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15 maio 2026
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Cidade corredor do tráfico, policia deflagra megaoperação em Cerejeiras

Cerejeiras viveu nesta quarta-feira (3) uma grande mobilização policial com a deflagração da Operação Cidade Segura, ação conjunta das polícias Civil e Militar que tem como objetivo intensificar o combate à criminalidade e desarticular organizações criminosas atuantes na região do Cone Sul de Rondônia.

Ao todo, 34 agentes de segurança participaram da ofensiva, que contou também com o apoio da equipe do canil do 4º Batalhão da PM de Cacoal. As diligências se concentraram em pontos estratégicos do município, especialmente em áreas onde foram registradas ocorrências de furtos e movimentações ligadas ao crime organizado.

Segundo as autoridades, o principal alvo da operação é o núcleo local do Comando Vermelho, facção criminosa apontada como responsável por incentivar o aumento da criminalidade em Cerejeiras e cidades vizinhas.

A Polícia destacou que a Operação Cidade Segura não é uma ação isolada, mas parte de um plano integrado de inteligência e repressão que vem sendo executado para enfraquecer o poder de facções e garantir a tranquilidade da população.

“As forças de segurança estão atentas e firmes em sua missão. O compromisso é devolver à sociedade a sensação de segurança, com resposta imediata e efetiva às tentativas de intimidação do crime organizado”, ressaltou a corporação em nota oficial.

A operação segue em andamento e, de acordo com os responsáveis, os resultados concretos serão divulgados nos próximos dias, reforçando o compromisso das polícias em proteger a população do Cone Sul.

Apareceu a prova: advogado confessa que Bolsonaro planejou “medida de exceção”

O advogado Andrew Fernandes Farias, que defende o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro planejava dar um golpe de Estado. Durante sustentação oral no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta (3), ele disse que seu cliente tentou “demover” o então chefe, em 2022.

Segundo o defensor, durante reuniões após as eleições de 2022, Nogueira se posicionou de forma “totalmente contrária” aos planos golpistas de Bolsonaro e teria ficado “desconfortável” com a possibilidade de avanço de qualquer medida de exceção.

“Quão difícil foi ser ministro da Defesa no segundo semestre de 2022… Naquele período, oficiais generais se manifestavam nas redes de forma contundente. E qual era o receio do general Paulo Sérgio? Que alguma liderança militar levantasse o braço e rompesse”, disse Farias.

Ao fim da argumentação do advogado, a ministra Cármen Lúcia pediu esclarecimentos sobre o que o ex-ministro teria tentado impedir. “Vossa senhoria, cinco vezes, disse que seu cliente ‘estava atuando para demover o presidente da República’. Demover de quê? Até agora todo, mundo diz que ninguém pensou nada…”, perguntou.

O advogado interrompeu a magistrada e afirmou: “Demover de adotar qualquer medida de exceção. Atuou ativamente e há provas nos autos”. Veja:

 

Nogueira é um dos oito réus do chamado “núcleo central” da trama golpista e o único do grupo que compareceu presencialmente à abertura do julgamento, nesta terça (2). Ele responde pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-ministro apoiou a narrativa de fraude nas urnas e instigou intervenções das Forças Armadas. Em uma das reuniões de 2022, ele teria participado de articulações para sustentar o golpe e chegou a dizer que via militares “na linha de contato com o inimigo”, além de pedir para “intensificar a operação”.

Contratação de PMs para escolas militares é barrada por uso de verbas da educação

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) suspendeu o processo seletivo para a contratação de policiais militares que atuariam no programa das escolas cívico-militares do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). A decisão, tomada por unanimidade, tem efeito imediato e impede novas contratações até nova análise do órgão.

O edital já havia sido suspenso pela Justiça em julho, mas o governo conseguiu reverter a decisão e retomar o processo. Na semana passada, o estado chegou a divulgar os nomes dos PMs selecionados, que passariam a atuar nas unidades a partir de 8 de setembro. Agora, com a medida do TCE, o cronograma foi novamente interrompido.

O relator do processo, conselheiro Renato Costa Martins, argumentou que a análise do tribunal se limita ao controle administrativo, orçamentário e financeiro, sem entrar na discussão sobre a constitucionalidade da lei que criou o programa. Segundo ele, contratações por até três anos podem se distanciar da regra de excepcionalidade exigida para vínculos temporários.

Entre as irregularidades apontadas pelo TCE estão o uso de verbas da educação para pagar policiais militares, a ausência de estudos de impacto financeiro, a falta de metas de desempenho e possíveis afrontas à Constituição e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação. O órgão determinou que a Secretaria de Educação (Seduc) apresente informações e documentos em até dez dias úteis. (DCM)

AO VIVO: acompanhe o 2° dia do julgamento de Bolsonaro no STF

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O Supremo Tribunal Federal continua nesta quarta-feira (3) o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus acusados de tentativa de golpe de Estado, que pode ser acompanhado pelo DCM TV, no YouTube.

Na sessão de hoje, os advogados de Bolsonaro e de outros três acusados terão a oportunidade de apresentar seus argumentos. A votação dos ministros, no entanto, pode ficar para a próxima semana.

As defesas de quatro réus terão espaço para falar. A ordem prevista é a seguinte: Augusto Heleno, Jair Bolsonaro, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.

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Rondoniagora.com

Governador bolsonarista é afastado por desvio de emendas após ação da PF

O governador bolsonarista do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), foi afastado do cargo nesta quarta-feira (3) em uma operação da Polícia Federal (PF) que apura desvios de emendas parlamentares durante a pandemia de Covid-19. A decisão foi autorizada pelo ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

De acordo com a PF, houve fraudes no fornecimento de cestas básicas e frangos congelados adquiridos com recursos de emendas parlamentares. O prejuízo estimado é de R$ 73 milhões. Segundo as investigações, parte do dinheiro teria sido usada para comprar imóveis de luxo, gado e bancar despesas pessoais dos envolvidos.

Esta é a segunda fase da operação Fames-19. Em agosto de 2024, Barbosa já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão. Nesta quarta, mais de 200 policiais cumpriram 51 mandados em Palmas (TO), Araguaína (TO), Distrito Federal, Paraíba e Maranhão.

O objetivo, segundo a PF, é reunir novos elementos que comprovem o uso irregular de emendas e o recebimento de vantagens indevidas por agentes públicos e políticos. Os investigadores afirmam que os valores desviados foram ocultados em empreendimentos de luxo e aplicados em bens pessoais.

A apuração se concentra em contratos firmados entre 2020 e 2021, no governo Bolsonaro, quando o estado de emergência em saúde pública permitiu compras sem licitação.

Os contratos do governo do Tocantins previam a compra de pelo menos 1,6 milhão de cestas básicas, que somavam quase R$ 5 milhões. A PF suspeita que, apesar do pagamento, parte das cestas não chegou à população.

Sobrinho do governador na mira da PF

Em março deste ano, Thiago Barbosa de Carvalho, sobrinho do governador, já havia sido alvo de busca e apreensão em outra operação da PF. A investigação apura se houve vazamento de informações sigilosas em gabinetes de ministros do STJ, relacionadas justamente à Fames-19.

No computador usado por Thiago, os policiais encontraram arquivos sobre duas operações em andamento. O equipamento foi apreendido para extração e análise detalhada dos dados. (DCM)

Advogado Thiago Barbosa (esquerda) e Wanderlei Barbosa — Foto: Arte g1
O advogado Thiago Barbosa e o governador de Tocantins, Wanderlei Barbosa. Foto: Reprodução

Justiça suspende greve da saúde e aplica multas

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) decidiu, em caráter liminar, suspender a greve anunciada por médicos, enfermeiros e servidores do Executivo estadual. A decisão foi proferida pelo desembargador Miguel Mônico Neto, da 2ª Câmara Especial, que fundamentou a medida na proteção do interesse público e no risco de danos irreparáveis à população caso os serviços fossem paralisados.

De acordo com o magistrado, a interrupção das atividades comprometeria diretamente a continuidade de consultas, exames e procedimentos cirúrgicos na rede pública, sobrecarregando ainda mais o sistema de saúde e agravando a situação dos pacientes que dependem exclusivamente do atendimento público.

O desembargador reconheceu o direito constitucional de greve, mas ressaltou que esse direito não é absoluto. Citando reiteradas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e a Lei nº 7.783/89, destacou que atividades essenciais, como a saúde, devem ter garantida a continuidade dos serviços, dada sua relação direta com os direitos fundamentais à vida, à dignidade e à saúde.

Outro ponto levantado foi a precipitação da paralisação, já que, segundo a decisão, não houve o esgotamento das negociações entre sindicatos e governo. Para o magistrado, a deflagração da greve ocorreu sem o encerramento definitivo das tratativas ou tentativas de conciliação, como prevê a legislação.

A liminar determina a manutenção integral dos serviços de saúde e estabelece multas pesadas em caso de descumprimento, como forma de assegurar a efetividade da decisão.

O que decidiu o TJ-RO:

  • Concessão da liminar: a greve está proibida até nova deliberação judicial.

  • Abrangência: sindicatos SIMERO, SINDERON e SINTRAER.

  • Multas aplicadas:

    • R$ 50 mil por dia por sindicato (limitado a R$ 1 milhão).

    • R$ 2 mil por dia contra dirigentes sindicais individualmente.

    • R$ 200 por dia contra cada servidor que aderir.

  • Outros pontos:

    • Não determinou, por ora, desconto salarial dos dias parados.

    • Ressalvou a possibilidade de rever a decisão e alterar valores das multas.

    • Determinou a designação de audiência de conciliação no NUPEMEC/TJ-RO.

    • Ordenou a citação dos sindicatos para contestar a ação, sob pena de revelia.

O processo seguirá em tramitação e uma audiência de conciliação deverá ser realizada, na tentativa de construir um acordo entre sindicatos e governo, evitando novos embates judiciais e garantindo a continuidade do atendimento à população.

“Retrocesso”: entidade repudia flexibilização da Lei da Ficha Limpa

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) divulgou uma nota de repúdio contra a aprovação do projeto que enfraquece a Lei da Ficha Limpa, no Senado Federal, nesta terça-feira (2/9), em sessão semipresencial.

Segundo a entidade, o projeto de iniciativa da deputada Dani Cunha (União-RJ) e relatado pelo senador Weverton (PDT-AM) “promove alterações substanciais na Lei da Ficha Limpa, desfigurando seus propósitos constitucionais de defesa da moralidade administrativa e da probidade no exercício de mandatos eletivos”.

O texto estabelece um único prazo de inelegibilidade de oito anos, contado a partir da perda do mandato, da eleição em que ocorreu o ilícito, da renúncia ou da condenação em segunda instância, além de impor um teto máximo de 12 anos, ainda que o agente político acumule múltiplas condenações.

Segundo o MCCE, “tal modificação reduz de forma significativa o alcance das inelegibilidades previstas, abrindo espaço para o retorno prematuro à vida pública de agentes condenados por crimes de corrupção, abuso de poder político e econômico, e outros ilícitos de elevada gravidade”.

Entre os possíveis beneficiados pela alteração na lei estão o ex-deputado Eduardo Cunha (pai da autora da proposta), o ex-governador do DF José Roberto Arruda e o ex-governador do Rio Anthony Garotinho.

“Qualquer tentativa de flexibilizar a lei representa não apenas um retrocesso legislativo, mas também um grave atentado à democracia, à cidadania e à integridade do processo eleitoral”, enfatizou.

A entidade lembrou que o PLP nº 192/2023 foi retirado de pauta em março de 2025, mas “supreendentemente foi reinserido na ordem do dia e aprovado em contexto de menor visibilidade política, em evidente desrespeito ao amplo debate que a matéria dessa envergadura exige”. O movimento classificou o projeto como “grave retrocesso que compromete uma das maiores conquistas populares da história política recente do Brasil”.

 

Lei da Ficha Limpa muda e abre caminho para Ivo Cassol e Acir Gurgacz

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (2), por 50 votos favoráveis e 24 contrários, um projeto que altera a Lei da Ficha Limpa e muda a forma de contagem do período de inelegibilidade — o tempo em que uma pessoa condenada fica impedida de disputar cargos eletivos.

Com a decisão, políticos que estavam afastados das urnas poderão voltar à disputa já nos próximos pleitos. Em Rondônia, os principais nomes impactados pela mudança são o ex-governador Ivo Cassol e o ex-senador Acir Gurgacz, que voltam a figurar no cenário eleitoral do estado.

A alteração na lei muda substancialmente o quadro político rondoniense, já que tanto Cassol quanto Gurgacz possuem forte base eleitoral e histórico de protagonismo nas disputas estaduais. O retorno desses nomes pode reconfigurar alianças, estratégias partidárias e o equilíbrio de forças para as próximas eleições.

A proposta agora segue para sanção presidencial. Caso seja confirmada, abre um novo capítulo na política regional, reacendendo debates sobre renovação versus retorno de velhas lideranças.

Centrão deixa de vez o governo Lula e inicia campanha por anistia a Bolsonaro

A cúpula da federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e PP, decidiu nesta terça-feira (2) que todos os filiados das siglas devem deixar o governo Lula (PT). A informação foi confirmada por seis lideranças dos partidos, o que inclui a saída dos ministros André Fufuca (Esporte) e Celso Sabino (Turismo), deputados federais licenciados pelo PP e pelo União Brasil, respectivamente.

A federação também decidiu apoiar um projeto de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cujo anúncio será feito ainda nesta terça, dia do início do julgamento do ex-presidente. Segundo pessoas que acompanham as conversas, a proposta prevê anistia geral para todos os envolvidos nos ataques golpistas do 8 de janeiro, mantendo a inelegibilidade de Bolsonaro.

Relatos indicam que Fufuca e Sabino terão um prazo para deixar o governo, estimado até o fim do mês. Os presidentes das legendas, Antonio Rueda e Ciro Nogueira, reuniram-se na manhã desta terça com aliados para definir o tema.

Apesar da decisão de desembarque, há brechas para que indicações de políticos das duas siglas permaneçam em cargos da Esplanada. O União Brasil tem apadrinhados em mais dois ministérios: Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Frederico de Siqueira Filho (Comunicações).

Os dois foram indicados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), considerado um aliado importante do Planalto no Congresso, e devem permanecer nas pastas. Alcolumbre também indicou Lucas Felipe de Oliveira para a presidência da Codevasf. O PP comanda a Caixa Econômica Federal, com Carlos Vieira, indicado pelo ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), que também permanecerá no cargo.

O desembarque ocorre uma semana após o presidente Lula ter cobrado fidelidade dos ministros do Centrão em reunião ministerial, sugerindo que saíssem caso não se sentissem confortáveis em defender a gestão petista.

As declarações aumentaram a pressão interna pela saída dos indicados, algo já defendido por Rueda e Ciro, mas que enfrentava resistência devido à entrega dos cargos. Além dos postos na Esplanada, as duas siglas têm representantes em cargos federais nos estados.

Em encontro na semana passada, Lula pediu aos ministros do União Brasil e PP que se posicionem durante atos de oposição organizados pelos partidos, citando o evento de homologação da federação União Progressista, que contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), apontado como possível adversário petista na eleição presidencial do próximo ano.

Durante a reunião, o presidente afirmou não ter a pretensão de ser amigo de Rueda, disse que não gosta do dirigente e que a recíproca também é verdadeira. Sobre Ciro Nogueira, destacou que ele foi ministro da Casa Civil de Bolsonaro e que não teria votos suficientes para se reeleger em seu estado.

As declarações geraram mal-estar entre integrantes das duas siglas e levaram ACM Neto (União Brasil-BA) a pautar o desembarque do governo na reunião da executiva nacional da sigla marcada para quarta-feira (3). Ciro Nogueira, segundo aliados, também se queixou de ataques que recebeu nas redes sociais nos últimos dias, que buscavam associá-lo à megaoperação contra o crime organizado deflagrada na última semana.

O senador negou qualquer relação e afirmou ser alvo do “gabinete de ódio da campanha de reeleição do presidente Lula” em vídeo divulgado nas redes sociais.

Nos últimos dias, Fufuca e Sabino tentaram, com ajuda de aliados, reduzir a pressão e evitar a saída, já que planejam concorrer ao Senado em 2026 — Fufuca pelo Maranhão e Sabino pelo Pará — e esperavam contar com apoio de Lula. Apesar do comando de quatro ministérios e da Caixa, União Brasil e PP têm atuado fortemente para que Tarcísio dispute a Presidência.

PF mira tráfico de drogas e prende bando em várias cidades de RO

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (2) a Operação Pertence, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro em Rondônia.

De acordo com a corporação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, expedidos pela 7ª Vara Federal da Seção Judiciária de Rondônia, nos municípios de Guajará-Mirim, Nova Mamoré e Candeias do Jamari.

As investigações apontam que o grupo era estruturado e articulado, utilizando ramificações em diferentes cidades do estado para o transporte de entorpecentes na região de fronteira.

O material apreendido será encaminhado para perícia. Já os presos foram levados à sede da Polícia Federal em Rondônia, onde permanecem à disposição da Justiça.

Segundo a PF, as investigações seguem em andamento com a análise dos documentos e equipamentos apreendidos. Os investigados poderão responder por tráfico de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro.