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8 julho 2026
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Morre Ilário Bodanese, político vilhenense

Mídia Rondônia – Aos 74 anos, morreu em Cuiabá, nesta quarta-feira, 10, o político e empresário vilhenense, Ilário Bodanese. Ele lutava contra um câncer de fígado.

Pioneiro, Ilário foi presidente da Câmara de Vereadores, vice-prefeito na gestão Lorivaldo Ruttman, fazendo carreira como empresário e produtor rural. Ele também foi presidente a Aviagro, entidade responsável pela Feira Agropecuária de Vilhena.

Ligado ao universo político, Ilário foi presidente do PP, sendo secretário regional de governo em Vilhena, na gestão Ivo Cassol.

Conselheiros tutelares tomam posse em Cerejeiras

Por Angélica Abreu – Em cerimônia realizada na noite desta quarta-feira (10), na Câmara de Vereadores de Cerejeiras, os novos conselheiros tutelares para gestão de 2024 a 2028 tomaram posse. Enfrentando questões judiciais, segundo apurou a reportagem deste Mídia Rondônia, uma conselheira eleita não tomou posse na ocasião.

Na oportunidade, estiveram familiares, apoiadores e população em geral. A cerimônia contou com a presença dos Conselheiros Titulares e Suplentes que, após o juramento de zelar com honestidade e dedicação pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, foram diplomados. A posse foi dada pelo vice prefeito do município, José Carlos Valendorf.

O Conselho Tutelar é órgão autônomo, encarregado pela sociedade para zelar pelo cumprimento dos direitos humanos fundamentais relacionados no Estatuto da Criança e do Adolescente( ECA).

Embora seja uma função pública e o órgão esteja administrativamente vinculado à prefeitura municipal, seus membros não compõem o quadro de funcionários da prefeitura.

Além do vice-prefeito, a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) Cecília Cunha, e a professora Angélica Abreu, representante da Associação de Conselheiros e ex Conselheiros do Estado de Rondônia ( ACTRON), destacaram a importância do evento para a sociedade.

PM usa todo seu efetivo e deflagra operação antioviolênica em Vilhena

Deflagrada nesta quarta-feira, 10,  em Vilhena, a “Operação Maximus” visa intensificar o policiamento ostensivo como medida preventiva e repressiva contra crimes, como os homicídios, que afetam a tranquilidade da população local.

Para fortalecer a operação, o 3º BPM empregará o máximo de seu efetivo policial, como pessoal do serviço administrativo e militares que estariam de folga.

Haverá patrulhamento intensivo, checkpoints em áreas estratégicas, ações de inteligência para identificar e neutralizar atividades criminosas e aumento na interação com a comunidade local, por meio de programas de conscientização e canais de comunicação direta com os cidadãos.

Presidente do Vilhena critica cartolagem no futebol e amadorismo de dirigentes

Mídia Rondônia – A crise no cenário esportivo rondoniense tem dois grandes culpados: o amadorismo dos dirigentes de clube e a cartolagem. Essa é a opinião do presidente do Vilhena Esporte Clube (VEC), José Carlos Dalanhol, o conhecido Gaúcho do Milho. Em entrevista exclusiva ao MÍDIA RONDÔNIA, Gaúcho fez duras críticas a “pessoas que querem utilizar os clubes para obter vantagens”.

“O que está acontecendo em Rondônia hoje é muito preocupante, porque tem gente sem noção nenhuma vindo de fora para assumir os times daqui, com mais interesse em se instalar na política e obter vantagens. O amadorismo e a cartolagem desse pessoal, que quer ganhar tudo na base da Justiça, é o que mais prejudica o futebol em nosso estado”, afirma Gaúcho do Milho sobre a crise que atinge a Federação de Futebol. “Querem dominar o futebol de uma forma antidesportiva”.

Gaúcho do Milho comentou sobre a situação do presidente da Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER), Heitor Costa, que está sendo atacado e sob ameaça de ser expulso através de uma ação iniciada pelo Ariquemes Futebol Clube. O dirigente de Vilhena reconhece a atuação de Heitor Costa pelo desenvolvimento e reconhecimento do esporte e cita os prejuízos causados pela ação. “Já é muito difícil conseguir um patrocínio para os clubes de Rondônia. Essa exposição ruim, feita pelos cartolas, essa briga de poder só atrapalha ainda mais”.

TÍTULOS

Presidente de clube com mais títulos no futebol de Rondônia, Gaúcho do Milho está à frente do VEC desde 2009, tendo levado o time rondoniense às quatro maiores copas da futebol brasileiro, jogando contra times da Série A. Em seus 15 anos de experiência à frente do Vilhena, Gaúcho afirma que “para ser presidente de clube em Rondônia o dirigente tem que ser patrocinador do time, tem que ser muito corajoso e lutar contra o amadorismo”.

Na entrevista, Gaúcho faz um apelo à imprensa rondoniense para mudar a imagem do esporte no Estado. “Temos órgãos de imprensa com muitos acessos, mas essas brigas politicas, casos de polícia, notícias sensacionalistas aparecem mais do que a força do nosso futebol. Nós temos duas vagas na Copa do Brasil; nosso estado tem uma vaga na Copa Verde; temos sub 15, 17 e 20, além de vagas para o futebol feminino, e nada disso aparece. A imprensa poderia falar disso”, avalia Gaúcho.

“No meu ver, o problema do futebol de Rondônia não é da Federação. A Federação organiza os campeonatos. O problema está no amadorismo de alguns dirigentes que acham que aqui é lugar de ganhar dinheiro e só vem aqui pra bagunçar, gente que não está interessada em esporte, mas em se autopromover. Além disso, existem interesses empresariais de dirigentes de clube que fornecem materiais esportivos para o governo e que estão intimamente ligados às autoridades do setor esportivo”, aponta o dirigente.

Ainda sobre a cartolagem, o dirigente do time de Vilhena diz que é contra o uso político dos cargos desportivos. “Eu não concordo com nenhum presidente de clube que venha assumir cadeira na Federação”, diz o dirigente do VEC, chamando de “picaretas” e “os aventureiros que utilizam seus times para buscar espaço na Federação e fazer guerra política”.

 

Vilhena Esporte Clube

 

José Carlos Dalanhol, o Gaúcho do Milho

Com ansiedade e depressão, paciente vai cultivar maconha em Rondônia

Assessoria – Uma paciente da Associação Cannabis Medicinal de Rondônia (ACAMERO) conseguiu na Justiça um salvo-conduto que permite o cultivo de até 15 plantas de Cannabis em sua residência para fins exclusivamente medicinais.

A autorização foi estabelecida após um pedido de Habeas Corpus pela associação, em favor da paciente, visando evitar constrangimento ilegal por parte das autoridades policiais.

Diagnosticada com várias condições, incluindo Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno de Pânico, Burnout e Depressão, a paciente apresentou relatórios médicos e evidências do uso medicinal da Cannabis, alegando melhorias significativas em seu estado de saúde desde que iniciou o tratamento com o óleo extraído da planta.

“Eu oscilava muito entre depressão e ansiedade e, no período de pandemia, eu declinei bastante e cheguei a ir ao hospital várias vezes com ataque de pânico”, conta a paciente, cuja identidade será mantida em sigilo por razões legais.

A paciente ouviu falar sobre cannabis medicinal pela primeira vez em 2018 através da televisão. “Estavam falando sobre o tratamento em pessoas com deficiência. Isso me deixou muito interessada no assunto e aí eu comecei a fazer pesquisas na internet para saber mais”, relata.

Em 2020, após passar por consultas particulares com neurologista, psicóloga e terapeuta ocupacional e obter relatórios médicos, a paciente iniciou um tratamento integrativo, combinando o uso de óleo da cannabis com alimentação controlada, atividade física e acompanhamento psicoterapêutico. “Senti que melhorei bastante”, afirma.

Desde o início do tratamento a paciente é acompanhada pela ACAMERO, participando ativamente de encontros, cursos e oficinas, contando com apoio técnico e jurídico em todas as fases.

Quando passou a enfrentar dificuldades para manter o tratamento por conta do alto custo do óleo de cannabis, que é importado, e da demora na entrega do medicamento por parte do plano de saúde, a paciente entrou na justiça – auxiliada pela associação – solicitando o salvo-conduto para fazer o cultivo da planta e fabricar o próprio óleo.

O pedido foi embasado em normativas nacionais e internacionais, incluindo a Convenção Única de Entorpecentes de 1961 da ONU e dispositivos da Lei de Drogas brasileira, argumentando que a autorização de importação de medicamentos à base de Cannabis não atende às necessidades da paciente devido aos custos elevados.

Considerando os argumentos apresentados, as normativas legais e as evidências médicas, a decisão do judiciário se fundamentou na necessidade da paciente. A juíza do caso enfatizou que a pretensão do cultivo da planta para fins medicinais não afronta a saúde pública ou individual, resguardando os direitos à saúde e à vida do paciente, conforme preceituado na Constituição Federal.

“Foi uma vitória extraordinária! Eu achei que isso nunca fosse possível, mas graças ao trabalho da ACAMERO foi possível. Essa decisão judicial reduziu bastante os custos do meu tratamento e me ajudou a não ficar sem o medicamento. Cheguei a ficar seis meses e até um ano sem o medicamento porque o plano de saúde não mandava no tempo certo. Agora, eu posso manter o tratamento sem interromper”, finaliza a paciente.

SOBRE A ACAMERO – Fundada em 2017, a Associação Cannabis Medicinal de Rondônia (ACAMERO) oferece apoio jurídico para que pacientes tenham acesso a medicamentos à base de cannabis para o tratamento de transtornos do espectro autista, epilepsia e muitas outras condições de saúde.

Aluna denuncia assédio de instrutores em academia

Uma aluna da academia BodyTech de Copacabana, Zona Sul do Rio, registrou queixa na Polícia Civil do Rio de Janeiro contra dois professores por ameaça.
Caroline Bedoya Aszmann, de 23 anos, denunciou na Delegacia da Mulher do Centro que foi perseguida por um deles da academia até sua casa em meados de dezembro. A jovem contou que saiu da academia por volta de 18h e foi andando até um mercado.
“Eu passei no mercado a uma quadra de distância da academia, rodei o mercado todo, andei até em casa a duas quadras de distância e esse indivíduo me abordou na esquina dizendo ‘oi, o outro tal personal me disse que você costuma andar sozinha’. Isso pra mim é ameaça”, conta a jovem.
Primeiro, ela relatou a situação nas redes sociais, no sábado (6), e no dia seguinte registrou a queixa na Deam. Caroline afirma não ter tido apoio da coordenação da BodyTech, com quem conversou antes de ir até a delegacia.
“Eu não estaria aqui se uma empresa desse tamanho tivesse tomado alguma providência. Em dois meses já era para algo ter acontecido”, reclama.

Segundo ela, a situação começou quando, meses antes, o primeiro personal tirou uma foto dela treinando e a enviou pelo Whatsapp.

“Esse indivíduo me mandou a foto dizendo assim ‘a cara não era boa, mas a cena era ótima’. Eu respondi que era péssimo e ele excluiu a foto”, relata Caroline.

“Não foi só comigo que coisas do tipo aconteceram, mas desse [que ela acusa de tê-la seguido] eu soube de coisas gravíssimas. O certo é eles serem banidos do convívio, pelo menos de onde aconteceu. Eu me senti invadida no local que eu pago”, destaca.

Segundo ela, depois da repercussão do caso a academia a procurou para pedir desculpas e informar que um dos funcionários foi demitido, enquanto o outro advertido.
“Esperamos que nada mais aconteça”, desabafa.
O caso foi registrado como fato atípico e ameaça. De acordo com a Polícia Civil, o acusado foi intimado para prestar depoimento e outras diligências estão em andamento para investigar o caso.
O g1 procurou a BodyTech, que não se pronunciou até a última atualização desta reportagem.

Morre terceira vítima do acidente na ponte do rio Escondido

Ail Correa

A confirmada a morte da terceira vítima do grave acidente ocorrido na ponte do Rio Escondido, na rodovia entre Cerejeiras e Colorado do Oeste. Trata-se de Ail Correa da Silva, de 62 anos, mais conhecido como “Correa”, que era o condutor do caminhão boiadeiro envolvido no sinistro e veio a falecer devido aos graves ferimentos sofridos. Este acidente já havia ceifado as vidas de Vera Lúcia da Silva, 43 anos, e sua filha Maisa Gabrielle de Souza Silva, de apenas 7 anos, ambas moradoras de Presidente Médici, que estavam na carreta carregada com soja.

Adenilson Batista de Souza, de 49 anos, motorista da carreta, também sofreu sérios ferimentos. Ele foi retirado das ferragens pelo Corpo de Bombeiros e inicialmente atendido no Hospital São Lucas, para depois ser transferido para uma unidade de saúde em Vilhena. Relatos indicam que Adenilson tentou desviar seu veículo para evitar colidir com outro carro que realizava uma ultrapassagem em local proibido, o que desencadeou o trágico acidente.

O incidente exigiu a rápida mobilização de diversas equipes de resgate e segurança, incluindo o Corpo de Bombeiros de Cerejeiras, a Polícia Militar de Colorado do Oeste, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Técnica Científica (Politec), que atuaram no local para prestar os primeiros socorros e realizar os procedimentos necessários.

Clique aqui para ver o vídeo (imagens fortes)

Armada, mãe mata filho autista e tira própria vida

Dois corpos foram encontrados dentro de um apartamento no edifício Mondrian Antares, em Águas Claras, na noite dessa terça-feira (9/1). A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou a informação.

Os moradores relataram que um apartamento exalava um cheiro muito forte, suspeitaram que poderia ter algum cadáver no local, e acionaram a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Quando invadiram o imóvel, os PMs encontraram o corpo de um homem de 27 anos na sala e outro de uma mulher, de 63, no quarto. Ao lado do corpo dela, havia um revólver.

Os dois são mãe e filho. O rapaz foi identificado como Cléber Baraldi, e a mulher, Milce Maria Alonso Soares. Ela teria atirado e matado o próprio filho, que tinha Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, em seguida, disparou a arma contra si.

Metrópoles

Acusados de latrocínio, tio e sobrinho são presos em cidade de Rondônia

 O segundo suspeito de um crime de latrocínio em Rolim de Moura (RO) foi preso na última segunda-feira (8) no bairro Jardim Tropical. O tio do homem, também investigado no caso, já havia sido preso pelo crime de roubo.

Segundo o delegado que investiga o caso, o preso é o segundo suspeito de ter matado Fábio Carlos Horácio, de 41 anos, e jogado o corpo na vegetação na entrada da mata, além de ter roubado a caminhonete da vítima.

A vítima e os suspeitos não se conheciam até o dia do crime, e na ocasião os envolvidos estavam embriagados. No momento do crime todos estavam dentro do veículo de Fábio.

“A vítima foi morta dentro do próprio veículo, com mais de 30 perfurações de faca e machadinha”, relata o delegado que investiga o caso.

Entenda o caso

O corpo de Fábio Carlos Horácio foi encontrado no início de dezembro de 2023 na zona rural de Rolim de Moura (RO), na região da Zona da Mata. Segundo testemunhas, o cadáver estava perto de uma caminhonete abandonada em um barranco na Linha 186.

A suspeita inicial era de acidente de trânsito, pois o veículo foi encontrado fora da estrada e com os vidros abertos.

A Polícia Militar foi até o local e encontrou a caminhonete vazia. Foi então iniciada uma varredura pela área, quando os militares encontraram o corpo perto de uma mata fechada.

Os policiais concluíram que Fábio havia sido vítima de latrocínio – roubo seguido de morte. Durante as investigações, chegaram até o tio e o sobrinho, suspeitos de matarem Fábio dentro da caminhonete e abandonarem o corpo em uma região de mata.

Ainda segundo a polícia, os envolvidos tentaram fugir com a caminhonete, mas perderam o controle da direção indo parar em um barranco, onde o veículo foi abandonado.

Fonte: G1

Motivo de controvérsias, “Banheiro Coreano” é desativado em Vilhena

Na tarde da última terça-feira, 9 de janeiro, a Prefeitura de Vilhena, RO, tomou uma decisão drástica ao demolir o conhecido “Banheiro Coreano”, situado na Praça Genival Nunes. A ação simboliza o fim de uma longa série de controvérsias que cercaram este local, posicionado em frente ao Estádio Arnaldo Martins e ao Ginásio de Esportes Jorge Teixeira.

O banheiro, famoso por seu design único em formato de bola, foi construído em 2007 durante a administração do ex-prefeito Marlon Donadon. Apesar de ter tido um breve período de uso intensivo, nos últimos anos, o local acabou se tornando um centro de problemas para a cidade. O espaço, que funcionou efetivamente apenas por um curto tempo, transformou-se em um ponto monitorado por policiais militares, em virtude de relatos de que era frequentemente utilizado para o consumo de drogas ilícitas.

Essa situação deteriorou ainda mais o local, que passou a sofrer com a acumulação de dejetos humanos, resultando em um ambiente insalubre, propício para a proliferação de mosquitos transmissores da dengue e de animais peçonhentos.

Diante desse cenário negativo, o Secretário Municipal de Obras, Laércio Torres, afirmou que a gestão municipal decidiu remover toda a estrutura metálica, evitando danos, e com a demolição da parte restante da construção. Antes de tomar esta decisão, a Prefeitura fez dois chamamentos públicos com o intuito de atrair a iniciativa privada para transformar o espaço em um ponto de referência para a cidade, como um memorial ou estabelecimento comercial. No entanto, essas propostas não despertaram interesse, levando ao desfecho atual.