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30 abril 2026
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Começa nesta terça o XVI Congresso Sintero 2026

Começa nesta terça-feira, e vai até 30 de abril, o XVI Congresso do Sintero, que traz como tema central “Plano Nacional de Educação: Educação para a vida com o desafio de transformação e inclusão”, refletindo a urgência de discutir caminhos para uma educação pública mais justa, democrática e acessível.

O evento tem como principal objetivo promover um debate qualificado sobre os desafios enfrentados pela educação pública brasileira, com ênfase nas metas e diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta é analisar avanços, identificar entraves e construir estratégias que contribuam para a efetivação de políticas educacionais comprometidas com a inclusão social e a transformação da realidade educacional do país.

Durante os três dias de programação, o congresso reunirá um público diversificado, incluindo educadores, dirigentes sindicais, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de entidades da sociedade civil. Essa pluralidade de vozes reforça o caráter democrático do encontro, que se propõe a ser um espaço de escuta, troca de experiências e construção coletiva.

Além de painéis, debates e grupos de trabalho, o XVI Congresso Sintero 2026 pretende fortalecer o protagonismo dos profissionais da educação na formulação de políticas públicas. A iniciativa busca ampliar a participação da categoria nas decisões que impactam diretamente o ensino, valorizando o diálogo como ferramenta essencial para o avanço educacional.

Ao reunir diferentes segmentos em torno de um objetivo comum, o congresso reafirma a importância da mobilização coletiva na defesa de uma educação pública de qualidade, inclusiva e socialmente comprometida. O evento se destaca, assim, como um marco no calendário educacional de Rondônia e do Brasil, contribuindo para o fortalecimento das lutas e conquistas na área da educação.

Monges são presos com 110 kg de maconha

Um grupo de 22 monges budistas foi preso no Sri Lanka após uma grande apreensão de maconha no principal aeroporto internacional do país. A carga, que totalizou 110 quilos de Kush, uma variedade potente de cannabis, foi encontrada escondida em compartimentos falsos nas bagagens dos monges.

Eles retornavam de uma viagem de quatro dias à Tailândia quando foram interceptados pela alfândega local. Segundo autoridades, cada monge transportava cerca de cinco quilos da droga em malas modificadas, com paredes falsas para ocultar a substância. Os religiosos foram entregues à polícia após a apreensão e apresentados a um magistrado ainda no domingo.

O caso foi classificado como a maior apreensão individual de Kush registrada no país. A maior parte dos monges detidos era formada por jovens estudantes vinculados a templos em diversas regiões do Sri Lanka e a viagem foi paga por um empresário.

Em 2017, um caso semelhante ocorreu em Mianmar, quando um monge foi preso com milhões de comprimidos de metanfetamina em seu carro e mosteiro. Esses episódios destacam uma triste realidade de envolvimento de figuras religiosas em crimes relacionados a drogas na Ásia.

Influenciadores são presos em esquema do “tigrinho”

Oito pessoas, sendo seis influenciadores digitais, foram presas nesta segunda-feira (27) em uma operação contra um esquema de crimes contra o consumidor e lavagem de dinheiro relacionado à divulgação do “jogo do tigrinho”. A ação, deflagrada pela Polícia Civil de Roraima, apura movimentação de R$ 260 milhões em dois anos.

Além dos influenciadores, também foram alvos da operação empresários e uma esteticista. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de valores que podem chegar a R$ 68 milhões nas contas bancárias dos investigados.

Foram presos os influenciadores:

  • Raniely Silva Carvalho – influenciadora conhecida como Raniely Carvalho, dona do perfil “Portal Raniely Carvalho” e de uma loja de conveniência;
  • Gildázio Cardoso, de 25 anos – influenciador conhecido como Mulherzona (preso em Goiás);
  • Laís Ramos Gomes da Silva – influenciadora conhecida como Laís Ramos;
  • Patrik Adhan dos Santos Ribeiro, de 27 anos – influenciador conhecido Patrik Adhan;
  • Amanda Lourenço Faria, de 28 anos – influenciadora conhecida como Amanda Faria e dona de uma loja de roupas;
  • Adrielly Vivianny Araújo de Jesus, de 29 anos – influenciadora conhecida como Adrielly Araújo e dona de uma loja de roupas fitness;
  • Dione dos Santos da Silva, de 37 anos – marido de Adrielly e atleta de levantamento de peso;
  • Vitória Reis da Silva, de 26 anos.

Carga de supermaconha é flagrada em Rondônia

Uma operação integrada de segurança pública resultou na apreensão de uma grande quantidade de droga na região central de Rondônia. Ao todo, 183,2 kg de uma substância análoga à skunk — conhecida como “supermaconha” — foram retirados de circulação durante ação realizada na madrugada do último sábado (25), na BR-364, no município de Cacoal.

A ação foi coordenada com base em análise de risco e monitoramento prévio, envolvendo equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do 4º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia. Também participaram unidades especializadas, como Núcleos de Inteligência, Rádio Patrulha e a Patrulha Tático Móvel (Patamo), além de equipes de São Miguel do Guaporé, Alvorada do Oeste e do BPFRON.

O veículo utilitário suspeito foi interceptado no km 240 da rodovia após acompanhamento tático. Durante a abordagem e fiscalização, os policiais localizaram a droga escondida em um compartimento oculto no automóvel. Parte do material também estava distribuída em diversos volumes acondicionados em sacos na carroceria.

O motorista foi detido no local e encaminhado, juntamente com toda a carga apreendida, à Polícia Civil de Rondônia, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.

A apreensão representa mais um golpe contra o tráfico de drogas na região, que frequentemente utiliza a BR-364 como rota para o transporte de entorpecentes entre estados.

Anvisa manda retirar xaropes por risco de arritmia grave

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão total de medicamentos que contenham a substância clobutinol no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (27) e passa a valer imediatamente.

A decisão atinge a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso desses produtos —ou seja, retira completamente a substância do mercado.

Risco cardíaco

 

Segundo a agência, a proibição se baseia em um parecer técnico da área de farmacovigilância que identificou um risco relevante à saúde.

De acordo com o documento, os medicamentos com clobutinol podem provocar arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do chamado intervalo QT —uma alteração na atividade elétrica do coração que pode levar a desmaios e até morte súbita.

Cerimônia do Jaleco emociona formandos da saúde em Vilhena

A Cerimônia do Jaleco da Unifatecie – Polo Vilhena marcou um momento de grande emoção e conquista para cerca de 80 acadêmicos da área da saúde, reunindo formandos de toda a região do Cone Sul de Rondônia e também de municípios do Mato Grosso.

Realizada no auditório do Sebrae, a solenidade foi coordenada pela professora Anandreia Trovó e contou com a participação de estudantes concluintes dos cursos de Farmácia, Fonoaudiologia, Biomedicina, Nutrição, Fisioterapia, Radiologia e Terapia Ocupacional.

Mais do que um ato simbólico, a cerimônia representou a transição dos acadêmicos para a vida profissional, reforçando o compromisso ético e a responsabilidade com a saúde e o bem-estar da população. “Mais do que um ato formal, a Cerimônia do Jaleco representou o compromisso ético e profissional assumido pelos estudantes ao ingressarem na área da saúde”, destacou a professora Anandreia.

O juramento foi um ponto emocionante da festa. Os formandos são oriundos de diversas cidades, o que evidencia o papel regional da instituição na formação de profissionais qualificados. “São acadêmicos de todo o Cone Sul e municípios do Mato Grosso”, ressaltou a coordenadora.

Durante o evento, familiares e amigos acompanharam com emoção o momento em que os estudantes vestiram o jaleco, símbolo de dedicação, cuidado com a vida e respeito à profissão. A cerimônia também reforçou que a formação vai além do conhecimento técnico, priorizando o desenvolvimento humano e a sensibilidade necessária para atuar em áreas ligadas à saúde.

A noite foi marcada por celebração e reconhecimento, consolidando o encerramento de uma importante etapa e o início de uma nova jornada para os futuros profissionais, agora preparados para ingressar no mercado de trabalho com competência e responsabilidade.

Segunda-feira nublada e com pancadas de chuva em RO

A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta segunda-feira (27), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região.

Somente o sul do Tocantins, onde deve chover com menor intensidade, deve escapar das pancadas de chuva, as quais devem vir acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, quase todo o Amazonas — à exceção do norte — e centro-nordeste do Pará.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Belém e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.

Pastor é condenado por atacar terreiro de umbanda em RO

A Justiça de Rondônia julgou procedente, nesta sexta-feira (24), a acusação de intolerância religiosa contra o pastor Antônio Muniz, da Igreja Mundial, em São Francisco do Guaporé. Ele foi condenado em primeira instância com base na Lei 7.716/89, que trata de crimes de preconceito religioso. Ainda cabe recurso da decisão.

O caso ganhou repercussão após a invasão e depredação de um terreiro de umbanda liderado por Pai Alécio. Um vídeo gravado por celular registrou o momento em que o pastor entra no local, se posiciona diante do altar e, com uma Bíblia aberta, afirma: “Em nome do Senhor Jesus […] esse centro espírita vai fechar”, passando em seguida a destruir imagens e objetos sagrados.

As imagens circularam amplamente nas redes sociais e geraram forte reação na região, com críticas e manifestações contra o ato.

Além da condenação criminal, a Igreja Mundial também é ré em uma ação cível que tramita na Comarca de São Francisco do Guaporé. Pai Alécio pede indenização por danos morais e materiais, alegando que a instituição deve ser responsabilizada pelos atos de seu representante.

A reportagem tentou contato com o pastor Antônio Muniz e com a Igreja Mundial para comentar a decisão judicial, mas não obteve retorno até o fechamento. O espaço permanece aberto para manifestações.

Jornalista da Fox sugere que atentado a Trump foi armado

A jornalista e âncora da Fox News, Aishah Hasnie, estava falando ao celular com os estúdios durante o Jantar de Correspondentes da Casa Branca em Washington, quando foi abruptamente interrompida ao sugerir que o atentado contra o presidente dos EUA, Donald Trump, poderia ter sido um armado, conhecida como “false flag”.

Durante a transmissão, Aishah compartilhou detalhes de sua experiência enquanto estava próxima de Karoline Leavitt, porta-voz de Trump. Ela contou que o marido de Karoline se aproximou dela antes do evento.

“Eu quero rapidamente dizer que eu estava sentada perto do marido do marido da secretária de imprensa Karoline Leavitt [Nicholas Riccio, um construtor e desenvolvedor imobiliário]. Ele era um dos nossos convidados, ele estava aqui perto de mim, e, sabe, quando o jantar estava começando, o hino nacional aconteceu, e ele olhou para mim e disse: ‘Você sabe, eu vejo você na televisão, você faz um ótimo trabalho, você precisa ficar muito segura agora. E ele estava muito sério quando ele disse isso para mim. E ele olhou para a sala e disse, sabe, há alguns…’”

Nesse momento, a transmissão foi interrompida e o âncora, ao retomar, comentou: “Parece que perdemos o celular da Aishah ali. E isso acontece, apesar de você ter tantas pessoas tentando utilizar o mesmo serviço de telefone ao mesmo tempo…”

O caos se instalou no Jantar de Correspondentes da Casa Branca quando disparos foram ouvidos no local. O vice-presidente JD Vance foi escoltado para fora antes de Trump, que, durante a evacuação, caiu enquanto era retirado do salão.

O homem preso após os disparos foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, natural de Torrance, na Califórnia. Allen disparou entre cinco e oito tiros nas proximidades do evento, atingindo áreas perto de onde jornalistas e autoridades políticas estavam reunidos.

Allen afirmou que seus alvos eram autoridades ligadas ao presidente Trump. O Serviço Secreto agiu rapidamente para garantir a segurança do presidente, da primeira-dama Melania Trump e dos demais oficiais presentes.

Antes do incidente, Karoline havia dito em entrevista que Trump estava “pronto para lutar”, antecipando um show durante seu discurso naquela noite. Ela mencionou que “haveria alguns tiros disparados esta noite no salão”.

 

 

Influenciadores não podem ser pagos para promover candidatos

O papel de influenciadores digitais nas eleições tem sido alvo de atenção crescente da Justiça Eleitoral, diante do avanço das campanhas no ambiente online. Embora esses criadores de conteúdo sejam hoje peças centrais do marketing nas redes sociais, sua atuação em disputas eleitorais é limitada por regras específicas da legislação brasileira.

Pelas normas vigentes, influenciadores não podem ser contratados nem remunerados para promover candidatos. Publicações patrocinadas — as chamadas “publis” — com pedido explícito de voto também são proibidas. Ainda assim, a legislação permite que esses criadores manifestem apoio ou críticas, desde que o façam de forma espontânea, como cidadãos, sem qualquer vínculo formal com campanhas ou partidos.

Mesmo nesses casos, há restrições: conteúdos de cunho político publicados por influenciadores não podem ser impulsionados nem monetizados. O impulsionamento — prática que envolve pagamento a plataformas como InstagramTikTok e Facebook para ampliar o alcance de publicações — é permitido apenas para candidatos, partidos e coligações, e deve partir de perfis oficiais.

O cenário cria um desafio duplo. De um lado, campanhas buscam apoio orgânico de influenciadores, sem pagamento direto. De outro, a Justiça Eleitoral precisa identificar e coibir casos de propaganda disfarçada, que violam as regras.

Punições

Quando há entendimento de propaganda irregular, as punições podem atingir partidos, federações, coligações e candidatos, com multas, retirada de conteúdo, restrições ao impulsionamento e, em situações mais graves, cassação de mandato e inelegibilidade por abuso de poder. Influenciadores também podem ser responsabilizados, inclusive com multas, e responder criminalmente em casos de desinformação.

O monitoramento não se limita aos perfis pessoais. Páginas de memes e entretenimento, muitas vezes com milhões de seguidores, também entram no radar. Muitos desses perfis operam sob modelo de monetização — prática comum no mercado digital —, o que os enquadra como atividade empresarial. Pela legislação, empresas são proibidas de financiar campanhas, inclusive por meio de publicidade em redes sociais ou doações a candidatos.

Ações educativas

Diante desse cenário, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma investir em ações educativas e de combate à desinformação. Entre as iniciativas está a websérie “V de Verdade”, lançada nas redes sociais, além de conteúdos sobre o uso de inteligência artificial e parcerias com plataformas digitais.

Outro ponto de atenção envolve o uso de agências de marketing digital para intermediar a relação entre campanhas e influenciadores. Embora seja um modelo legítimo no mercado, essa estrutura pode dificultar a identificação dos responsáveis por determinadas mensagens.

Fora do contexto eleitoral, casos recentes ilustram o potencial de uso indevido desse mecanismo. Investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro apuram se houve contratação de influenciadores para influenciar debates públicos de forma irregular, levantando suspeitas de tentativa de obstrução de Justiça.

No ambiente eleitoral, candidatos e partidos podem impulsionar conteúdos, desde que a ação parta de suas contas oficiais e não seja utilizada para atacar adversários. A disputa política tem migrado cada vez mais para o meio digital, intensificando a busca pela atenção de eleitores expostos a grande volume de informações.

Ao longo dos anos, práticas como disparos em massa de mensagens em aplicativos — como o WhatsApp — passaram a ser restringidas. Em 2021, o TSE proibiu esse tipo de ação, reforçando o controle sobre a propaganda eleitoral digital. (Revista Fórum)