Um fiasco. Essa é a palavra que define o tal ato convocado por Jair Bolsonaro (PL) “em várias cidades do mundo” e que também foi realizado em Lisboa, capital de Portugal. O país europeu, que um dia colonizou o Brasil, com quem mantém laços eternos, abriga a segunda maior comunidade de brasileiros no mundo: aproximadamente 600 mil imigrantes. Mas extremistas dispostos a defender os golpistas do 8 de janeiro e saudar o líder do levante frustrado que está prestes a ir para a cadeia, esses eram aproximadamente 25.
No Terreiro do Paço, ponto nevrálgico do turismo e principal cartão postal fotográfico da capital portuguesa, o minguado e vergonhoso grupo se concentrou numa das faces do monumento ao Marquês de Pombal. Os gritos eram os de sempre, eivados de motes de extrema direita e saudando um “patriotismo” enviesado. Se juntasse todos, bem apertados, caberiam em duas Kombis. Havia pelo menos sete restaurantes nos arredores da grande praça que tinham mais clientes em suas esplanadas do que o contingente bolsonarista que clamava por perdão a criminosos condenados pelo STF.
Bandeiras do Brasil Império, uma excrescência que beira os limites do humor, também estavam lá. O grupo de ultrarradicalizados brasileiros era composto por alguns homens de meia idade, idosos e algumas mulheres aparentemente com pouco mais de 30 anos. Havia crianças também, que pareciam não entender muito bem o que se passava. Muitos portugueses e brasileiros, além de turistas de várias nacionalidades, tendo consciência do que representava o ato, e suas reivindicações, riam de constrangimento ou faziam cochichos seguidos de gargalhadas. O clima era de vergonha alheia e de desprezo.
Natural de Três Lagoas (MS), Ana Lucia viveu grande parte da vida com os pais biológicos, Silvestre Galache e Neuza Umbelina Galache. Ela foi casada com Ronaldo Ventura de Souza, cujo sobrenome incorporou ao seu nome. Nas redes sociais, ela utiliza o nome “Ana Lucia Galache”, sem o sobrenome “Zarate”, que só foi usado para a fraude. Seu perfil no Instagram é fechado.
A fraude começou em 1986, quando Ana Lucia tinha 15 anos. Ela foi registrada falsamente como filha de Vicente Zarate, seu tio-avô, no Cartório Santos Pereira, em Campo Grande. Vicente, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), morreu em 1988, e Ana Lucia passou a receber a pensão militar destinada a filhos legítimos de militares falecidos.
A ideia da fraude partiu de Conceição Galache, avó de Ana Lucia e irmã de Vicente Zarate. Com a morte iminente do irmão, Conceição percebeu que o benefício cessaria e decidiu registrar a neta como filha de Vicente para manter a pensão na família.
Ana Lucia alegou em depoimento que sabia que Vicente era seu tio-avô, e não seu pai, e que usava o nome “Ana Lucia Zarate” apenas para obter a pensão.
Ana Lúcia Umbelina Galache de Souza, foi condenada pelo STM em decisão sem recurso. Foto: reprodução
A fraude só foi descoberta em 2021, quando a própria avó, insatisfeita com o repasse que Ana Lucia lhe dava, decidiu denunciá-la à Polícia Civil. Conceição exigia R$ 8 mil mensais, mas, ao não receber o valor, resolveu revelar o esquema. Com a denúncia, o Exército suspendeu imediatamente o pagamento da pensão e iniciou processos judiciais contra Ana Lucia.
Ela foi condenada por crime contra o patrimônio público e estelionato. A Justiça Militar entendeu que Ana Lucia agiu de forma intencional para receber a pensão indevida e determinou a devolução de R$ 3,7 milhões, valor equivalente ao que ela recebeu ao longo de mais de três décadas. Além disso, ela foi condenada a três anos e três meses de prisão, a serem cumpridos em regime aberto.
Ana Lucia era representada pela Defensoria Pública da União (DPU), que pediu sua absolvição por “ausência de dolo”, argumentando que o registro fraudulento foi feito pela avó quando ela era menor de idade. No entanto, a defesa foi rejeitada, e Ana Lucia deixou de ser atendida pela DPU em dezembro de 2023.
O Exército afirmou que tem adotado medidas para evitar fraudes no sistema de pensões militares. “Após a apresentação da documentação com o requerimento de habilitação à pensão militar, a administração militar instaura uma sindicância, procedimento investigativo interno, medida formal destinada à apuração de fatos de interesse ou de situações que envolvam geração de direitos”, informou a instituição.
Outras medidas incluem a fiscalização sobre o acúmulo de benefícios, a verificação da prova de vida anualmente e a consulta ao Sistema Nacional de Informações de Registro Civil, base de dados do governo que reúne informações sobre registros civis. O objetivo é “evitar prejuízo ao erário com o pagamento de benefícios indevidos”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou ataques militares em larga escala contra os houthis do Iêmen, neste sábado (15), matando pelo menos 31 pessoas e ferindo pelo menos outras 101, no início de uma campanha que deve durar muitos dias.
Trump também alertou o Irã para interromper imediatamente o apoio ao grupo. Ele disse que se o Irã ameaçasse os Estados Unidos, “a América os responsabilizará totalmente e não seremos gentis sobre isso!”
O principal comandante da Guarda Revolucionária do Irã reagiu neste domingo (16), dizendo que os Houthis são independentes e tomam suas próprias decisões estratégicas e operacionais. “Advertimos nossos inimigos que o Irã responderá de forma decisiva e destrutiva se eles colocarem suas ameaças em prática”, disse Hossein Salami à mídia estatal.
O gabinete político dos Houthis descreveu os ataques como um “crime de guerra”.
“Nossas forças armadas iemenitas estão totalmente preparadas para responder à escalada com escalada”, disse em um comunicado.
Moradores de Sanaa disseram que os ataques atingiram um prédio em um reduto Houthi.
“As explosões foram violentas e sacudiram o bairro como um terremoto. Elas aterrorizaram nossas mulheres e crianças”, disse um dos moradores, que se identificou como Abdullah Yahia, à Reuters.
Os ataques também tiveram como alvo instalações militares Houthi na cidade de Taiz, no sudoeste do Iêmen, disseram duas testemunhas na área no domingo.
Neste domingo, 16, o tempo em Rondônia ainda ficará sob a atuação do fluxo dos ventos em médios e altos níveis da atmosfera que favorecem a abertura do tempo em todo o estado, resultando em sol entre nuvens e leve aumento na temperatura do ar.
Nas regiões do Vale do Jamari, Central, Zona da Mata, Café e Cone Sul terão céu variando de parcialmente nublado a
nublado, com pancadas de chuva e trovoadas no final da manhã e durante a tarde.
Em outras localidades, o tempo será parcialmente nublado, com pancadas de chuva e trovoadas em áreas isoladas a tarde.
A umidade relativa do ar ficará em torno de 95% pela manhã e de 65% à tarde. Em Cacoal, a temperatura mínima será de 23°C, e a máxima de 31°C.
Cerca de dez milhões de brasileiros têm dinheiro esquecido na conta do antigo PIS-Pasep e vão poder sacar o valor a partir do fim deste mês.
São mais de R$ 26 bilhões esquecidos. Segundo o Ministério da Fazenda, mais de dez milhões de brasileiros têm direito a retirar o dinheiro. Até agora, apenas 18.800 pessoas deram entrada com o pedido de resgate.
Os valores serão pagos a quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988, quando o antigo modelo do PIS-Pasep foi substituído pelo atual.
O valor do saque depende do tempo e do salário que a pessoa recebia na época. O Ministério da Fazenda calcula que, na média, são R$ 2.800 por pessoa.
Desde o dia 10 de março, o site repiscidadao.fazenda.gov.br tem todas as informações em um só ambiente virtual. Informa o valor corrigido e permite também aos herdeiros saber se têm direito de pedir o resgate do dinheiro.
Como consultar
Mais de 10 milhões de brasileiros têm dinheiro esquecido na conta do antigo PIS-Pasep — Foto: Reprodução/ Jornal Nacional
Depois de acessar o site, aperte o botão entrar com gov.br.
Em seguida, digite o CPF e a senha do govbr.
O site vai pedir também um código de acesso, que é gerado pelo próprio aplicativo govbr.
Depois é preciso digitar o NIS, o número de identificação social. Esse número está na carteira de trabalho e pode ser encontrado também no extrato do FGTS, no Cartão Cidadão, no portal Caixa Trabalhador e no CadÚnico.
Então, é só clicar em pesquisar. Se você tiver direito ao dinheiro, o aplicativo ensina as próximas etapas. (G1)
O governo federal solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue a alta repentina do preço do ovo no Brasil. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou que o aumento do valor do ovo foi “estranho” e “repentino”, destacando que fatores como clima e custo de produção não justificam totalmente a escalada de preços.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também criticou a situação, afirmando que “alguém está passando a mão” e que o governo quer descobrir quem está por trás do aumento.
“O preço que está mais estranho é o do ovo, essa subida tão repentina, foi um salto”, disse Teixeira em entrevista ao Uol. Ele ressaltou que, embora o preço de outros alimentos, como carne, arroz, feijão, mandioca e soja, já esteja cedendo, o ovo continua com valores elevados.
“O presidente Lula tem razão quando alega que foi um aumento muito expressivo. Que as causas que estão colocadas —e só por elas— não explicam o aumento do ovo: aumento de consumo, clima, preço do milho. Só isso não explica. Há um problema de mercado que agravou o preço dos ovos e que precisa ceder”, afirmou o ministro.
O ovo foi um dos principais responsáveis pela inflação de alimentos em fevereiro, com alta de 15,4% no mês, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
O valor da caixa com 30 dúzias de ovos, unidade comercial utilizada no mercado, saltou de R$ 142 em janeiro de 2023 para R$ 211 em fevereiro de 2025. Esse aumento contribuiu para elevar o IPCA de alimentos e bebidas para 0,79% no período.
O governo federal monitora os preços dos alimentos e identificou que o ovo se destacou como um dos vilões da inflação.
“Algumas situações requerem eventuais avaliações de distorção de mercado. O Cade precisa também avaliar onde possa ter distorção de mercado e inexplicáveis aumentos de preço. Estamos em monitoramento permanente”, acrescentou Teixeira.
O setor produtivo atribui a alta do preço do ovo a uma combinação de fatores, como o forte calor no Brasil, o aumento no custo do milho —principal insumo para a produção de ração— e a maior demanda durante o período da Quaresma, quando parte da população deixa de consumir carne vermelha.
Além disso, a volta às aulas também contribuiu para o aumento do consumo, já que o ovo é amplamente utilizado em refeições escolares.
“As altas temperaturas registradas no início do ano afetaram a produtividade das aves, impactando diretamente a oferta e os custos de produção”, informou o Instituto Ovos Brasil (IOB) em nota. Um levantamento feito pelo Uol mostrou que o preço dos ovos brancos aumentou 69% entre janeiro e fevereiro para os revendedores, atingindo o nível mais alto em pelo menos 22 meses.
Mídia Rondônia – Uma aposta feita em Ji-Paraná, cidade do interior de Rondônia, acertou as 15 dezenas do concurso 3080 da Lotofácil, sorteado na última quarta-feira (12). O prêmio total de R$ 1.286.778,46 será dividido entre os participantes de um bolão com seis cotas, cada um levando cerca de R$ 214 mil.
Além do grupo de Ji-Paraná, outras apostas vencedoras vieram das cidades de Brasília (DF), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Balneário Camboriú (SC), Bauru (SP) e São Paulo (SP).
O prêmio milionário movimentou a cidade rondoniense, onde a notícia rapidamente se espalhou entre os moradores, especialmente entre os frequentadores da casa lotérica onde o bolão foi registrado.
A Lotofácil é uma das modalidades de apostas mais populares do Brasil por ter uma mecânica simples e boas chances de premiação. Os sorteios são realizados quase diariamente, sempre às 20h (horário de Brasília).
Uma equipe de eletricistas foi atacada por um homem na manhã de quinta-feira (13), no bairro Cohab, zona sul de Porto Velho (RO). Segundo a polícia, as agressões ocorreram depois que os funcionários tentaram cumprir uma ordem de serviço em uma residência. O suspeito agrediu um dos trabalhadores e tentou atropelá-los
De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe relatou que, desde o início da tentativa de realizar o trabalho, o homem fazia ameaças. Além disso, ele teria dito que, caso o serviço fosse executado, buscaria uma faca dentro da residência.
Diante da insistência dos funcionários em cumprir o serviço, o suspeito partiu para a agressão, desferindo tapas e empurrões, o que causou a queda de um dos trabalhadores. Em seguida, ele entrou em seu veículo e tentou atropelá-los, mas os funcionários conseguiram correr e se esconder em um comércio local. Após a ação, o homem fugiu.
A perícia realizou a coleta de provas e constatou a existência de uma câmera de monitoramento no local, que pode ter registrado a tentativa de atropelamento. Além disso, foram feitas fotografias de marcas de pneus, que indicam a investida do agressor.
O homem foi identificado pela Polícia Militar (PM), mas está foragido. Ele deve responder pelos crimes de ameaça, lesão corporal e tentativa de homicídio.
Mídia Rondônia – Um assistente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) foi condenado, em novembro de 2024, por dirigir embriagado. Alecsandro de Goes Guedes, que responde ao processo desde 2011, recebeu pena de sete meses e 25 dias de prisão, a ser cumprida em regime semiaberto.
Segundo informações da Vara de Execuções Penais de Porto Velho, o mandado de prisão contra o servidor segue ativo. Guedes ainda não se apresentou à Justiça e é considerado foragido.
A reportagem do g1 esteve no campus do IFRO na última quarta-feira (12), onde foi informada pela chefia do setor em que Guedes atua que ele participaria de um evento institucional. No entanto, o servidor não compareceu. Tentativas de contato telefônico também não tiveram sucesso, já que as ligações não foram atendidas.
Até o momento, o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) não se manifestou oficialmente sobre o caso.
A situação levanta questionamentos sobre o cumprimento da sentença e o posicionamento do instituto diante da condenação de um servidor efetivo.
As seis dezenas do concurso 2.840 da Mega-Sena serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 21 milhões.
Por se tratar de um concurso com final zero, o prêmio recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.