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10 maio 2026
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Lanterna do Brasileiro, Fortaleza bate o Flamengo no Maracanã: 2 x 1

Mais de 60 mil rubro-negros saíram do Maracanã de cabeça quente. O Fortaleza, lanterna da Série A do Campeonato Brasileiro, venceu o Flamengo por 2 a 1 neste domingo, pela 9ª rodada do Brasileirão, conquistando a primeira vitória na competição e deixando uma crise no adversário. A torcida carioca hostilizou o técnico Paulo Sousa, o vice-presidente Marcos Braz e vaiou a equipe.

Com o resultado, o Flamengo ocupa momentaneamente a 10ª posição, com 12 pontos conquistados. Já o Leão do Pici soma cinco pontos, e segue na última colocação.

O Fortaleza começou a partida na defesa, não dando espaços para o Flamengo atacar. Com dificuldades na criação, o Rubro-Negro não levava perigo ao gol de Marcelo Boeck. O contra-ataque do Leão do Pici funcionou e o time carioca mostrou fragilidade defensiva. Os visitantes foram ganhando espaço e confiança para atacar e, já na metade do primeiro tempo, dominava a partida e tinha perdido duas chances incríveis de abrir o placar.

Aos 5 minutos, Robson recebeu lançamento e, cara a cara com o goleiro Hugo, acabou finalizando na trave. A segunda grande oportunidade foi de Romarinho, aos 23 minutos. O camisa 11 apareceu sozinho dentro da grande área e chutou forte, na rede pelo lado de fora. A terceira tentativa foi fatal. Willian Arão tocou errado e Jussa recuperou a bola. Ele passou para Robson, que bateu por cima de Hugo para fazer o primeiro.

O Flamengo se perdeu completamente em campo e o Fortaleza passou a trocar passes com facilidade no campo de ataque. O segundo quase saiu aos 47 minutos, com Pikachu, após boa jogada. O castigo veio logo depois. Na única jogada trabalhada do rubro-negro no primeiro tempo, Everton Ribeiro passou para Ayrton Lucas, que devolveu para o camisa 7 chutar de primeira e deixar tudo igual. (AB)

Preço do diesel cai para R$ 7,23 na primeira semana de junho em Rondônia

O preço do diesel recuou dois centavos em Rondônia nesta primeira semana de junho. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados neste sábado (4).

O valor médio do litro do diesel caiu de R$ 7,25 para R$ 7,23, entre a última semana de maio e o início de junho em Rondônia.

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Produção industrial cresce 0,1% em abril, diz IBGE

A ANP realizou pesquisa entre 29 de maio e 4 de junho em 49 postos. Segundo o levantamento, Vilhena está com o preço mais caro do combustível: R$ 7,37

Preço nas principais cidades:

Ariquemes: R$ 7,27

Cacoal: R$ 7,18

Pimenta Bueno: R$ 7,36

Vilhena: R$ 7,37

Desde o início do ano, segundo a ANP, o diesel ficou 23% mais caro nos postos do estado (em relação ao preço médio mensal).

Em janeiro, por exemplo, o litro era comercializado por R$ 5,85. Em junho o motorista está pagando R$ 7,23.

A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente à demanda mundial por energia.

Fonte: Diariodaamazônia

Em Rondônia, madrasta é presa por dar droga e estuprar a enteada de sete anos

Sob o comando do sargento Da Costa, uma equipe da Polícia Militar prendeu nesta tarde de domingo (05) uma mulher de 23 anos acusada de estuprar e dar cocaína para a enteada de sete anos em uma residência no bairro Socialista, na zona Leste de Porto Velho (RO).

A criança, reclamando de dores nas partes íntimas teria sido questionada pelo  pai e após muita insistência informou que ontem a noite (04) quando ele saiu a madrasta teria dado um pó branco (cocaína) em uma chave para ela cheirar e depois colocou o dedo em suas partes íntimas.

A Polícia Militar foi chamada pelo pai da criança e a acusada teria ainda tentado colocar a culpa no marido, dizendo que ele seria o autor do crime. Todavia, a criança confirmou que o pai nem estava em casa na hora e a madrasta era a autora do estupro.

A mulher foi levada presa para o Departamento de Flagrantes da Polícia  Civil.

Fonte:Rondoniavivo

 

Cruzeiro do Sul de Colorado é campeã dos jogos Universitários de Rondônia

MIDIARONDONIA – A equipe que representa a universidade virtual Cruzeiro do Sul de Colorado do Oeste sagrou-se campeã dos Jogos Universitário de Rondônia, evento realizado neste fim de semana em Porto Velho. O feito inédito contou com apoio da prefeitura e do comércio local, segundo informou o representante da Cruzeiro do Sul em Colorado, Gercino Garcia.

Com a vitória, o time vai representar Rondônia no certame Brasileiro Norte em Rio Branco-AC, no mês de julho.

Cruzeiro do Sul

Os atletas campeões estão cursando ensino superior na Cruzeiro do Sul de Colorado do Oeste.  Ao ingressar na instituição recebem incentivos (como descontos), em contrapartida representam a instituição nos jogos universitários.

A equipe contou com o apoio do comércio local pela liberação dos estudantes (Mercado Vila Rica, loja Dinâmica). “Nosso objetivo é incentivar o esporte e o ensino superior. Pois boa parte termina o ensino médio e não pensa em dar continuidade nos estudo”, explica o representante da Cruzeiro do Sul em Colorado do Oeste, Gercino Garcia.

Ele também destacou o importante apoio da prefeitura municipal “nas pessoas do Almiro e prefeito José Ribamar pelo transporte, combustível e motorista”, agradeceu Garcia ao parabenizar os atletas campeões.

 

Veja o placar dos campeões

 

Universidade Cruzeiro do Sul / Colorado 5 x 0 UNIR / Rolim de Moura.

Universidade Cruzeiro do Sul/ Colorado 4 x 2 FIMCA/ Porto Velho

Universidade Cruzeiro do Sul/ Colorado 7 x 3 São Lucas/ Porto Velho.

Atletas:
Patrik Alves
Thayson Wallaci
Silvanei Romão
Willian D’orazio
Lucas Petersen
Carlos Eduardo
Lucas Emanuel Pontes

Técnicos:

Wender Silva
Zenildo Santos

Luciano Hang usou a Lei Rouanet para financiar R$ 800 mil em musical sobre sertanejo

Metrópoles – Dono das Lojas Havan, o empresário bolsonarista Luciano Hang usou a Lei Rouanet para investir R$ 800 mil em duas temporadas do musical Bem Sertanejo, estrelado pelo cantor Michel Teló.

O musical foi inspirado na série de mesmo nome que o artista apresentou no Fantástico. O programa teve a participação da dupla Zé Neto e Cristiano e do cantor Gusttavo Lima.

A polêmica entre bolsonaristas e a Lei Rouanet voltou à tona depois de Zé Neto, da dupla com Cristiano, ter criticado a cantora Anitta e dito que os sertanejos são artistas que não precisam do incentivo cultural nem “fazer tatuagem no toba” para chamar a atenção.

Varíola de macaco: Brasil investiga seis casos e dois são em Rondônia

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou neste sábado (4) que ainda não há casos confirmados de varíola de macaco no país. A informação foi divulgada por meio de seu perfil na rede social Twitter.

Segundo ele, o Ministério da Saúde continua monitorando possíveis casos da doença. Queiroga explicou que, além dos quatro casos já em investigação, outros dois casos suspeitos foram notificados no estado de Rondônia. O ministro afirmou que todos seguem isolados e em monitoramento.

Fonte:Rondoniagora

Os cantores sertanejos e o agronegócio

O Tribunal de Justiça da Bahia cancelou nesta sexta-feira (3) um show de Gusttavo Lima na cidade de Teolândia (BA). A prefeitura da cidade havia contratado o cantor pelo cachê de R$ 704 mil para se apresentar na Festa da Banana, comemoração tradicional da região.

A decisão veio após um pedido do Ministério Público, que questionou o gasto excessivo por uma cidade que, em dezembro, alegou não ter dinheiro para lidar com os efeitos de duas enchentes que deixaram moradores desabrigados e causaram grande destruição. À época, a prefeita da cidade, Maria Baitinga de Santana (Progressistas), pediu doações para moradores e recebeu R$ 1,14 milhão do governo federal.

Trata-se de mais um capítulo da polêmica instalada nas últimas semanas sobre os contratos milionários de cantores sertanejos com pequenas prefeituras pelo país, que inundou as redes sociais com pedidos de uma CPI do Sertanejo. Por trás desses shows, há um contexto complexo que envolve políticas culturais, relações com a política tradicional e o poderoso setor do agronegócio.

Confissão

Essa não foi a primeira vez que o nome de Gusttavo Lima apareceu no contexto. O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu uma apuração sobre um contrato firmado pela prefeitura de Magé para a realização de um show na cidade. O MP de Roraima também investiga um show do cantor na cidade de São Luiz, que tem uma população de 8 mil habitantes, por R$ 800 mil. A exposição dos casos fez com que a administração municipal de Conceição do Mato Dentro (MG) cancelasse um show do cantor que custaria R$ 1,2 milhão e seria realizado no dia 20 de junho.

A atual polêmica teve início quando o cantor sertanejo Zé Neto, que faz dupla com Cristiano, atacou a cantora Anitta em um show na cidade de Sorriso, no Mato Grosso, em 13 de maio. Na ocasião, ele disse que sua carreira não dependia da Lei Rouanet e emendou: “Nosso cachê quem paga é o povo”. De forma torta, foi quase uma confissão do artista, já que os fatos que se seguiram mostraram diversos nomes famosos do mundo sertanejo recebendo cachês polpudos de prefeituras.

Como reportou o Brasil de Fato, um levantamento feito pelo UOL dois dias depois mostrava que o show da própria dupla de Zé Neto havia custado R$ 400 mil aos cofres públicos. Junto com o dinheiro destinado a outros shows no mesmo evento, o valor total chegou a R$ 1 milhão, segundo dados do Portal da Transparência.

Em vista deste e de outros gastos, o Ministério Público de Mato Grosso abriu um procedimento na quarta-feira (1º) para apurar a contratação feita por 24 prefeituras do estado de artistas, a maioria, de música sertaneja, para eventos comemorativos das cidades.

Recursos pouco transparentes

Alvo constante de bolsonaristas, que disseminam desinformação sobre seus mecanismos, a Lei Rouanet capta recursos por meio de renúncia fiscal. As empresas são autorizadas a investirem até 4% dos valores devidos em tributos em projetos culturais. Já quando prefeituras fazem contratações de shows, tanto as exigências legais quanto a fiscalização da aplicação de recursos são mais frouxas.

“A Lei Rouanet é transparente. Tem análise de projeto, parecer, acompanhamento da execução e prestação de contas com apresentação de notas fiscais. No caso da contratação direta, não há nenhum controle social. Não sabemos como o artista remunera seus funcionários, quanto paga para o iluminador, o figurinista etc”, explica a produtora e especialista em política cultural Inti Queiroz, em entrevista ao jornal Extra.

O ex-servidor da Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba Antônio Sobreira também explica em artigo publicado no Brasil de Fato-PB que a legislação estabelece limites para o valor investido por meio da Lei Rouanet, o que não acontece nos contratos firmados pelas prefeituras. “Até 2019, se podia pagar cachê para um cantor até R$ 35.000 pela Lei Rouanet, que vem sendo reduzido, até que em 2022 o cachê individual para cantor e cantora foi reduzido para R$ 3.500. Por assim dizer, o cachê de R$ 35.000 é muito inferior aos que os sertanejos recebem e hoje nenhum deles concorreria por conta dessa limitação”, aponta.

“Tanto a Lei Rouanet como uma prefeitura pagam shows com recursos de impostos. A diferença é que a prefeitura usa para marketing político, em geral torram 50% ou mais do orçamento para Difusão em Cultura e abandonam a cidade para ações culturais no restante do ano”, critica Sobreira.

Estratégia de imagem

Um ponto central na discussão é a escassez de recursos para a área de cultura, em especial em nível municipal. “A gente não tem na maioria das prefeituras uma política pública de cultura, um programa do setor. Em geral, os poucos recursos da área são utilizados em grandes eventos, que têm uma característica muito mais de propaganda do que exatamente de democratizar o acesso à cultura ou mesmo dar possibilidade de que as pessoas possam desenvolver a sua própria cultura”, afirma a psicóloga e integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Ana Chã, autora do livro Agronegócio e Indústria Cultural – Estratégias das empresas para a construção da hegemonia.

Ela explica que um caminho comum para essas prefeituras driblarem a falta de dinheiro é o desenvolvimento de parcerias com produtoras particulares que captam recursos por meio da Lei Rouanet. Assim, conseguem investimentos de empresas – no caso dos shows sertanejos, em especial do agronegócio. O problema do modelo é que as atividades acabam tendo que se submeter aos interesses das empresas em fazer “marketing cultural” nos territórios em que atuam.

Para Ana, essas relações entre o agronegócio e as duplas sertanejas não são casuais, mas envoltas em uma estratégia maior do setor em projetar uma imagem positiva para a sociedade. “Quando a gente fala da hegemonia do agronegócio. pode olhar para os recursos de crédito que eles têm do governo, para o peso de uma bancada ruralista, mas devemos cada vez mais observar também como eles constroem essa hegemonia a partir do lado ideológico e cultural”, explica.

“Há um investimento forte nessa propaganda e nessa construção de um imaginário positivo de que agro é tudo, agro é tech, agro é pop. Isso vem pela publicidade, mas também pelas novelas, pelas grandes feiras, pelos grandes ‘agro shows’. O investimento nessas duplas sertanejas vem dessa proposta mais geral de mostrar o agro como algo moderno, popular, massivo, que está em todo lugar “, conclui.

Esse investimento não é apenas na promoção dos grandes shows, mas na própria construção da popularidade dos cantores sertanejos. “Estes serem os artistas que mais tocam nas rádios e plataformas não é uma questão meramente de gosto das pessoas. Há um investimento pesado. Vou gostar daquilo que toca na rádio, daquilo que estou ouvindo todo dia. Isso não é de agora, vem de muito tempo, pelo menos duas décadas, embora tenha se fortalecido cada vez mais”, sustenta.

O elo com as pequenas prefeituras acontece quando estas transformam suas festas locais tradicionais em grandes shows, com patrocínio das empresas do agronegócio – como é o caso da Festa da Banana de Teolândia.

“E como esses cantores sertanejos todos passam a usufruir de grandes fortunas, eles também passam a fazer parte desse setor. A maioria desses cantores e duplas são também parte do agronegócio, possuem várias fazendas”, diz Ana. “Então a gente tem, por um lado, um investimento pesado nesse tipo de música para reforçar essa vocação do Brasil como um país do agronegócio. E, por outro lado, tem uma defesa do próprio agronegócio por esses cantores que também são parte do modelo eles mesmos”, analisa.

* Nicolau Soares

Forças armadas compraram 56 mil comprimidos de viagra

Lembra da polêmica envolvendo a compra de comprimidos de citrato de sildenafila, medicamento mais conhecido como Viagra, pelas Forças Armadas?

Pois o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, respondeu a questionamentos feitos pelo deputado federal Marcelo Calero a respeito da compra do medicamento – conhecimento popularmente tratar a disfunção erétil entre os homens.

Segundo o ministro, nos últimos cinco anos as Forças Armadas adquiriram 56.550 nas doses de 25mg e 50mg. A Força que foi mais atendida pelo fármaco foi a Marinha, com direito a 52.642 unidades.

O Ministério da Defesa explicou, como já havia feito, que a compra de Viagra faz sentido para o tratamento da Esclerose Sistêmica (ES) e da Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP).

Como noticiado meses atrás, somente entre 2020 e 2021, as Forças autorizaram a compra de 35 mil unidades de Viagra.

O Globo

Anitta diz que já recebeu proposta para desviar dinheiro público, devolvendo parte do cachê

A cantora Anitta comentou a “CPI do sertanejo” e afirmou que já recebeu propostas de desvio de verba, segundo reporta o jornal Folha de S. Paulo. “Eu já recebi propostas, eu e meu irmão. ‘Você cobra tanto, aí eu vou e pego um pedaço.’ Eu falei não”, disse ela em entrevista ao Fantástico. “A cantora foi o grande estopim dessa série de investigações de shows de sertanejos pagos com verba de prefeituras em todo o país –há casos em investigação em Roraima, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso”, aponta ainda a reportagem.

“Na semana passada, por exemplo, foi revelado que a Prefeitura de Conceição do Mato Dentro, uma cidadezinha mineira, pagaria ao cantor Gusttavo Lima um cachê de mais de R$ 1 milhão, com uma verba que deve ser destinada somente a saúde, educação, ambiente e infraestrutura. Hoje, 29 cidades pelo país têm shows investigados pelo Ministério Público —a maioria deles são de eventos de Gusttavo Lima, mas Xand Avião e Wesley Safadão também aparecem entre os cachês suspeitos”, prossegue o texto.

Cerejeiras tem paciente internado em Porto Velho; casos de covid aumentam entre os não vacinados

 

MIDIARONDONIA – Com um paciente internado no Hospital de Base de Porto Velho, o número de casos de covid-19 voltou a subir em Cerejeiras.

Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde, 49 casos foram confirmados com a doença que já matou 72 pessoas na cidade.

Em todo o Brasil, há um novo surto da infecção respiratória. Até agora, nenhuma medida foi adotada pelas autoridades locais para conter a nova onda que se alastra pelas escolas, bares, comércios e eventos.

Sem obrigação de uso de máscaras, os mais atingidos são os não vacinados e os que não completaram os ciclos da vacina.