regulares, só 38% daqueles de escolas mais carentes conseguiram iniciar e finalizar o ensino fundamental na idade correta.

De acordo com a pesquisa, a regularidade é um desafio ainda maior para estudantes do sexo masculino que estudam em escolas de baixo nível socioeconômico, deficientes, negros e indígenas. Já para as meninas, a qualidade da permanência nas escolas é mais positiva. Por volta de 58% delas têm trajetórias de nove anos regulares, contra 46% entre os meninos. A diferença por sexo é acentuada em relação à categoria de muita irregularidade. Cerca de 7% das meninas têm trajetórias educacionais marcadas por muitas irregularidades, ao passo que esse percentual é de 14% para os meninos.

O estudo aponta que apenas 22% dos estudantes com deficiência têm trajetória regular, entre 2011 e 2019, contra 53% dos sem deficiência. Em torno de 56% deles apresentam percursos com muita irregularidade. A porcentagem de trajetórias com irregularidades também se destaca: cerca de 64% dos alunos com deficiência concluem o ensino fundamental com intercorrências e cerca de 14% evadem, enquanto para os sem deficiência 37% possuem trajetórias irregulares e 10% são interrompidas.

Por regiões

Patricia Mota Guedes comentou que, em algumas regiões, são percebidos esforços no sentido de reverter a cultura de reprovação, de repetência, mas ainda se tem isso no Brasil. “Já diminuiu muito; já foi muito maior. O que a gente precisa são indicadores que consigam monitorar a evolução desses padrões. Apesar das diferenças regionais, quando se olha ao longo do tempo, vê-se uma estagnação na proporção de estudantes que não conseguem ter uma trajetória regular.”

Ressaltou que é importante entender as diferenças regionais mas, também, entender que há uma estagnação, em parte porque não se teve experiências mais significativas de políticas e programas voltados para os anos finais do ensino fundamental, embora, agora, já se comece a ver, desde o ano passado para cá, mais discussão entre as redes municipais e redes estaduais, um maior interesse sobre o assunto da parte, inclusive, do governo federal, e algumas oportunidades, por exemplo, no campo da expansão da educação integral.

Patricia analisou que se o país está caminhando para um processo de ampliação da jornada escolar e se esse esforço for voltado para desenvolver escolas atraentes para os adolescentes e que apoiem os professores, os gestores escolares, sobre como trabalhar, esse é um ponto positivo. Defendeu que devem ser dadas condições para que professores e gestores possam desenvolver trabalhos efetivos que acolham esses estudantes, com currículos dinâmicos, diferentes articulações, inclusive fora da escola, espaços de interesse, de arte, de cultura, de esporte na cidade, de projetos que mobilizem o protagonismo dos adolescentes. “Esse aprendizado, o “mão na massa”, que é tão importante na fase de início da adolescência; assim, a gente vai conseguir avançar”. O segredo, segundo Patricia, é olhar para o problema, mas não para ficar paralisado; e, sim, entender que é preciso monitorar ao longo do tempo e começar a pensar em estratégias mais intencionais, para essa etapa do sexto ao nono ano, em que questões de repetência, exclusão e abandono se intensificam.

Dados

Os municípios do Norte, Nordeste e Sul retratam circunstâncias distintas em relação ao Sudeste. Na região Sudeste, os municípios paulistas apresentam uma média de estudantes com trajetórias regulares de 62%. Já em Minas Gerais, a média é 66% em relação ao número de estudantes com trajetórias regulares, superior à média do Brasil.

Na região Sul, o estado do Paraná possui as maiores proporções de trajetórias regulares, acima de 70%, e o Rio Grande do Sul, na extensão sulgrandense (também conhecida como Serras de Sudeste), evidencia média de 40% de trajetórias educacionais regulares.

Na região Centro-Oeste, observam-se áreas com médias mais altas de estudantes com trajetórias regulares, especialmente no Distrito Federal (57%) e no Mato Grosso (70%). Na região Nordeste, o Ceará se destaca como o estado com os melhores resultados na regularidade do percurso educacional, com 65% de média. Na região Norte, grande parte das cidades apresenta média de trajetória regular abaixo de 40% na jornada de nove anos. O Pará, por exemplo, tem 81% dos seus 144 municípios com um percentual abaixo de 40%.

Proposta

A proposta da Fundação Itaú com esse levantamento é que o indicador possa ser utilizado com frequência. Patricia destacou que a pesquisa se baseia no Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do governo federal. “A gente tem condições, enquanto país, de monitorar a evolução desses dados. E, também, porque ele traz um retrato que, muitas vezes, somente o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) não consegue dar. Esse índice traz desempenho de língua portuguesa e matemática e fluxo escolar de dois em dois anos. Mas é uma fotografia no final do ciclo e não acompanha a trajetória. Daí, muitos adolescentes ficam para trás e o desafio que eles vivem sequer é ilustrado na fotografia do Ideb. Eles não aparecem. O acompanhamento da trajetória é muito importante”, assegurou a superintendente do Itaú Social.

Na avaliação da Fundação Itaú, os dados levantados pelo “Indicador de Regularidade de Trajetórias Educacionais” podem ser utilizados para incentivar também o debate sobre o novo Plano Nacional de Educação do decênio 2024-2034. (AB)

Sinal 5G estará disponível em mais 395 municípios a partir de hoje

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou o licenciamento e ativação de estações de tecnologia 5G em mais 395 municípios, a partir desta segunda-feira (18). Com isso, o total de municípios que poderão contar com o 5G chegará a 3.678. Nestas localidades, vivem aproximadamente 181,3 milhões de brasileiros, o que corresponde a aproximadamente 85% da população do país.

O 5G é o padrão de tecnologia de quinta geração para redes móveis e de banda larga, que sucede as redes de conectividade 4G. As empresas de telefonia celular têm ativado gradualmente o 5G no país, desde julho de 2022.

A liberação da faixa de 3,5 GHz da rede móvel 5G não significa que serão instaladas de imediato nas localidades, o que dependerá do planejamento individual de cada prestadora que poderá solicitar o licenciamento e ativação de suas estações 5G standalone ou 5G puro.

A lista com os 395 municípios em que as prestadoras poderão solicitar à Anatel o licenciamento e ativação de estações de 5G na faixa de 3,5 GHz está no site da agência reguladora.

Atualmente, são oito estados mais o Distrito Federal (AL, AP, DF, PR, RJ, RR, RS, SC e SP) com todos os municípios liberados para o 5G. A Anatel já definiu a lista dos municípios a serem liberados para ter a internet 5G nas próximas etapas e outras nove unidades da Federação completarão essa fase.

·         Em abril/2024, serão 220 municípios. Ao fim dessa etapa, todos os municípios do ES, MA e SE serão liberados para o 5G;

·         em maio/2024, 233 municípios. Ao fim dessa etapa todos os municípios de PB, RO e TO serão liberados;

·         em junho/2024, 171 municípios. Ao fim dessa etapa todos os municípios de AC, AM e GO serão liberados.

Modernização

Os donos de aparelhos de televisão que recebem sinal de TV aberta via antena parabólica precisam substituí-las pelas novas parabólicas digitais ou instalar um adaptador para continuar a receber as transmissões. De acordo com o Ministério das Comunicações, em breve, as parabólicas tradicionais vão parar de funcionar, porque a tecnologia 5G, que já está sendo implementada no Brasil, utiliza a mesma faixa da radiofrequência. Para quem tem antena do tipo espinha de peixe, antena digital interna ou TV por assinatura não há necessidade de troca da antena.

As famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal (CadÚnico) e que possuem uma parabólica tradicional instalada e funcionando têm direito à instalação do kit gratuito com a nova parabólica digital. A antena parabólica tradicional precisa estar instalada, conectada à TV e em funcionamento. Para conferir se tem direito, basta acessar aqui ou telefonar para 0800-729-2404.

A nova parabólica digital promete vantagens em relação à tradicional: imagem sem sombras e chuviscos; som com melhor qualidade; mais de 80 canais; canais regionais; programação continua gratuita; antena de tamanho menor; nomes e números de canais passam a ser padronizados; equipamentos modernos e com mais tecnologia.

Eleições 2024 movimentam lideranças políticas em Rondônia

As convenções partidárias, quando serão escolhidos os candidatos a prefeito, vice e vereador será no período de (20 de julho a 5 de agosto). A cada semana se observa mobilização maior das lideranças políticas buscando nomes expressivos e em condições de concorrer aos cargos eletivos visando as eleições de outubro próximo, pois eleger o maior número de prefeitos e vereadores será passo importante para 2026.

Os vereadores que pretendem concorrer à reeleição nas eleições municipais (prefeito e vice, além de vereador) tem o prazo até o próximo dia 5, caso queiram mudar de partido. É a janela eleitoral, onde os políticos podem optar por outro partido sem que ocorra a perda de mandato, por infidelidade partidária.

Em Porto Velho vários já optaram pela troca de partido, um deles, Everaldo Fogaça, que deverá concorrer a mais um mandato (terceiro). Trocou o Republicanos pelo PRD a convite do presidente municipal, seu colega de câmara, Alexs Palitot.

Em nível de prefeitura, Porto Velho, maior colégio eleitoral do Estado com mais de 340 mil eleitores, têm quase uma dezena de nomes já se colocando como pré-candidato à sucessão municipal.

O assunto já foi amplamente divulgado e, a cada dia ganha maior espaço no noticiário político, pois o apoio do prefeito, ou prefeita, de Porto Velho, significará muito nas eleições gerais de 2026, quando serão eleitos, além de governadores, deputados (federais e estaduais), duas das três vagas do Senado de cada Estado e do Distrito Federal e o presidente da República.

Eleger o futuro administrador público de um município como Porto Velho, que deverá ter cerca de 350 mil eleitores em 2026 será um passo importante para quem pretende buscar maior notoriedade no processo político-eleitoral no Estado.

No mínimo consolidar uma liderança ou o surgimento de novos, justamente o que está ocorrendo no Estado, com o governador (Marcos Rocha-UB) no segundo mandato, mas um estreante na política; o presidente da Assembleia Legislativa, o jovem Marcelo Cruz (SD. No interior o destaque é do também jovem deputado Alex Redano (Republicanos-Ariquemes), já eleito presidente da Ale-RO para o biênio 2025-26, todos em fase crescente no segmento político estadual.

Na maioria dos municípios de maior importância eleitoral do interior já temos nomes com capacidade de votos e destaque suficientes para buscar um novo mandato, como Carla Redano (UB) de Ariquemes, por enquanto sem um adversário de peso; Cacoal com o prefeito Adailton Fúria (PSD), na mesma situação; Vilhena, delegado Flori Cordeiro (Podemos); Rolim de Moura, Aldo Júlio (MDB) e Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni (PSD).

Em Vilhena, o delegado Flori Cordeiro (Podemos), eleito em 2022, através de eleição suplementar devido à cassação de Eduardo Japonês e Patrícia de Glória, prefeito e vice, respectivamente, ambos do PV, após denúncia de abuso de poder econômico cumpre um mandato-tampão de dois anos (2023-24), mas poderá concorrer à reeleição em outubro. Flori deverá ter como adversário alguém da Família Donadon, provavelmente Melki, que já ocupou o cargo de prefeito em duas oportunidades. Ele estava inelegível, mas segundo informações recentes, deverá ter condições de concorrer nas eleições deste ano.

O prefeito de Cacoal, ex-deputado estadual Adailton Fúria, por enquanto, caminha sem muitas dificuldades em busca de um novo mandato, caso opte por uma pré-candidatura nas convenções partidárias de 20 de julho a 5 de agosto. Recentemente comentou-se sobre a possibilidade de o ex-deputado estadual Valdivino Tucura entrar na disputa, mas por enquanto, tudo são hipóteses, especulações.

Também sem um adversário considerado “de peso” está o prefeito de Rolim de Moura, Aldo Júlio. Estamos chegando ao final do terceiro mês do ano e pouco se comenta sobre nomes em condições de concorrer a prefeito, a não ser de Aldo Júlio, pré-candidatura que já adiantou, que buscará um novo mandato.

A situação não é diferente e Ouro Preto do Oeste. Alex Testoni, não se pronunciou publicamente sobre uma pré-candidatura à reeleição, mas as pessoas ligadas a ele, politicamente, garantem que buscará um novo mandato, mesmo em recuperação de um acidente grave, quando despencou do forro de um hospital nas suas constantes andanças vistoriando obras.

A exemplo de Porto Velho, o segundo maior e mais importante política, social e economicamente de Rondônia, Ji-Paraná, com colégio eleitoral em torno de 100 eleitores já tem vários nomes de comprovado desempenho eleitoral, que deverão concorrer à sucessão municipal. As perspectivas são de eleições difíceis, equilibradas, porque a decisão será no primeiro turno, pois o segundo está descartado, porque o colégio eleitoral é inferior e 200 mil eleitores. Quem chegar com um voto à frente, estará eleito.

Hoje os nomes citados como pré-candidatos em Ji-Paraná são do prefeito, Isaú Fonseca (UB), do deputado estadual mais bem votado em 2022 (25.603 votos) no Estado, Líder do Governo na Ale-RO, Laerte Gomes (PSD), e do ex-secretário de Estado da Saúde, João Durval (PP). São políticos apontados com regularidade nos bastidores da política.

O PDT presidido no Estado pelo ex-senador Acir Gurgacz, não se manifestou sobre candidatura, mas deverá formatar parceria. O PT, apesar de ter dois nomes expressivos, como do atual presidente regional, ex-deputado federal Anselmo de Jesus, e a sua filha, deputada estadual Cláudia de Jesus, deverá compor.

O quadro apresentado não é definitivo, mas é real, do momento.

Fonte: Waldir Costa

Adolescente se atira embaixo de carreta na BR-364

Mídia Rondônia – Com depressão, a adolescente Pâmela Talita Garcia de Souza, de 13 anos, se jogou na frente de uma carreta que trafegava na BR-364, no distrito de Guaporé, a cerca de 90 km de Vilhena. O fato aconteceu neste domingo, 17. Segundo relatos, ela residia às margens da BR-364, quando saiu correndo de sua casa e se atirou embaixo do veículo. Esse é o segundo caso este mês que envolve morte em razão da doença. Ela era estudante do 9º ano da escola Valter José.

 

 

 

Concurso da Prefeitura de Pimenta Bueno abre inscrições nesta segunda-feira

A Prefeitura de Pimenta Bueno anunciou um concurso público para contratação de três profissionais, no primeiro momento, e formação de cadastro reserva. As inscrições iniciam nesta segunda-feira (18).

Segundo o edital, as oportunidades são para profissionais que possuam níveis médio, técnico e superior.

Clique aqui e confira todas as informações do concurso

Confira a relação de cargos disponíveis:

Analista de Recursos Humanos; Educador Físico (1); Fonoaudiólogo; Médico Anestesista; Médico Clínico Geral; Médico Obstetra; Médico Ginecologista; Médico Ginecologista; Médico Pediatra; Médico Pediatra (Visitação Médico Hospitalar); Médico Pediatra; Odontólogo (1); Pedagogo Social (1); Professor PEB III 30 horas; Terapeuta Ocupacional; Técnico em Enfermagem PSF; Técnico em Farmácia; Técnico em Imobilização Ortopédica; Técnico em Laboratório; e Auxiliar de Veterinária.

Para esses cargos, o profissional deve exercer funções em jornadas de 20 a 40 horas semanais, referente a remuneração mensal no valor de R$ 1.450,00 a R$ 17.400,00.

Além dos vencimentos e benefícios, os servidores da Prefeitura terão direito a auxílio alimentação de R$ 800,00.

Inscrições

As inscrições iniciam nesta segunda-feira. Os interessados devem se inscrever de forma eletrônica no período até o dia 8 de abril de 2024, através do site da Prefeitura Municipal.

Além disso, há necessidade de pagamento de taxa de inscrições, no valor entre R$ 90,00 a R$ 120,00. No entanto, os candidatos que se enquadram nos critérios especificados no edital, poderão solicitar a isenção da taxa nos dias 18 e 19 de março de 2024.

Como critério de classificação, os candidatos serão avaliados através de aplicação de prova objetiva, prevista para o dia 5 de maio de 2024. Também terá análise de títulos, com base nos critérios de pontuação especificados no documento de seleção.

Ainda segundo o edital, o processo seletivo terá validade durante dois anos, contados a partir da data da homologação do resultado final, com possibilidade de ser prorrogado por igual período.

Fenômeno nas redes sociais, rondoniense ganha placa do Youtube

Mídia Rondônia – Com o sonho de garantir uma vida melhor para sua mãe, o jiparanaense Maykon Lúcio, de 29 anos,  é o mais novo fenômeno das redes sociais em Rondônia. Produtor de conteúdos, Maykon  conseguiu a enorme  façanha de alcançar mais de 100 mil inscritos em seu canal do Youtube, fato ocorrido no dia 05 de junho de 2023.

Trabalhando atualmente em um escritório de uma empresa de vigilância, ele se desdobra  fora do serviço nas suas produções de vídeos.

Em seu primeiro trabalho que viralizou nas redes sociais, o jovem aparece andando de moto pelas ruas da cidade e anuncia o Primeiro MotoVlog de Hornetão. Nas imagens, ele destaca seus parceiros e aproveita para fazer mandar uma crítica às péssimas estruturas das vias do município.

Veja o vídeo:

https://youtu.be/2cwvsp0u8-o?si=uc00b1cQYVJqC25b)

Sobre o número de engajamentos em seu canal, ele lembra que já alcançou 2,8 milhões de contas, incluindo nos estados de Rondônia, São Paulo e Rio de Janeiro.

Parceiro do site Mídia Rondônia,  Maykon pensa grande e já articula fazer um curso de  Jornalismo. “A dica foi feita pela minha mãe depois de assistir um vídeo”, disse ele.

Maykon Lúcio também iniciou os trabalhos para montar um estúdio onde deve realizar seus podcast. “A ideia é expandir os negócios e ampliar o número de colaboradores, além de entrevistar e conhecer pessoas diferentes”, diz ele.

Com seus seguidores aumentando a cada dia, Maykon faz questão de reafirmar que, todo esse esforço, tem como foco maior ajudar sua mãe. “Ela sempre cuidou de nós sozinha. Quero lhe dar um a casa como forma de gratidão e reconhecimento à sua dedicação e apoio ao meu trabalho”, finalizou.

Em sua motocicleta, marca registrada de seus vídeos

Maykon exibe com orgulho sua conquista no Youtube

 

Ministério da Agricultura manda recolher dez marcas de azeite

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ordenou a todos comerciantes, varejistas ou atacadistas, recolherem de suas prateleiras dez marcas de azeite de oliva extravirgem.

Conforme determinação divulgada na última sexta-feira (15), devem ser retiradas de circulação as marcas: Terra de Óbidos; Serra Morena; De Alcântara; Vincenzo; Az Azeite; Almazara; Escarpas das Oliveiras; Don Alejandro; Mezzano; e Uberaba.

Aos consumidores, o Mapa orienta que parem de consumir imediatamente o produto, “podendo solicitar sua substituição nos moldes determinado pelo Código de Defesa do Consumidor. Podem ainda comunicar o Mapa pelo canal oficial Fala.BR, informando o estabelecimento e endereço onde foi adquirido o produto.”

O consumidor pode ser ressarcido inclusive se já abriu e consumiu o produto. Para isso deve levar a nota fiscal comprovando que o produto foi vendido quando já estava na lista dos produtos que não deveriam ser comercializados. As pessoas prejudicadas também podem fazer reclamação na secretaria de vigilância sanitária do seu município.

Esquema ilícito

As medidas tomadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária têm caráter cautelar e são desdobramentos da Operação Getsêmani que identificou esquema ilícito de importação, adulteração e distribuição de azeite de oliva fraudados.

A operação foi realizada nos dias 6, 7 e 8 de março nas capitais São Paulo (SP), Recife (PE) e Natal (RN), e no município de Saquarema, na Região dos Lagos (RJ). Na ação foram apreendidos mais de 104 mil litros de azeite de oliva fraudados e ainda embalagens e rótulos.

Essa não foi a primeira apreensão de azeite fraudado do ano. No começo de janeiro, 24,5 mil litros de azeite foram retirados de circulação em rede de supermercados em municípios do centro-oeste paulista, por causa da má qualidade e falsificação de rótulo.

Conforme o Mapa, “o azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado.” O ministério orienta aos consumidores antes da compra conferir a lista de produtos irregulares já apreendidos; não comprar a granel; optar por produtos com a data de envase mais recente; reparar a data de validade e o tempo dos ingredientes contidos (o tempo de colheita de azeitona para azeites extra virgem é de seis meses).

O Instituto de Defesa dos Consumidores (Idec) também recomenda observar se o óleo está turvo e se na embalagem há informação sobre mistura de óleos (adição de outro óleo vegetal).

Outra dica é desconfiar de preços muito abaixo da média do mercado. O preço do azeite manteve-se em alta nos últimos anos e deve continuar sob pressão este ano por causa da diminuição histórica da produção global, sobretudo nos países europeus – responsáveis por dois terços da produção mundial de azeites.

De acordo com a Embrapa, o Brasil é o terceiro maior importador de azeite de oliva no mundo. O país também produz azeite, com “qualidade reconhecida por prêmios internacionais conquistados nos últimos anos”, mas a produção local ainda é incipiente. “Iniciada na última década, chegou a 503 toneladas em 2022, o que representa apenas 0,24% do consumo nacional.”

Ezequiel Neiva destina R$ 4 milhões para cirurgias oftalmológicas e ortopédicas em Vilhena e demais cidades do Cone Sul

Mídia Rondônia – Priorizando investimentos para a melhoria do atendimento na saúde, o deputado Ezequiel destinou ao município de Vilhena, R$ 4 milhões de emenda individual para a realização de cirurgias oftalmológicas e ortopédicas de joelho. O recurso visa o atendimento aos moradores de Vilhena, Colorado do Oeste, Cerejeiras, Corumbiara, Pimenteiras, Cabixi e Chupinguia, no Cone Sul do Estado, com população estimada em mais de 150 mil habitantes.

Ezequiel Neiva disse que centenas de pacientes aguardam atendimentos para cirurgias oftalmológicas e de joelho. Neiva disse que o projeto atenderá grande parte da demanda na região do Cone Sul, e desafogar os grandes centros médicos do Estado, como Vilhena, Cacoal e Porto Velho. “Imagina só, um morador aqui do Cone Sul ter que viajar até Porto Velho para receber esse atendimento”, observou o parlamentar.

O deputado agradeceu ao governador Marcos Rocha pela liberação do recurso e ao prefeito Flori, que entrará com a contrapartida de quase R$ 500 mil pela prefeitura de Vilhena. “Essa é uma grande parceria do deputado Ezequiel Neiva com o governador Marcos Rocha e o prefeito Flori”, acrescentou.

Projeto prevê:

– Quase 7.000 atendimentos de fisioterapia pós-cirúrgico

– Todos os exames pré-operatórios, num quantitativo de mais de 25.000 exames

– ⁠Mais de 1.000 cirurgias oftalmológica (650 cirurgias de catarata e 270 cirurgias de pterígio)

– ⁠Mais de 200 cirurgias de joelho de Ligamento Cruzado Anterior (LCA) e Menisco

– ⁠Consultas pré e pós-cirúrgico com o acompanhamento com ortopedista

– ⁠Além de todo o material cirúrgico para as cirurgias de joelho.

Mais R$ 2 milhões para reformas no Hospital Regional de Vilhena

Ezequiel Neiva frisa que está destinando outros R$ 2 milhões para reformas no Hospital Regional de Vilhena. “A saúde tem melhorado significativamente aqui na região do Cone Sul. Estamos contribuindo com o prefeito Flori para essa grande revolução na área da saúde no município”, declarou o deputado.

Cabo da PM é acusado de espancar a mulher, em cidade de Rondônia

Um cabo da Polícia Militar, de 38 anos, fugiu, após espancar a própria esposa, de 34 anos, em uma residência, localizada no bairro Embratel, na capital. A vítima ficou trancada dentro de casa.

A mulher não passou informação sobre o motivo das agressões. Ela relatou que foi agredida e asfixiada pelo policial, que apertou seu pescoço, causando lesões. A boca dela também ficou ferida, por conta das agressões sofridas. O homem estava usando arma.

Desesperada, a vítima teve que de trancar no banheiro e acionou a Polícia Militar.

Segundo site o Rondoniagora, o agressor fugiu do local, deixando a mulher trancada no imóvel. Os policiais conseguiram libertar a vítima e uma ocorrência relatando o caso foi registada.