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17 maio 2026
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Primeira friagem do ano atinge Rondônia nesta quinta-feira

Mídia Rondônia –  Uma intensa massa de ar polar avançou sobre o sul da Amazônia e trouxe, nesta quinta-feira (29), a primeira friagem significativa de 2025 em Rondônia. Desde as primeiras horas do dia, o clima mudou drasticamente, com queda brusca nas temperaturas e céu nublado em praticamente todas as regiões do estado.

Segundo os institutos de meteorologia, o dia será marcado por frio persistente, com pouca incidência de sol e possibilidade de chuva fraca, especialmente durante a manhã. A previsão aponta que os termômetros devem registrar os menores valores do ano até agora, caracterizando oficialmente o início do período mais frio na região.

De Porto Velho ao sul do estado, o cenário é semelhante: tempo fechado, umidade elevada e sensação térmica baixa. Em cidades como Vilhena, Cacoal e Ji-Paraná, moradores relataram temperaturas próximas aos 14°C nas primeiras horas da manhã.

De acordo com a descrição sinótica, a frente fria avança com intensidade e modifica o padrão climático típico da região amazônica, conhecida pelo calor predominante. A friagem deve se manter ao longo do dia e pode se estender pelos próximos dias, dependendo da permanência da massa polar.

Especialistas recomendam atenção redobrada para pessoas mais vulneráveis ao frio, como idosos e crianças, além de cuidados no trânsito, já que o tempo nublado e chuvoso pode afetar a visibilidade.

Ex-senador Acir Gurgacz recebe manifesto do setor produtivo de Rondônia

Documento com nove pautas prioritárias foi entregue pelo diretor Administrativo da APROSOJA-RO e já foi protocolado junto ao Governo do Estado e à Assembleia Legislativa

Na manhã desta quarta-feira, o ex-senador Acir Gurgacz recebeu, das mãos de Marcelo Lucas, Diretor Administrativo da APROSOJA-RO o manifesto com as principais reivindicações do setor produtivo do estado. O documento, que já foi protocolado no Governo de Rondônia e na Assembleia Legislativa, reúne nove tópicos centrais considerados essenciais para o fortalecimento do agronegócio local.

Entre os pontos destacados estão a necessidade de avanços no Zoneamento Socioeconômico Ecológico (ZSEE), melhorias nas condições da BR-364 por meio de uma concessão mais eficiente, a criação de um porto público com maior capacidade de escoamento, e também temas sensíveis como os embargos preventivos e a moratória da soja, que têm preocupado produtores em diversas regiões do estado.

O ex-senador Acir Gurgacz declarou apoio às demandas do setor e afirmou que pretende atuar, dentro de suas possibilidades, especialmente em pautas que promovam a industrialização da soja em Rondônia. Segundo ele, agregar valor à produção local é fundamental para ampliar a geração de empregos, fortalecer a economia regional e garantir mais retorno aos produtores.

“Essas reivindicações são legítimas. A industrialização é um passo importante para que Rondônia deixe de ser apenas produtora de matéria-prima e passe a transformar essa riqueza dentro do próprio estado, beneficiando diretamente o produtor rural”, afirmou Acir Gurgacz.

O manifesto entregue é resultado de amplo diálogo entre entidades representativas do agro, que têm buscado unir forças para garantir maior competitividade, infraestrutura adequada e segurança jurídica para o setor produtivo, que é um dos pilares da economia de Rondônia.

Eduardo Kopanakis

Ministro Carlos Fávaro destaca avanços do agronegócio em entrevista com Acir Gurgacz na 12ª RRSI

No segundo dia da 12ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, realizado na terça-feira (27), o senador Acir Gurgacz (PDT) e o jornalista Fernando Pereira conduziram uma entrevista especial com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. O encontro ocorreu no estúdio do Podcast SGC, instalado no parque de exposições, e foi transmitido em cadeia estadual pela Rede TV Rondônia, Rádio Transamérica SGC, Rádio Alvorada, Portal SGC e pelas redes sociais do Sistema Gurgacz de Comunicação.

Durante a conversa, o ministro abordou assuntos estratégicos para o agronegócio nacional, como a superação da crise provocada pela gripe aviária, a ampliação das exportações brasileiras frente à guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos e os investimentos em infraestrutura logística voltados à região Norte.Segundo Fávaro, o foco do governo está na implementação de modais de transporte que reduzam os custos logísticos e ampliem o acesso dos produtos brasileiros aos mercados internacionais.

Carlos Fávaro também antecipou que o governo federal está concluindo os ajustes finais do novo Plano Safra, com lançamento previsto para junho. Ele ressaltou que o programa contemplará tanto os grandes produtores quanto os agricultores familiares, reafirmando o compromisso com a inclusão e o fortalecimento de todas as frentes produtivas do setor rural. Ao comentar sobre a feira, o ministro elogiou a organização e a relevância da Rondônia Rural Show Internacional. “Essa feira é uma vitrine do que o Brasil tem de melhor no agro. Ela fortalece todos os elos da cadeia produtiva e garante acesso democrático à tecnologia e ao conhecimento no campo”, destacou.

Fávaro acrescentou ainda que, por determinação do presidente da República, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) tem dado prioridade à abertura de novos mercados internacionais. Desde o início da atual gestão, quase 400 novos mercados foram conquistados, o que impulsionou significativamente as exportações brasileiras e consolidou o Brasil como um dos principais protagonistas globais na produção de alimentos.

A entrevista ganhou destaque nos veículos de comunicação do Sistema Gurgacz de Comunicação (SGC), reafirmando o papel estratégico de Rondônia no cenário do agronegócio nacional, em um momento de crescimento, inovação e valorização das cadeias produtivas da região.

Portal SGC

Corpo de jovem é encontrado em represa de Rondônia

O corpo de um jovem identificado como Eduardo Cardoso Salomão foi encontrado na última segunda feira (26), em uma represa localizada no município de São Miguel do Guaporé (RO).

De acordo com informações apuradas pelo Portal SGC, ele tinha histórico de transtornos mentais e estava desaparecido desde domingo. A principal hipótese, é de que a morte tenha sido acidental, já que não tinha marcas de agressão física pelo corpo.

A Polícia Civil irá apurar as causas da morte através dos exames periciais, para fins de esclarecer o caso e após a conclusão desses procedimentos, o corpo será liberado.

Portal SGC

Operação integrada apreende mais de 100 kg de maconha em Rondônia

Na noite da última segunda-feira (26), uma operação integrada resultou na apreensão de mais de 100 kg de maconha, entre os municípios de Pimenta Bueno e Primavera de Rondônia, ambos localizados em Rondônia.

A ação conjunta ocorreu através da Seção de Inteligência da Polícia Militar de Pimenta Bueno, Núcleo de Inteligência de Cacoal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Batalhões da Polícia Militar, Batalhão da Polícia de Fronteira (BPFRON), Núcleo de Operações Aéreas (NOA) e Exército Brasileiro.

De acordo com informações apuradas pelo Portal SGC, as equipes estavam monitorando os indivíduos identificados como Bruno A. de M. e Weber H. A. da S., suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas, com atuação nas cidades do interior do Estado.

Durante o monitoramento, notou-se que os suspeitos estavam se deslocando em um veículo Fiat Punto, cor preta, em direção à Costa Marques, possivelmente para buscar os entorpecentes e fazer a distribuição. Foi quando as equipes agiram, com objetivo de montar uma barreira policial na Rodovia RO-010, porém na tentativa de abordagem, os ocupantes do veículo começaram a fugir e lançaram diversos materiais ilícitos, contendo cerca de 103 kg de maconha.

Em um determinado momento, eles abandonaram o veículo e empreenderam fuga a pé pela mata. Até o momento, ninguém foi localizado.

Portal SGC

Machismo: Senador rondoniense diz que Marina Silva não se comportou bem na Comissão

A audiência pública que deveria debater infraestrutura e meio ambiente virou palco de tensão entre o senador Marcos Rogério (PL-RO) e a ministra Marina Silva, nesta terça-feira (27), na Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado. O embate, que chamou atenção nos bastidores de Brasília, foi interpretado por aliados do governo como uma tentativa de constranger a ministra, enquanto a oposição viu “descontrole” da representante do Executivo.

A sessão ganhou contornos de embate político quando Marcos Rogério, presidente da comissão e ex-relator da CPI da Covid, acusou Marina Silva de desrespeitar a liturgia do Senado. Segundo ele, a ministra teria interrompido falas, se exaltado e, em mais de uma ocasião, precisou ter o microfone cortado por extrapolar o regimento da Casa.

— Com todo o respeito, ela não apresentou o comportamento que se espera de um agente público federal diante de uma comissão parlamentar — disparou o senador, ao justificar sua decisão de intervir.

A fala repercutiu imediatamente entre os colegas parlamentares, que dividiram opiniões sobre a condução dos trabalhos. Integrantes do governo criticaram o que chamaram de “hostilidade orquestrada” contra Marina. Já a oposição reafirmou que a ministra perdeu a compostura.

A audiência ocorre em um momento sensível para o governo Lula, que enfrenta resistências crescentes no Congresso para avançar sua agenda ambiental. Marina Silva, conhecida por sua postura alinhada às demandas de ONGs ambientalistas, tem sido alvo preferencial de setores ligados ao agronegócio e à ala mais conservadora do Senado.

Nos bastidores, parlamentares aliados relatam que a ministra chegou “armada para o embate” e não aceitava interrupções ou insinuações de falta de preparo técnico — algo que, segundo interlocutores, ela interpreta como tentativa recorrente de deslegitimá-la.

Não é a primeira vez que Marina se vê em meio a uma polêmica institucional. Em abril, ela já havia trocado farpas com a bancada ruralista durante outra audiência, ao defender a recomposição de áreas de proteção ambiental nos biomas Amazônico e Cerrado.

Não é de somenos: há 13 anos, Marina também foi alvo de um duro discurso do então deputado Aldo Rebelo (PCdoB), durante a sessão da Câmara que aprovou o novo Código Florestal.

A fala de Marcos Rogério — senador com trânsito livre no núcleo duro do bolsonarismo — foi lida por aliados do governo como mais um episódio de desgaste deliberado. Fontes do Planalto ouvidas pelo Blog do Esmael avaliam que há uma tentativa explícita de isolar Marina dentro do governo, tornando-a “bode expiatório” das dificuldades em avançar com pautas ambientais no Congresso.

A ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, divulgou ontem mesmo uma nota de solidariedade à ministra Marina Silva. Segundo o comunicado, é inadmissível o comportamento do presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, Marcos Rogério, e do senador Plínio Valério, durante a audiência com a ministra do Meio Ambiente.

“Totalmente ofensivos e desrespeitosos com a ministra, a mulher e a cidadã. Manifestamos repúdio aos agressores e total solidariedade do governo do presidente Lula à ministra Marina Silva”, disse Gleisi, que, após o bate-boca no Senado, recebeu a colega do Meio Ambiente no Palácio do Planalto.

O episódio fortalece o núcleo conservador do Senado, que busca manter protagonismo na pauta ambiental — especialmente em temas como licenciamento, marcos regulatórios e uso de terras. Marina Silva, por sua vez, deve usar a crise para reforçar sua imagem de resistência frente à pressão política, resgatando o discurso ético e de combate às barganhas do fisiologismo institucional.

A ministra, uma das figuras mais emblemáticas da história recente da política ambiental no Brasil, afirmou ter se sentido agredida, mas disse ter saído fortalecida. Também revelou que o presidente Lula lhe telefonou após o episódio: “Você fez o que era certo ao não tolerar desrespeito”, teria dito o presidente.

O episódio na Comissão de Infraestrutura escancara, mais uma vez, a tensão crônica entre Executivo e Legislativo quando o tema é meio ambiente. A tentativa de desmoralizar publicamente Marina Silva, além de revelar um choque de estilos, expõe o embate entre duas visões antagônicas de país: uma comprometida com a preservação ambiental; outra, com o desenvolvimento a qualquer custo.

Apesar da pressão de senadores por sua demissão, é improvável que o Planalto dispense Marina às vésperas da COP 30, marcada para Belém. Uma saída agora seria interpretada como recuo político e traria desgaste à imagem internacional do governo — justamente num momento em que o Brasil busca retomar protagonismo climático no cenário global.

Denunciado por quatro alunas de escola rural em Colorado do Oeste, professor é preso durante palestra contra abuso sexual infantil

Foi preso na segunda-feira, 26, na presença de representantes do Conselho Tutelar de Colorado do Oeste, o professor de uma escola rural da rede municipal. Ele é acusado de molestar crianças da instituição, e o jornal conversou com o pai de duas das vítimas.

O entrevistado tem 50 anos e, além de sitiante, também é servidor público comissionado. Ele revelou que suas filhas e outras duas alunas da mesma escola resolveram denunciar o professor após os conselheiros tutelares, que estavam no colégio para ministrar uma palestra justamente sobre abuso sexual infantil, orientarem as crianças a denunciar todas as violências sofridas.

A caçula, que tem 11 anos, contou que o educador, de 50, havia alisado seu umbigo e tocado em seus seios. A irmã dela, que fará 13 anos, disse que pediu respeito ao professor, lembrando que ele era um pai de família. A resposta, segundo o relato da menina: “não sou pai de família, sou é cabra safado”.

Diante do testemunho das quatro estudantes que se disseram vítimas do educador, ele foi preso e levado para a Delegacia da Polícia Civil de Colorado do Oeste, distante cerca de 35 km da escola onde aconteceram os abusos apontados.

Embora o acusado continue preso, o teor do que ele disse ao ser interrogado não foi divulgado. O denunciado já teria se envolvido em outro caso, suspeito de cometer o mesmo tipo de crime, mas as provas contra ele não foram suficientemente convincentes, resultando em sua absolvição.

O pai das garotas entrevistado por este site contou já ter conversado com o prefeito de Colorado, Edinho da Rádio (PL), e pediu que ele exonerasse a diretora da escola. E já avisou: pretende levar o caso ao Ministério Público, apresentando como provas da violência as apurações feitas pelo Conselho Tutelar.

Fonte: folhadosulonline

Cirurgia bariátrica: Especialista explica mudanças e impactos das novas regras

Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou uma nova resolução que amplia os critérios para a realização da cirurgia bariátrica no Brasil, conhecida popularmente como redução de estômago.

As principais mudanças dizem respeito à possibilidade de realização do procedimento médico em adolescentes já a partir dos 14 anos, além da ampliação da indicação para adultos com menor índice de massa corporal (IMC).

Confira algumas alterações, de acordo com a Resolução CFM nº 2.429/25: adolescentes de 14 e 15 anos que apresentem obesidade grave, com IMC acima de 40, associada a complicações clínicas (diabetes, apneia do sono, problemas cardíacos, hepáticos ou ortopédicos), poderão ser submetidos à cirurgia, desde que acompanhados por uma equipe multidisciplinar e com, evidentemente, o consentimento dos responsáveis. Para jovens entre 16 e 17 anos passam a valer os mesmos critérios aplicados aos adultos.

O cirurgião bariátrico Joaquim Guimarães Neto entende que a decisão leva em consideração dados científicos que comprovam a segurança do procedimento nessa faixa etária.

“Estudos demonstraram que a cirurgia não interfere no crescimento nem no desenvolvimento físico dos adolescentes durante a puberdade, tornando-se uma alternativa segura e eficaz quando bem indicada”, afirma.

O especialista avalia que a indicação deve ser feita de forma criteriosa, levando em conta o grau de obesidade e o comprometimento da saúde.

“É preciso lembrar que, além do IMC elevado, esses jovens precisam conviver com a obesidade há pelo menos cinco anos e ter tentado, sem sucesso, o tratamento clínico por, no mínimo, dois anos, antes de partir para a cirurgia”, argumenta.

Como fica em adultos

A nova resolução também reduz o IMC mínimo para indicação da cirurgia em adultos. Antes, o procedimento era recomendado apenas para pacientes com IMC acima de 35. Agora, pessoas com IMC entre 30 e 35 também podem se submeter à bariátrica, desde que apresentem doenças associadas, como diabetes tipo 2, apneia grave, refluxo severo, além de problemas cardíacos, hepáticos, renais ou osteoarticulares.

Para os adolescentes, os cuidados vão além da indicação cirúrgica. “Embora os riscos e a evolução do procedimento sejam semelhantes aos dos pacientes adultos, é preciso considerar que o jovem vai conviver com a cirurgia por muito mais tempo. Isso exige um grau de maturidade muito grande, já que o sucesso do tratamento depende, diretamente, do comprometimento do paciente com os novos hábitos de vida”, ressalta o médico.

O cirurgião destaca, também, que, do ponto de vista técnico, a cirurgia é muito semelhante à realizada em adultos, mas a avaliação do impacto metabólico e psicológico no adolescente deve ser ainda mais rigorosa.

“Estamos lidando com indivíduos que ainda estão em desenvolvimento, tanto físico quanto emocional. Por isso, o acompanhamento multidisciplinar é indispensável antes e depois da cirurgia”, acrescenta.

Brasil tem 8 milhões de pessoas com algum grau de obesidade

O Brasil soma hoje mais de 8 milhões de pessoas com algum grau de obesidade. “A obesidade é uma doença crônica, progressiva e que gera um impacto enorme na saúde física, mental e social. Quando tratada de forma adequada, seja por meio de mudanças no estilo de vida ou pela cirurgia, promove uma transformação na vida dos pacientes, especialmente daqueles que já sofrem com comorbidades severas”, ressalta o especialista.

Revista Fórum

 

Cachorro pitbull ataca e mata bebê de 10 meses no colo da mãe

Um bebê de 10 meses morreu nesta terça-feira 27 depois de ser atacado por um cachorro pitbull, no Jardim América, em Goiânia. Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu e morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do setor.

“A criança ainda estava viva quando nossa equipe de primeira resposta chegou, já muito grave. Conseguimos levar ela com vida para a UPA. Só que a informação que chegou pra mim já chegou parada. Lá a equipe médica tentou reanimá-la, mas sem sucesso”, disse o major dos bombeiros, Favaro.

O cachorro atacou o bebê no colo da mãe, conforme relato do tenente do Corpo de Bombeiros Régys Machado. “Pelo que me informaram, o cachorro pegou a criança no colo da mãe, assim que ela entrou pelo portão”, relatou ao portal g1.

Segundo os socorristas, além do bebê, a mãe e outra pessoa que estava na casa também foram atacadas pelo animal. Elas foram atendidas no local e não precisaram ser levadas à unidade de saúde.

Quando os bombeiros chegaram, o bebê estava inconsciente atrás de uma porta e foi imediatamente encaminhado para a UPA, onde foi a óbito. A Polícia Militar informou que o cachorro só soltou a vítima após ser contido pela equipe.

A Polícia Científica constatou, ao chegar ao local, uma grande quantidade de sangue distribuída em diversos cômodos da residência. Segundo a perícia, as manchas de sangue indicam que a vítima foi deslocada pela casa durante o ataque.

As lesões e a causa da morte do bebê serão investigadas pela equipe da medicina legal para entender a dinâmica exata do ataque. O cachorro também será analisado pela medicina legal veterinária para compreender o comportamento e outros fatores que possam ter contribuído para a agressividade do animal.

A Polícia Civil informou, por meio de nota, que o caso está sendo investigado pelo 7º Distrito Policial de Goiânia para esclarecer o ocorrido e que a investigação segue sob sigilo.

O Corpo de Bombeiros não confirmou a raça do cachorro, disse apenas se tratar de um animal de grande porte. “Um cachorro de grande porte. As informações que a gente tem até o momento é que era um cachorro da família”, disse o major.

Deputada Cláudia de Jesus comemora aprovação de projeto que garante valorização dos servidores da Emater

Alero autorizou transferir recursos dos fundos Proleite e Funcafé para fortalecer financeiramente a Emater.
A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) aprovou na última sexta-feira (23) o Projeto de Lei Complementar nº 135/2025, de autoria do Poder Executivo, que transfere os recursos e saldos dos fundos Proleite e Funcafé para o orçamento da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater).

A medida garante a recomposição salarial dos servidores da autarquia, que não tinham reajustes desde 2014, e assegura a continuidade das políticas públicas de apoio à agricultura familiar e ao desenvolvimento rural no estado.

A deputada estadual Cláudia de Jesus (PT), presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia, destacou que a luta pela valorização dos servidores da Emater é uma de suas principais bandeiras desde o início do mandato. Ela relembrou que foram necessárias inúmeras articulações, reuniões, requerimentos e cobranças ao governo estadual para viabilizar essa conquista histórica para a categoria.

“Hoje é motivo de muita alegria e muita honra estar aqui. Desde que chegamos nessa casa, a pauta da Emater sempre foi prioridade. Vocês são fundamentais, porque prestam assistência técnica e extensão rural a quem de fato planta alimento nesse estado. Essa aprovação é uma resposta a anos de luta e mostra que vale a pena acreditar, mesmo quando o caminho parece difícil. Agora a gente começa a corrigir uma injustiça e garantir mais dignidade para quem faz a diferença no desenvolvimento de Rondônia”, afirmou a parlamentar.

A proposta, aprovada com 16 votos favoráveis e uma abstenção, prevê que todos os recursos e bens vinculados aos fundos extintos serão destinados às atividades da Emater. O projeto também mantém os incentivos e benefícios que já eram concedidos anteriormente aos produtores beneficiários dos programas de fomento da cadeia leiteira e da cafeicultura no estado.

Cristiane Abreu – Jornalista – Assessoria parlamentar.