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3 maio 2026
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Rolim de Moura: Sem poder realizar jogos de futebol, Amerolim realiza desafios de pênaltis

A autarquia Municipal de Esportes de Rolim de Moura (AMEROLIM) se adaptou os desafios da pandemia e tem procurado oferecer novidades no mundo esportivo cumprindo os protocolos definidos pelas autoridades sanitárias.

Neste domingo (18) o presidente da AMEROLIM William Zanetti destacou “continuamos nossos desafios com número reduzido de pessoas. Agora foi a vez do desafio de pênaltis, representando o futebol amador da nossa cidade. Foram escolhidas 6 equipes, sendo compostas por 2 atletas cada equipe, e com a realização de sorteio fizemos o desafio”

Zanetti explicou que seguindo o distanciamento e as medidas de proteção, com uso de máscaras, e álcool em gel, sendo proibida a entrada de outras pessoas, o torneio foi adaptado para proporcionar esse momento aos praticantes, lembrando que como é proibido aglomerar, não é possível atender a todos de uma só vez, mas vamos aos poucos nos adequando a cada situação.

Os vencedores do desafio foram: Fernando e Anderson, representantes do clube juventude da linha 196. O vice-campeão foi o time do Vila Nova, representado por: Jeferson e Washington.

O Presidente das Autarquia agradeceu a participação dos atletas que representaram muito bem suas equipes. Participaram do torneio União da 172

Juventude da 196, São Paulo 208, Paraná 184, Vila Nova 204 e Estrela do Sul 180. Zanetti destacou o apoio do arbitro o assistente CBF, Adenilson Barros pela colaboração na competição.

A AMEROLIM informou que pretende organizar outros desafios de pênaltis com as equipes amadoras que ainda não participaram do evento, até que seja permitida a realização de jogos coletivos.

Rolim de Moura: Clínica da Mulher realizou aproximadamente 6 mil atendimentos em três meses de 2021

A Clínica da Mulher do município de Rolim de Moura (RO) realizou quase 6 mil atendimentos na sua maioria com profissionais especializados para a população rolimourense nos três primeiros meses da administração do prefeito Aldo Júlio.

De acordo com informações da diretora da clínica, Janete Lins, o levantamento aponta que do início de Janeiro ao final de Março de 2021, 1.845 pacientes passaram pela triagem, foram realizadas 793 coletas de sorologias, recebidas 340  lâminas ( de exames preventivos) enviadas por outras unidades básicas de saúde, 40 procedimentos realizados pelos profissionais urologista e ginecologista, 315 pacientes fizeram consultas com urologistas,  490 pacientes passaram por consultas com ginecologistas, 292 consultas em obstetrícia, 62 pacientes pacientes passaram por consultas com nutricionista, 505 pacientes passaram por atendimento com a pediatria, no serviço de atendimento especializado (SAE) foram atendidos foram atendidos 255 pacientes, 398 pacientes fizeram ultrassonografias, atendimento ao presidio e casa de detenção: 316, Mamografias e ultrassonografias  e exames complementares para   Ji-Paraná: 348 pacientes, totalizando aproximadamente 6 mil atendimento em 3 meses.

A diretora da Clínica da Mulher, Janete Lins, afirmou que são números expressivos que foram realizados no início deste ano e agradeceu a equipe de profissionais que atuam na clínica que estão sempre dispostos a acolher os pacientes e oferecer o melhor para quem procura atendimento no local.

O prefeito Aldo Júlio destaca que a equipe da secretaria municipal de saúde (SEMUSA) trabalha para que o setor de saúde pública do município melhore a cada dia.  “O momento que atravessamos não é fácil, mas nossos servidores tem sido muito guerreiros e tem feito máximo esforço durante essa pandemia. Nosso papel de atenção básica, nosso dever de casa, estamos fazendo bem feito, e na clínica da mulher o município oferece algumas especialidades e a população pode ter certeza que vamos trabalhar para avançar rumo a dias melhores na saúde pública da nossa cidade, afirmou o prefeito.

Clínica da Mulher passa a oferecer dispositivo intrauterino em Rolim de Moura

Entre os muitos serviços oferecidos para a saúde feminina, a Unidade Básica de Saúde (UBS) de Rolim de Moura (RO) Clinica da Mulher vai oferecer mais uma serviço ao público feminino, trata-se da implantação do dispositivo intrauterino (DIU).

A diretora da Clínica da Mulher, Janete Lins, informou que o trabalho será realizado pela médica-ginecologista Edneia Ribeiro que fará a colocação do DIU aos sábados, durante duas vezes ao mês.

Para além da contracepção, o DIU pode também ser usado para outras finalidades como no tratamento da endometriose, adenomiose ou em mulheres com grande fluxo menstrual.

As mulheres interessadas devem procurar a Clínica da Mulher, localizado na Rua Tocantins, Bairro Planalto, próximo ao Banco de Sangue para agendamento da consulta com a médica responsável.

Rolim está entre as 10 cidades de Rondônia que mais geraram empregos formais no início de 2021, segundo a FACER

Comércio e Serviço puxaram a geração de empregos com carteira assinada em Rondônia no primeiro bimestre de 2021. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério da Economia.
Os dados levam em consideração o saldo entre as demissões e contratações formais nos meses de janeiro e fevereiro, que pode ser positivo ou negativo.
No bimestre, Rondônia gerou 18.020 contratações e 15.630 desligamentos, com um saldo de 2.390 novos postos de trabalho com carteira assinada.
O saldo do Comércio 805 novas contratações. No setor de Serviço foram 791 novos empregos, seguido pela Indústria com (567), Agropecuária (172) e Construção (55).
Saiba quais são 10 municípios com maior saldo positivo na geração de empregos:

Butantan libera mais 1 milhão de doses da CoronaVac ao governo federal

O Instituto Butantan entregou hoje (14) ao governo federal mais um milhão de doses da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus desenvolvido pelo instituto em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac e que está sendo aplicada no país por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Com esse novo lote, o Instituto Butantan disponibilizou 40,7 milhões de doses da vacina ao governo federal. Isso corresponde a 88,4% de um total de 46 milhões de doses contratuais que devem ser entregues ao governo federal até 30 de abril. Um segundo contrato prevê a entrega de mais 54 milhões de doses até o final de setembro.

Em entrevista coletiva à imprensa hoje (14), o diretor do Instituto Butantan Dimas Covas disse que o restante das doses a serem entregues ao governo federal vai depender de insumos provenientes da China, que ainda não chegaram ao país. A expectativa é de que três mil litros de insumo, suficientes para fabricar 5 milhões de doses da vacina e inicialmente previstos para serem entregues na primeira semana de abril, cheguem a São Paulo somente no dia 19 de abril. Desta forma, as doses para completar as 46 milhões previstas no primeiro contrato, para 30 de abril, só serão entregues no começo de maio.

“Com relação aos insumos, eles chegam no dia 19 e isso vai permitir a retomada da entrega de doses a partir do dia 3 de maio. Três mil litros [de insumos] darão origem a pouco mais de 5 milhões de doses”, disse Covas.

Insumos

O Instituto Butantan solicitou à China um segundo lote de insumos, também de três mil litros. Essa quantidade estava prevista para chegar ainda em abril, mas até este momento não obteve autorização do governo chinês para deixar o país.

“Para a primeira semana de abril, estavam previstas a chegada de seis mil litros de insumos da China. Esses seis mil litros foram divididos em duas remessas de três mil litros. A primeira chega no dia 19 de abril e estamos aguardando a autorização para a segunda remessa de três mil litros”, explicou Covas.

Segundo ele, o segundo contrato com o Ministério da Saúde, que prevê a entrega de mais 54 milhões de doses da vacina, começa a ser feito quando novas remessas de insumos chegarem ao país. “Essa matéria-prima ainda não está autorizada para vir [ao Brasil]. A autorização é lote a lote. Aguardamos para o início de maio o início de remessa de matéria-prima [insumos] para as 54 milhões de doses”, falou.

“Acredito na contratação dos médicos formados no exterior para atuar em Rondônia durante a pandemia”, afirma Dr. Luiz Paulo

Na tarde desta segunda-feira, 12/04, o advogado e jornalista Luiz Paulo Batista participou da reunião, por videoconferência, organizada por médicos brasileiros formados no exterior que residem em Rondônia. Durante o encontro virtual foi discutido a contratação, em caráter emergencial, dos profissionais para atuarem junto ao sistema de saúde rondoniense, principalmente no combate a pandemia do coronavírus.

Ao fazer uso da palavra, Dr. Luiz Paulo disse que acredita nessa contratação, tendo em vista a necessidade de médicos em Rondônia, principalmente diante desse caos vivido por conta do covid-19. “Sugiro as senhoras e senhores que convença um deputado ou deputada estadual para propor um texto abordando o tema, a exemplo do que ocorreu recentemente em Minas Gerais, para que depois de aprovado pela Casa de Leis seja encaminhado para o governo sancionar”, pontuou.

Dr. Luiz Paulo fez questão de ressaltar que, após assistir ao vídeo da audiência realizada na ALE-RO, no último dia 31/03, ficou evidente que sendo encaminhado o texto, os parlamentares estaduais votarão pela aprovação. “É perceptivo o interesse em discutir e resolver essa problemática, pois estamos falando no trabalho em prol de vidas humanas”, ressaltou o advogado.

A deputada federal Jaqueline Cassol esteve presente à reunião e colocou-se a disposição para conversar com um deputado ou deputada estadual que queira encabeçar o projeto.

‘Maior peixe da minha vida’, diz pescador que pegou pirarucu de 2 metros e 100 kg em RO

Se não tivesse filmado, a história de Fábio Fregona não passaria de mais uma história de pescador. Há cerca de duas semanas, o pescador esportivo fisgou um pirarucu de cerca de 2 m de comprimento e com aproximadamente 100 kg, em uma das partes alagadas pela cheia do Rio Madeira, na região de Jaci-Paraná, em Rondônia.

O vídeo, que foi postado nas redes sociais na segunda-feira (5), viralizou e se tornou um dos vídeos mais assistidos do YouTube, com mais de 700 mil visualizações em menos de 24 horas. Nas redes sociais, o pescador contou que vivenciou a experiência sozinho e esse foi o maior peixe que pegou.

“O maior e mais lindo peixe que já pesquei na vida! Tinha que ser ele, tinha que ser de caiaque, tinha que ser na artificial, tinha que ser na varinha de 20lb…”

Período de defeso

pesca predatória do pirarucu está proibida até o dia 30 de abril nos rios de Rondônia. Mas, segundo a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), durante o período de defeso, é permitido que a modalidade de pesque e solte, praticada por Fábio Baca, seja realizada.

“O período do defeso é importante para a manutenção e preservação das diferentes espécies de peixes, como as diferente espécies possui formas diversas de se reproduzir, para algumas espécies temos diferentes períodos de defeso para que possamos proteger e garantir a manutenção das espécies no nosso ecossistema”, explicou o gerente de pesca aquicultura e manejo de fauna, João Batista Furtado Cordeiro.

Monstro de água doce

O pirarucu é um dos maiores peixes de água doce. Seu nome vem de dois termos indígenas pira, “peixe”, e urucum, “vermelho”, devido à cor de sua cauda. O comprimento do pirarucu adulto costuma variar de 2 a 3 metros, e o peso, de 100 a 200 Kg.

 

Projeto do senador Acir Gurgacz que cria programa de saúde mental no SUS em razão da pandemia vai à Câmara

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (7) projeto que cria, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), um programa específico para acolhimento de pessoas em sofrimento emocional causado pela pandemia de covid-19. O PL 2.083/2020, do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), foi aprovado por unanimidade e segue para a Câmara dos Deputados.

O texto foi aprovado com mudanças, na forma do substitutivo do relator, senador Humberto Costa (PT-PE). Entre principais alterações está a ampliação da abrangência do programa. Originalmente, o projeto previa o tratamento dos problemas decorrentes do isolamento, mas com a alteração, o programa deverá tratar todos os problemas decorrentes da pandemia de covid-19 ou potencializados por ela.

De acordo com o autor, senador Acir Gurgacz, o isolamento social tem potencializado os casos de sofrimento por conta do afastamento de familiares, amigos e principalmente, de psiquiatras e psicólogos. Esses profissionais, segundo Gurgacz, têm encontrado dificuldades para ajudar todas as pessoas que precisam de atendimento para cuidar das questões emocionais.

— Quando apresentei esse projeto, em abril do ano passado, não poderia imaginar a dimensão e os impactos dessa pandemia na saúde das pessoas, em especial a saúde mental. De lá para cá, nós aprendemos muito com o que aconteceu durante o ano passado todo e este ano, e as emendas aqui acatadas pelo senador Humberto Costa aperfeiçoaram e melhoraram ainda mais esse projeto — disse Gurgacz.

No parecer, Humberto Costa lembrou que uma parcela significativa da população também sofre de preocupações com a possibilidade de infecção e também com a sobrevivência, em um momento de agravamento da crise econômica.

— De fato, diversos estudos têm apontado para as consequências danosas da pandemia para a saúde mental da população. Assim, nada mais justo que se instituir uma política voltada para acolher e assistir essas pessoas no âmbito do SUS — explicou o relator.

Rede

Entre as alterações feitas por Humberto Costa no texto está a determinação de que o programa seja desenvolvido dentro da Rede de Atenção Psicossocial e pelas unidades básicas de saúde do SUS, com o apoio dos centros de atenção psicossocial (CAPS), presentes em todos os estados e municípios.

— O SUS já dispõe de uma rede bem estruturada de atenção à saúde mental, que é capaz de responder a essa situação de agravamento dos problemas mentais na população em decorrência da pandemia — avaliou o relator, que já foi ministro da Saúde.

Foi mantida no texto a possibilidade de o SUS firmar parcerias com órgãos da administração pública e com serviços privados para que atuem no programa, mas de forma complementar e integrada à rede de atenção psicossocial.

Além disso, ele também ressaltou que os gestores de saúde das três esferas de governo devem estabelecer em conjunto os parâmetros para a organização e os critérios de priorização do ingresso das pessoas no programa. Essa tarefa será da Comissão Intergestores Tripartite, foro permanente de negociação, articulação e decisão entre os gestores nos aspectos operacionais e na construção de pactos no SUS.

O relator também incluiu no texto a previsão de que a União destinará recursos para os fundos de saúde dos Estados, Distrito Federal e Municípios que aderirem ao programa. O dinheiro, segundo Humberto Costa, será usado na ampliação dos serviços, com contratação de pessoal especializado e compra e instalação dos equipamentos necessários para o atendimento remoto.

Emendas

Foram acatadas várias emendas de senadores. Uma delas, do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) determina que o atendimento deve ser virtual sempre que possível, com o uso de recursos de telessaúde. Também por sugestão do senador Alessandro, entre os critérios de prioridade do programa, deve estar contemplado o atendimento aos profissionais de saúde que atuam diretamente na assistência aos pacientes com covid-19.

O relator também acolheu emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) para exigir que os planos de saúde privados também ofertem serviços de atenção à saúde mental para as pessoas afetadas, nos moldes do que é será feito pelo SUS. Para Humberto Costa, a medida é benéfica para ampliar o acesso da população a esse tipo de serviço.

Além disso, foram feitos ajustes para que as alterações ficassem fora da Lei 13.979, de 2020, que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da covid-19.  A lei era vinculada ao decreto de calamidade pública, que teve a vigência encerrada em 31 de dezembro de 2020.

Com isso, o relator acatou também emenda do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), para que o programa se estenda por dois anos (730 dias) após o fim da emergência de saúde pública, e não mais após o término do estado de calamidade.

Humberto Costa informou, ainda, ter aceito emenda da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), para determinar que o programa tenha atendimento ambulatorial em psiquiatria, inclusive para urgências e emergências.

Mérito

Todos os parlamentares que se pronunciaram defenderam a aprovação da proposta. Para o senador Eduardo Braga (MDB-AM), o projeto atende à necessidade da população, já que uma das grandes consequências do enfrentamento da covid são as consequências mentais, psicológicas e emocionais.

— Os brasileiros todos estão vivendo um estresse emocional gigantesco diante de tantas mortes e de um período tão longo de uma pandemia — lamentou.

Os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF) e Zenaide Maia (Pros-RN) também ressaltaram o aumento das preocupações dos cidadãos, o que impacta na saúde mental.

— Quando o projeto foi apresentado, pensava-se só no isolamento social, mas eu digo que os problemas mentais dos brasileiros são bem maiores: o medo de morrer pela covid ou de fome, desespero de uma grande parte que perdeu toda a renda. Então esse projeto veio a calhar — disse Zenaide Maia.

Os líderes da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e da bancada feminina, senadora Simone Tebet (MDB-MS) elogiaram o trabalho do autor e do relator. Prates e disse ter orgulho do Senado pelo texto aprovado.

— Esse trabalho conjunto é que nos enche de orgulho aqui no Senado, que, mais uma vez, nesta semana, faz a sua parte e dedica toda a sua pauta ao tratamento da pandemia. Quero agradecer à presidência por ter atendido ao nosso pedido especial pela liderança da minoria de pautar esse importante projeto — disse.

COLUNA PORTA ABERTA

Melhorar o trabalho

Os trabalhos de recuperação de vias estaduais na região da Zona da Mata, estão iguais a maioria dos serviços do mesmo gênero das prefeituras, apenas, fazem alguns trabalhos de raspagens e joga emulsão asfáltica, que custa caro para os contribuintes. Os deputados estaduais precisam estarem atentos para esses serviços, que depois de realizados parecem obras construídas somente para refazerem poucos meses depois, causando enormes prejuízos para o erário e, sobretudo, contribuindo para aumentar o número de óbitos em decorrência da precariedade dos serviços, uma vez que aumenta de forma abrupta os números de acidentes de trânsito, causado pelas crateras nas rodovias, principalmente no período noturno.

Máquinas roncando

Em Rolim de Moura, também nunca foi diferente essas mazelas quando se tratam de trabalhos de recuperação da malha viária urbana, onde os serviços caminham no mesmo sentido comparando aos realizados pelo Governo do Estado, que praticamente enxuga gelo durante toda à administração. Como as chuvas já estão dando uma trégua, acreditamos que a Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semosp), estenda as prioridades para os arrabaldes da cidade e as linhas vicinais, para que os produtores possam trafegar com tranquilidade com o escoamento da produção, principalmente do agronegócio e, lógico, na boa trafegabilidade para atender as emergências em casos de saúde, que sempre deverá ser  prioridade.

Trabalhar e fiscalizar

O Secretário de Obras, Ênio Reinik e o prefeito Aldo Júlio, ambos já possuem experiências de muitas décadas a serviço da vida pública no município de Rolim de Moura e, que a população espera deles nada mais do que fazer o dever de casa, com nítida obrigação de fazer um trabalho diferenciado com qualidades. Quanto aos buracos esparramados por todos os quadrantes da cidade, é preciso ter uma atenção especial do poder público (Semosp), para que faça um trabalho acompanhado de um profissional gabaritado que pertença ao quadro do município, para que não seja necessário refazer poucos dias depois. Mas a prefeitura de Rolim de Moura, precisa em caráter de urgência, assim que começar os trabalhos de tapa buracos ou recapeamentos nos vários pontos da cidade, que tenha coragem de notificar os moradores relapsos “sujes mundo”, que não colaboram com a cidade, jogando seus detritos através de canalizações direto para o asfalto, onde pode-se observar canos de até cento e cinquenta de espessura, bem visível na avenida Boa Vista, entre a Rio Madeira e a Tocantins e, assim, além da imundície que exala odores e, causa expansiva erosão num dos asfaltos mais novos da cidade.

Usar a caneta

Somos sabedores, que o município não fez sua parte quanto ao quesito saneamento básico, que começou há mais de doze anos e causou somente um sumidouro de verbas públicas, entretanto, não justifica que por causa disso temos que caminhar na contramão cotidianamente, sobretudo, causando dissabores para vizinhança, enfear a cidade e, depredando o patrimônio público. É bem verdade, que a equipe de fiscalização da prefeitura está sobrecarregada e, a maioria dos atendimentos sem dúvidas estão atuando mais para arrecadar do que notificar os infratores, que por sua vez, não contribuem com as melhorias que determina a Lei. Com quadro defasado, a prefeitura precisa fazer um concurso para contratação desses profissionais, imprescindíveis para atuarem nessa frente de combate, para notificar moradores que arrebentam as vias públicas, principalmente aqueles munícipes que foram contemplados com asfalto, que hoje custa a faixa de 800 Mil Reais o quilômetro.

Moradores sofrendo

Outra questão que está causando inquietude aos moradores do bairro Cidade Alta, em Rolim de Moura, é o funcionamento da fábrica de ração animal, antiga Nutrizon.  Na ocasião que foi concedido a construção da fábrica por parte do município, não fizeram um estudo minucioso do que poderia acontecer, apenas, pensaram na geração de empregos sem observar as suas consequências e, hoje, o bairro Cidade Alta, é o mais populoso da capital da Zona da Mata, nos dias de produção a ração, os moradores ficam sufocados pelo mau cheiro que exala também em toda redondeza onde abarca outros bairros adjacentes. Com a operacionalização da empresa quase constante para fabricar suas rações, muitos moradores estão insatisfeitos, visto, que afetam não somente a saúde, como também sofrem bastante desvalorização em seus imóveis quando colocam à venda.

Dívida interminável

Quase duas décadas e meia, Rondônia ainda sofre com o baque do Banco do Estado de Rondônia, (Beron), que por más gestões foi decretada sua falência. Os resultados foram centenas de funcionários demitidos forçosamente e, uma dívida praticamente impagável, dado os absurdos das conciliações entre o Estado e Governo Federal (Banco Central). Ainda em meados dos anos 2000, o então senador da República, Expedito Júnior, ainda tentou levantar e fazer questionamentos sobre a dívida astronômica, mas, ficou por aí, em decorrência da perda do seu mandato, ficando tudo na estaca zero. De lá para cá, não se vê nenhum político do Estado de Rondônia, pelo o menos fazer um pronunciamento quer seja na Câmara, ou Senado Federal, parece que andam com as gargantas inflamadas, ou não querem abrirem a boca com medo do Covid- 19. Com a vitória do Coronel, Marcos Rocha, ao Governo do Estado, esperava-se, que ele tomaria iniciativa junto ao presidente Bolsonaro, já que são do mesmo partido e se dizem amigos de longas datas. Taí, um assunto muito pertinente para a bancada rondoniense, tentar amenizar esses valores cobrados mensalmente à preços de diamantes, deixando o estado sufocado ao longo desses anos.

Fazer levantamento

Já passou da hora dos vereadores de Rolim de Moura, ter um posicionamento mais enérgico, no que tange as Águas de Rolim de Moura, e saber quais foram os investimentos feitos até agora no município. Quando da reunião no gabinete da prefeitura acerca de uns quatro anos atrás, as propostas eram tidas como alvissareiras, falando em cifras de até 100 Milhões durante a vigência da concessão e, hoje, o que nota por parte da empresa foram somente falácias, e a municipalidade aguarda para ver o plano fantástico que a empresa teria para investir em Rolim de Moura. A Câmara de Vereadores, do pleito passado, ainda tinha dois vereadores da área do direito, mas, não foram contundentes em seus questionamentos, aliás, nem lá compareceram para debaterem e exigir dentro dos ditames da Lei, quanto seria investido ao ano dentro da previsão do badalado 100 Milhões de Reais.

Omissão vergonhosa

A Universidade Estadual de Rondônia (Euro), criada acerca de 28 anos atrás, ainda na administração do ex-governador Osvaldo Piana, através de Lei N° 543, de 28 de dezembro de 1993, publicado no Diário Oficial do Estado, N° 2930 de dezembro de 1993, na Lei Orçamentária (LOA), aprovado, sancionado e publicado. Apesar de ainda ter restado um ano para concluir seu mandato, tudo ficou estagnado, embora, essa iniciativa para a época significou um marco de louvável iniciativa, considerado naquela oportunidade. Causa espanto e indignação, porque já passaram vários governadores e até hoje não chamaram a responsabilidade para si, sendo Rondônia, um dos poucos Estados que não possui uma universidade estadual. Caso tivessem coragem e iniciativa de sacramentarem a (EURO), cidades como São Miguel do Guaporé, ou São Francisco, seriam locais viáveis para funcionamento, visto, que abrange uma microrregião bastante carente no campo educacional superior, Alvorada, São Miguel, Seringueiras, Nova Brasilândia, São Francisco e Costa Marques.

Um absurdo

Enquanto existe essa falta de interesse por partes dos governantes, que poderiam até mesmo implantar o curso de medicina, as faculdades particulares vão se expandindo a cada dia em Rondônia, até porque, geralmente estão nas mãos de políticos que controlam o ensino superior particular, ávidos por mensalidades altíssimas, afastando sumariamente os desassistidos de ter uma educação proporcionada pelo Estado, de forma grátis e eficiente. É preciso que mudem as regras do jogo, pois em Rondônia, o setor educacional superior, está nas mãos dos poderosos, tanto na capital quanto no interior, precisamos com urgência sair desse território obscuro, onde os papéis estão totalmente invertidos quando o assunto é investimentos na educação, mas, ao que enxergamos, são investimentos em interesses próprios.

Tema importantíssimo

Muito oportuno o tema do TCC, escolhido pelas acadêmicas do curso de Nutrição, da Faculdade São Paulo (Fasp), Márcia Santos Lima e Eliane Salete Gomes. As discussões nos dias de hoje sobre a educação alimentar, sem dúvidas, são assuntos pertinente não somente a nível de Brasil, mas, em todo planeta, posto, que a absorção de alimentos saudáveis, tem que ser mantido cotidianamente como um hábito alimentar. As acadêmicas Márcia e Eliane, fazem uma abordagem ampla sobre a necessidade de uma boa alimentação, sem a necessidade de encrudescer o corpo com intuito de outras atenções e, sim, uma metodologia de bem-estar. Profissionais de áreas diversas e principalmente da Nutrição, também fizeram suas colocações, abordando que o tema escolhido foi de suma importância, visto, que, hoje as escolas acompanham as orientações do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que gera atenção especial para prevenção à obesidade. Outros depoimentos fazem abordagens de que a Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta para o alto índice de pessoas obesas e outras comorbidades, alertando com clareza o sedentarismo crescente, principalmente das crianças faixa etária de 6 a 10 anos.

Dólar sobe para R$ 5,64 após dois dias de queda

Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar subiu depois de duas quedas consecutivas, influenciado pelo cenário doméstico e pelo mercado internacional. A bolsa oscilou bastante ao longo das negociações, mas encerrou com pequena alta.

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (7) vendido a R$ 5,643, com alta de R$ 0,044 (+0,78%). A divisa operou em queda durante a manhã, chegando a R$ 5,55 na mínima do dia, por volta das 11h45. À tarde, no entanto, a cotação inverteu o movimento e passou a subir.

No mercado de ações, o índice Ibovespa fechou aos 117.624 pontos, com alta de 0,11%. O indicador alternou ganhos e perdas ao longo do dia, até firmar a alta perto do fim da sessão. O volume de negociações, no entanto, foi baixo e atingiu R$ 28,6 bilhões, abaixo da média diária de R$ 39,2 bilhões observado em março.

No exterior, o dólar começou a subir durante a tarde, num movimento de aversão a riscos que prejudica países emergentes, como o Brasil. No mercado doméstico, as negociações foram afetadas pelas articulações em torno dos vetos ao Orçamento Geral da União de 2021 e por tensões em torno da política de preços da Petrobras, após o anúncio de aumento de 39% no preço do gás natural.

*com informações da Reuters