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15 maio 2026
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AO VIVO: acompanhe o julgamento histórico de Bolsonaro e outros 7 réus

Começa nesta terça-feira (2) o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus acusados de tentativa de golpe de Estado, que pode ser acompanhado pelo DCM TV, no YouTube.  As sessões começam hoje e seguem em datas alternadas até o dia 12 de setembro. Mais de 3,3 mil pessoas se inscreveram para assistir presencialmente, mas apenas 150 vagas foram liberadas.

Vilhenenses são presas transportando mala com “supermaconha”

Duas irmãs moradoras de Vilhena foram presas em flagrante pela Polícia Civil na noite de domingo (31), durante uma ação conjunta entre a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e a Delegacia de Mirassol D’Oeste (MT). Elas transportavam uma mala carregada de entorpecentes e foram surpreendidas em um cerco policial no terminal rodoviário de Cuiabá.

As investigações apontam que as suspeitas atuavam como “mulas” do tráfico, responsáveis pelo transporte de drogas entre diferentes estados. A dupla foi autuada por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico.

O caso começou a ser investigado quando a Polícia Civil de Mirassol D’Oeste recebeu a informação de que uma mala carregada com drogas havia sido extraviada. O volume, que continha seis tabletes de skunk — também conhecida como “supermaconha” — foi encontrado por um terceiro de boa fé, que imediatamente acionou as autoridades.

A partir daí, os policiais identificaram a passageira responsável pela bagagem e descobriram que ela vinha de Vilhena e já estaria em Cuiabá. As informações foram repassadas à Denarc, que rapidamente montou a operação e conseguiu capturar as duas irmãs no momento em que desembarcavam.

A droga foi apreendida e as suspeitas permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue investigando a origem do entorpecente e o possível envolvimento de outras pessoas na rede criminosa.

Bolsonaro e comparsas serão julgados hoje com transmissão ao vivo

A partir desta terça-feira (2), o Supremo Tribunal Federal (STF) dá início a um dos julgamentos mais importantes da história recente do país: o processo contra Jair Bolsonaro e outros sete aliados, acusados de articular uma tentativa de golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva após a vitória nas urnas em 2022.

O caso será analisado pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Nesta fase, a ação penal tem como alvo o chamado “núcleo crucial” da trama golpista, apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como responsável direto pela conspiração contra a democracia.

Como será o primeiro dia de julgamento

A sessão terá início às 9h, sob comando do presidente da Turma, ministro Cristiano Zanin. O rito segue as regras internas do STF e a Lei 8.038/1990. Eis a ordem prevista para esta terça-feira:

  • Abertura da sessão: Zanin conduz a leitura e aprovação da ata anterior e chama o processo para julgamento.
  • Relatório: o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, apresenta o resumo do processo, as provas reunidas e os atos já praticados.
  • Acusação: o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá até duas horas para sustentar a condenação dos réus.
  • Defesas: os advogados dos acusados terão uma hora cada para apresentar seus argumentos. A primeira fala será da defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens que firmou delação premiada. Em seguida, na ordem alfabética, devem se pronunciar os defensores de Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres e Augusto Heleno.

A expectativa é que de três a quatro defesas se manifestem ainda nesta terça, até o encerramento da sessão às 19h. O primeiro dia de julgamento, assim como os demais, serão divididos em sessões matutinas, a partir das 9h, e vespertinas, às 14h, e se estenderá até o dia 12 de setembro, em cinco sessões programadas.

O que está em jogo

Bolsonaro e seus aliados respondem por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. As penas somadas podem ultrapassar 40 anos de prisão.

O julgamento é considerado histórico por envolver, pela primeira vez desde a redemocratização, um ex-presidente da República e generais das Forças Armadas acusados de conspirar contra a ordem democrática.

Segurança reforçada

Brasília amanheceu sob forte esquema de segurança. A Praça dos Três Poderes foi isolada, drones e cães farejadores fazem varreduras diárias e a circulação de pessoas na área do Supremo está restrita. Mais de 3 mil cidadãos tentaram credenciamento para acompanhar o julgamento, mas apenas 1.200 foram autorizados a assistir presencialmente, em um telão instalado na sala da Segunda Turma do STF.

A cobertura jornalística também será massiva: 501 profissionais de imprensa, nacionais e estrangeiros, foram credenciados para o julgamento.

Onde assistir

O julgamento será transmitido ao vivo pela TV Fórum, a partir das 9h e das 14h, com comentários e análises de jornalistas e especialistas.

Revista Fórum

Terça-feira parcialmente nublada em Rondônia

A previsão do tempo para esta terça-feira (2) em Rondônia indica um dia de tempo parcialmente nublado na maior parte do estado, segundo informações do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). Apesar do predomínio do calor e da presença de ventos fracos, há possibilidade de chuvas isoladas em algumas regiões, especialmente durante a tarde.

Na capital Porto Velho, os termômetros devem variar entre 23°C de mínima e 37°C de máxima, o que reforça a tendência de temperaturas elevadas. Em Vilhena, a previsão aponta mínima de 21°C e máxima de 35°C, enquanto em Ji-Paraná o calor será ainda mais intenso, com oscilação entre 23°C e 37°C.

Cláudia de Jesus entrega equipamentos para Escola Agrícola e Associação Rural

Escola Família Agrícola Dom Antônio Possamai e a Associação dos Produtores Rurais da Linha Nova (Asprulnova) foram contempladas com R$ 100 mil cada em emendas da deputada estadual Cláudia de Jesus (PT).

O investimento vai garantir a aquisição de implementos agrícolas e oferecer melhores condições tanto para a formação prática dos estudantes da escola quanto para o trabalho dos agricultores familiares da região. A proposta é unir educação e produção, fortalecendo o campo com inovação e sustentabilidade.

Segundo a deputada, essa é uma forma de estimular a permanência dos jovens no campo e apoiar o desenvolvimento das famílias rurais. “Investir na agricultura familiar e na formação de jovens rurais é apostar no futuro do campo e na sustentabilidade da nossa produção”, destacou Cláudia de Jesus.

William Bonner anuncia saída do Jornal Nacional

O jornalista e apresentador William Bonner anunciou que deixará a apresentação e a função de editor-chefe do Jornal Nacional a partir de 3 de novembro, após 29 anos no comando do telejornal. O jornalista continuará na TV Globo e, em 2026, integrará a equipe do Globo Repórter, ao lado de Sandra Annenberg, informou o jornal O Globo.

Com a saída, César Tralli será o novo apresentador do JN, dividindo a bancada com Renata Vasconcellos. A chefia de redação ficará a cargo de Cristiana Souza Cruz, atualmente editora-adjunta.

Trajetória e decisão

Bonner assumiu a bancada do JN em 1996, ao lado de Lillian Witte Fibe, substituindo Sérgio Chapelin e Cid Moreira. Tornou-se o âncora com maior tempo no comando do programa, 29 anos, superando os 26 de Cid.

Ele afirmou que a decisão é pessoal e ligada à rotina. “Não estou pronto para me aposentar, só estava precisando mudar de ares e ter uma rotina nova.” Segundo o diretor de jornalismo da Globo, Ricardo Villela, “William nos procurou há cinco anos, manifestando um desejo de encontrar um outro caminho que desse a ele mais tempo para sua vida pessoal”.

O jornalista ressaltou que a família foi determinante para a decisão. Dois de seus três filhos, do casamento com Fátima Bernardes, vivem na França. “Hoje em dia, a verdade não é mais tão importante, o que importa é a versão”, disse Bonner, reconhecendo que a saída pode gerar especulações.

A chegada de César Tralli

César Tralli está na Globo desde 1993. Foi repórter em São Paulo, correspondente em Londres e âncora da GloboNews. Desde 2017, apresentava o Jornal Hoje, além de telejornais no canal pago.

“O trabalho de repórter está dentro de mim, adoro apurar notícia”, declarou Tralli, que também exercerá a função de editor-executivo do JN. Renata Vasconcellos elogiou o novo colega de bancada: “Fico feliz em receber o Tralli. Nos momentos em que estivemos juntos, ele sempre se destacou pelo comprometimento e sensibilidade.”

Outras mudanças

A saída de Tralli do Jornal Hoje abrirá espaço para Roberto Kovalick no comando do telejornal. Já Tiago Scheuer assumirá o Hora Um.

Na nova configuração, Cristiana Souza Cruz será promovida ao cargo de editora-chefe do JN. “São 29 anos de casa e eu estou envolvida com o Jornal Nacional em pelo menos metade desse tempo”, destacou a jornalista.

Deputada aciona MP contra uso de IA para vigiar alunos em escolas estaduais

 A deputada estadual Professora Bebel (PT-SP), que também é segunda presidenta da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra o uso de inteligência artificial para vigiar estudantes em escolas estaduais.

O alvo da denúncia é o Sistema de Autoavaliação de Desenvolvimento Inteligente (SADI), desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia Anexo (GO) e já testado em 11 unidades da rede pública paulista. O recurso utiliza três câmeras por sala de aula para captar expressões faciais, movimentos e interações de alunos e professores. Os dados são processados por algoritmos que classificam os estudantes em categorias como “atento” (verde) ou “desatento” (laranja).

Para Bebel, a medida representa um risco à comunidade escolar: “é inaceitável transformar a escola em um espaço de vigilância permanente, expondo estudantes e professores a mecanismos de controle e assédio. Acionaremos todos os canais políticos e jurídicos para barrar mais esse ataque à educação pública e aos direitos da comunidade escolar”, declarou.

Coleta de dados sem respaldo legal

Segundo a denúncia, a implementação ocorreu sem respaldo legal específico e com fragilidades no processo de consentimento. Pais de alunos relataram ter recebido contratos genéricos para autorizar o uso da imagem dos filhos, sem menção clara ao SADI ou ao instituto responsável.

Há também relatos de que os resultados do sistema estariam sendo utilizados para pressionar professores, por meio de índices de “engajamento” das turmas. Uma docente, por exemplo, teria sido cobrada pela direção por manter índices baixos de engajamento, segundo informações publicadas em reportagem de Davi Nogueira no Diário do Centro do Mundo (DCM). A forma como o sistema obtém tais índices, no entanto, não é clara. Ou seja: não há, até agora, dados públicos que detalhem de que maneira as métricas avaliadas pelo sistema, como “taxa de engajamento”, “taxa de ocupação da sala”, “interação com o professor”, “utilização de celular” – entre outras – são processadas pelo algoritmo da inteligência artificial.

Especialistas em educação e direito digital também levantaram questionamentos. Para o professor Daniel Cara, da Faculdade de Educação da USP, a iniciativa fere a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Essa inteligência artificial transforma o ambiente educacional em um laboratório para experimentos tecnológicos que usam crianças de escolas públicas como cobaias”, afirmou ao DCM.

Críticas à “plataformização” da educação

A APEOESP vê a medida como parte da política de “plataformização” da educação pública paulista, sob gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do secretário de Educação Renato Feder. Para o sindicato, essa estratégia estaria sendo usada como mecanismo de controle, vigilância e assédio, em detrimento da qualidade pedagógica.

“A plataformização da educação pública, usada como ferramenta de controle e esvaziamento do ensino, é uma ameaça grave. Estudantes, professores, funcionários e pais já estão se mobilizando, e nosso compromisso é estar ao lado deles para impedir que a escola se transforme em um espaço de vigilância e opressão”, disse Bebel.

Cerejeiras: homem capota carro em trecho da BR-435 

O acidente aconteceu na manhã de sábado (30), envolvendo um morador de Cerejeiras em um trecho da BR-435 que está em manutenção e sem asfalto. O condutor, que seguia sozinho em um Hyundai HB20 grafite, perdeu o controle do veículo em uma área de serra, antes de chegar a Colorado do Oeste, e acabou capotando.

Após sair da pista, o carro foi parar na vegetação às margens da rodovia. O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou os primeiros socorros no local. O motorista apresentava escoriações e fratura no nariz e foi encaminhado a um hospital da região.

Segundo informações, o trecho onde ocorreu o acidente tem condições precárias devido às obras em andamento, o que exige atenção redobrada dos motoristas.

Bolsonaro deve perder patente de capitão após ser condenado

A possível condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de oficiais-generais no processo sobre a trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal) deve reacender a discussão sobre o papel da Justiça Militar no desdobramento de ações sobre crimes comuns.

A controvérsia está no banimento das Forças Armadas de militares condenados, caminho considerado certo para Bolsonaro e outros oficiais envolvidos na tentativa de golpe de Estado.

Ministros do Supremo têm indicado que a corte pode determinar a perda do posto e da patente como uma pena acessória. A permissão estaria no artigo 92 do Código Penal, que prevê a perda de cargo público em condenações superiores a quatro anos de prisão.

Três ministros do STM (Superior Tribunal Militar) ouvidos pela Folha de S.Paulo afirmam, em contraponto, que a decisão sobre a perda do posto e da patente de militares condenados na Justiça comum cabe às cortes militares.

A previsão está no artigo 142 da Constituição Federal, nos incisos que estabelecem que só um tribunal militar pode julgar oficiais como indignos declarando, assim, seu banimento das Forças Armadas.

“A Constituição não confere ao STF competência para decretar a perda do posto e da patente de oficiais. Essa é uma atribuição exclusiva da Justiça Militar da União […]. O sistema de integração do Judiciário garante que o STF condena penalmente, mas a consequência estatutária para a carreira militar depende do STM. Significa que o STF não pode substituir o julgamento do STM”, disse o tribunal militar ao ser indagado pela reportagem sobre o tema.

O embaraço envolvendo o momento e o foro da perda das patentes foi noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmado pela Folha de S.Paulo com quatro ministros do STF e do STM.

No caminho do tribunal militar, o Ministério Público Militar precisa esperar o trânsito em julgado (término do processo) no STF para enviar uma representação à corte. Se o oficial for condenado a mais de dois anos de prisão, os ministros da corte militar determinam a perda do posto e da patente.

O tribunal militar não entra nos detalhes da eventual condenação do Supremo nem discute os méritos da acusação da PGR (Procuradoria-Geral da República), tampouco tem prazo para analisar o processo. A celeridade depende da representação do Ministério Público Militar e da prioridade que será dada pela presidente da corte, a ministra Maria Elizabeth Rocha, responsável pela pauta do tribunal.

Bolsonaro, como capitão reformado, recebe salário de R$ 12.861 mesmo tendo passado mais tempo na reserva do que na ativa. Ele entrou no Exército em 1973 e saiu em 1988 —dois anos após dar início a um tumultuado processo com a publicação de um artigo na revista Veja em que criticava os salários dos militares.

Além do ex-presidente, outros 5 dos 8 réus do núcleo central da trama golpista, que será julgado Supremo em sessões da Primeira Turma de 2 a 12 de setembro, são militares: os oficiais-generais Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno, Braga Netto e Almir Garnier e o tenente-coronel Mauro Cid.

Embora o papel do STM ao analisar eventual perda de patente seja considerado meramente homologatório, dois integrantes do tribunal ouvidos pela Folha de S.Paulo dizem que a eventual condenação de generais de quatro estrelas e um ex-presidente da República pode tensionar a corte militar e gerar discussões sobre o processo.

‘MORTOS FICTÍCIOS

Os militares expulsos da Força por condenações no Judiciário são chamados de “mortos fictícios”. Eles perdem os direitos adquiridos durante a carreira, como a prisão especial, e seus salários são repassado aos familiares a título de pensão.

O Exército gasta cerca de R$ 20 milhões por ano com o pagamento aos familiares de 238 pessoas incluídas nessa classificação.

O conceito de “morte fictícia” foi criado no meio militar para os casos em que havia dúvida sobre a morte de combatentes desaparecidos. A declaração de falecimento era a forma de garantir o pagamento de pensões aos familiares do militar.

No Brasil, essa situação, também conhecida como “morte ficta”, entrou na legislação brasileira em 1960. A lei original previa que o oficial da ativa que perde o posto e a patente deixava “aos seus herdeiros a pensão militar correspondente”.

Na prática, os militares condenados deixavam de ter salário, e seus familiares passavam a receber o mesmo valor a título de pensão. Em 2019, uma reforma na previdência dos militares acabou mudando a lei e estabeleceu que a família dos “mortos fictícios” receberia valor proporcional ao tempo de serviço.

Os defensores desse benefício argumentam que os militares condenados, antes de serem banidos, tiveram recolhidos 10,5% de seus salários para custear as pensões militares. Não seria justo, segundo essa visão, que o valor não fosse devolvido aos seus familiares.

O TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu, em 13 de agosto, enviar uma recomendação ao governo Lula (PT) para extinguir a “morte fictícia”. O acórdão sugere que a pensão “não deve ser paga antes do falecimento do instituidor”.

O relator do processo, ministro Walton Alencar Rodrigues, diz que o benefício militar atenta contra a moralidade administrativa e o equilíbrio financeiro das contas públicas. A recomendação ainda não foi discutida no governo. Ele argumenta que, em carreira civil, “não se cogita de benefícios previdenciários ou devolução de contribuições após demissão”.

Setembro terá três feriados em Rondônia

Setembro será um mês de folga extra para os rondonienses, que terão três feriados ao longo do mês — um de alcance nacional e dois municipais.

O primeiro é o feriado nacional de 7 de setembro, data em que se celebra a Proclamação da Independência do Brasil. Além dele, os municípios de Alta Floresta do Oeste e São Miguel do Guaporé também terão dias de descanso em razão de comemorações locais.

Com isso, os trabalhadores e estudantes dessas cidades poderão aproveitar pausas adicionais no mês.

Após setembro, restam apenas quatro feriados nacionais até o fim de 2024:

  • 12 de outubro (sábado) – Nossa Senhora Aparecida

  • 2 de novembro (sábado) – Finados

  • 15 de novembro (sexta-feira) – Proclamação da República

  • 25 de dezembro (quarta-feira) – Natal