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13 maio 2026
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Foragido por estupro é recapturado em cidade de Rondônia

Neste sábado (22), policiais do 1º BPM recapturaram um homem de 32 anos, condenado pelo crime de estupro, durante uma ocorrência de violência doméstica no bairro Cai N’Água, em Porto Velho (RO).

Uma equipe foi acionada via 190 para atender uma ocorrência, onde um homem teria agredido sua esposa. Ao chegar ao local, os policiais abordaram o suspeito.

Embora nada ilícito tenha sido encontrado durante a revista, uma consulta revelou um mandado de prisão em aberto, válido até 2041, referente ao crime de estupro.

Após a confirmação do mandado, o foragido recebeu voz de prisão e foi levado ao Departamento de Flagrantes. (SGC)

Imagem de Capa

A volta do Oasis e o tempo que passou por nós

Por Ismael Machado – Acordei com rouquidão na voz, as pernas pedindo arrego, um cansaço quase extremo. E feliz. Tem uma camiseta que sempre via por aí que me fazia ter certas reações negativas. No pain, no gain. Acho que era isso. Sem dor, sem recompensa. Nunca adotei essa filosofia do sofrimento. Mas nesta manhã, enquanto tomávamos o café num hotel relativamente simples no bairro paulistano de Santa Cecília, pensei um pouco nisso. Nesse estágio físico quase destruído, mas completamente recheado de uma alegria por ainda poder viver determinados momentos como o de sábado à noite. Um show de rock de uma banda gigante. Sim, o Oasis é gigante, queiram ou não os detratores.


Ao longo do dia, horas antes do show, eu repetia uma historinha de quando eu ainda trabalhava no jornal O Liberal, de não tão boa memória. Conversávamos eu e dois amigos músicos de bandas. Um deles já não é amigo (foi um livramento, admito) e outro permanece até hoje como um parceiro criativo. O ano era 1999 e falávamos sobre rock, só pra variar. E eu disse uma frase que arrancou risos de meus interlocutores. Afirmava eu, naquela distante manhã calorenta, que o Oasis seria lembrado dali a vinte, trinta anos, como uma das grandes bandas da história. Os dois riram e tiraram sarro. O tempo passou e eu fui profético. Duvido que os dois lembrem desse episódio. Mas ele existiu.
E noite passada, ali estava eu, ao lado de meus dois filhos, de minha companheira e da atualmente ex-companheira de meu filho mais velho, no estádio Morumbis, junto a outras quase 70 mil pessoas para assistir ao Oasis. Olhava ao redor, antes do show começar e percebia a variedade etária do público. De adolescentes a ‘tiozões’ como eu. Muita gente ansiosa, emocionada e à espera de um encontro ou um reencontro. Encontro com o presente. Reencontro com o passado.
De quantas canções precisamos para fazer esses encontros e reencontros? De quantas músicas necessitamos para reconciliações, perdões, reafirmação de sentimentos, autoafirmação de nossos sonhos e desejos mais profundos? Talvez uma, ou talvez um setlist inteiro que nos lembre de toda uma trajetória de pelo menos três décadas.
Tudo se conecta. Quando o Oasis lançou seu primeiro disco, Renato Russo, sim, aquele, amado e odiado, o elogiou numa entrevista para a Bizz, sim, aquela, amada e questionada revista. Eu ficava atento a muita coisa que o vocalista da Legião Urbana falava e fui atrás do disco. Assim que pude, comprei. Era CD. Gostei. E só.
Mas um tempo depois, quando foi lançado o segundo disco, What’s history, morning glory’, ali por 1995, eu e Marcos Souza, um amigo de então, que trabalhava comigo na redação de um jornal rondoniense, o Alto Madeira, ficamos muito impressionados com aquele disco. Ele ainda é meu preferido. Na verdade, nesses dois primeiros discos, o Oasis se fez para mim como banda relevante, com o que tinha para dizer. Certo, diria mais ao longo dos anos, mas ali estava tudo. A arrogância juvenil com sede de conquistar o mundo, os riffs barulhentos de guitarra no talo, overdubs ressoando nos ouvidos com a clara intenção de nos lembrar que ali estava uma banda de rock disposta a te puxar e te empurrar e te sacudir até te tirar da letargia. E sim, ali estavam aquelas canções que não pediriam licença ao tempo e permaneceriam indeléveis dali por diante.
Sim, todos percebiam os generosos ‘empréstimos’ de bandas como Beatles, Rolling Stones, glam rock, hard rock…mas é até cinismo acusar aqueles rapazes se até os gigantes fizeram a mesma coisa (sim, estou falando de Beatles, Led Zeppelin, Beach Boys, Stones etc etc e etc). O rock and roll sempre foi uma pilhagem de piratas invadindo novas praias e trazendo os tesouros de ilhas pouco conhecidas.
Mas o fato é que, como os grandes sempre fizeram, o Oasis suplantou a mera influência pilhada das prateleiras do supermercado rock and roll. Eles inseriram um molho peculiar, alinhavaram especiarias próprias e nos entregaram punhados e punhados de canções especiais, daquelas que se costumam dizer ‘matadoras’, ‘clássicos’, ‘hinos’ ou o que a sua criatividade linguística quiser apontar.
Elas estavam quase todas ali na noite de 22 de novembro de 2025, assim como já estiveram em outras noites durante esse ano, quando a turnê de reencontro da banda com os fãs começou a rodar o mundo. Noites e noites de espaços lotados e um público que misturava gente que nem havia nascido quando o Oasis surgiu a aqueles que os tiveram como trilha sonora da juventude.
O Oasis de hoje, com cabelos grisalhos em membros da banda, é a somatória de experiências que todos – ou quase todos- de nós vivenciamos. O amor e ódio entre irmãos que embalou um relacionamento tóxico é o mesmo que muitos de nós já passamos. A criatividade que eles despejaram em seus trabalhos durante o próprio período de crescimento, é similar a que nós já entregamos em empregos mal pagos, lutando para sobreviver na mistura imperfeita de nossos sonhos de futuro melhor e uma realidade nos puxando para baixo, tentando nos afogar em uma água turva de decepções- amorosas, políticas, sociais, sexuais, comportamentais, profissionais-.
É por isso que a volta do Oasis aos palcos, depois de anos de separação e do desgaste público entre os irmãos Gallagher, não é apenas um evento musical. Ela acaba por ser um rito geracional. Há algo profundamente simbólico no reencontro de uma banda que definiu a sensibilidade de milhões de jovens dos anos 1990 e início dos 2000 com um público que agora retorna, mais velho, mais experimentado, mais ferido pela vida e ainda assim disposto a cantar em coro letras que moldaram sua noção de mundo, de sonho e de desencanto.
Para quem cresceu com Definitely Maybe e (What’s the Story) Morning Glory?, havia naquelas músicas uma promessa de vitalidade inesgotável. “Live Forever”, por exemplo, sintetizava a sensação de invulnerabilidade juvenil. Era um grito contra o cinismo, um desejo de permanência num mundo que parecia ao mesmo tempo caótico e cheio de possibilidades. Já “Supersonic” apostava na urgência da juventude, herança herdada do punk: fazer agora, ser agora, existir agora. O Oasis sempre cantou a juventude como promessa e como ilusão. Seus primeiros sucessos, carregados do otimismo britpop e da arrogância elétrica dos Gallagher, eram quase um manifesto da geração dos anos 90: viver rápido, sentir tudo, acreditar que o amanhã seria dessa juventude. Era a voz de quem achava que tinha descoberto o mundo, sem perceber que o mundo ainda ia descobrir muita coisa sobre essa geração.
Essa geração, hoje com 30, 40 ou 50 anos, olha para essas músicas com outra lente, pois o “viver para sempre” dos anos 90 encontrou a realidade do trabalho, das responsabilidades, da passagem do tempo. E, no entanto, a utopia pessoal daquela época não se perdeu; ela se transformou em memória afetiva, em combustível para seguir adiante, em saudade de uma energia que ainda pulsa, mesmo que de outro jeito.
Oasis sempre cantou, mesmo quando eufórico, um certo desencanto e isso envelhece bem. “Don’t Look Back in Anger”, que se tornou hino quase institucional de resiliência, fala também de deixar para trás o que pesa, o que dói, e de aceitar que o passado não pode ser modificado. Para uma geração que passou por crises econômicas, perdas, frustrações e transições pessoais, a música se tornou uma espécie de mantra maduro. Há dor, mas também há superação. Durante anos, essa foi vista como uma canção de consolo, quase um hino de estádio. Agora, para um público mais velho, ela se torna um pacto íntimo com o próprio passado. Não olhar para trás com raiva significa aceitar falhas, escolhas mal feitas, sonhos que morreram no caminho, mas também significa entender que a vida só avança quando deixamos de brigar com o que já não existe.
“Champagne Supernova”, com seu clima onírico e melancólico, talvez seja a que melhor traduz o sentimento de se ver adulto olhando para o turbilhão da vida. “Where were you while we were getting high?” ganha novas leituras quando o “high” já foi substituído por boletos, filhos, carreiras e responsabilidades. É uma constatação amarga e bela da vida adulta. Todos mudam. Amigos mudam. Amores mudam. Nós mesmos mudamos. E mesmo assim, algo permanece e talvez seja a memória de como nos sentimos quando éramos jovens o suficiente para não saber que tudo isso ia acontecer.
A volta da banda coincide com um movimento afetivo de massa. Pessoas que se conheceram adolescentes, que viveram amores ao som de “Wonderwall”, que choraram ouvindo “Stop Crying Your Heart Out”, agora voltam aos estádios como quem revisita um quarto antigo. O reencontro é também um autoencontro.
O público do Oasis envelheceu, e os irmãos Gallagher também. A rebeldia britânica dos anos 90, aquela mistura de arrogância, humor ácido e confiança juvenil, foi substituída por um tipo de maturidade que admite falhas, quedas e reconciliações. O retorno da banda ecoa esse percurso. Não é mais sobre ser a maior banda do mundo, mas sobre reconhecer o que essas músicas significam para quem foi atravessado por elas. Mas há uma novidade que contradiz a afirmação que inicia esse parágrafo. O público também se renovou e atravessou gerações. Só grandes bandas alcançam isso, precisamos admitir.
Lotar estádios em 2025 não é apenas nostalgia. É uma reafirmação de identidade. Há algo comunitário nesse gesto, pois cantar junto é recuperar uma força compartilhada, uma espécie de pacto geracional. Essa geração que amadureceu, muitas vezes sem perceber, encontra no Oasis algo que permaneceu firme enquanto tudo mudava. A volta do Oasis, depois de anos de silêncio, brigas públicas e carreiras solo separadas, é um desses acontecimentos que ultrapassam a música. Não é apenas a reunião de uma banda. É a reativação de uma memória coletiva. Quando milhares de pessoas lotam estádios em 2025, não estão apenas assistindo a Noel e Liam Gallagher no palco. Elas possivelmente estão reencontrando versões antigas de si mesmas, adolescentes que ouviram no já distante CD e hoje são adultos que reconhecem as próprias cicatrizes nas canções que pareciam apenas hinos de uma juventude invencível.
O que explica os estádios lotados hoje? É uma pergunta cabível. É a reconciliação entre passado e presente. É gente que amadureceu tentando não perder o brilho nos olhos. É a redescoberta de que certas músicas não morrem, porque são feitas de sentimentos que resistem ao tempo, como vulnerabilidade, saudade, raiva, esperança. O Oasis expressava tudo isso com guitarras estrondosas, simplicidade melódica e uma arrogância que só a juventude permite. E quem era jovem quando ouviu essas canções pela primeira vez sabe muito bem que aquela arrogância tinha algo de proteção, de defesa contra os medos que só mais tarde se aprenderia a nomear.
Cada refrão, cada acorde, funciona como um espelho. A juventude não volta, mas a memória dela ainda é capaz de gerar movimento, energia, alegria e dor. Oasis, agora, é uma celebração da experiência, não mais da promessa.
Durante quase duas horas, vi meus filhos cantando, dançando, pulando, sabendo as letras de cor. Eu os olhei comovido. Eu os abracei e fui abraçado por eles. Foi um momento planejado, sonhado e realizado a partir de meu filho mais novo, que lutou por isso. E sim, quando a emoção bateu de forma mais intensa, eu simplesmente sentei e deixei as lágrimas caírem. Como agora, no silêncio desse quarto de hotel.

Ismael Machado

IsmaelAutor

Ismael Machado é jornalista, roteirista e cineasta. Já trabalhou como correspondente dos jornais ‘O Globo’ e ‘Jornal do Brasil’ na região Norte e como colaborador da Folha de São Paulo. Foi repórter especial do jornal Diário do Pará. É autor dos livros ‘Golpe, Contragolpes e Guerrilhas: O Pará e a ditadura militar’ (2014), vencedor do Prêmio IAP de Literatura 2013, na categoria Livro-Reportagem e a biografia ‘Paulo Fonteles-Sem Ponto Final’. Já obteve doze prêmios em jornalismo, inclusive duas vezes os prêmios Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos em Jornalismo. Fez roteiro e direção do curta Amador, Zélia, vencedor do Edital Lei Aldir Blanc 2021. Fez roteiro, produção executiva e direção do documentário ‘Na Fronteira do Fim do Mundo’, pela produtora Floresta Urbana (PA), 2021 (Seleção oficial ‘Montreal Independent Film Festival’ 2022). Roteirista e diretor do longa de ficção ‘Flashdance TF’, selecionado no edital Novos Realizadores 2022. Autor de oito livros publicados.

Juiz do TJ tem veículo arrombado e objetos furtados em Rondônia

Um juiz do Tribunal de Justiça de Rondônia teve diversos equipamentos eletrônicos furtados de dentro de uma Toyota Hilux na noite deste sábado (22), enquanto o veículo estava estacionado na avenida Duque de Caxias, região central de em Porto Velho.

Segundo a ocorrência, o magistrado havia estacionado o automóvel na via e, ao retornar, percebeu que o interior havia sido arrombado.

Foram roubados uma mochila com um notebook Lenovo, um modem portátil, um token institucional e três HDs externos de uso particular. No local, a guarnição policial verificou que há uma câmera instalada em um poste da avenida, possivelmente capaz de registrar a ação criminosa.

A PM realizou varredura no perímetro, coletou informações preliminares e orientou o juiz sobre as medidas administrativas, incluindo o eventual pedido das imagens junto à empresa responsável pelo sistema de vigilância. (Rondoniagora)

Pastor é agredido ao dizer que Bolsonaro deve ser condenado

A vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro em frente ao condomínio onde Jair Bolsonaro mora, em Brasília, terminou em confusão na noite deste sábado (21). O ato, oficialmente organizado como uma reunião evangélica para orações pela saúde do ex-presidente, foi interrompido quando um homem que se apresentou como pastor passou a defender publicamente a prisão de Bolsonaro. A manifestação do grupo havia começado de forma pacífica, com cânticos e leituras bíblicas.

O episódio ocorreu por volta das 20h15, quando Ismael Lopes, 34 anos, pediu para discursar e foi chamado ao microfone pelo senador. Em seu breve pronunciamento, Lopes leu uma passagem da Bíblia que dizia que “quem cava covas por elas será engolido”, e logo emendou dizendo que Bolsonaro deveria ser condenado por sua atuação durante a pandemia de Covid-19. A fala surpreendeu os presentes.

Assim que terminou de falar, Lopes saiu correndo em direção à rua, mas foi perseguido por apoiadores do ex-presidente. Testemunhas relataram que ele foi cercado, empurrado, recebeu socos e pontapés e teve a manga da camisa rasgada. A confusão se espalhou rapidamente entre os participantes da vigília, que até então seguiam em oração.

A Polícia Militar do Distrito Federal interveio para dispersar os agressores usando spray de pimenta. Após conter o tumulto, os policiais escoltaram Lopes até um carro de aplicativo, garantindo que ele deixasse o local sem novos ataques. Apesar de pedir calma, Flávio Bolsonaro não conseguiu conter os simpatizantes, que seguiram hostilizando o rapaz.

O senador afirmou repetidas vezes que ninguém deveria ser agredido, mas seu apelo foi ignorado por parte dos presentes. O clima continuou tenso mesmo após a saída de Lopes, com apoiadores comentando que ele “pregou traição” durante um ato religioso. Não houve registro de feridos graves.

Flávio Bolsonaro chora durante vigília

Lopes afirmou à reportagem que é membro da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, movimento que também participa de eventos promovidos pela primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. Ele disse não ser pastor, apesar de ter se apresentado como tal, e negou que sua tentativa de discursar fizesse parte de ação coordenada da Frente.

Segundo ele, a ideia de falar durante o ato foi pessoal, mas comunicada a lideranças do movimento antes da vigília. Lopes disse ainda que, para ser ouvido, afirmou representar um grupo evangélico presente em 19 estados, o que chamou a atenção de Flávio Bolsonaro e o levou ao microfone. Ele insistiu que pretendia fazer uma leitura bíblica acompanhada de “verdades sobre o país”.

A vigília havia sido convocada horas depois da prisão preventiva de Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. A tensão em frente ao condomínio se intensificou ao longo do dia, e o tumulto deste sábado mostrou o desgaste entre grupos religiosos que se dividem sobre o papel do ex-presidente diante das investigações.

Domingo nublado e com pancadas de chuva em Rondônia

O domingo será marcado por instabilidade em praticamente toda a Região Norte, com chuva atingindo a maioria dos estados.

Em Rondônia, a instabilidade predomina, com pancadas ao longo do dia em cidades como Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal e Vilhena. E no Acre, o tempo segue semelhante, com chuva presente em municípios como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira e Tarauacá.

No Amazonas, o tempo permanece fechado, com chuva frequente ao longo do dia. As precipitações atingem municípios como Manaus, Tefé, Coari, Manacapuru e Parintins com mais intensidade.

No Pará, o cenário também é de instabilidade. Chove em grande parte do estado, especialmente no norte e na faixa litorânea. Cidades como Belém, Bragança, Capanema, Castanhal e Santarém devem registrar precipitações persistentes.

Em Roraima, há previsão de chuva em boa parte do estado, especialmente no centro e no sul, atingindo municípios como Boa Vista, Alto Alegre e Mucajaí. No Amapá, o domingo também será chuvoso, com registros ao longo do dia em Macapá, Santana, Oiapoque e Laranjal do Jari.

 

No Tocantins, o domingo será de chuva em várias regiões, principalmente no centro e no norte do estado. Municípios como Palmas, Araguaína, Guaraí, Miracema do Tocantins e Paraíso do Tocantins devem registrar precipitações.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C, em Rio branco e Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Manaus e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

 

Sábado com pancadas de chuva e trovoadas em Rondônia

A previsão do tempo para a Região Norte do país, neste sábado (22), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva com trovoadas para toda a região.

Já pela manhã, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas para toda a região, com intensidade levemente menor no Amapá e nordeste do Pará.

À tarde, pancadas de chuva com trovoadas cobrem a região. Essas condições se mantêm até a noite.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para perigo potencial de chuvas intensas para todo o estado do Tocantins, quase todo o Amazonas — exceto pelo extremo-oeste, na divisa com o Acre —, centro-norte e leste de Rondônia, porção centro-sul e litoral nordeste do Pará e centro-sul de Roraima. Também há aviso de perigo de chuvas intensas para o sudeste de Rondônia, na divisa com Mato Grosso.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, também em Rio Branco, Belém e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Urgente: Bolsonaro é preso pela Polícia Federal

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22) durante uma operação da Polícia Federal (PF). A detenção, de caráter preventivo, foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da própria PF. Não se trata de cumprimento de pena, mas de uma medida cautelar no âmbito de investigações em curso.

Bolsonaro foi detido por volta das 6h, em sua residência, e, segundo relatos divulgados pela Folha de S.Paulo, reagiu com tranquilidade ao receber a ordem de prisão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não estava no local no momento da ação.

De acordo com informações divulgadas pelo jornal, a decisão judicial foi motivada, em parte, por uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), marcada para a noite deste sábado, o que teria sido interpretado como possível ato de pressão política ou tentativa de mobilização contra a investigação.

Após a detenção, o ex-presidente foi levado em um comboio para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado — espaço reservado para autoridades de alta patente, como ex-chefes de Poder.

A PF ainda não divulgou detalhes completos sobre o objeto da investigação relacionada à prisão preventiva, mas novos esclarecimentos devem ser apresentados nas próximas horas. O caso já provoca forte repercussão nacional e mobiliza aliados e opositores do ex-presidente.

Agentes do Instituto Médico-Legal (IML) foram até o local para realizar o exame de corpo de delito e evitar exposição desnecessária.

Em nota oficial, a Polícia Federal confirmou o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido por decisão do STF:

“A Polícia Federal cumpriu neste sábado (22/11), em Brasília/DF, um mandado de prisão preventiva em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal”, diz a nota.

Ordem pública

A prisão foi decretada para garantir a ordem pública, um dos fundamentos previstos em lei para a adoção da medida. Segundo informou a PF, este tipo de prisão é pedida quando há algum caso grave envolvendo o réu, como plano de fuga, por exemplo. No caso, uma vigília na porta da residência de Bolsonaro poderia causar transtornos no local.

Prisão domiciliar

Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, após decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a medida por descumprimento das cautelares impostas anteriormente ao ex-presidente. Segundo Moraes, Bolsonaro utilizou as redes sociais de aliados — incluindo as de seus três filhos parlamentares — para disseminar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Condenação e novo pedido da defesa

Em setembro, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A sentença, porém, ainda não transitou em julgado e continua em fase de recursos. A prisão preventiva decretada neste sábado não está vinculada a essa condenação.

Na sexta-feira (21), a defesa de Bolsonaro protocolou um pedido ao ministro Alexandre de Moraes solicitando que o regime inicial fechado fosse substituído por prisão domiciliar humanitária. Os advogados alegam que o ex-presidente apresenta um “quadro clínico grave”, sofre de “múltiplas comorbidades” e que uma eventual transferência para o sistema prisional representaria “risco concreto à vida”.

Embora tenha reafirmado que pretende recorrer da condenação imposta pelo STF, a defesa argumentou pela urgência da adoção da medida humanitária, buscando garantir que Bolsonaro permanecesse em casa enquanto o processo não fosse concluído.

Sintero parabeniza Escola Wilson Camargo pela Feira do Empreendedorismo 2025

A Direção Regional do SINTERO Cone Sul parabenizou a Escola Wilson Camargo pela realização da Feira do Empreendedorismo 2025, promovida no dia 7 deste mês. O evento reuniu alunos, professores e familiares, que apresentaram e comercializaram produtos confeccionados pelos próprios estudantes, valorizando o trabalho coletivo e o aprendizado prático.

A feira foi considerada um grande sucesso, destacando a criatividade, o talento e o espírito colaborativo da comunidade escolar. Além da exposição, os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar na prática conceitos ligados ao empreendedorismo, sustentabilidade, cooperação e ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

Segundo a Direção Regional do SINTERO Cone Sul, representada pela professora Lívia Maria, também diretora regional, iniciativas como essa fortalecem a educação integral.

“É gratificante ver o empenho dos educadores e o envolvimento das famílias em ações que unem aprendizado e valorização do trabalho. A Escola Wilson Camargo está de parabéns por essa bela iniciativa”, destacou a direção.

Além do impacto pedagógico, a feira também teve caráter social: parte do valor arrecadado foi destinada à compra de cestas básicas, que serão entregues à Casa de Apoio Amor e Vida, em Vilhena, reforçando o compromisso solidário da comunidade escolar.

O SINTERO Cone Sul reafirmou apoio a projetos que promovam protagonismo estudantil e integrem escola, família e sociedade.

Governador de Rondônia quer ‘abdômen trincado’ e contrata nutrólogo

O governador de Rondônia, Marcos Rocha anda muito preocupado com a estética ultimamente. A novidade é que ele contratou um nutrólogo, que postou duas fotos na última segunda-feira, 17, com o paciente ilustre.

Uma delas, o governador está deitado em uma maca ao telefone a a segunda imagem, Rocha aparece sem camisa com a legenda “o abd do homem tá vindo. Tá do jeito que ele quer ficar“, e logo abaixo “seu pedido é uma ordem meu Gov

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As imagens rapidamente ganharam os grupos de Whatsapp do Estado, acompanhadas de legendas e comentários bem ruins para o governador, que ainda não resolveu se vai ou não disputar uma vaga ao Senado em 2026.

Uma das mensagens diz que “com a saúde de Rondônia Rocha nunca se preocupou, mas o seu shape está em dia“. Outro diz que “o que melhora shape é malhar e correr e quem foi militar deveria saber bem disso“.

Concorrendo ou não ao Senado, já se sabe que ao menos o ‘abdômen do homem estará no shape’.

Fonte: Painel Político

Sexta-feira com chuvas isoladas em Rondônia

O tempo deve permanecer instável em Rondônia nesta sexta-feira (20), com possibilidade de chuvas isoladas em diferentes regiões do estado. A informação é do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), que alerta para variações rápidas no clima ao longo do dia.

As temperaturas devem variar entre 21°C e 34°C, mantendo o calor durante a tarde, mesmo com a chance de pancadas de chuva.

Previsão para as principais cidades

  • Porto Velho: mínima de 23°C e máxima de 31°C

  • Vilhena: mínima de 21°C e máxima de 30°C

  • Nova Mamoré: mínima de 23°C e máxima de 32°C