O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2025 começa nesta segunda-feira (17) e se estende até 30 de maio.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido.
IMPOSTO DE RENDA 201,Declaração IRPF 2019
Entre as mudanças na declaração deste ano, duas se destacam:
A Receita Federal passou a dar prioridade para os contribuintes que escolherem a declaração pré-preenchida e também optarem por receber a restituição via PIX. Até o ano passado, a prioridade para os pagamentos acontecia apenas quem tinha escolhido uma ou outra opção; e
O aplicativo “Meu Imposto de Renda” não está mais disponível para download. Agora, os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal. (G1)
O tempo encoberto com chuvas predomina no Norte, nesta segunda-feira (17). A condição vale para todos os estados da região.
O Instituto Nacional de Meteorologia, Inmet, emitiu alertas de chuvas intensas, com volumes que podem chegar aos 100mm/dia, para as regiões Sudoeste, Norte e Sul Amazonense, e para os vales do Acre e do Juruá.
Há também alerta de chuvas intensas, com volumes de até 50mm/dia, para as seguintes áreas:
Metropolitana de Belém, Marajó, Nordeste, Sudeste e Sudoeste paraense; Leste Rondoniense; Oriental e Ocidental do Tocantins; e Sul do Amapá.
Entre as capitais, temperaturas mínimas de 23ºC em Macapá (AP) e Manaus (AM), e de 24ºC em Porto Velho (RO), Rio Branco (AC). Máximas de 32ºC em Palmas (TO) e de 33ºC em Belém (PA) e Boa Vista (RR).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Uma falsa médica e outras três pessoas foram presas suspeitas derealizarem atendimentos oftalmológicos de maneira irregular, nessa quinta-feira (13), em Comodoro, a 677 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, a mulher, de 49 anos, exercia a profissão de forma ilegal e prescrevia receitas médicas sem autorização.
Conforme o boletim de ocorrência, as prisões foram efetuadas após uma denúncia anônima ser registrada na delegacia informando que exames oftalmológicos estavam sendo realizados dentro de um hotel sem autorização e com indícios de irregularidades no local.
No local, os policiais constataram que o grupo realizava atendimentos a pessoas com problemas de visão, realizando exames e prescrevendo receitas sem respaldo profissional.
Ao ser questionada sobre a qualificação profissional para exercer as atividades, a falsa médica apresentou a cópia de um certificado de conclusão de curso. A polícia informou que, embora a mulher estivesse habilitada para realizar os exames, ela não possuía autorização para prescrever as receitas.
Além disso, os policiais verificaram que a mulher estava emitindo receitas oftalmológicas de forma irregular, sem carimbo ou número de matrícula, sendo identificadas apenas com uma simples rubrica. Durante a investigação, também foram encontrados vários documentos comprovando que o grupo realizava atendimentos em outras cidades de Mato Grosso e em outros estados.
A polícia informou ainda que no local também foram encontradas diversas armações de óculos novas, que eram vendidas sem o licenciamento adequado da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), configurando mais uma irregularidade fiscal.
No local também foram encontradas diversas armações de óculos novas — Foto: Reprodução
A ação contou com o apoio dos fiscais tributários da Prefeitura de Comodoro, que ficou encarregada de apurar eventuais irregularidades fiscais, recolher os impostos devidos e aplicar as multas pertinentes.
A mulher, que se apresentava como técnica optometrista, mas atuava ilegalmente como médica oftalmologista, foi conduzida à delegacia junto com os demais integrantes do grupo.
Diante das evidências, os suspeitos foram encaminhados à delegacia e interrogados pelo delegado Ricardo Marques Sarto, que autuou a falsa oftalmologista em flagrante.
17 pessoas foram presas suspeitas de envolvimento em crimes ambientais em Rondônia durante uma operação do Batalhão de Polícia Ambiental e da Polícia Militar de combate o desmatamento ilegal na região. A ação, iniciada no dia 11 de março, segue em andamento.
O balanço foi divulgado pelo governo do estado no último sábado (15). Além das prisões, os agentes apreenderam caminhões, motosserras, sete tratores e 15 metros cúbicos de madeira em tora. Uma área de 651 hectares foi embargada durante a operação. Até o momento, foram realizadas 27 fiscalizações e registradas 26 ocorrências.
Trator roubado apreendido pela a PMA-RO — Foto: Reprodução/Batalhão de Polícia Ambiental
Operação
Denominada Operação Hileia, a ação tem o objetivo de combater o desmatamento ilegal e prevenir queimadas, é realizada pelo governo de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar de Rondônia em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).
O documentário “Como Matar um Rio“, gravado em comunidades ribeirinhas ao longo do rio Madeira, em Porto Velho, retratará a beleza das paisagens da região em contraste com as queimadas e a extrema seca de 2024. Segundo a produção, a obra parte de uma visão poética do cotidiano para revelar a dura realidade dos povos ribeirinhos na luta por água e comida durante a crise climática.
A data de estreia está marcada para o dia 21 de março, a partir das 19h, no Cinema da Floresta, em Porto Velho.
A produção faz parte do projeto “Vozes do Madeira” e foi viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do Edital 001/2024. As gravações destacam a riqueza e a beleza cultural dessas localidades, ao mesmo tempo em que discutem a preservação da floresta e da biodiversidade.
Dirigido por Chicão Santos, o trabalho envolveu uma equipe de cerca de 10 pessoas, incluindo tradutores de Libras. A produção levou quase 12 meses, com duas visitas aos distritos: a primeira, em junho, quando o rio estava mais cheio, e a segunda, em setembro, durante a seca severa.
A narrativa se divide em dois momentos. O primeiro apresenta um olhar poético sobre a cultura e as festividades dos ribeirinhos, em um período em que o rio ainda estava cheio. O segundo retrata a seca extrema enfrentada pelas comunidades e os desafios para sobreviver em meio à fumaça e à escassez de água.
“A equipe enfrentou grandes dificuldades, pois a navegabilidade estava comprometida e a captação de imagens foi prejudicada pela fumaça. No rio, já não havia mais jacarés, estava tudo seco”, relata o diretor Chicão.
Ambas as partes exploram a relação do povo com o rio Madeira, buscando sensibilizar a sociedade sobre a importância da preservação ambiental e do apoio ao desenvolvimento sustentável dessas comunidades.
Um helicóptero do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Militar de Rondônia realizou voos rasantes na área central de Porto Velho na tentativa de localizar dois criminosos armados, considerados de alta periculosidade, na manhã deste domingo (16).
Segundo as primeiras informações, os suspeitos estavam assaltando estabelecimentos comerciais nas proximidades da Feira Livre do Cai N’água, quando a Polícia Militar foi acionada. Rapidamente, equipes chegaram ao local, momento em que os criminosos fugiram, pulando o muro de uma área de mata situada nos fundos do Clube do Ferroviário, na Avenida Sete de Setembro com Rogério Weber.
Diante da fuga, a PM solicitou o apoio do Grupo Especial de Policiamento Aéreo, que se deslocou à região e iniciou sobrevoos de baixa altitude, chamando a atenção da população que realizava compras na feira. Apesar dos esforços, os suspeitos não foram localizados. A operação policial foi considerada impactante e cinematográfica, surpreendendo os presentes pela sua dinâmica e rápida mobilização. A Polícia Militar segue em diligências para identificar e capturar os envolvidos.
O Flamengo faturou o bicampeonato seguido do Campeonato Carioca ao empatar em 0 a 0 com o Fluminense no Maracanã neste domingo (16). O Rubro-Negro entrou em campo com vantagem da vitória no primeiro jogo de ida por 2 a 1, o que não o impediu de atacar em busca do gol. E foram dois, nos minutos finais, os mais eletrizantes da partida, mas ambos foram anulados por impedimento após revisão do VAR. O título carioca é o 39º na história do clube, o maior campeão na história da competição. Esta é a segunda taça do clube nesta temporada – a primeira foi a Supercopa do Brasil (Supercopa Rei) no início de fevereiro com vitória sobre por 3 a 1 sobre o Botafogo.
O ato deste domingo (16) de Jair Bolsonaro, em Copacabana, no Rio de Janeiro-RJ, reuniu apenas 18,3 mil pessoas, representando menos de 2% do público estimado, segundo um levantamento da Universidade de São Paulo (USP). Os dados foram divulgados pelo jornal O Estado de São Paulo.
Bolsonaro e seus aliados chegaram a projetar a presença de 1 milhão de manifestantes na mobilização em defesa da anistia aos envolvidos na tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023.
Prestes a ser preso por liderar a tentativa de golpe de Estado após a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro fracassou miseravelmente em sua última tentativa de angariar apoio popular a um projeto que anistiaria os envolvidos nos atos antidemocráticos.
Bolsonaristas se frustraram com a manifestação esvaziada na praia de Copacabana, que ficou muito aquém da promessa de Bolsonaro. Imagens transmitidas pela TV Globo mostram que o ato não conseguiu ocupar quarteirões inteiros nem mobilizar uma multidão, reunindo apenas um grupo diante do palco, com presença espalhada pela avenida e chegando até a faixa de areia.
A Primeira Turma do Supremo marcou para 25 de março a análise pelo colegiado da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Encaminhada pela PGR ao Supremo em 18 de fevereiro, a denúncia posiciona Bolsonaro como líder de uma organização criminosa que agiu para contrariar o resultado das urnas após a vitória do presidente Lula nas eleições de 2022.
Em caso de condenação por todos os crimes a que foi denunciado, as penas de Bolsonaro poderiam variar de 12 anos a mais de 40 anos de prisão.
A defesa do ex-mandatário afirmou em manifestação ao STF que não há provas contundentes que apontem Bolsonaro como autor de ordens para a execução de um golpe de Estado ou que tenha praticado qualquer ato de violência. Bolsonaro reclamou do que considerou um ritmo acelerado para tratar das acusações de que é alvo.
Bolsonaro está inelegível até 2030 por conta de duas condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político na campanha eleitoral de 2022. (Com informações da Reuters).
Um fiasco. Essa é a palavra que define o tal ato convocado por Jair Bolsonaro (PL) “em várias cidades do mundo” e que também foi realizado em Lisboa, capital de Portugal. O país europeu, que um dia colonizou o Brasil, com quem mantém laços eternos, abriga a segunda maior comunidade de brasileiros no mundo: aproximadamente 600 mil imigrantes. Mas extremistas dispostos a defender os golpistas do 8 de janeiro e saudar o líder do levante frustrado que está prestes a ir para a cadeia, esses eram aproximadamente 25.
No Terreiro do Paço, ponto nevrálgico do turismo e principal cartão postal fotográfico da capital portuguesa, o minguado e vergonhoso grupo se concentrou numa das faces do monumento ao Marquês de Pombal. Os gritos eram os de sempre, eivados de motes de extrema direita e saudando um “patriotismo” enviesado. Se juntasse todos, bem apertados, caberiam em duas Kombis. Havia pelo menos sete restaurantes nos arredores da grande praça que tinham mais clientes em suas esplanadas do que o contingente bolsonarista que clamava por perdão a criminosos condenados pelo STF.
Bandeiras do Brasil Império, uma excrescência que beira os limites do humor, também estavam lá. O grupo de ultrarradicalizados brasileiros era composto por alguns homens de meia idade, idosos e algumas mulheres aparentemente com pouco mais de 30 anos. Havia crianças também, que pareciam não entender muito bem o que se passava. Muitos portugueses e brasileiros, além de turistas de várias nacionalidades, tendo consciência do que representava o ato, e suas reivindicações, riam de constrangimento ou faziam cochichos seguidos de gargalhadas. O clima era de vergonha alheia e de desprezo.
Natural de Três Lagoas (MS), Ana Lucia viveu grande parte da vida com os pais biológicos, Silvestre Galache e Neuza Umbelina Galache. Ela foi casada com Ronaldo Ventura de Souza, cujo sobrenome incorporou ao seu nome. Nas redes sociais, ela utiliza o nome “Ana Lucia Galache”, sem o sobrenome “Zarate”, que só foi usado para a fraude. Seu perfil no Instagram é fechado.
A fraude começou em 1986, quando Ana Lucia tinha 15 anos. Ela foi registrada falsamente como filha de Vicente Zarate, seu tio-avô, no Cartório Santos Pereira, em Campo Grande. Vicente, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), morreu em 1988, e Ana Lucia passou a receber a pensão militar destinada a filhos legítimos de militares falecidos.
A ideia da fraude partiu de Conceição Galache, avó de Ana Lucia e irmã de Vicente Zarate. Com a morte iminente do irmão, Conceição percebeu que o benefício cessaria e decidiu registrar a neta como filha de Vicente para manter a pensão na família.
Ana Lucia alegou em depoimento que sabia que Vicente era seu tio-avô, e não seu pai, e que usava o nome “Ana Lucia Zarate” apenas para obter a pensão.
Ana Lúcia Umbelina Galache de Souza, foi condenada pelo STM em decisão sem recurso. Foto: reprodução
A fraude só foi descoberta em 2021, quando a própria avó, insatisfeita com o repasse que Ana Lucia lhe dava, decidiu denunciá-la à Polícia Civil. Conceição exigia R$ 8 mil mensais, mas, ao não receber o valor, resolveu revelar o esquema. Com a denúncia, o Exército suspendeu imediatamente o pagamento da pensão e iniciou processos judiciais contra Ana Lucia.
Ela foi condenada por crime contra o patrimônio público e estelionato. A Justiça Militar entendeu que Ana Lucia agiu de forma intencional para receber a pensão indevida e determinou a devolução de R$ 3,7 milhões, valor equivalente ao que ela recebeu ao longo de mais de três décadas. Além disso, ela foi condenada a três anos e três meses de prisão, a serem cumpridos em regime aberto.
Ana Lucia era representada pela Defensoria Pública da União (DPU), que pediu sua absolvição por “ausência de dolo”, argumentando que o registro fraudulento foi feito pela avó quando ela era menor de idade. No entanto, a defesa foi rejeitada, e Ana Lucia deixou de ser atendida pela DPU em dezembro de 2023.
O Exército afirmou que tem adotado medidas para evitar fraudes no sistema de pensões militares. “Após a apresentação da documentação com o requerimento de habilitação à pensão militar, a administração militar instaura uma sindicância, procedimento investigativo interno, medida formal destinada à apuração de fatos de interesse ou de situações que envolvam geração de direitos”, informou a instituição.
Outras medidas incluem a fiscalização sobre o acúmulo de benefícios, a verificação da prova de vida anualmente e a consulta ao Sistema Nacional de Informações de Registro Civil, base de dados do governo que reúne informações sobre registros civis. O objetivo é “evitar prejuízo ao erário com o pagamento de benefícios indevidos”.