Mídia Rondônia – Na noite desta quinta-feira (13), policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia realizaram uma grande apreensão de drogas em Colorado do Oeste, frustrando o transporte de mais de 21 quilos de entorpecentes que tinham como destino final a cidade de Vilhena.
A ação ocorreu por volta das 20h, quando uma equipe da Força Tática realizava patrulhamento de rotina pela Avenida Paulo de Assis Ribeiro. Durante o trajeto, os policiais avistaram um veículo VW Saveiro, cujo motorista, ao perceber a presença da viatura, realizou uma frenagem brusca, com travamento das rodas, e tentou entrar rapidamente em uma rua paralela — atitude que levantou suspeitas.
Diante da manobra evasiva, os militares abordaram o condutor e iniciaram uma busca no interior do veículo. Em um compartimento oculto na lateral traseira da picape, foram encontrados 21 tabletes de entorpecentes:10 tabletes de cocaína, pesando aproximadamente 10,5 kg; 11 tabletes de pasta base de cocaína, totalizando cerca de 11,2 kg Ao todo, a apreensão somou cerca de 21,8 kg de drogas.
Durante o interrogatório, o motorista confessou que foi até a cidade de Pimenteiras do Oeste, onde dois homens, de nacionalidade boliviana, assumiram o controle do veículo. Eles seguiram até as margens do rio Guaporé, onde carregaram a droga no compartimento oculto. Depois, devolveram o carro ao condutor, que deveria levá-lo até Vilhena.
Ainda segundo o suspeito, esta seria a segunda vez que ele realizava o transporte de entorpecentes.
O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado, junto com a droga apreendida, à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Colorado do Oeste, onde foi apresentado à autoridade policial de plantão para as providências cabíveis.
O ex-diretor-financeiro da Assembleia Legislativa, Moisés José Ribeiro de Oliveira, foi preso nesta sexta-feira (14) por uma guarnição da PM, que cumpriu mandado de prisão por condenação definitiva contra o ex-servidor público, irmão do ex-deputado Carlão de Oliveira.
O mandado de prisão foi expedido pela 3ª Vara Criminal de Porto Velho e refere-se à condenação de 13 anos, 7 meses e seis dias de reclusão por crimes de peculato e fraude a licitação.
Moisés de Oliveira já foi preso outras vezes, mas de forma preventiva.
Ao ser abordado, em uma casa do bairro Jardim América, nesta sexta-feira, ele usava tornozeleira eletrônica. O imóvel foi cercado, mas ele não resistiu à prisão e foi levado para a Central de Flagrantes. (Rondoniagora)
O ministro Flávio Flores da Cunha Bierrenbach protocolou um aditamento à denúncia que foi oferecida no Supremo Tribunal Federal, pela Procuradoria Geral da República, pedindo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, por crime militar de “incitamento à tropa”. Se condenado, Jair perde a patente, é expulso do Exército e perde o soldo.
Ele se dirige ao “Exmo. Sr. Dr. Procurador Geral da República”, na qualidade de “ministro aposentado do Superior Tribunal Militar” para apresentar “NOTITIA CRIMINIS que envolve representação contra o senhor JAIR MESSIAS BOLSONARO, cidadão brasileiro, investido nas funções de Presidente da República Federativa do Brasil na época dos fatos a seguir narrados, então domiciliado no Palácio da Alvorada e ainda hoje residente em Brasília, DF, pelos motivos de fato e de direito e para os fins a seguir anunciados:
No dia 19 de abril de 2020, diante do Quartel General do Exército Brasileiro, em Brasília, DF, quando manifestantes pediam intervenção militar para fechar o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, o representado pronunciou discurso que configura delito tipificado no Código Penal Militar. De fato, ao participar de ato público, destinado a tentar cooptar militares para atuação contrária aos princípios constitucionais que estabelecem a separação dos poderes, o representado cometeu crime de incitamento à indisciplina”.
Bierrenbach apela para a Constituição Federal, no seu artigo 2º, que diz: “São poderes da União, independente e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”.
Presidente Jair Bolsonaro em Brasília 23/02/2021 REUTERS/Adriano Machado
Ele segue demonstrando que a tripartição dos poderes são a base sobre a qual repousam todas as demais instituições do País. E chama a atenção para o fato de: “como reza o Artigo 142 da mesma Constituição Federal: As Forças Armadas constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais, permanentes regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
E segue: Também assim estabelece o Art. 2º do Estatuto dos Militares, ao sublinhar, no mesmo sentido:
“As Forças Armadas, essenciais à execução da política de segurança nacional, são constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica; e destinam-se a defender a Pátria e a garantir os poderers constituídos, a lei e a ordem. São instituições nacionais, permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República e dentro dos limites da lei”.
Ao endossar manifestação contrária à índole do artigo 2º da Carta de 1988, o então Presidente da República, além de eventualmente ter incidido em crimes comuns e de responsabilidade, cometeu delito expressamente previsto no Código Penal Militar, que dispõe:
“Art. 155 – Incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar.
Pena – reclusão de 2 (dois) a 4 (quatro) anos”.
No entender do ministro, A hierarquia e a disciplina representam “elementos axiológicos de caráter fundamental, sem os quais as Forças Armadas se desorganizam e – uma vez desorganizadas – haverão de perder sua capacidade de cumprir os fins para que se destinam: a defesa da Pátria e dos poderes constitucionais. “A disciplina é a honra do soldado”, como disse Ruy Barbosa.
“Um exército sem disciplina é instituição insuficiente para a guerra e perigosa para a paz”, advertia em 1870 o marechal Moltke. O general Mallet, ao tempo da Guerra do Paraguai,
afirmava que “a disciplina digna tem a honra como princípio e a glória como recompensa”.
Caso o aditamento seja acatado e Bolsonaro considerado culpado, além da prisão ele pode perder também a patente de capitão e, como consequência, o soldo, isto é, um salário em torno de 35 mil.
O ministro busca também reforçar que “a lei é a fórmula da ordem”, e cita a Constituição de 1988, para lembrar que “o poder do povo, segundo o dogma do artigo 14 da Carta de 1988, que define como será exercida a soberania popular no Brasil, é consagrado mediante as instituições da democracia representativa, alicerce do Estado de Direito. Vociferar em público contra a ordem constitucional e incitar o crime é uma infração penal per se, felonia contra a República, afronta que não pode permanecer coberta pelo manto da impunidade. A jurisprudência dominante no Superior Tribunal Militar dá amparo à tese desta representação. O mesmo pode ser afirmado em relação à doutrina, inclusive recente. As provas – praticamente todas – são de domínio público. Estão disponíveis na imprensa e na internet”, afirma em seu “aditamento”.
Bierrembach desenvolve a tese já acatada, inclusive na denúncia do PGR, de que “há prova inconteste de que a criminosa destruição do patrimônio público, nas sedes dos três Poderes da República, não passou de um crime-meio, num iter criminis cuja finalidade era solapar as instituições, gerar um clima de caos, provocar a intervenção das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem e, assim, estimular a aventura de um golpe militar, como dasafortunadamente tem ocorrido na crônica de nossa frágil democracia intermitente. O incitamento ao crime, portanto, foi um passo decisivo nessa cadeia de desatinos”.
Em sua opinião, as provas são “tão abundantes, e suficientes”, que “revelam-se os elementos para caracterização de materialidade e de autoria que, no caso em apreço, foi dispensada a abertura de Inquérito Policial Militar, providência que poderia ter sido desde logo requerida pelo Ministério Público, na forma do artigo 10º, “c”, do Código de Processo Penal Militar”.
Bierrembach cita exaustivamente o Estatuto dos Militares, onde, aponta, “está estabelecido que a disciplina constitui valor essencial para permitir o integral cumprimento do dever. Ora, o dever dos militares é defender a Constituição e não enxovalhar a farda com tramas golpistas. A separação de poderes é cláusula pétrea, faz parte do cerne fixo invulnerável da Constituição e, como consta expressamente do art. 60, § 4º, III, qualquer tentativa de sua abolição é considerada inadmissível. Quem brada na porta de um quartel – de qualquer quartel – contra a independência e harmonia entre os Poderes da República comete crime grave contra a autoridade e a disciplina militar. Embora sem previsão legal, a afronta poderia ser até considerada uma circunstância moral agravante, por ter ocorrido diante de Quartel General do Exército Brasileiro, máxime na data nacional de 19 de abril, em que a História do Brasil celebra a Batalha de Guararapes”.
O fato se agrava, segundo o ministro, porque o Estatuto dos Militares proclama que “a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico”, toma vulto, neste caso, a responsabilidade do senhor ex-Presidente da República, então autoridade suprema das Forças Armadas, circunstância que deverá ser ponderada, quando vier a ser condenado, na dosimetria da pena”, prevê.
E, nesse trecho, demonstra toda a sua indignação por não ter Jair Bolsonaro, até hoje, sido punido por tão grave falta, ao mesmo tempo que destaca o papel agora nas mãos do STF, de fazê-lo: “Tanto a Justiça quanto a História haverão de julgar outros delitos e seus eventuais cúmplices. Compete ao Supremo Tribunal Federal o julgamento do representado, por ter cometido crime militar, ex vi regras constantes do artigo 9º do Código Penal Militar, notadamente o disposto em seu inciso III, alínea “a”, combinado com a norma do artigo 13 da mesma lei substantiva, em conexão com os demais crimes cometidos e que vêm sendo apurados perante a Suprema Corte.
De fato, a ordem administrativa militar, consoante os mandamentos da lei, não haverá de ser oposta às finalidades das Forças Armadas. Estas, na forma da Constituição, são instituições e devem garantir os três Poderes da União.
Como será simples demonstrar, a participação do senhor JAIR MESSIAS BOLSONARO, ex-Presidente da República, nas manifestações de 19 de abril de 2020, diante de Quartel General do Exército Brasileiro – reitere-se – não configurou apenas apoio tácito às palavras de ordem ilegais ali proferidas ou ostentadas em faixas e cartazes. Foi além: seu discurso feriu o Código Penal Militar. Dele resultaram atos criminosos, como exemplos mais eloquentes os distúrbios perpetrados em 8 de janeiro de 2023. Dele haverá de resultar processo. Trata-se de conduta subsumida na lei, que perfaz crime propriamente militar, cujo corolário será a persecutio criminis in judicio”.
E repisa a sua convicção de haver necessidade de uma punição a tal ato do ex-presidente: “O representado, naquele ato público subversivo, na porta de uma organização militar, diante da turbamulta que vituperava as instituições da República, não permaneceu passivo, limitado à mera conivência. Uma simples atitude contemplativa, aliás, já teria bastado para configurar grave crime de prevaricação, igualmente definido na lei substantiva. Entretanto, ultrapassou-a, ao subir à caçamba de camioneta branca – adrede estacionada em local proibido e cuja placa parece ter sido ocultada de propósito, na edição dada a público (supostamente pela SECOM), – e bradar ipsis verbis, dentre outras diatribes:
“…não queremos negociar nada (…) acabou a época da patifaria (…) agora é o povo no poder”.
Não ficou nisso. Seu palavreado – de hábito chulo e vulgar – esmerou-se na ofensa às instituições, de forma hábil até a camuflar o crime de incitação, que tem permanecido impune. Mas não esquecido, nem perdoado”.
Nesse ponto do seu “aditamento, o ministro aclara o fato de que cabe ao STF julgar o presidente da República. Mas, ressalta que nesses “custos legis”, há “competência exclusiva para a propositura de ação penal militar, velando ao pé dos artigos 128 e 129 da Carta Magna. Note-se, a propósito, que o artigo 102, I, “b” do texto constitucional defere especialmente ao Supremo Tribunal Federal o julgamento do senhor Presidente da República nas infrações penais, dentre as quais se inserem os crimes militares, em contraposição aos crimes políticos, competência que incumbe ao Poder Legislativo, sem prejuízo da norma estabelecida no art. 124 da Constituição Federal”.
E esclarece que “a presente representação”, portanto, “é para que seja oferecido um aditamento à denúncia já apresentada, no sentido de que na ação penal a se iniciar venha a ser incluído o delito militar, nos termos do artigo 29 do Código de Processo Penal Militar, contra o senhor JAIR MESSIAS BOLSONARO, capitão reformado do Exército Brasileiro, investido nas funções de Presidente da República quando dos fatos acima aludidos, por haver cometido crime militar e para que seja julgado na forma da lei”, conclui.
A região Norte do país terá chuvas intensas em todos os estados, neste sábado (15).
O alerta é de perigo potencial, com chuva até 50 mm pela manhã. O aviso cobre Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá, Tocantins e as regiões Sudeste e Sudoeste do Pará.
A temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Palmas. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Palmas e Boa Vista.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero) participou, nesta sexta-feira (14), de uma reunião com a Mesa Estadual de Negociação Permanente (MENP), realizada em Porto Velho. O encontro contou com a presença da presidente do Sintero, professora Dioneida Castoldi, e da secretária de Estado da Educação, Ana Pacini, além de outros representantes do Governo de Rondônia.
Após a reunião, a presidente do Sintero gravou um vídeo direcionado aos filiados, informando sobre os principais pontos negociados com a MENP e convocando a base para as assembleias gerais que acontecerão no próximo dia 18 de março (terça-feira), em todas as regionais do sindicato.
Entre os encaminhamentos destacados por Dioneida, estão: Piso Nacional do Magistério: Será implementado na carreira de professores e técnicos a partir de abril; auxílio-alimentação: Proposta será enviada para a Assembleia Legislativa, com previsão de implantação em agosto, no valor de R$ 500,00; auxílio-transporte: A MENP se comprometeu a apresentar uma proposta em julho, com expectativa de consolidação também para agosto; gratificação de titularidade: A SEDUC ficou responsável por apresentar um estudo até julho, que será levado à categoria para deliberação.
A presidente reforçou a importância da mobilização da categoria, destacando que o dia 18 será decisivo para a avaliação das propostas e definição dos próximos passos.
As assembleias acontecerão simultaneamente nas regionais do Sintero, com início previsto para as 9h30. “Precisamos da participação de todos e todas nas assembleias. É o momento de analisarmos coletivamente as propostas e deliberarmos juntos sobre o futuro da nossa luta”, afirmou Dioneida.
A direção do sindicato segue firme na defesa da valorização da educação pública e dos direitos dos trabalhadores, e convida a base a se manter mobilizada e unida.
Mídia Rondônia – A cidade de Vilhena, localizada na região sul de Rondônia, já acumula 205 milímetros de chuva somente neste mês de março, segundo dados do Climatempo. O volume expressivo reforça o padrão típico do clima amazônico, marcado por umidade elevada e pancadas frequentes, especialmente neste período do ano.
Na madrugada desta sexta-feira (14), um forte temporal caiu sobre o município, acompanhado de trovoadas e rajadas de vento, assustando moradores em diversos bairros. Apesar da intensidade da chuva durante a madrugada, não foram registrados danos graves até o momento.
Segundo a previsão do tempo, a temperatura hoje varia entre 21°C e 28°C, com o dia seguindo chuvoso. No entanto, à noite, a tendência é de melhora, com diminuição das nuvens e interrupção das chuvas.
O ensino online é uma das estratégias do governo de Rondônia para expandir a qualificação da mão de obra em todas as regiões do estado. O Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional de Rondônia (Idep) está com inscrições abertas até domingo (16), para cursos remotos que vão contemplar todos os 52 municípios rondonienses. Para se inscrever, o candidato deve acessar o link disponibilizado no site da instituição https://rondonia.ro.gov.br/publicacao/inscricoes-para-cursos-remotos-ate-o-dia-16-de-marco/
Neste cronograma, são ofertados cursos em diversas áreas como saúde, gestão, ambiente, informação, negócios e comunicação. Para se inscrever, a idade mínima é 15 anos, enquanto a escolaridade mínima é o ensino fundamental II. O aluno recebe certificado mediante a participação em todas as atividades e avaliações.
Luciano Hang, empresário à frente da rede Havan e figura conhecida por seu alinhamento com o bolsonarismo, voltou a adotar um discurso negacionista em relação ao meio ambiente.
Em um vídeo publicado nas redes sociais na última segunda-feira (11), Hang atacou ambientalistas, chamando-os de “ecochatos”, ao criticar uma portaria conjunta do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima que estabelece limites para a captura da tainha (Mugil liza) a partir de 2025.
A medida regulamenta a atividade pesqueira por meio da definição de cotas, com critérios específicos para cada modalidade e área de pesca, além de impor regras de monitoramento e controle. Ambientalistas defendem a norma como essencial para a preservação dos ecossistemas marinhos e a manutenção da atividade pesqueira de forma sustentável.
No vídeo, Hang aparece ao lado do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e argumenta que as restrições impostas pela portaria comprometem a tradição da pesca na região litorânea do estado.
Especialista contestam afirmação de Hang
Especialistas, no entanto, alertam que a sobrepesca pode esgotar os estoques naturais, tornando a atividade inviável a longo prazo e causando danos irreversíveis ao meio ambiente
Oceanógrafos destacam que a pesca pode ser uma atividade sustentável desde que respeite os limites ecológicos e a capacidade de regeneração das espécies. Contudo, a exploração excessiva e práticas predatórias representam riscos significativos, podendo levar ao colapso das populações de peixes e afetar comunidades que dependem economicamente da pesca.
Para evitar esse cenário, pesquisadores reforçam a importância de políticas de manejo baseadas em dados científicos, monitoramento rigoroso e participação do setor pesqueiro na definição de estratégias sustentáveis.
Histórico contra o meio ambiente
Essa não é a primeira vez que Hang se envolve em polêmicas ambientais. A atuação da Havan já foi questionada diversas vezes devido a suspeitas de irregularidades. Em 2021, a instalação de uma loja da rede em Canoas (RS) gerou denúncias relacionadas a danos ambientais.
O empresário também acumula declarações polêmicas sobre a legislação ambiental. Em 2019, durante uma sessão na Câmara de Vereadores de Joinville (SC), chegou a afirmar que “o meio ambiente é o câncer do país”, em uma crítica aos processos de licenciamento ambiental.
No mesmo ano, o Ministério Público de Santa Catarina (MP/SC) recomendou a suspensão da construção de uma unidade da Havan em Joinville após indícios de que a obra teria aterrado uma nascente e um curso d’água, segundo levantamentos hidrográficos.
Em 2022, um documentário produzido por estudantes de jornalismo da UFRGS, sob a orientação do professor Marcelo Träsel, então presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), expôs os impactos ambientais causados pela rede Havan em Canoas. A produção denunciou a destruição da última grande área verde do centro da cidade para a construção da loja, gerando preocupação entre ambientalistas e moradores da região.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.839 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (13). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 21 milhões para o próximo sorteio.
A quina teve 18 apostas vencedoras, que irão receber R$ 86.398,67. cada. Outras 1.042 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 2.132,13 cada.
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (15), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.
No Norte brasileiro, as chuvas intensas serão notadas em quase todos os estados da região, nesta sexta-feira (14). Em todo o Pará e no estado do Amazonas a previsão é de céu com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
A mesma condição será notada mais ao sul de Roraima, em municípios como Caracaraí e Rorainópolis. No estado do Acre, as chuvas mais intensas estão previstas para a região de Juruá. Para as demais áreas, a previsão é de pancadas de chuva isoladas.
Já no Tocantins, toda a unidade da federação contará com céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Em Rondônia, por sua vez, sobretudo mais ao sul, estão previstas pancadas de chuva e trovoadas isoladas – mesma condição de toda a faixa oeste do Amapá, onde estão situadas cidades como Laranjal do Jari.
Entre a capitais, a temperatura mínima prevista é 23°C, em Rio Branco. A máxima pode chagar a 33°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 98%.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia