Reginaldo Rodrigues Sutil Camargo foi morto a tiros na sexta-feira (12) em um acampamento de trabalhadores localizado no município de Teixeirópolis (RO). Segundo informações da polícia, a principal suspeita é de que o crime tenha sido motivado por ciúmes.
A vítima era servidor da Prefeitura de Vale do Paraíso e estava cedida ao Departamento de Estradas de Rodagem de Rondônia (DER), onde trabalhava no momento do crime.
De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito chegou ao alojamento afirmando que seu carro havia atolado e pediu ajuda a um dos cerca de dez trabalhadores que estavam no local. Durante a conversa, Reginaldo se aproximou e passou a ser questionado pelo homem sobre supostas mensagens enviadas à sua esposa.
Reginaldo negou as acusações, mas o suspeito teria mostrado no celular conversas e possíveis imagens trocadas entre a vítima e a mulher. Em seguida, o homem sacou um revólver e efetuou vários disparos. Reginaldo ainda tentou fugir, mas foi atingido por dois tiros — um na mão e outro no tórax — caindo próximo a uma escada.
Após o crime, o suspeito fugiu em uma motocicleta. O Hospital Municipal foi acionado, porém, quando a equipe médica chegou ao local, Reginaldo já estava sem vida.
Durante as diligências, a polícia apreendeu uma espingarda calibre .22, câmeras de monitoramento e um aparelho celular com indícios de tentativa de apagamento de provas. Até o momento, o suspeito não foi localizado.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste. Com informações do G1
A 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) manteve a condenação por danos morais de um assessor político que realizou ofensas em um grupo de WhatsApp contra o ex-prefeito de Colorado do Oeste, José Ribamar de Oliveira (Professor Ribamar). A decisão foi proferida no julgamento de Recurso Inominado Cível, realizado em 13 de dezembro de 2025.
Embora o colegiado tenha reduzido o valor da indenização de R$ 5 mil para R$ 3 mil, os magistrados reconheceram integralmente a responsabilidade civil do réu pelas injúrias, reforçando que a liberdade de expressão não autoriza ataques à honra e à imagem de terceiros, ainda que em ambientes digitais de circulação restrita.
De acordo com o acórdão, o assessor utilizou termos ofensivos como “desgraçado”, “miserável” e “sem vergonha”, além de imputar ao ex-prefeito a prática de supostas irregularidades e “maracutaias”, sem apresentar provas. Para a Turma Recursal, as manifestações extrapolaram o direito à crítica política e configuraram abuso da liberdade de expressão.
Os magistrados destacaram que, embora a crítica seja legítima em um regime democrático, ela não pode se transformar em ofensa pessoal, sob pena de violação aos direitos fundamentais à honra e à imagem, garantidos pela Constituição Federal. Segundo o voto vencedor, o debate político não autoriza ataques pessoais nem acusações ofensivas desacompanhadas de elementos probatórios.
A decisão também abordou o alcance das mensagens, reconhecendo que, apesar de o WhatsApp ter circulação mais restrita em comparação a mídias abertas, o conteúdo injurioso foi suficiente para configurar dano moral. A manutenção da condenação, com a redução do valor indenizatório, observou os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade.
Com o julgamento, o TJRO reafirma o entendimento de que grupos de mensagens não estão fora do alcance da lei e que o uso dessas plataformas para ofensas pessoais gera responsabilidade civil.
No julgamento, foi fixada a seguinte tese: “A imputação de expressões injuriosas e de fato criminoso em grupo de WhatsApp configura abuso do direito de expressão e gera o dever de indenizar por dano moral.”
Em novembro, o DCM publicou reportagem denunciando a diretora Lucilene Segat da Costa, da Escola Zeferino Demétrio Costi, em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, por furto de merenda escolar.
À época, um vídeo obtido pela reportagem mostrou a diretora e seu marido, Adriano da Costa, chegando à instituição após o término do turno escolar, cobrindo uma das câmeras de segurança com uma toalha de mesa. Em seguida, o casal foi flagrado por outro ponto do circuito interno retirando itens do freezer da escola e deixando o local com sacolas cheias.
A defesa da diretora alegou que o casal esteve na escola para realizar um reparo no freezer, que a câmera teria sido coberta para protegê-la da solda utilizada e que os alimentos retirados eram bananas excessivamente maduras, que seriam descartadas e, por isso, levadas para doação.
A versão foi contestada pelo depoimento do cozinheiro Rafael Dorneles à Comissão de Processo Administrativo Disciplinar da prefeitura. No relato obtido pelo DCM, Rafael afirmou que a vice-diretora, Lissandra Silveira, mostrou a ele o vídeo que integra a reportagem do DCM e o questionou sobre o episódio.
Segundo o cozinheiro, o freezer é novo, está na escola desde a metade do ano e não necessitava de reparos, além de possuir cadeado. Ele também relatou que, sempre que o marido da diretora realizou algum tipo de manutenção na escola, isso ocorreu durante o horário regular de expediente, e nunca fora do turno escolar.
Rafael afirmou ainda que, após o ocorrido, a vice-diretora esteve na cozinha verificando a ausência de alimentos e confirmou que os itens retirados eram carne bovina e frango, e não bananas, como sustentou a defesa da diretora. Segundo o depoimento, Lissandra questiona com frequência a falta de alimentos e chegou a orientar que fosse feita uma solicitação maior de insumos à Prefeitura no mês seguinte para compensar o desaparecimento dos produtos.
O cozinheiro também declarou que as bananas maduras haviam sido utilizadas antes do episódio, na produção de vitaminas para os alunos, conforme orientação recebida por e-mail. Por fim, afirmou que a diretora leva recorrentemente alimentos da escola em seu carro, alegando que seriam destinados a “doações”.
Na última sexta-feira (12), Lucelene Segat da Costa voltou a ser alvo de denúncias, desta vez por venda irregular de merenda escolar. Segundo relatos, a diretora organizou a distribuição de cachorro-quente aos alunos, cobrando R$ 10 por um combo que incluía um copo de refrigerante.
De acordo com versão apresentada por ela a funcionários, a cobrança teria como objetivo custear presentes de Natal para professores, prestadores de serviço e monitores da escola. No entanto, os pães utilizados na iniciativa eram fornecidos pela Prefeitura de Passo Fundo especificamente para a merenda escolar e não podem ser comercializados.
Uma denúncia anônima à Secretaria Municipal de Educação levou uma equipe composta por quatro nutricionistas à escola, onde foi realizado o flagrante. A diretora negou a acusação e afirmou ter comprado os pães em uma padaria próxima. Durante a fiscalização, porém, as nutricionistas encontraram 15 embalagens, nas quais se acondicionam 120 pães, todas com logomarca da prefeitura, descartadas no lixo da cozinha.
As embalagens foram recolhidas como prova e anexadas ao procedimento administrativo. O registro foi feito em ata, e o caso já tramita da Secretaria Municipal de Educação para a Procuradoria-Geral do Município.
Durante a abordagem das nutricionistas, a diretora se ausentou da escola e foi até uma padaria, alegando que buscaria as notas fiscais referentes à compra de 60 pães, que teria esquecido. No entanto, segundo relatos, enquanto ela se deslocava até o local, as nutricionistas entraram em contato com a padaria onde, segundo a versão apresentada, os pães teriam sido adquiridos. O estabelecimento negou a realização de qualquer venda dos produtos mencionados.
O evento oficial em que Lucelene será homenageada após ser flagrada roubando merenda
Em contato com a reportagem, a coordenadora de Administração e Planejamento da Secretaria de Educação, Nisiane Telles, confirmou a operação de fiscalização e afirmou que a situação está sendo apurada.
“Não temos nada a acrescentar neste momento, apenas que o encaminhamento legal está sendo feito e que as medidas cabíveis serão tomadas”, disse.
De acordo com pessoas da comunidade escolar, não é incomum que a diretora organize eventos semelhantes, com cobrança por alimentos que deveriam ser distribuídos como merenda.
Procurada, a defesa da diretora afirmou que tudo ocorreu dentro da normalidade. Segundo a nota, os pães e demais insumos teriam sido comprados e haveria notas fiscais comprovando a aquisição.
“A venda de cachorro-quente realizada na semana passada foi totalmente legal. Os pães utilizados foram comprados em uma padaria e a nota foi apresentada à Prefeitura durante a fiscalização. Houve uma denúncia anônima, como ocorre em qualquer escola, e a Prefeitura apenas cumpriu seu dever de averiguar. Todos os demais itens do lanche não são fornecidos pela Prefeitura, logo, tudo foi comprado. A venda foi organizada pela APP para a compra de mimos de Natal para alunos, professores, funcionários e monitores. Não houve utilização de mantimentos fornecidos pelo município”, diz a nota.
Integrantes da comunidade escolar — professores, pais e alunos — relatam medo de denunciar os episódios envolvendo a direção da Escola Zeferino. Segundo eles, há relatos de retaliações, ameaças veladas e tentativas de identificar a origem das denúncias anônimas, tanto no caso atual quanto no anterior.
Na reportagem publicada em novembro, já havia acusações de que a diretora seria blindada pela administração municipal, por sua militância em causas políticas ligadas ao prefeito Pedro Almeida (PSD) e ao secretário municipal de Educação, Adriano Canabarro. Procurado à época, Canabarro afirmou apenas que os procedimentos seriam adotados. Desta vez, ele não respondeu aos contatos da reportagem.
Mesmo diante das denúncias e investigações em curso, Lucelene Segat da Costa será homenageada pela Secretaria Municipal de Educação nesta terça-feira (16), durante solenidade intitulada “Noite de Reconhecimento da Rede Municipal”.
A diretora será agraciada por seu suposto “trabalho de liderança” à frente da escola.
A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (16), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva para toda a região, com possibilidade de trovoadas isoladas para todos os estados ao longo do dia.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas para quase toda a região, com exceção do norte de Roraima, sul do Amapá e norte do Pará, que devem escapar às precipitações no começo do dia. No Amazonas, norte de Rondônia, sudoeste do Pará e centro-sul de Roraima, as chuvas intensas devem amanhecer já acompanhadas de trovoadas isoladas.
Durante a tarde, as chuvas tomam toda a região, com menor intensidade no norte de Roraima e do Pará, sul do Amapá e extremo-norte do Tocantins. No Acre, Rondônia, centro-sul do Amazonas, sudoeste do Pará e do Tocantins e nordeste do litoral do Pará e do Amapá, as pancadas de chuvas devem vir acompanhadas de trovoadas. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para perigo potencial de chuvas intensas para todo o estado do Acre, Rondônia, Tocantins, Amazonas, centro-sul do Pará e extremo-sul de Roraima, além de perigo de chuvas intensas para o Tocantins, norte de Rondônia, faixa central do Amazonas e sul do Pará.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
O esquema idealizado pelo vereador Everaldo Fogaça, descoberto pelas autoridades e investigado pelo Ministério Público de Rondônia pode ser bem maior que o que já foi divulgado, movimentando milhões de reais, além de prejudicar diversos grandes portais de notícias.
O Ministério Público acusa Fogaça de liderar um esquema estruturado para desviar recursos públicos destinados à publicidade institucional em Rondônia. A investigação aponta que a organização criminosa utilizava uma rede de sites sem audiência real ou atuação jornalística comprovada para captar verbas de órgãos públicos, com acessos inflados artificialmente por robôs.
Segundo a apuração, o esquema teria se intensificado durante o período eleitoral de 2022 e movimentado milhões de reais. Para viabilizar a fraude, o grupo contaria com o envolvimento da ex-secretária de Comunicação do governo estadual e da Agência Nacional de publicidade, que também passaram a ser investigadas. A agência, inclusive, já perdeu a conta oficial do governo.
O esquema idealizado pelo vereador Everaldo Fogaça, descoberto pelas autoridades e investigado pelo Ministério Público de Rondônia pode ser bem maior que o que já foi divulgado, movimentando milhões de reais, além de prejudicar diversos grandes portais de notícias.
O Ministério Público acusa Fogaça de liderar um esquema estruturado para desviar recursos públicos destinados à publicidade institucional em Rondônia. A investigação aponta que a organização criminosa utilizava uma rede de sites sem audiência real ou atuação jornalística comprovada para captar verbas de órgãos públicos, com acessos inflados artificialmente por robôs.
Segundo a apuração, o esquema teria se intensificado durante o período eleitoral de 2022 e movimentado milhões de reais. Para viabilizar a fraude, o grupo contaria com o envolvimento da ex-secretária de Comunicação do governo estadual e da Agência Nacional de publicidade, que também passaram a ser investigadas. A agência, inclusive, já perdeu a conta oficial do governo. (rondoniagora)
Um laudo da Polícia Federal, assinado pelos peritos Gleidston Pains Pamplona e Naraiana Ribeiro Santos, revelou a falsificação de assinaturas utilizadas em contrato de campanha para assegurar a efetiva participação feminina na lista de candidatos do PSB, agravando o escândalo da falsificação da cota de gênero na legenda.
De acordo com o Laudo nº 942/2025 – SETEC/SR/PF/RO, a assinatura atribuída a Uéslei Lopes Soares em contrato apresentado pela candidata Luzia da Silva Ozorio de Oliveira (PSB) não foi produzida por ele, após exame grafotécnico minucioso que identificou divergências técnicas incontornáveis entre o padrão gráfico e a assinatura questionada.
Três “cabos eleitorais” negam contratos e trabalho de campanha
O laudo da PF se soma a um conjunto robusto de confissões. Três pessoas indicadas como cabos eleitorais/coordenadores afirmaram que nunca trabalharam nas campanhas e que desconhecem as assinaturas atribuídas a elas.
Em juízo, Uéslei Lopes Soares negou ter trabalhado na campanha de Luzia, negou a assinatura no contrato e afirmou desconhecer o documento.Alessandro Oliveira do Nascimento, em confissão extrajudicial certificada, afirmou que não trabalhou nas eleições de 2024, não assinou contrato e que a assinatura constante no documento não é sua, apontando inclusive erro grosseiro em seu sobrenome.
Hudson Carmo da Cunha Bastos também confessou que não atuou em campanha eleitoral, não firmou contrato e não reconhece a assinatura atribuída a ele.
Tiro no pé
A estratégia da defesa da candidata Luzia acabou se voltando contra a própria interessada. O advogado insistiu na realização de perícia grafotécnica no contrato apontado como fraudulento. O Juízo, então, determinou a apresentação do contrato original. A resposta foi reveladora: o documento não foi localizado.
Mesmo sem o original, a defesa insistiu na perícia com base apenas no documento digitalizado, aparentemente acreditando que Uéslei não compareceria à Polícia Federal para colher assinaturas padrão. Ocorre que Uéslei compareceu, forneceu material gráfico e a PF produziu um laudo técnico categórico, confirmando a falsidade da assinatura. Na prática, a insistência defensiva produziu a prova mais forte contra a própria candidatura.
Vínculos familiares
A investigação aponta que a fraude à cota de gênero envolveu três candidatas do PSB com votações irrisórias:
• Caroline Suarez – 2 votos
• Luzia da Silva Ozorio de Oliveira – 7 votos
• Rafaela Carolina Evangelista de Oliveira – 8 votos
Além da baixa votação, surgem fatos ainda mais comprometedores:
• Caroline Suarez não votou nela mesma, tampouco seu esposo, que constava como coordenador de sua campanha, compareceu para votar nela, segundo os autos.
• Renan Suarez, marido de Rafaela, foi contratado como cabo eleitoral de Caroline Suarez, sua prima, mas negou em depoimento que tenha exercido qualquer atividade de campanha.
• Ludmila, filha da candidata Luzia, foi contratada como coordenadora da campanha de Rafaela, apesar do vínculo familiar direto com outra candidata do mesmo partido.
• Rafaela alegou que Ludmila teria coordenado sua campanha nas redes sociais, porém não existe nos autos qualquer ato concreto de campanha digital, como postagens, impulsionamentos, materiais gráficos ou estratégias comprovadas.
Outro ponto central do processo envolve o dirigente partidário Renê Suarez, apontado como articulador do esquema. Renê é tio de Caroline Suarez e sogro de Rafaela, concentrando posição estratégica dentro do partido.
Em depoimento, Renê confessou que não votou em nenhuma das candidatas e que não fez campanha para elas. Segundo declarou, sua atuação se limitou a ajudar a formar a nominata feminina do partido e operacionalizar a transferência de recursos públicos para as candidatas. E uma boa parte desse dinheiro foi para conta do filho de Renê, o Renan, seja por meio de contrato de cabo eleitoral ou locação de veículos.
Essa confissão reforça a tese de que as candidaturas femininas não tinham viabilidade real, tendo sido utilizadas apenas para cumprir formalmente a exigência legal da cota de gênero, com campanhas simuladas e contratos fictícios e lavar o dinheiro público.
Cassações, recontagem de votos e crime eleitoral
Com o laudo da Polícia Federal, as confissões, as ligações familiares, a ausência de atos reais de campanha e o desaparecimento do contrato original, o processo entra em fase decisiva.
Caso a Justiça Eleitoral reconheça a fraude à cota de gênero, nos termos da Súmula 73 do TSE, as consequências podem incluir: cassação da nominata do PSB e retotalização dos votos. O processo está na reta final e deve ser sentenciado nos próximos dias pelo juiz Guilherme Baldan, da 6ª Zona Eleitoral de Porto Velho. (Rondoniagora)
As inscrições devem ser feitas pelo site do Instituto ACCESS, banca organizadora do processo seletivo. Os interessados têm até 23h59 do dia 8 de janeiro para se inscrever.
As vagas estão distribuídas entre diversas especialidades, como Biólogo, Cientista Social, Direito, Geógrafo, Geólogo, Oceanógrafo, Pedagogo, entre outras.
As oportunidades se concentram em Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ), locais onde todas as etapas serão realizadas. O edital prevê vagas imediatas e formação de cadastro de reserva. (G1)
A segunda-feira (15) será marcada por instabilidade em toda a Região Norte. Em Rondônia, as chuvas se concentram especialmente em Ouro Preto do Oeste, Itapoã do Oeste e Cujubim, onde a instabilidade persiste.
No Acre e em Roraima, o tempo permanece fechado, com muitas nuvens e chuva isolada ao longo de todo o dia.
No Amazonas, as precipitações ganham força na região Central, atingindo municípios como Coari, Tefé e Novo Aripuanã.
No Pará, a chuva ocorre com mais intensidade na região litorânea, afetando Chaves, Santa Cruz do Arari e São João de Pirabas.
Tanto o Tocantins quanto o Amapá registram fortes precipitações ao longo de todo o dia, com possibilidade de acumulados elevados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco, Manaus e Belém. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Boa Vista e Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.
Uma mulher foi baleada na perna após um encontro com um policial militar em São José do Rio Preto (SP). O caso ocorreu no dia 7 de dezembro e o boletim de ocorrência foi obtido pela TV TEM neste domingo (14).
Segundo o BO, a Polícia Militar foi acionada e encontrou a mulher caída no chão, com ferimento. Ela foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Base (HB) para atendimento médico. Ela recebeu alta hospitalar no dia 9 de dezembro.
Em depoimento, a vítima relatou que conheceu o policial pela internet e que combinou o encontro. Contudo, após um desentendimento, o suspeito sacou a arma e baleou a mulher. A motivação da briga é desconhecida.
Depois de atirar, o suspeito fugiu. Ele se apresentou na delegacia e afirmou à equipe que amigos da mulher chegaram ao local, quando começaram uma discussão. Os amigos dela, conforme o policial, aparentavam estar sob efeito de drogas.
O policial alegou à Polícia Civil que agiu por legítima defesa. O revólver calibre 38 usado foi apreendido, com cinco munições intactas. Ele foi ouvido e liberado.
A ocorrência foi registrada como lesão corporal de natureza grave.
O g1questionou a assessoria de imprensa da PM sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Uma briga entre dois homens terminou com Fausto Peregrino de Oliveira, 48 anos, morto a facadas em um motel na noite deste sábado (13), em Porto Velho. A vítima foi encontrada caída ao solo, já sem sinais vitais, na rua Jundiá, bairro Nova Porto Velho, zona Leste da capital.
A Polícia Militar foi acionada para verificar um desentendimento e, ao chegar, constatou que a vítima já estava morta. Uma equipe do Samu foi chamada em seguida e confirmou o óbito.
A responsável pelo estabelecimento relatou que os dois homens entraram em luta corporal e que a vítima teria iniciado a briga. Segundo o relato, o outro envolvido reagiu para se defender das agressões e, durante o confronto, Fausto acabou atingido por golpes de faca.
Uma motocicleta pertencente à vítima estava no local e ficou sob responsabilidade da Polícia Civil.
Equipes de perícia e do Instituto Médico Legal estiveram no motel para os trabalhos técnicos. A avaliação inicial apontou que a morte havia ocorrido horas antes da chegada das equipes.(Rondoniagora)