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8 maio 2026
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Semana começa com sol encoberto e chuvas em Rondônia

A previsão do tempo para esta segunda-feira (5) indica chuva intensa em grande parte da região Norte, com instabilidades persistentes ao longo do dia.

No Acre, em Rondônia e no Amazonas, a expectativa é de fortes precipitações ao longo de todo o dia, acompanhadas por céu encoberto.

Em Roraima, municípios do sul do estado, como Caroebe e Cantá, registram muitas nuvens ao longo do dia, sem previsão de chuva intensa.

No Amapá, as chuvas chegam com forte intensidade em todo o estado, afetando municípios da região central e litorânea, como Serra do Navio, Oiapoque e Calçoene.

Já no Pará, o tempo fica instável no sudoeste e sul do estado, onde municípios como Altamira, São Félix do Xingu e Novo Progresso devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Nessas áreas, a chuva pode ocorrer com intensidade ao longo de todo o dia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Belém e Boa Vista. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Macapá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Fonte: Brasil 61

Deputado dos EUA questiona sanidade mental de Trump

O deputado democrata Seth Moulton, de Massachusetts, ex-fuzileiro naval e integrante do Comitê das Forças Armadas da Câmara, resumiu em duas frases a entrevista de ontem de Donald Trump: “A gente vai parar [pra pensar] por um segundo? Isso é insano”.

Moulton referiu-se ao fato de que Trump, perguntado agora sobre quem governa a Venezuela, apontou para o grupo que estava atrás de si: o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hesgeth, o diretor da CIA John Ratcliffe, o sub-chefe da Casa Civil Stephen Miller e o general Dan Caine, que comanda o Estado Maior das Forças Armadas.

Nenhum deles tem qualquer experiência administrativa em tocar um país caribenho de 34 milhões que, aliás, ainda tem um governo e instituições funcionando.

Improviso total

Moulton referiu-se aos diferentes argumentos de Trump para cercar e agora sequestrar o presidente da Venezuela e esposa:

Não teve plano algum. Trump mentiu desde o início. Primeiro disse que não faria troca de regime. É o que ele está tentando fazer. Ele disse que era uma guerra sobre drogas, mas o fluxo de drogas vai continuar. Ele disse que era sobre fentanil, mas o fentanil não vem da Venezuela. Ele disse que era sobre cocaína, mas a cocaína da Venezuela vai para a Europa.

Moulton confirmou que recebeu um briefing de Marco Rubio, mas que o secretário de Estado mentiu o tempo todo, dizendo que não haveria troca de regime, nem invasão terrestre.

Ontem, na entrevista coletiva, Trump disse que se o governo da Venezuela não se render ou cair, ele não vê nenhum problema em despachar soldados para uma guerra em solo.
O deputado concluiu:Talvez seja sobre petróleo, estão tentando roubar o petróleo [da Venezuela], mas não temos certeza porque nada do que Trump diz é verdade.
Na entrevista de ontem Trump também repetiu três mentiras que usou como justificativa para o ataque: que Maduro comanda um cartel de traficantes; que a Venezuela abriu presídios, asilos e hospitais psiquiátricos para enviar os ocupantes aos Estados Unidos; que o governo em Caracas tenha relação com o Bonde de Aragua, uma facção local.
Revista Fórum

Jovem é encontrada morta em delegacia após ser presa em Rondônia

A jovem Geovana Antonela Meireles Tavares, 24 anos, foi encontrada morta neste sábado (3), em uma cela do Departamento de Flagrantes da Polícia Civil, bairro Nova Porto Velho, capital rondoniense.

Segundo testemunhas, a jovem foi presa no período da tarde, suspeita de agredir a companheira em uma residência no bairro Escola de Polícia.

Por volta das 18 horas ela foi encontrada desacordada dentro da cela, em seguida o Samu foi chamado, no entanto ela já estava sem vida. (Rondoniagora)

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Rondônia completa 44 anos de instalação neste domingo

Rondônia completa 44 anos de instalação como Estado neste domingo (4), marco que consolidou oficialmente a transformação do então Território Federal em unidade federativa, ocorrida poucos dias após sua criação formal, em 22 de dezembro de 1981.

A instalação marcou a posse do primeiro governador, Jorge Teixeira de Oliveira (foto), responsável por conduzir o processo inicial de organização administrativa e política. Bem antes, ele atuou com foco na estruturação do futuro Estado, estabelecendo bases administrativas e políticas que deram sustentação à nova unidade federativa. Conhecido como “Teixeirão”, liderou a transição institucional que marcou o início da trajetória estadual.

O nome Rondônia presta homenagem ao Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, reconhecido por retirar a região Norte do isolamento ao promover sua integração ao restante do País por meio da implantação da linha telegráfica.

Os traçados abertos por essa linha telegráfica, sugeridos por Roquete Pinto em 1916 e conhecidos como “Estrada do Rondon”, deram origem à ligação rodoviária entre Mato Grosso e Amazonas, posteriormente estendida para Brasília e Acre, resultando no que hoje é a BR-364. Ao longo desse percurso surgiram povoados que, com o tempo, se transformaram em cidades.

Um dos marcos do início da trajetória de Rondônia foi o asfaltamento da BR-364, considerada a principal via logística do Estado e fundamental para sua integração territorial e econômica.

Na década de 80, período de sua criação, Rondônia já era composta por municípios como Porto Velho, Guajará-Mirim, Cacoal, Ariquemes, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Vilhena, Colorado do Oeste, Espigão do Oeste, Presidente Médici, Ouro Preto do Oeste e Costa Marques.

O crescimento do Estado esteve diretamente ligado aos ciclos econômicos desenvolvidos ao longo de sua história, com destaque para o Ciclo da Borracha, o Ciclo da Cassiterita, o Ciclo do Ouro e o avanço da agricultura.

Rondônia possui 52 municípios e cerca de 1,75 milhão de habitantes. O Estado abriga uma das maiores diversidades indígenas do País, com 54 etnias, além de comunidades quilombolas e pessoas oriundas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, que chegaram em busca de oportunidades.

Com forte presença do agronegócio, especialmente na produção de café, leite, grãos, peixes e na pecuária, Rondônia também avança no processo de industrialização. Sua localização na Amazônia Legal e a fronteira com a Bolívia conferem ao Estado posição geoestratégica no contexto nacional e sul-americano. (Rondoniagora)

Rondônia completa 44 anos de instalação neste domingo

Domingo com intensas chuvas em Rondônia

A previsão do tempo para este domingo (4) indica variação nas condições do tempo em toda a região Norte, com chuva intensa em alguns estados e tempo firme em outros.

No Acre, em Rondônia e no Tocantins, a previsão é de chuva com intensidade ao longo de todo o dia, acompanhada por períodos de muitas nuvens.

No Amazonas, precipitações isoladas com trovoadas atingem municípios do sul do estado, como Novo Aripuanã, Tapauá e Manicoré.

Em Roraima, a expectativa é de tempo claro com poucas nuvens durante o dia.

Já no Amapá, o céu fica com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, principalmente na região litorânea, afetando municípios como Oiapoque e Calçoene.

No Pará, o tempo permanece claro na faixa litorânea, enquanto no sul e sudoeste do estado, municípios como São Félix do Xingu, Altamira e Tucumã devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Belém. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Manaus. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Bolsonaristas criam fake news com imagem de Maduro

Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar neste sábado, 3, que atacou a Venezuela e capturou Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, imagens da suposta detenção do político começaram a circular nas redes sociais em perfis bolsonaristas. Ambas as imagens mostram Maduro sendo escoltado por militares, com uma aeronave ao fundo. A principal diferença é que uma delas aparenta ser um print de uma transmissão de TV, com legendas e elementos gráficos na tela.

A imagem não foi publicada pela imprensa, nem pelo governo dos Estados Unidos. Como ainda não há informações oficiais sobre a origem das fotos, o Terra utilizou uma ferramenta chamada SynthID, que identifica conteúdos criados com o uso IA do próprio Google, como o modelo Gemini, para analisar as imagens.

Na análise da foto 1, que parece ser print de uma transmissão de TV, a ferramenta encontrou uso parcial ou de edição de IA na imagem.  “A minha análise técnica detectou a marca d’água SynthID, o que confirma que toda ou parte desta imagem foi criada ou editada através de ferramentas de inteligência artificial da Google”.

Além da verificação técnica, existem vários elementos visuais que indicam que a imagem não é real:

Distorções anatômicas: Se observar atentamente o braço que segura o de Maduro (à direita da imagem), a mão parece fundir-se com a roupa ou ter um formato irregular.
Rostos dos figurantes: Os rostos dos soldados ao fundo estão estranhamente deformados e sem traços definidos, o que é um erro comum em imagens geradas por IA.
Já na análise da foto 2, não foi encontrado uso de IA do Google.  No entanto, de acordo com a ferramenta, não é possível determinar através da análise se ela foi gerada por ferramentas de inteligência artificial de outras empresas.

“Apesar de não ter a marca digital da Google, existem sinais visuais e de contexto que sugerem fortemente que esta imagem é uma montagem ou foi gerada por outra IA”.

A foto que viralizou foi veiculada em uma transmissão ao vivo feita por um canal no YouTube chamado Bowery Newsroom – Guarimba Digital, sediado na Argentina e que apoia opositores de Maduro. O responsável pela transmissão disse apenas que recebeu a imagem diretamente de Washington, mas não divulgou a fonte.

Segundo a emissora norte-americana CBS, Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram presos pela Delta Force, uma unidade de elite das Forças Armadas estadunidenses. O uniforme de um dos militares que aparece ao lado de Maduro, contudo, mostra a sigla DEA, da Drug Enforcement Administration, ou seja, outra unidade.

Foto mostra soldados com emblema de divisão que não se envolveu na captura do venezuelano

Terra

 

Trump avisou: quer o petróleo. O resto é conversa fiada

A recente operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, para a captura de Nicolás Maduro, não é apenas um evento isolado, mas um sinal claro enviado a toda a América Latina. Historicamente tratada como o “quintal” dos norte-americanos, a região volta a ser alvo de uma postura intervencionista que Donald Trump sequer tentou dissimular.

Embora o governo Trump tenha utilizado o combate ao narcotráfico como pretexto inicial, a realidade dos fatos aponta para uma motivação muito mais pragmática: o controle das maiores reservas de petróleo do mundo. Ao declarar abertamente que pretende “administrar a Venezuela” e reconstruir sua indústria petrolífera para o benefício de empresas americanas, Trump deixou clara sua real intenção de intervir diretamente nas riquezas do país.

President Trump Holds News Conference After US Captures Venezuelan President Maduro

A facilidade com que a operação ocorreu — com o Maduro sendo capturado em apenas 47 segundos — sugere que os militares venezuelanos o entregaram “de mão beijada”. No entanto, o perigo reside no precedente internacional. Se os EUA podem intervir na Venezuela sob o pretexto de “não querer vizinhos hostis”, o que impediria a Rússia de resgatar o domínio sobre a Europa Central ou a China de tomar Taiwan? O mundo torna-se, assim, um lugar muito mais perigoso e radicalizado.

Para o Brasil, o aviso é direto. Como um país que mantém uma notável independência e não é um aliado incondicional, o Brasil está sob vigilância. Noblat recorda que Trump já tentou interferir em assuntos internos brasileiros ao exigir a suspensão do julgamento de golpistas do 8 de janeiro em troca de concessões tarifárias. O questionamento que fica é: se o resultado das urnas brasileiras nas eleições de 2026 não agradar Washington, o Brasil seria o próximo alvo?

A posição do governo brasileiro, que condenou a intervenção, foca na defesa da soberania nacional venezuelana e não na figura de Maduro. Embora Maduro tenha se tornado um ditador após eleições comprovadamente fraudadas, isso não justifica uma intervenção externa. Problemas internos de uma nação devem ser resolvidos por seu próprio povo.

Por fim, causa espanto a rapidez com que líderes da direita brasileira, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Flávio Bolsonaro, saíram em apoio à ação de Trump. Ao aplaudirem uma intervenção militar estrangeira em um país vizinho, esses políticos demonstram um preocupante alinhamento com práticas que ignoram as leis internacionais e a própria democracia.A intervenção na Venezuela mal começou, mas seus efeitos na estabilidade global e na autonomia da América Latina já sinalizam tempos de profunda incerteza.

 

Rondoniense fisga pirarara gigante no Rio Madeira

No último dia de 2025, o pescador esportivo João Cordeiro viveu um momento inesquecível: a captura de uma pirarara com mais de 50 quilos, considerada por ele “o maior peixe da vida”. O feito aconteceu no rio Madeira, em Porto Velho (RO), e encerrou o ano com uma batalha intensa na água.

A pirarara (Phractocephalus hemioliopterus) é um dos maiores peixes de couro da Amazônia. Conhecida pela força e pelas nadadeiras alaranjadas, a espécie é comum em rios da região, especialmente em Rondônia.

O momento foi registrado em vídeo pelo próprio pescador. Nas imagens, Cordeiro aparece lutando para retirar o peixe da água após vários minutos de disputa.

Segundo ele, a captura trouxe uma mistura de adrenalina, medo e satisfação. O tamanho do peixe e o tempo de briga o deixaram exausto, a ponto de não ter forças para filmar a soltura. (G1)

João Cordeiro registra momento com pirarara gigante antes de devolver o peixe ao rio. — Foto: Reprodução/acervo pessoal

Rússia confronta Trump e exige soltura de Maduro

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado, 3 de janeiro, em uma operação militar que capturou o presidente da VenezuelaNicolás Maduro, e sua esposa e exigiu que o governo estadunidense prestasse esclarecimentos imediatos sobre a captura do líder chavista.

“Na situação atual, é crucial, acima de tudo, evitar uma escalada ainda maior e concentrar esforços em encontrar uma saída (para a situação) por meio do diálogo”, diz o comunicado, que também nomeou a intervenção americana como “ato de agressão armada”.

Mobilização de outras lideranças

Colômbia

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse por meio de sua conta no X que o governo colombiano observa com “profunda preocupação”, os relatos sobre explosões e atividade aérea incomum na Venezuela. Mais cedo, ele havia publicado que Caracas estava sendo bombardeada e que a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a ONU deveriam “se reunir imediatamente”.

Cuba

Também pelo X, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, denunciou o ataque e pediu uma reação “urgente” da comunidade internacional.

“Cuba denuncia e exige uma reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa Zona de Paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a nossa América”, afirmou no X.

Bolívia

O ex-presidente da Bolívia Evo Morales também se pronunciou pela rede social repudiando o bombardeio americano contra a Venezuela, afirmando que o ataque “é uma brutal agressão imperial que viola” a soberania venezuelana.

Venezuelanos saem às ruas contra ataques dos EUA

Venezuelanos se mobilizam neste sábado (3) em diferentes cidades do país para se posicionar contra os ataques estadunidenses ao país e ao sequestro do presidente Nicolás Maduro. Foram registrados atos na capital Caracas e outras cidades ao redor do país.

Em Barinas, estado onde nasceu o ex-presidente Hugo Chávez, manifestantes se reuniram na capital de mesmo nome para pedir a permanência de Maduro. Entoando gritos de ordem, os venezuelanos pediram a saída dos Estados Unidos e o fim do bombardeio.

A mobilização nas cercanias de Miraflores começou ainda nas primeiras horas da manhã deste sábado (3) (Foto: Federico Parra/AFP)

“Precisamos do retorno de um presidente democraticamente eleito e que trabalhava com o povo. Fora ianques de merda! Apoiamos o governo e o presidente Maduro. Não vamos deixar que eles decidam o futuro do nosso país”, disse Juan Navid Herrera.

Na capital Caracas, venezuelanos se reuniram ao redor do Palácio Miraflores, sede do poder Executivo, para também prestar apoio à Maduro, e pediram ajuda de outros países para condenar as ações dos EUA.

“Que viva a Venezuela livre, revolucionária, do nosso líder Hugo Chávez e do presidente Maduro. A comunidade internacional precisa deixar de covardia e assumir uma postura altiva em defesa do nosso povo. Estão massacrando um povo que quer justiça e que luta por moradia e alimentação. Os EUA não são a polícia do mundo”, afirmou Mariele Agustín.

Manifestantes levaram fotos de Maduro e Chávez para a mobilização, além de faixas com frases pedindo ajuda de outros países e da ONU contra as agressões (Federico PARRA / AFP)

Jaisuri Cortez participou da marcha na capital e afirmou que esse bombardeio afeta a paz e a estabilidade de um país que vivia “em tranquilidade”. De acordo com ela, o período de festas é da virada do ano é muito importante para os venezuelanos e esse bombardeio também é uma forma de afetar a moral do povo.

“Estamos desde cedo nas ruas para pedir a permanência de Maduro, um presidente que esteve com o povo nos momentos mais difíceis, desde as sanções até a pandemia da covid. Ele também conseguiu manter a paz depois de períodos muito duros de ataques não só dos EUA, mas também da extrema direita. Hoje foi a Venezuela, mas já foi Gaza e mais países sentirão isso”, disse.

BdF