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8 maio 2026
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China se diz ‘profundamente chocada’ e condena ataque

A República Popular da China condenou de forma veemente os ataques realizados pelos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorridos na madrugada deste sábado (3). Em declaração divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, o país asiático classificou a operação como uma violação grave do direito internacional e um atentado à soberania venezuelana.

A resposta chinesa foi dada por um porta-voz da chancelaria durante coletiva de imprensa em Pequim, após questionamento de jornalistas sobre a ofensiva militar estadunidense e a captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

“A China está profundamente chocada e condena veementemente o uso flagrante da força pelos EUA contra um Estado soberano e o ataque ao seu presidente”, afirmou o representante do governo chinês. Ele também declarou que a ação dos EUA configura um “ato hegemônico” que ameaça a paz e a segurança da América Latina e do Caribe.

O governo chinês exortou os Estados Unidos a cessarem as agressões, respeitarem a soberania de outros países e cumprirem os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.

“A China se opõe firmemente a isso. Exortamos os EUA a respeitarem o direito internacional e os propósitos e princípios da Carta da ONU, e a cessarem as violações da soberania e da segurança de outros países”, concluiu o comunicado.

Maduro foi capturado e levado para fora do país

Segundo o próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os ataques foram realizados com sucesso e resultaram no sequestro de Nicolás Maduro, que teria sido levado para território estadunidense. A ofensiva atingiu áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, incluindo o Forte Tiuna e a base aérea de La Carlota.

O governo venezuelano decretou estado de comoção exterior, ativou o sistema de defesa integral e pediu apoio internacional. Até o início da tarde, o paradeiro oficial de Maduro e de sua esposa seguia sem confirmação por parte das autoridades venezuelanas. (BdF)

O presidente venezuelano, Nicolas Maduro, e o presidente da China, Xi Jinping, durante encontro em Moscou, em maio de 2025

Lula repudia agressão dos EUA e cobra reação internacional

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente neste sábado (3) a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, classificando a ação como um grave desrespeito ao direito internacional e um risco direto à estabilidade global. Para o chefe de Estado brasileiro, os bombardeios em território venezuelano e o sequestro do presidente do país representam uma escalada inaceitável que ameaça a ordem internacional. A manifestação foi feita em uma postagem divulgada pelo próprio presidente Lula, na qual ele expressa a posição oficial do Brasil diante do episódio. Segundo o presidente, os acontecimentos configuram uma violação explícita de princípios fundamentais que regem as relações entre Estados soberanos.

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou Lula. Na avaliação do presidente, ações dessa natureza abrem caminho para um cenário de instabilidade generalizada. “Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, declarou.

Lula destacou que a condenação ao uso da força está em consonância com a política externa historicamente adotada pelo Brasil. “A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”, afirmou, reforçando o compromisso brasileiro com soluções pacíficas e diplomáticas.

O presidente também fez referência ao histórico de intervenções externas na região, alertando para os impactos de longo prazo desse tipo de ação. “A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, disse.

Na mensagem, Lula defendeu uma reação firme da comunidade internacional, especialmente por meio das Nações Unidas. “A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio”, afirmou. Ao final, reiterou a posição do governo brasileiro: “O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Trump confirma o roubo do petróleo venezuelano

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (3) que os EUA estarão “muito fortemente envolvidos” na indústria petrolífera da Venezuela, em uma afirmação que escancara o verdadeiro objetivo do ataque militar lançado contra o país sul-americano: o controle direto de suas reservas energéticas e a submissão de sua soberania nacional aos interesses das grandes corporações norte-americanas. A informação foi publicada pela CNN Brasil, com base em declaração de Trump à Fox News.A frase — curta, direta e brutal — traduz em poucas palavras o que normalmente é ocultado por discursos sobre “democracia” e “segurança internacional”. Trump não falou em reconstrução institucional, nem em ajuda humanitária. Falou em petróleo. E foi explícito ao afirmar que pretende colocar “as maiores empresas de petróleo” dos EUA para atuar na Venezuela, sinalizando um processo de ocupação econômica e energética que, para críticos da política externa norte-americana, se assemelha a um saque anunciado.

Operação militar e captura de Maduro

A declaração veio após a confirmação de uma operação militar de grande escala realizada pelos Estados Unidos em território venezuelano, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Segundo a reportagem, a ação foi executada pela Força Delta, unidade de elite do Exército norte-americano, com apoio de inteligência da CIA e de forças policiais dos EUA. A operação atingiu Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, e teria sido autorizada por Trump “há alguns dias”.

O governo norte-americano afirma que Maduro foi levado para fora do país para responder a processos judiciais nos EUA por acusações de narcoterrorismo e conspiração para importação de cocaína. A justificativa formal para a intervenção foi baseada na autoridade do presidente como comandante-chefe das Forças Armadas, conforme o Artigo II da Constituição dos EUA.

Na Venezuela, o regime classificou a ação como uma “agressão criminosa” e decretou emergência nacional, denunciando a intervenção como violação aberta da soberania do país.

“Muito fortemente envolvidos”: o petróleo como prêmio de guerra

Ao tratar do futuro da energia venezuelana, Trump afirmou que os EUA possuem as maiores empresas do setor e que essas companhias atuarão diretamente na região. A declaração sugere que a intervenção militar não foi um evento isolado, mas parte de um plano estratégico para reorganizar a estrutura petrolífera venezuelana sob tutela de Washington.

A reportagem destaca que o momento é de grande incerteza sobre o futuro da PDVSA, estatal petrolífera venezuelana e principal fonte de receitas do país. A empresa, já fragilizada por sanções, restrições logísticas e crise financeira, entra agora em um cenário ainda mais instável, com a liderança política removida à força e sob ameaça direta de ocupação econômica.

Trump reforça que o objetivo é envolver as empresas norte-americanas no setor energético venezuelano, em um gesto que, para analistas críticos do imperialismo, representa a passagem do discurso para a prática: a intervenção não apenas derruba governos — ela abre caminho para a captura dos recursos naturais por grupos privados alinhados ao poder militar dos EUA.

Bloqueio ao petróleo e colapso das exportações

Antes mesmo da incursão militar, os EUA já haviam imposto um bloqueio ao petróleo venezuelano em dezembro, medida que reduziu as exportações do país pela metade em relação ao mês anterior, segundo dados de monitoramento e documentos internos citados na reportagem.

O bloqueio afastou proprietários de embarcações das águas venezuelanas e provocou acúmulo acelerado de estoques de petróleo e combustíveis da PDVSA. A estatal precisou desacelerar entregas e armazenar petróleo em navios-tanque para evitar cortes drásticos na produção ou no refino.

Em novembro, a Venezuela exportava cerca de 950 mil barris por dia, mas o volume caiu para aproximadamente metade no mês seguinte, refletindo o impacto direto das medidas unilaterais norte-americanas. Além disso, os EUA apreenderam duas cargas de petróleo venezuelano, aprofundando o estrangulamento econômico.

Ataque não destrói refinarias, mas ameaça o controle do sistema

Apesar da operação militar, fontes com conhecimento das atividades da PDVSA informaram que a produção e o refino de petróleo estavam operando normalmente no sábado e não sofreram danos diretos. Isso indica que o alvo não era destruir instalações — mas assumir o comando político e, por consequência, o controle sobre o setor estratégico.

A reportagem menciona, contudo, que o porto de La Guaira, próximo a Caracas, teria sofrido danos graves, embora não seja usado para exportação de petróleo. O impacto simbólico, entretanto, é evidente: a operação expõe a disposição dos EUA de atacar infraestrutura civil e impor o caos para redesenhar, a partir da força, a arquitetura econômica e institucional do país.

A situação da PDVSA permanece delicada também por causa de um ataque cibernético ocorrido no final do ano passado, que obrigou a empresa a isolar terminais, campos e refinarias do sistema central e a recorrer a registros escritos para manter operações. Mesmo funcionando, a estatal ainda enfrenta dificuldades administrativas e vulnerabilidades severas.

Um precedente perigoso para a soberania na América Latina

A declaração de Trump e o ataque militar à Venezuela representam um marco alarmante para a América Latina. O episódio reatualiza a lógica histórica das intervenções norte-americanas no continente, muitas vezes justificadas por discursos jurídicos ou morais, mas frequentemente guiadas por interesses econômicos — especialmente em áreas estratégicas como energia, minérios e infraestrutura.

Ao declarar que os EUA estarão “muito fortemente envolvidos” no petróleo venezuelano, Trump praticamente assume o caráter predatório da ação: trata-se menos de “combate ao crime” e mais de um projeto de dominação no qual a força militar abre caminho para as corporações.

A fala não deixa margem para dúvidas: o petróleo venezuelano, uma das maiores reservas do planeta, tornou-se — mais uma vez — o centro de uma disputa em que a soberania nacional é tratada como obstáculo a ser removido, e não como princípio inviolável do direito internacional.

Filhos de Bolsonaro comemoram roubo do petróleo venezuelano

Os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais neste sábado (3) para comemorar a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, atacar o presidente Lula e reforçar discursos de defesa da extrema-direta e do pai. As manifestações ocorreram após o governo estadunidense anunciar uma ofensiva em larga escala contra o território venezuelano e divulgar a suposta captura do presidente Nicolás Maduro, episódio que elevou a tensão política na região e repercutiu imediatamente no debate político brasileiro.

A razão de fato foi revelada até mesmo pelo presidente americano Donald Trump, em entrevista : “Eles nos tiraram os direitos de exploração de petróleo. Tínhamos muito petróleo lá. Eles expulsaram nossas empresas e nós queremos o petróleo de volta”, afirmou ele.

O ex-vereador Carlos Bolsonaro, que se articula para disputar uma vaga no Senado por Santa Catarina nas eleições de outubro, utilizou o episódio para falar em “perseguição ideológica” e traçar paralelos entre a queda de Maduro e a trajetória de Bolsonaro no Brasil.

“Esse modelo não se limita à Venezuela: ele se espalha por rotas que cruzam a Colômbia, a América Central, o Caribe e alcançam o Brasil, sempre protegido por discursos políticos que tentam deslegitimar qualquer questionamento rotulando-o como “perseguição ideológica”, escreveu Carluxo.

Na sequência, ele ampliou o argumento ao relacionar o discurso ao atentado sofrido pelo pai durante a campanha presidencial de 2018. “Nesse contexto, o atentado e a perseguição contra Jair Bolsonaro em 2018 —e os fatos que se seguiram— não podem ser tratados como episódios isolados ou meramente individuais”, finalizou.

EUA agridem Venezuela para saquear as riquezas do país

 Ao menos sete explosões e o som de aeronaves voando em baixa altitude foram ouvidos por volta das 2h da manhã (horário local) deste sábado em Caracas, capital da Venezuela, em um episódio que intensifica o clima de alerta e reforça a sensação de que o país entrou em uma nova fase de confronto com os Estados Unidos.As informações foram divulgadas pela Associated Press (AP), que relatou que, até o momento, o governo venezuelano não respondeu a um pedido de comentário sobre o que ocorreu na cidade.

Moradores de diferentes bairros correram para as ruas, tentando compreender a origem dos estrondos e a movimentação aérea incomum. A agência descreve que pessoas puderam ser vistas à distância em diversas regiões de Caracas, evidenciando a dimensão do susto e a rápida disseminação do pânico noturno.

O cenário ocorre no momento em que os Estados Unidos vêm aumentando suas operações militares na região. Segundo a AP, as Forças Armadas americanas têm mirado, nos últimos dias, barcos supostamente envolvidos com tráfico de drogas, em uma ofensiva que tem sido tratada como parte de uma estratégia mais ampla de pressão contra o governo venezuelano.

Na sexta-feira, a Venezuela afirmou estar aberta a negociar um acordo com os Estados Unidos para combater o tráfico de drogas, sinalizando disposição para um entendimento formal no campo da segurança. Mesmo assim, o ambiente político segue marcado por acusações e desconfiança.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro declarou que os Estados Unidos estariam tentando forçar uma mudança de governo na Venezuela e garantir acesso às vastas reservas de petróleo do país. Segundo a AP, Maduro apontou que a pressão teria se intensificado com uma grande mobilização militar norte-americana no Mar do Caribe, iniciada em agosto, e mantida ao longo de meses.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a origem das explosões, nem sobre a natureza das aeronaves ouvidas em baixa altitude, mas o episódio se soma a uma sequência de ações militares e declarações políticas que ampliam a percepção de escalada.

A falta de esclarecimentos imediatos por parte das autoridades venezuelanas também alimenta especulações e aumenta a tensão interna, sobretudo em um contexto internacional no qual a soberania do país e o controle sobre suas riquezas naturais permanecem no centro do conflito.

O caso deve ganhar novos desdobramentos nas próximas horas, à medida que se busquem informações oficiais e que a crise entre Caracas e Washington avance em uma rota cada vez mais perigosa para toda a América do Sul.

Urgente: EUA atacam a Venezuela e capturam Maduro

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.”Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, diz não saber onde Maduro está e exigiu uma prova de vida para o governo americano.

Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.

Logo após o início, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.

O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.

Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.

A pressão sobre o governo venezuelano começou em em agosto, quando os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro. À época, o governo norte-americano reforçou a presença militar no Mar do Caribe.

Inicialmente, a Casa Branca afirmou que a mobilização militar tinha como objetivo combater o narcotráfico internacional. Com o tempo, autoridades americanas passaram a dizer, sob anonimato, que o objetivo final seria derrubar o governo Maduro.

Trump e o presidente venezuelano chegaram a conversar por telefone em novembro. No entanto, segundo a imprensa americana, os contatos terminaram sem avanços, já que Maduro teria demonstrado resistência em deixar o poder.

No mesmo mês, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista. O governo americano acusa Maduro de liderar o grupo.

Ainda em novembro, a imprensa internacional informou que os EUA estavam prestes a iniciar uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela.

Além disso, de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos têm interesse em assumir o controle das reservas de petróleo venezuelanas, consideradas as maiores do mundo.

Nas últimas semanas, militares americanos apreenderam navios petroleiros da Venezuela. Trump também determinou um bloqueio contra embarcações alvos de sanções e acusou Maduro de roubar os EUA.

G1

Sábado com alerta de chuvas intensas em Rondônia

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em estados da região Norte neste sábado (3). O aviso vale para Acre, Amazonas, Rondônia, Pará e Tocantins.

 

No Acre e em Rondônia, a previsão é de chuva com intensidade ao longo de todo o dia, com risco de volumes elevados e trovoadas isoladas.

No Amazonas, as precipitações mais intensas se concentram em municípios do Sul do estado, como Manicoré, Novo Aripuanã e Tapauá, onde o tempo segue instável durante grande parte do dia.

No Pará, pode chover em áreas do Sul e do Sudoeste paraense, atingindo municípios como São Félix do Xingu, Altamira e Aveiro.

Em Tocantins, as chuvas mais intensas atingem municípios das regiões Leste e Centro-Norte do estado, com destaque para Mateiros, Crixás do Tocantins e Colmeia.

No Amapá, a chuva atinge principalmente a região litorânea, afetando municípios como Calçoene, Oiapoque e Amapá.

Já em Roraima, o tempo permanece mais estável, com céu claro a parcialmente nublado ao longo do dia e sem previsão de chuva significativa.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Palmas. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Belém e Manaus. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Três pessoas morrem em acidente no 1º dia do ano em RO

Três pessoas morreram na noite desta quinta-feira (1º) em um acidente de trânsito na zona rural de Guajará-Mirim (RO). A motocicleta onde estavam as vítimas foi atingida de frente por um carro de passeio. Entre os mortos estão mãe e filha de apenas 6 anos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar, a motocicleta era conduzida por Lucilene Montes Arias, de 45 anos. Com ela estavam a filha, Adriane Emanuely Montes Silva, e o carona Amós Rodrigues Mota, de 48 anos.

Segundo os bombeiros, a colisão foi frontal e a violência do impacto fez com que a criança e Amós morressem ainda no local. Lucilene chegou a ser socorrida em estado crítico e levada ao hospital de Guajará-Mirim, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade.

O acidente mobilizou equipes de resgate, que tentaram prestar os primeiros socorros, mas não conseguiram reverter a situação. A tragédia causou grande comoção na região, já que envolveu uma família e deixou a comunidade abalada. (G1)

Da esquerda para a direita: Lucilene Montes Arias, de 45 anos; Adriane Emanuely Montes Silva, de 6 anos; e Amós Rodrigues Mota, de 48 anos. — Foto: Reprodução/Redes sociais

Em Rondônia, PRF prende suspeitos no feriado de fim de ano

A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia manteve fiscalização intensa nas rodovias durante a transição de ano, resultando em ocorrências que envolveram desde o cumprimento de ordem judicial até prisão em flagrante delito, após realização de acompanhamento tático em perímetro urbano.

Na tarde do dia 31 de dezembro, no km 14 da BR-421, em Monte Negro, a equipe deu cumprimento a um mandado de prisão pelo crime de estelionato contra o condutor de uma motocicleta, expedido pela 2º Vara Criminal de Ariquemes.

No primeiro dia de 2026, em Jaru, no km 417 da BR-364, o condutor de um veículo de passeio foi detido após ser flagrado dirigindo sob influência de álcool. Pouco tempo depois, no km 425 da mesma rodovia, um motociclista foi abordado apresentando sinais visíveis de embriaguez. O teste do etilômetro confirmou o teor de 1,3 mg/L de álcool por litro de ar alveolar, valor muito acima do limite legal. Além de embriagado, o homem não possuía habilitação.

Ainda no dia 1º de janeiro, no mesmo município, no km 424 da BR-364, o condutor de uma motocicleta desobedeceu à ordem de parada e iniciou uma fuga em alta velocidade pelo perímetro urbano. Durante o acompanhamento tático, que durou cerca de 20 minutos, o motociclista atingiu velocidades superiores a 90 km/h em vias de 30 km/h, transitou pela contramão e desrespeitou mais de 30 cruzamentos sinalizados, colocando em risco a vida de pedestres e outros motoristas. O homem, que também não era habilitado, ainda tentou resistir à prisão, mas foi contido pela equipe policial.

Todas as ocorrências foram encaminhadas à UNISP dos respectivos municípios para demais providências legais cabíveis.

Capotamento deixa criança morta e três feridos em RO

Uma criança morreu e outras três pessoas ficaram feridas após um capotamento no final da tarde desta quinta-feira (1), em um trecho da RO 133 entre Vale do Anari e Machadinho do Oeste, na altura da localidade conhecida como Setentinha.

Segundo informações da Polícia Militar, quatro jovens seguiam no veículo quando, por razões ainda não detalhadas no registro, o automóvel saiu da pista e capotou. Com o impacto, uma criança e um jovem foram arremessados para fora do carro.

Todas as vítimas foram socorridas e encaminhadas para atendimento médico. Apesar dos esforços, a criança não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde. Os demais ocupantes sofreram fraturas e escoriações. (Jaru Online)

Capotamento deixa criança morta e três feridos em rodovia estadual