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30 abril 2026
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Café híbrido para Amazônia tem produtividade ótima em testes

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Cafés clonais híbridos que estão sendo desenvolvidos pela Embrapa Rondônia para a região Amazônica – resultantes do cruzamento de plantas de café canéfora do grupo Robusta com plantas do grupo Conilon – têm obtido resultados surpreendentes. A pesquisa teve início há 12 anos, e o resultado final esperado é a seleção de clones altamente produtivos para comporem a próxima cultivar de café a ser lançada pela Embrapa para a região Amazônica em meados de 2018. Este é o segundo ano de colheita das áreas em testes finais com estes híbridos e alguns clones estão produzindo mais de 100 sacas por hectare. “A expectativa é que essa produtividade seja mantida ou incrementada na próxima safra”, comenta o pesquisador da Embrapa Marcelo Curitiba, um dos responsáveis pelas áreas em avaliação.

Com a demanda crescente por cultivares clonais, o objetivo dos pesquisadores é alavancar a produtividade média de café de Rondônia e região que hoje registra 19 sacas/ha em Rondônia. “Com o lançamento de novas cultivares altamente produtivas, esperamos um incremento de 25% na produtividade média. Além disso, essas cultivares permitirão que  cafeicultores mais tecnificados alcancem produtividades acima de 100 saca/ha”, afirma Teixeira.

Nessa pesquisa, estão sendo avaliados genótipos (clones) de cafeeiros para a composição de novas cultivares de café, altamente produtivas, resistente à ferrugem -alaranjada – uma das principais doenças que atacam os cafeeiros –, e que são adaptados às condições climáticas da região Amazônica. O responsável por este trabalho, o pesquisador da Embrapa Rondônia, Alexsandro Teixeira, explica que o ensaio de Validação de Cultivo e Uso (VCU) é composto por seis experimentos, sendo quatro no Estado de Rondônia e dois no Acre. Em Rondônia, as áreas estão plantadas nos municípios de Alta Floresta do Oeste, Ouro Preto do Oeste, Ariquemes e Porto Velho.

Já no Acre as áreas, uma irrigada e outra não irrigada, estão plantadas no Campo Experimental da Embrapa Acre, em Rio Branco. Para implantação e condução dos experimentos, a Embrapa Rondônia conta com o apoio do cafeicultor Ademar Schmidt e do engenheiro agrícola Gildásio Mendes da Emater de Alta Floresta D’Oeste, assim como da equipe do Instituto Federal de Rondônia (Ifro) em Ariquemes, e de pesquisadores e técnicos da Embrapa Acre.

Este ano, a colheita dessas áreas experimentais de cafés híbridos teve início no começo de maio, e está sendo realizada de forma seletiva, na medida em que os frutos ficam maduros. A colheita está em andamento nos municípios de Ouro Preto do Oeste, Porto Velho, Alta Floresta do Oeste e Rio Branco. “Cada clone é colhido separadamente e a seleção dos melhores materiais será baseada na produtividade”, explica Teixeira. A colheita será realizada em três etapas, considerando o ciclo de maturação dos clones − precoce, intermediário e tardio. A previsão é de que a colheita dos genótipos tardios seja realizada até o início de julho. Além da produtividade, o pesquisador Alexsandro Teixeira afirma que serão avaliadas a uniformidade de maturação, o tamanho de grãos e a qualidade de bebida.

Esses híbridos que estão sendo testados pela Embrapa Rondônia foram obtidos no ano de 2004 e foram submetidos à avaliação durante seis safras, 2007 a 2012. A partir dessas avaliações foram selecionadas as melhores plantas para comporem o ensaio final de competição de clones, aqui denominado de VCU.

Com a expressiva produção dos cafeeiros em teste, está agendada para o dia 10 de junho a realização de um Dia de Campo sobre café em Rio Branco, na Embrapa Acre, que demonstrará os resultados preliminares dos ensaios naquele estado. O evento, que conta com o apoio do governo do Estado do Acre, também abordará aspectos do cultivo dos cafeeiros; doenças e pragas, irrigação e colheita e secagem dos frutos de café. Todas as ações relacionadas com o desenvolvimento de novas cultivares de café contam com o apoio do Consórcio Pesquisa Café, Embrapa Café, Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Apoio à Pesquisa de Rondônia (Fapero) e Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau.

Melhoramento de plantas: do cruzamento à nova cultivar

Para saber como uma cultivar de café de alta qualidade chega ao campo, é preciso conhecer um pouco sobre o melhoramento de plantas. Trata-se de um processo oneroso e demorado. No caso de plantas anuais como milho, soja ou feijão, esse processo dura aproximadamente de oito a dez anos. Já no caso de plantas perenes, como é o caso do café, o lançamento de uma nova cultivar pode demorar até 20 anos.

No caso do café canéfora, também conhecido como conilon ou robusta, o processo se inicia com o cruzamento entre duas ou mais plantas que possuem características comerciais de interesse dos consumidores. As sementes desses cruzamentos são colhidas, plantadas e avaliadas durante quatro safras de produção. Somente nessa primeira etapa são oito anos de pesquisa. Com os resultados dessas avaliações, realiza-se uma seleção das melhores plantas. Essas plantas selecionadas são clonadas e avaliadas durante quatro safras novamente, só que agora com repetição.

Os resultados atuais já são mais consistentes tornando possível a seleção de plantas de elite para a instalação dos ensaios de competição regional, também conhecidos como Valor de Cultivo e Uso (VCU). As plantas elite selecionadas, que nesse caso são clones, são plantadas em diversos locais da região para que sejam avaliadas quanto à adaptação a estes diferentes ambientes. Nessa segunda etapa são mais doze anos de pesquisa.

De posse dos resultados finais, forma-se a cultivar de café com os clones que apresentaram alto potencial produtivo e outras características comerciais de interesse do mercado. Essa cultivar é registrada e protegida no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e, posteriormente, são selecionados viveiristas que multiplicam e comercializam a cultivar entre os cafeicultores.

Assessoria

ACIV apoia eventos pecuários em Vilhena

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O presidente da ACIV (Associação Comercial e Empresarial de Vilhena), Josemário Secco recebeu na tarde desta quinta-feira, 23/6, a visita do médico veterinário e pecuarista Alexandre Martendal. Na pauta da reunião estava uma solicitação de apoio ao eventos que pecuários que serão realizados de 6 a 10 de julho durante a Expovil.

Alexandre está coordenando uma série de atividades voltadas ao fomento do setor pecuário, entre os quais a série de palestras do Pró-Genética (Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino Brasileiro) e o 12º Leilão Martendal de touros e matrizes nelore com avaliação genética.

As palestras acontecerão no dia 9/7. A primeira será sobre o tema “Impacto da seleção de características de precocidade sexual sobre o retorno econômico da atividade pecuária”, com início às 9 horas. À tarde, com início às 15 horas acontece a palestra “Viabilidade econômica em produção de bovino de corte”. Neste período acontecerão outras duas palestras sobre as vantagens do touro puro de origem em rebanhos comerciais, e sobre reforma e intensificação de produção em pastagens.

Os principais palestrantes serão Claudiney de Melo Martins, que é mestre em reprodução animal, e Jorge Prado Borges Neto, especialista em manejo de pastagens e professor do curso de pós-graduação de Manejo de Pastagem na Faculdade Associadas de Uberaba (MG).

Segundo o presidente da ACIV, os eventos são de suma importância para o setor produtivo e por isso devem receber o apoio da ACIV. “São atividades que visam melhorar a produção pecuária e alavancar economicamente o setor que é de estrema importância para a economia local e estadual. A ACIV como incentivadora do setor produtivo não pode se furtar a apoiar iniciativas como esta”, disse Josemário.

Assessoria

Produtores têm acesso a tecnologias para fortalecer a safrinha em Rondônia

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Mais de 150 produtores, técnicos e estudantes puderam ter acesso a uma grande quantidade de tecnologias para milho, sorgo, girassol, canola e integração Lavoura-Pecuária, assim como novas variedades lançadas pela da Embrapa, competitivas, com alta produtividade e resistência a pragas e doenças. Eles participaram do Dia de Campo Safrinha, realizado pela Embrapa Rondônia em Vilhena, nesta quinta-feira (16) e conheceram opções para fazerem suas escolhas e obter resultados expressivos na colheita de segunda safra do próximo ano agrícola, ou mesmo para substituir o milho em períodos de risco climático, como ocorreu este ano. “Os produtores têm à disposição uma gama de materiais de culturas como forrageiras, sorgo, girassol e canola que podem trazer uma boa razão custo/benefício para os produtores”, afirma o pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente Godinho.

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“Neste tipo de evento a gente vê novos materiais, culturas e tecnologias que a gente pode agregar e colocar na fazenda. Participo todos os anos e sempre levo novidades pra casa”, comenta o produtor de Vilhena, Robson Silva, atento a tudo que via nas estações. O produtor do município de Cerejeiras, Airton Camilo está atento às opções existentes e às melhores escolhas para sua propriedade. “A gente não pode depender só de uma cultura ou fonte de renda. Eu já estou utilizando em uma parte da minha área o plantio de soja na primeira safra e uma safrinha com braquiária, colocando rebanho de corte em cima ou mesmo deixando para palhada, proteção do solo. Também opto pelo milho ou o sorgo na segunda safra, a depender do que for me dar mais lucratividade no período”, conta. O que o senhor Airton está fazendo é uma análise estratégica do cenário agropecuário do país e da região e utilizando as opções de tecnologias disponíveis para realizar as melhores escolhas. Neste contexto, ele se utiliza do sistema de integração Lavoura-Pecuária (ILP) para tornar seu sistema produtivo sustentável, recuperando áreas degradadas e aumentando a produtividade da agropecuária.

O Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e suas variantes – Lavoura-Pecuária, Lavoura-Floresta –, como também o Plantio Direto foram apresentados ao público do Dia de Campo. De acordo com Godinho, são sistemas para uma agricultura sustentável e que já estão sendo bem absorvidos pelos produtores. “Com a adoção da ILPF ou suas variantes o produtor poderá aumentar a eficiência da sua propriedade através da diversificação, aumento da produtividade, otimização dos recursos e consequentemente aumento da sua renda”, explica. Ele complementa que, no caso da região de Vilhena que não tem infraestrutura para pecuária e sim para grãos, o capim pode ser uma boa opção como cobertura de solo para safrinha, como uma cultura de sucessão. “O que o capim deixa no solo contribui muito com a próxima lavoura, podendo ser melhor opção na razão custo/benefício para o produtor do que deixar a área em pousio ou com uma cultura de alta tecnologia em períodos de risco climático”, complementa o pesquisador.

Rondônia é hoje o segundo maior produtor de milho da região Norte, sendo os municípios de Vilhena, Corumbiara, Chupinguaia e Cerejeiras os maiores produtores. De acordo com o pesquisador Vicente Godinho, em Vilhena, por exemplo, mais de 85% da produção de milho, do estado, é de segunda safra, o que demonstra a importância para a região. A safrinha está ganhando cada vez mais importância na produção brasileira e em Rondônia não é diferente. Ela é chamada assim por ser semeada nos primeiros meses do ano, logo após a colheita da safra principal, ou “de verão”, que foi semeada no início da estação chuvosa (setembro a dezembro).

O milho é um dos principais produtos cultivados em safrinha em todo o país. Mas este ano as lavouras do grão tiveram queda de produção significativas nas principais regiões produtoras do Brasil. A chuva (por falta ou excesso) atrapalhou o plantio e colheita da soja e, consequentemente, atrasou o plantio do milho de segunda safra, que ocorreu fora do melhor período, deixando as lavouras expostas a um maior risco climático. Assim, a falta de chuvas em algumas regiões e até mesmo a geada em outras foram responsáveis pela queda na produção. Segundo Godinho, em Rondônia apenas a cidade de Vilhena não deve sofrer queda expressiva na produção do milho safrinha, pois não sofreu com a falta e quantidade das chuvas. As demais regiões produtoras devem acompanhar os índices nacionais.

 

Embrapa apresenta tecnologias e lançamentos no Dia de Campo

Este ano para o Dia de Campo Safrinha 2016 a Embrapa levou ao público seus lançamentos e cultivares de alto desempenho. Conheça abaixo:

Girassol BRS 387, produtivo e precoce, o que facilita sua adaptação a diferentes sistemas produtivos. Apresenta teor de óleo acima de 40%, podendo ser destinado para o  mercado de óleo e de pássaro.

Girassol BRS 323, de ciclo precoce (de 80 a 100 dias), o que facilita sua utilização no sistema de produção, tanto na rotação como na sucessão de culturas, e o teor de óleo varia de 40% a 44%.

Sorgo BRS 380, granífero que apresenta ótimo desempenho nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com excelente tolerância a Antracnose, com produtividades de quatro a seis toneladas de grãos por hectare. Tem ciclo precoce, resistência à antracnose e tolerância ao alumínio tóxico dos solos do Cerrado.

Milho BRS 4103, de ciclo precoce, uma variedade, com bom potencial de produção, ampla adaptação e estabilidade de produção, porte baixo de planta, resistência à Antracnose do colmo e Cercosporiose, sendo um,a excelente opção para agricultura familiar, e lavoura de menor tecnologia.

Milho BRS Caimbé, uma variedade de ciclo precoce e recomendado para agricultura familiar, em condições de safra e safrinha. Alternativa de baixo investimento, resistente à Ferrugem comum e moderadamente resistente à Antracnose do colmo e à Mancha de bipolaris. Apresenta resistência ao acamamento e ao quebramento.

Realização e parceiros

O Dia de Campo Safrinha 2016 foi uma realização da Embrapa Rondônia e conta com o apoio da Rede de Fomento ILPF, Prefeitura Municipal de Vilhena, Central Agrícola/FMC,  Du Pont, Adama,  Santa Helena Sementes, Sementes Biomatrix, Limagrain (LG Sementes), Dow Sementes, Agroceres, Coodetec, Disavel, Cargill, Rical, Amaggi, Sicoob Credisul, Conab, Bardahl, Alvorada Agropecuária, Boa Safra, Tratoron, Apediá Veículos Toyota, Nissey Máquinas, Mamoré Máquinas, Aviação Gaivota, Soesp, BS&A e Dimicron.

Assessoria 

Dia de Campo Safrinha da Embrapa será dia 16 de junho em Vilhena

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A Embrapa realizará o Dia de Campo Safrinha 2016 no dia 16 de junho, a partir das 8 horas, no Campo Experimental da Embrapa Rondônia em Vilhena, localizado na BR-364, Km 6. O evento é gratuito e a inscrição será realizada no local. Além de aspectos comerciais e técnicos envolvendo a produção de grãos em safrinha, o público também poderá conhecer cultivares de milho, sorgo e girassol para a região. Adicionalmente, a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e o Sistema Plantio Direto também serão abordados nas estações.

Os produtores e técnicos poderão se preparar para o plantio da safrinha, ou segunda safra, do próximo ano agrícola. Vale ressaltar que a safrinha está ganhando cada vez mais importância na produção brasileira. Ela é chamada assim por ser semeada nos primeiros meses do ano, logo após a colheita da safra principal, ou “de verão”, que foi semeada no início da estação chuvosa (setembro a dezembro).

Rondônia é hoje o segundo maior produtor de milho da região Norte, sendo os municípios de Vilhena, Corumbiara, Chupinguaia e Cerejeiras os maiores produtores. De acordo com o pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente Godinho, em Vilhena, por exemplo, mais de 85% da produção de milho é de segunda safra, o que demonstra a importância para a região. De acordo com o 8º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab, maio/2016) a previsão para a colheita do milho de segunda safra no país é de uma quebra de 3,1% com relação à safra do ano passado, devendo atingir 52,9 milhões de toneladas.

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e Sistema Plantio Direto

O Dia de Campo também irá abordar o sistema de produção em integração Lavoura-Pecuária-Floresta e o Sistema de Plantio Direto, forma de manejo do solo preconizada pela ILPF e comprovadamente sustentável para conservação do solo e água. Sabe-se que anualmente cerca de 6 milhões de hectares sofrem algum tipo de processo erosivo, impactando negativamente na fertilidade dos solos agrícolas e, consequentemente, na produtividade das lavouras. Só o estado de Rondônia apresenta mais de 4 milhões de hectares aptos à incorporação do Sistema Plantio Direto.

Ressalta-se também a importância da utilização da ILPF para incorporação de áreas de pastagens degradadas em produção de grãos e como possibilidade de recuperação de pastagens, diminuindo a pressão sobre as florestas e aumentando a produtividade da agropecuária.

Realização e parceiros

O Dia de Campo Safrinha 2016 é uma realização da Embrapa Rondônia e conta com o apoio da Rede de Fomento ILPF, Prefeitura Municipal de Vilhena, Central Agrícola, FMC, Bayer, Forquímica, Agroeste, Santa Helena Sementes, Sementes Biomatrix, Limagrain, Morgan Sementes, Agroceres, Coodetec, Disavel, Cargill, Rical, Amaggi, Sicoob Credisul, Conab, Bardal, Alvorada, Agro Produtiva, Boa Safra, Tratoron, Apediá, Nissey, Mamoré, Soesp e Colúmbia Tratores.

 

Embrapa Rondônia

Agroindústrias de Vilhena movimentam mais de R$ 40 mil durante 5ª Rondônia Rural Show

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A cidade de Vilhena ganhou destaque durante a exposição realizada na maior feira agropecuária da Região Norte, a 5ª Rondônia Rural Show, realizada no município de Ji Paraná.

O evento aconteceu durante os dias 25 a 28 de maio, onde diversos produtos do setor de agroindústrias e artesanato de Vilhena foram expostos, juntamente com representantes de vários municípios do Estado, inclusive outros estados como Rio Grande do Norte e países como o Peru.

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As agroindústrias representantes do município de Vilhena expuseram produtos como doces, mel, salame, bolachas, conservas entre outros, e ganharam destaque pela qualidade de seus produtos e pela boa forma de recepcionar os visitantes.

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Nossa reportagem esteve entrevistando o Responsável Técnico das agroindústrias, Fabiano Cremonini, falou sobre o evento, fornecendo um balanço geral das atividades executadas durante a feira.

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Fabiano destacou os trabalhos realizados pela Secretaria Municipal de Agricultura, que em parceria com o SEBRAE realizou todo o amparo para que os produtores pudessem participar do grandioso evento.

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Segundo relatório, no primeiro dia de evento, 25 de maio, as agroindústrias vilhenenses movimentaram em média R$ 5.862,00. A cada dia as movimentações aumentaram, no dia 26/05 girou em torno de R$ 9.259,00, dia 27/05 R$ 10.539,00 e no último dia de evento, dia 28, as movimentações ultrapassaram a casa dos R$ 13.540,00, totalizando R$ 39.200,00 de faturamento durante a exposição. Porém, Fabiano ressalva que o valor é referente ao balanço de anotações, garantindo que o valor de faturamento foi superior a este. “Nem tudo que foi vendido foi contabilizado 100% pelo fato do grande movimento de visitantes aos stands durante ao evento”, destacou.

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No balanço total do pavilhão das agroindústrias nos dias 25, 26 e 27 o valor foi de R$ 130.528,00, sendo que somente no dia 27 foi totalizado R$ 49.241,00 e no dia 28 foi de aproximadamente R$ 57.362,00 fechando com R$ 187.890,00.

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De Vilhena participaram expositores de 10 agroindústrias e 2 de artesanatos. “Mais uma vez quero agradecer ao prefeito que não mediu esforços para que nosso município fosse representado nesta feira, além de destacar a brilhante parceria do SEBRAE, através do Ronaldo Halfeld, como também a SEAGRI e a EMATER que estiveram unidos em prol de uma excelente representação do município”, frisou.

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Representando a SEMAGRI, estiveram presentes no evento, dando suporte e auxiliando os expositores vilhenenses, a secretária adjunta municipal de agricultura Maria Aparecida de Albuquerque, além do responsável técnico das agroindústrias, Fabiano Cremonini e o servidor colaborador Alan Teófilo.

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E para finalizar Fabiano revelou que devido ao grande desempenho realizado pela equipe e pelas agroindústrias, surgiram convites para participarem de outros eventos, como Expocol e Portoagro.

Redação

Fotos: SEMAGRI

Universidade boliviana busca parceria com a Embrapa Rondônia

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Um grupo de 15 professores e dois estudantes da Universidad Autónoma del Beni “José Ballivián” (UABJB) esteve na Embrapa Rondônia, no dia 27 de maio, para conhecer a infraestrutura, assim como, as atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação que encontram-se em andamento na Unidade. O grupo também visitou os Laboratórios de Sanidade Animal, Biologia Molecular, Solos, Entomologia e Sementes. O interesse em promover uma maior interação institucional entre a UABJB e a Embrapa Rondônia foi um dos temas discutidos com a Chefia Geral da Unidade e, a elaboração de um convênio de cooperação e intercâmbio entre a Embrapa e a Universidade parece ser uma ação de colaboração que beneficiará ambas instituições, estendendo parcerias já existentes.

O chefe-geral da Embrapa Rondônia Alaerto Marcolan recepcionou o grupo e, após apresentar as ações da Unidade nas áreas de interesse dos professores, o grupo realizou a visita aos Laboratórios da Unidade. “É importante para a Embrapa e para a agricultura e a pecuária de Rondônia e região Amazônica fortalecermos as relações e trocas de conhecimentos com os países vizinhos”, destaca Marcolan. A responsável pela articulação internacional da Embrapa Rondônia, Lúcia Wadt, também participou do encontro.

A pesquisadora Luciana Brito conta que já existem ações em parceria com esta Universidade. “O professor Carlos Arturo Mariscal Padilla, da Faculdade de Medicina Veterinária desta Universidade, já é parceiro e, através dele, estamos finalizando um Memorando de Entendimento (MEN) com a UABJB que deverá ser assinado pela Presidência da Embrapa”, afirma. A pesquisadora explica que o projeto recém-aprovado ‘Dinâmica da infecção por Babesia bovis, Babesia bigemina e Anaplasma marginale em bovinos e bubalinos na Amazônia’ é o instrumento que possibilitará a realização desse convênio, uma vez que Padilla auxiliará com atividades do projeto. Além disso, estão sendo organizados com o professor a realização de cursos de capacitação ministrados por pesquisadores da Embrapa e colaboradores em temas relacionados com a parasitologia animal e aplicação e uso de ferramentas de biologia molecular na Sanidade Animal para docentes e discentes da UABJB.

Segundo o professor Padilla, as ações de cooperação e intercâmbio com a Embrapa são fundamentais. “Somos irmãos na área da Ciência, divididos apenas por um rio. Não existe diferença na Ecologia, apenas no mapa. Portanto toda informação da Embrapa contribuirá para nós e garantirá a saúde pública, segurança alimentar e a preservação do meio ambiente em nosso país. Temos potenciais e riquezas, tendo acesso ao conhecimento rico da Embrapa teremos melhores resultados nas pesquisas”, ressalta Padilla.

O estudante Gonzalo Ivan Mita Campos comentou durante a visita que a Embrapa tem grande importância para a agropecuária, com suas pesquisas, e está sempre de portas abertas para o intercâmbio com outras instituições.  “A Embrapa tem uma estrutura moderna que permite realizar as pesquisas, trabalha com últimas tecnologias e com profissionais altamente capacitados e eu, como futuro médico veterinário, gostaria muito de ter capacitação em parceria com esta valorosa instituição”, conclui.

Assessoria

Viaje através dos Caminhos Carne, Leite e Café

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Quem visitou a 5ª Rondônia Rural Show em Ji-Paraná não viu  apenas grandes máquinas e equipamentos de uso rural ou animais de genética superior, expostos para venda, pode também   entrar nos Caminhos do Leite, do Café e da Carne.

Cada caminho exigia pelo menos quatro paradas, onde os grupos de visitantes ouviam informações sobre a produção e indicativos de oportunidades para iniciar novos negócios na agropecuária, ou melhorar a sua produção.

Em qualquer dos caminhos o visitante encontrava um refugio com ar refrigerado, para ter um refresco do calor escaldante da cidade, e o mais importante, fazia uma verdadeira imersão na cultura escolhida, com direito aos cheiros característicos, o que dava a sensação de estar num estábulo ou numa tulha de café, ouvia a historia da cultura desde sua introdução em Rondônia, e fazia um passeio pela evolução da produção de bovinos carne, leite e da cafeicultura, conforme a sua escolha.

Por fim o visitante ouvia ou show de informações sobre qualidade dos produtos apresentados e terminava o caminho degustando o mais puro e fino café rondoniense ou uma variedade de produtos lácteos oferecidos pelos parceiros privados do projeto, idealizado pela Secretaria de Agricultura e executado pela Emater-RO, Idaron, Embrapa e parceiros da iniciativa privada.

Fonte: EMATER

 

Agroindústrias vilhenenses ganham destaque na 5ª Rondônia Rural Show

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Vilhena mais uma vez ganha destaque em qualidade e organização na maior feira de agronegócio do Norte, a 5ª Rondônia Rural Show

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Desde a última segunda-feira, 23 de maio, 14 agroindústrias de Vilhena se deslocaram para o município de Ji Paraná, onde a feira teria abertura nesta quarta-feira, 25. O Responsável Técnico pelas agroindústrias do município, Fabiano Cremonini, juntamente com o servidor Alan Teófilo estão desde segunda-feira acompanhando, prestando suporte e auxiliando os produtores do município que se deslocaram com suas matérias primas para a grande exposição que está acontecendo no Parque de Exposições Hemínio Victorelli.

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A feira que seguirá até o sábado, 28, visa ampliar o mercado rondoniense, onde a organização espera fechar mais de R$ 700 milhões de negócios. Na manhã desta quinta-feira, 26 no jornal de Rondônia, Vilhena ganhou destaque pela organização e pelos produtos agroindustriais, que vão desde o mel, pão de queijo, pão caseiro, bolachas caseiras, abate de aves, conservas e frios, até ao artesanato. Recebendo também a visita do Governador Confúcio Moura no stand do município.

Vilhenenses expondo seus produtos para rede televisiva
Vilhenenses expondo seus produtos para rede televisiva

Na cerimônia de abertura, realizada nesta quarta-feira, 25, esteve presente autoridades de todo o Brasil, além de visitantes autoridades do exterior. Entre eles, o Ministro de Desenvolvimento Agrário, Osmar Terra, que em seu discurso destacou a importância da feira no País, enfatizando que a base da economia está no agronegócio.

Os stand´s receberam a visita do Secretário Estadual de Agricultura Evandro Padovani e também do Senador Valdir Raupp
Os stand´s receberam a visita do Secretário Estadual de Agricultura Evandro Padovani e também do Senador Valdir Raupp

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Para o vice-governador, Daniel Pereira, o evento vem sendo organizado há um ano, objetivando uma favorável movimentação durante a feira, onde se espera fechar mais de R$ 700 milhões de negócios, durante os quatro dias de evento. Além claro, de concretizar futuras negociações com outros países da Europa.

Vereador Garcia marcando presença no evento
Vereador Garcia marcando presença no evento

Agroindústrias de todo o Estado estão participando do encontro, onde há também expositores de outros países, entre eles, do Peru, atração que vem encantando os visitantes com seus belíssimos artesanatos.

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A secretária adjunta municipal de agricultura do município, Maria Aparecida de Albuquerque, também está acompanhando e prestando suporte aos produtores. E a feira deverá contar nesta sexta-feira com a presença do prefeito, José Luiz Rover que não mediu esforços para que as agroindústrias do município pudessem estar presente no evento, representando o município de Vilhena.

Fonte: Redação

Fotos: Folha de Vilhena

Feiras agropecuárias são essenciais para o desenvolvimento do campo

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Participantes do 4º seminário do ciclo de palestras e debates realizado nesta sexta-feira (20) pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) garantiram  que as tradicionais feiras agropecuárias que ocorrem em vários estados brasileiros têm importância destacada para o desenvolvimento do campo.

Presidindo o encontro, o vice-presidente da comissão, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), disse que essas feiras servem para a divulgação de pesquisas, transferências tecnológicas e facilitação de acesso a créditos, além de alavancarem acordos de negócios e debates de temas cruciais como a regularização fundiária. Uma das mais jovens dessas feiras, acrescentou o senador, é a Rondônia Rural Show, cuja quinta edição será realizada de 25 a 28 de maio em Ji-Paraná, segunda maior cidade do estado.

Primeiro dos debatedores a falar, o vice-governador de Rondônia, Daniel Pereira, acrescentou que a 5ª Rondônia Rural Show terá palestras, seminários, shows culturais, balcões de negócios e cursos, com participação de 384 expositores e 200 empresários bolivianos. O vice-governador disse que são esperados 80 mil visitantes este ano e um montante de negócios de R$ 700 milhões. Daniel Pereira afirmou ainda que Rondônia tem mais de 700 agroindústrias e aproveitou para pedir mais empenho do governo federal na regularização fundiária no estado.

Papel das feiras

Em seguida, o representante da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, disse que as feiras agropecuárias e tecnológicas ajudam a levar para o cidadão urbano um pouco do campo e do dia a dia do produtor rural. Ele falou sobre as mais importantes feiras do país, como a Expointer, no Rio Grande do Sul, a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), e a AgroBrasília, no Distrito Federal. Esses eventos, segundo Bruno Lucchi, ajudam na promoção de criadores de animais, máquinas e equipamentos, além de proporcionar a concretização de negócios e financiamentos e oferecer cursos, oficinas, palestras técnicas, vitrines tecnológicas e espaço empresarial.

Para o representante da CNA, as feiras também são ótimas oportunidades de reunir produtores rurais de alimentos e animais de vários tipos e regiões, o que ajuda os governantes na formulação de políticas públicas.

Bancos e cooperativas

Representando o Banco da Amazônia, Marilene de Sena Ribeiro ressaltou a importância das feiras na disseminação tecnológica e disse que os bancos que participam desses eventos aproveitam para oferecer e concretizar linhas de créditos com juros mais baixos e outras facilidades para produtores rurais.

Já Pedro Silveira, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), afirmou que as feiras são um excelente ponto de encontro de produtores, favorecendo parcerias e troca de experiências. Segundo Silveira, esses eventos também são muito importantes para a economia local da região que os sedia. Ele acrescentou que a grande maioria dessas feiras conta com organização ou apoio de cooperativas.

Já Gustavo Reis de Melo, representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), explicou que a entidade sempre está presente em quase todas as feiras promovidas pelo país, oferecendo palestras sobre gestão de pessoas, inovação, liderança, cooperativismo, associativismo, entre outros temas.
Agência Senado

Embrapa Rondônia fortalece o Sistema de Produção de Leite do estado com capacitação continuada

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Nos dias 17, 18 e 19 de maio a Embrapa realizou nos municípios de Ji-Paraná e Presidente Médici, ambos em Rondônia, a segunda etapa do Curso Modular em Sistema de Produção de Leite – Nutrição de Bovinos Leiteiros, com atividades teóricas e práticas para os 28 técnicos participantes. Para o médico veterinário da Emater de Ouro Preto do Oeste (RO), Vinícius Oliveira, o nível de qualidade do curso é alto e o aprendizado está sendo grande. “Participei do primeiro módulo e vou fazer os demais. Uma oportunidade de ter acesso às informações e tecnologias atualizadas e com profissionais altamente qualificados”, comenta.

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Quanto ao formato da capacitação, que é continuada, o médico veterinário complementa que fortalece a cadeia produtiva e melhora a transferência de tecnologias para os produtores. “Com este tipo de capacitação a Embrapa demonstra sua preocupação com o repasse de informações e tecnologias para a sociedade e se coloca aberta às discussões levantadas pelos atores da cadeia produtiva do leite, isso soma muito e melhora os resultados de todos”, conclui.

Na programação deste segundo módulo foram realizadas visitas ao Laboratório de Nutrição Animal da Unir, em Presidente Médici, para práticas relacionadas ao conteúdo programado, assim como também foram realizadas apresentações dos temas: noções básicas de anatomia e fisiologia digestiva dos bovinos; alimentos para bovinos de leite; avaliação de alimentos para ruminantes; exigência nutricional de bovinos leiteiros; apresentação dos resultados da prospecção de demandas; e formulação de ração. Os palestrantes desta etapa foram a pesquisadora da Embrapa Rondônia, Ana Karina Dias Salman, e os professores da Universidade Federal de Rondônia, Jucilene Cavali e Marlos Oliveira Porto.

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Este Curso Modular teve início no mês de abril e deve continuar ao longo deste e do próximo ano. Trata-se de um novo formato de capacitação da Embrapa Rondônia, o modular, em que os mesmos técnicos, representantes de toda a cadeia produtiva do leite no estado (pública e privada) participam das ações continuadas e terão conhecimento teórico e prático mais completo e aprofundado, levando aos produtores e aos seus pares as tecnologias já disponibilizadas pela Embrapa e as recomendações adequadas para o desenvolvimento sustentável da agricultura em Rondônia. Ao todo serão 136 horas de cursos que vão de abril de 2016 a fevereiro de 2017 e, para ministrar estas capacitações, uma equipe qualificada de profissionais da Embrapa de todo o país e de outras instituições está sendo mobilizada.

“Os participantes têm à disposição tecnologias e informações atualizadas transmitidas por especialistas nos assuntos que serão abordados. Desta maneira fortalecemos o elo com o setor produtivo e o acesso deles às tecnologias já disponíveis, com o objetivo de maximizar a eficiência produtiva das propriedades”, destaca o médico veterinário da Embrapa Rondônia, Rhuan Lima, que coordena a capacitação modular.

Os participantes são técnicos de diversas instituições e empresas voltadas para o setor: Ampliari, Associação de Produtores Rurais de Ouro Preto do Oeste – ASPRUMOP, laticínio DJM, Escola Família Agrícola Itapirema, Emater-RO, laticínio Italac, Laticínio Jóia, Secretaria de Agricultura do Município de Porto Velho e Jaru e Senar-RO. A ação teve início com o Sistema de Produção de Leite, mas deve futuramente abranger cursos em todas as áreas de atuação da Embrapa Rondônia no estado: café, florestas e produção vegetal.

A pecuária leiteira em Rondônia

No estado de Rondônia a pecuária leiteira tem grande relevância econômica e social, com a mão de obra empregada nas propriedades basicamente familiar. A produção de leite do estado apresentou crescimento na última década, entretanto este aumento se pautou, em grande parte, do aumento de áreas exploradas e de rebanho, sendo ainda considerada como uma produção de baixo nível tecnológico. Apesar do baixo índice de adoção de tecnologias, Rondônia figura como o 8° estado brasileiro em produção de leite, o maior produtor da região Norte, com cerca de 48% da produção da região (IBGE, 2015), o que demonstra o grande potencial de crescimento da pecuária leiteira no estado.

A adoção de tecnologias básicas, recomendadas para as condições específicas do estado, propiciará exponencial ganho de produtividade aos pecuaristas rondonienses. “Se Rondônia já figura como grande produtor nacional de leite com baixa utilização de tecnologias e sistemas de produção inadequados, imaginemos onde poderá chegar com a adoção de tecnologia”, comenta Rhuan Lima, complementando que “É neste sentido que são definidas as estratégias de transferência de tecnologias da Embrapa Rondônia, com foco na capacitação de profissionais que atuam em assistência técnica e extensão rural, capazes de difundir e multiplicar o alcance dessas tecnologias”.

Embrapa Rondônia