Neste domingo, 22, a partir das 17h, acontece a “Tardezinha do Pagode”, em Vilhena. A animação fica por conta de Bone e Rapaziada. O evento será realizado na Zé Beer Distribudora, localizada na avenida Marechal Rondon, ao lado do posto Cinta Larga.


Neste domingo, 22, a partir das 17h, acontece a “Tardezinha do Pagode”, em Vilhena. A animação fica por conta de Bone e Rapaziada. O evento será realizado na Zé Beer Distribudora, localizada na avenida Marechal Rondon, ao lado do posto Cinta Larga.


Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2647 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (21). Pela sexta vez seguida, o prêmio acumulou.

Os números sorteados foram 09 – 33 – 39 – 43 – 50 – 54.
Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, na terça-feira (24), está estimado em R$ 52 milhões.
A quina teve 46 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 84.014,29. Já a quadra registrou 3.784 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 1.459,02.
As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Willian Ferreira Nascimento, sargento da Polícia Militar, foi assassinado por um colega dentro do próprio batalhão de polícia. O suspeito foi identificado como sargento Gabriel Castella Cardoso. Ele teria atirado seis vezes contra o colega, após uma discussão.
O sargento Gabriel Castella estava de serviço no momento do desentendimento. Horas antes o militar havia participado da prisão de 4 criminosos suspeitos de integrarem uma facção, que fizeram arruaça no centro da cidade.
Não há informações sobre a motivação do crime, mas dados preliminares indicam que os dois policiais teriam discutido após as prisões dos suspeitos.
Ainda de acordo com estes dados iniciais, Willian foi socorrido por uma equipe médica, mas não resistiu aos ferimentos. O crime aconteceu neste sábado (21) na cidade de São José do Rio Claro, no Mato Grosso. As informações são do site Midia Jur.

O 3º sargento da Polícia Militar, Willian Ferreira, foi morto a tiros, na noite de sábado (21), dentro da 18º Companhia Independente da Polícia Militar de São José do Rio Claro/MT. O principal suspeito de cometer o crime é colega de farda. A assessoria da PM foi acionada, desde ontem, no entanto até a manhã deste domingo (22) mas não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com informações preliminares, o sargento teve um desentendimento com o colega, durante a troca de turno, por um suposto atraso por parte de William.
O site Power Mix informou que a discussão entre os dois militares teria começado porque a vítima teria partido para cima do outro sargento, após ele questionar o atraso de quase 1h.
Neste momento, o colega teria sacado a arma e atirado seis vezes contra Willian. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco tempo depois.
O militar que atirou se entregou pouco tempo depois e foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Ele foi preso no início da noite deste sábado (21), em Vilhena. Segundo a PM, o acusado foi abordado por uma guarnição, momento em que deixava um ponto de tráfico conhecido como “Boca da Ana”. Um motoboy que esteve transportando o acusado foi liberado, pois nada foi encontrado em seu poder.
Ao receber voz de prisão, ele tentou resistir a abordagem xingando os policiais, mas confessou ter adquirido o entorpecente de um outro homem no ponto de comércio.
Em seguida, os policiais foram onde o acusado tinha apontado, encontrando o dinheiro que ele disse ter pago e alguns objetos de origem duvidosa e uma balança de precisão.
Ao chegar no local, também foram encontrados outros supostos usuários. Um morador da casa foi preso e levado para prestar depoimento na Unidade de Segurança pública.
A empresária Maria Ediane da Mota Oliveira, de 41 anos, é suspeita de mandar matar a advogada Rafaela Vasconcelos de Maria em Morrinhos, no Ceará. O crime aconteceu em março deste ano. Os criminosos também assassinaram Maria Socorro de Vasconcelos, de 78 anos, mãe da vítima e que estava com ela no dia do crime.
Segundo investigações da Polícia Civil, a mandante teria interesse no marido da vítima, um tenente-coronel da Polícia Militar. Maria Ediane da Mota Oliveira está foragida e está na lista dos criminosos mais procurados pela Secretaria de Segurança Pública, que classifica a suspeita como “perigosa”.
A PC informou que Maria Ediane pagou uma quantia de R$ 70 mil para um grupo de extermínio, composto por quatro policiais. Até o momento, já foram presas sete pessoas suspeitas de estarem envolvidas no crime.
Ainda segundo as investigações, os criminosos passaram dois meses investigando a rotina da advogada. E nos aparelhos celulares dos suspeitos, foram encontradas várias fotos de Rafaela, também do seu trabalho e de sua residência.
Maria Ediane seria responsável por coordenar o “jogo do bicho”, prática ilegal no Brasil, no Ceará. Ela chegou a ser alvo de ameaças de facções. (Terra.com.br)

Um delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro foi alvo de operação da Polícia Federal nesta sexta (20). Renato dos Santos Mariano é suspeito de ter extraviado 280 kg de cocaína que havia sido apreendida em dezembro de 2020 em uma das saídas do Complexo da Maré, na zona norte da cidade. Além do delegado, outros quatro policiais civis e a irmã de um dos agentes foram alvos da operação desta manhã.
A reportagem ainda tenta contato com a defesa do delegado. Em nota, a Polícia Civil disse que “repudia qualquer tipo de desvio de conduta e atividade ilícita e reitera seu compromisso no combate à criminalidade”.
A operação da PF desta sexta investiga o envolvimento de agentes da Polícia Civil com o crime organizado. A corporação cumpriu oito mandados de busca e apreensão nesta manhã. Um dos alvos foi a casa de Mariano e a delegacia de Realengo, onde ele é delegado titular.
De acordo com as investigações, Mariano está envolvido no extravio da droga, apreendida dentro de um caminhão por uma equipe da delegacia do Engenho Novo, à época chefiada por ele.
A PF afirma, no entanto, que o caminhão já estava sendo monitorado pela corporação, que sabia a quantidade de droga que havia dentro do veículo -500 kg de cocaína distribuídos em 17 malas, que seriam levadas ao porto do Rio de Janeiro para então sair do país. De acordo com a Polícia Federal, a droga seria apreendida no destino final.
A equipe da delegacia do Engenho Novo, porém, frustrou os planos da PF ao interceptar o caminhão. Na época, a Polícia Civil chegou a noticiar a apreensão da droga, mas a quantidade de cocaína apreendida que foi divulgada divergia do que a Polícia Federal tinha conhecimento.
Segundo Mariano, apenas 7 malas com cerca de 220 kg de cocaína foram apreendidas. O delegado disse à época que a quantidade, avaliada em R$ 6 milhões, seria vendida “pela maior facção criminosa do Rio”.
A PF diz acreditar que a equipe de Mariano se apropriou das outras 10 malas com droga.

Folha de SP
Depois do calorão perigoso que passou pelo país recentemente, mais uma onda de calor ocorre no país. Dessa vez, porém, as temperaturas altíssimas se concentram no Centro-Oeste do país. Cuiabá, capital de Mato Grosso, já passa e continuará passando os próximos dias acima dos 40°C.
A massa de ar quente levará o mesmo calor intenso a estados de outras regiões, como norte de São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Rondônia e sul do Amazonas e do estado do Pará.
Todos também terão máximas de 40ºC ou mais nos próximos dias. Em algumas cidades, que não possuem medição instrumental de temperatura, máximas ainda mais elevadas podem ser registradas
“Duas ondas de calor extremo em um mesmo ano realmente chama a atenção. E pegando ainda áreas de repetição”, aponta Sias. Apesar de El Niño e a estiagem sazonal contribuírem para a situação, a meteorologista aponta a crise climática como outro ator a se considerar.
As recomendações dos especialistas em saúde incluem beber muito líquido, usar roupas leves, se proteger com chapéu, óculos de sol, usar protetor solar e evitar esforço físico nas horas mais quentes do dia.
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) aponta grande perigo e risco à saúde para quase todo o estado de Mato Grosso, para a porção norte de Mato Grosso do Sul, para a fatia sul do Amazonas e para trechos próximos às divisas de Mato Grosso com Tocantins e Goiás.
Segundo o Inmet, tal área tem e terá, pelos próximos dias, temperaturas até 5°C acima da média, por um período maior do que cinco dias. O alerta do Inmet teve início no fim da tarde desta sexta-feira (20).
Já a MetSul Meterologia prevê que a região atinja níveis jamais registrados no país com temperaturas de até 46°C entre sexta-feira e o início da próxima semana.
A capital Cuiabá deve registrar as maiores temperaturas. Na tarde desta quinta, a máxima na cidade atingiu a marca de 44,2°C, e o município entrou para a lista das dez maiores temperaturas já registradas oficialmente no Brasil, pelo Inmet. Foi a maior temperatura da história da capital.
Segundo Estael Sias, meteorologista e sócia-diretora da MetSul, o calor experimentado pela região em questão é explicado por uma sequência de eventos. “É uma condição sazonal. O clima mais seco no final do outono, inverno e início da primavera. Já teve uma onda de calor extrema em setembro. A chuva não voltou em condições suficientes para recuperação do solo e que evitasse uma nova onda de calor”, diz a especialista.
Tomando, novamente, Cuiabá como exemplo, o Inmet aponta que, em setembro, a média das temperaturas no mês foi de 31°C, valor 3°C maior do que a normal climatológica (ou seja, a média histórica). Além disso, o volume de chuvas foi 30% inferior à normal climatológica. Em agosto, a cidade também ficou mais de 3°C acima da média histórica, mas com volume de chuva (14,4 milímetros) também superando um pouco (9%) a normal climatológica.
Sias diz que há uma enorme massa de ar seco e quente provocando a chamada “cúpula de calor” –imagine ar quente preso causando mais aquecimento por compressão. Segundo a meteorologista, o ar muito quente resseca a vegetação e o solo muito seco acaba irradiando ainda mais calor.
“Uma condição vai intensificando a outra e se forma essa cúpula de calor. Nessa área não entra chuva. É uma tampa que fica segurando esse calor na superfície”, afirma Sias, que aponta que as temperaturas podem superar aos 45°C na região atingida pela onda de calor.

Folha de SP
Os dias sem chuvas mais intensas na Amazônia estão trazendo consequências à biodiversidade, à qualidade do ar e ao modo de vida de quem vive na região.

A professora da Universidade Federal Rural do Pará e doutora em ecologia Vania Neu ressalta que fenômenos como o El Niño, hoje o principal responsável pela falta de chuvas em parte da Região Norte, são registros naturais e já previstos pelos especialistas. Mas destaca que eventos climáticos extremos estão acontecendo num intervalo cada vez menor.
“Vários estudos apontam que os fenômenos que se repetiam um a cada 20 anos agora eles estão com uma frequência maior. Segundo a estimativa, se a gente continuar alterando o nosso ambiente, sem ter nenhum cuidado, a frequência desses eventos pode chegar a cada ano, a cada dois anos esses eventos podem se repetir.”
A pesquisadora explica que a ação descontrolada de desmatamento e as queimadas podem contribuir para essa maior frequência de chuvas ou secas extremas, o que dificulta a regeneração da floresta.
“Então, à medida que esse ambiente fica mais seco, o fogo volta com maior frequência. E aí vai chegar num momento que a gente não vai ter o retorno dessa floresta densa, mas sim vai começar a ter uma vegetação mais rala, tipo de Savana, tipo de Cerrado. Muitos estudos indicam que, em 2080, a gente já vai ter esse cenário muito mais seco.”
E, enquanto as ações humanas vão contribuindo para as mudanças climáticas e do meio ambiente, Vania aponta que o modo de vida da população nestas regiões vai se tornando inviável.
Hoje, segundo a Defesa Civil no Amazonas, 59 dos 62 municípios estão em estado de emergência e 557 mil pessoas foram afetadas por causa da seca. (AB)

A partir deste sábado (21), o preço médio dos combustíveis vendidos para as distribuidoras passa a ser de R$ 2,81 por litro, uma redução de R$ 0,12 por litro. Como existe uma mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro na composição da gasolina comercializada aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 2,05 a cada litro vendido na bomba.

O preço médio de venda do diesel para as distribuidoras vai ser de R$ 4,05 por litro, um aumento de R$ 0,25 por litro. Como é obrigatória a mistura de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel vendido aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 3,56 a cada litro vendido na bomba.
Na variação acumulada no ano dos preços de venda da gasolina A e do diesel A para as distribuidoras, há uma redução de R$ 0,27 por litro de gasolina e de R$ 0,44 por litro de diesel.
“A estratégia comercial que adotamos na Petrobras nesta gestão tem se mostrado bem-sucedida, sobretudo no sentido de tornar a empresa competitiva no mercado e evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Prova disto é que ao longo deste ano, mesmo com o valor do brent mais alto que no ano passado, os preços dos nossos produtos acumulam quedas, muito diferente do que aconteceu ao longo de 2022”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.
A Petrobras informa que os reajustes na gasolina e no diesel podem ser explicados por movimentos distintos no mercado e na estratégia comercial da estatal. No caso da gasolina, há o fim do período de maior demanda global, com maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. No caso do diesel, a demanda global se mantém, com expectativa de alta sazonal, o que faz o produto ter maior valorização frente ao petróleo. A companhia também reforçou que procura evitar o repasse da volatilidade do mercado internacional e da taxa de câmbio para a sociedade brasileira, mas que também preserva um ambiente competitivo nos termos da legislação vigente.

A Casa Civil da Presidência da República anunciou, na noite desta sexta-feira (20), a demissão dos servidores Eduardo Izycki e Rodrigo Colli da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Os desligamentos foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), assinadas pelo ministro Rui Costa.

Pela manhã, a Polícia Federal deflagrou a Operação Última Milha, com o objetivo de investigar o uso indevido, justamente pelos dois servidores da Abin, de um sistema de geolocalização de dispositivos móveis, sem a devida autorização judicial. Ambos foram presos na Operação, que incluiu o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão em diversos estados. As medidas judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a PF, o sistema de geolocalização utilizado pela Abin é um “software intrusivo na infraestrutura crítica de telefonia brasileira. A rede de telefonia teria sido invadida reiteradas vezes, com a utilização do serviço adquirido com recursos públicos”.
Além do uso indevido do sistema, que teria sido acessado para espionar ilegalmente autoridades, jornalistas, servidores, apura-se a atuação de dois servidores da Agência que, em razão da possibilidade de demissão em processo administrativo disciplinar, teriam utilizado o conhecimento sobre o uso indevido do programa como meio de coerção indireta para evitar a demissão.
Na justificativa de demissão, a Casa Civil informou que, apesar de estarem ocupando o cargo público de oficial de inteligência da Abin, Izycki e Colli participaram, na condição de sócios representantes da empresa ICCIBER/CERBERO, de pregão aberto pelo Comando de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro (pregão nº 18/2018-UASG 160076). O pregão tinha por objeto a aquisição de solução de exploração cibernética e web intelligence capaz de realizar coleta de dados e diversas fontes da internet.
Ao assim procederem, de acordo com a nota, os servidores incorreram infrações administrativas que incluem participação em administração e gerência de empresa privada, conflito de interesses e descumprimento do regime de dedicação exclusiva à Abin.
Confira a íntegra da nota da Casa Civil da Presidência da República
Demissão de servidores da Abin
A Casa Civil da Presidência da República informa que foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, na noite desta sexta-feira (20), a demissão dos servidores Eduardo Izycki e Rodrigo Colli da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
A decisão foi tomada após constatada a participação, na condição de sócios representantes da empresa ICCIBER/CERBERO, de pregão aberto pelo Comando de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro (pregão nº 18/2018-UASG 160076).
O pregão tinha por objeto a aquisição de solução de exploração cibernética e web intelligence capaz de realizar coleta de dados e diversas fontes da internet.
Ao assim procederem, os servidores incorreram nas seguintes infrações administrativas:
1. Violação de proibição contida expressamente em lei – atuação em gerência e administração de sociedade empresária – Art. 117, inciso X, da Lei 8112/90;
2. Improbidade Administrativa por violação de dever mediante conduta tipificada em lei como conflito de interesse – Conforme artigo 132, inc. IV da Lei nº 8.112/1990, c/c Arts. 4º e 5º, incisos III, IV e V, e 12, todos da Lei nº 12.813/2013, e artigo 11 da Lei 8.429/92.
3. Violação do regime de dedicação exclusiva a que se submetem todos os ocupantes do cargo de Oficial de Inteligência da ABIN – Lei nº 11.776, de 17 de setembro de 2008 (art. 2º, I, “a”, c/c art. 6º, § 1º).
