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21 maio 2026
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Concurso para professores será em outubro

A Prova Nacional Docente deverá ser aplicada em outubro, afirma Manuel Palacios, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Durante um evento promovido pela ONG Todos Pela Educação nesta quinta-feira (13), em São Paulo, Palacios também adiantou que:

  • as inscrições devem começar em junho;
  • os resultados serão divulgados em dezembro, para que as redes selecionem seus professores a tempo do início do novo ano letivo.

 

✏️ O que é? Criada pelo Ministério da Educação (MEC), a nova avaliação deverá funcionar como um concurso nacional e unificado para selecionar professores de educação básica que lecionarão nas redes públicas de ensino.

Os municípios e estados interessados em usar as notas para contratar seus docentes devem aderir ao programa até 17 de abril. A cidade de São Paulo, por exemplo, já confirmou que adotará a prova em seu processo seletivo, afirma Fernando Padula, secretário municipal de Educação.

✏️ Por que o concurso foi criado? Entre os objetivos, estão: aumentar o número de profissionais efetivos (usando critérios adequados) e elevar a frequência das contratações— sem exigir que cidades pequenas, que usualmente sofrem com problemas logísticos e orçamentários, tenham de organizar seus próprios processos seletivos.

“Ainda que o processo de adesão não tenha sido concluído ainda, já sabemos que serão ao menos 250 mil candidatos que se formaram em cursos de licenciatura”, afirma Palacios.

Além disso, o presidente do Inep afirmou que “teremos critérios mais claros na admissão de professores” para estados e municípios.

✏️ Como será a prova? A avaliação usada no concurso é o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), na versão específica para licenciaturas, criada em 2024.

Um terço do exame, aplicado anualmente, será de perguntas gerais para professores, e dois terços, de questões específicas da disciplina lecionada pelo candidato.

G1

Creche é investigada por queimaduras e choque na boca de bebês

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga uma creche particular da região do Gama onde um bebê sofreu queimaduras de 2° grau nos pés e outro levou um choque na boca.

Ayla Melo, mãe do bebê que levou um choque na boca após ser deixado sozinho em uma sala em reforma, diz que entrou na Justiça contra a creche. Os pais do bebê que queimou os pés registraram um boletim de ocorrência na 14ª DP, no Gama.

Outras mães também denunciaram a instituição nas redes sociais. A direção do Centro Educacional Doce Infância afirmou, em comunicado aos pais, que as queimaduras nos pés do menino foram provocadas pelo piso da escola, e que acionou o fabricanteAo g1, a escola lamentou os dois casos e disse que prestou toda a assistência e suporte aos alunos, e que, além de rever medidas de segurança, colabora com a investigação que está sob segredo de justiça

A Secretaria de Educação disse que acompanha os casos e que está monitorando o atendimento das crianças.

Na terça-feira (11), a mãe da criança que teve os pés queimados, Monara Lourenço, recebeu uma ligação durante a tarde para encontrar o filho no posto de saúde perto da escola. Ao chegar no local, a mãe viu as queimaduras nos pés do bebê.

O bebê foi encaminhado pela polícia ao Instituto Médico Legal (IML), que examinou a gravidade das queimaduras. O laudo ainda não foi finalizado.

Outras vítimas

 

Monara conta que publicou em suas redes sociais sobre as queimaduras do filho e que outras mães, que têm crianças na mesma creche, também denunciaram a instituição.

  • Uma mãe disse que a filha estudou no Centro Educacional Doce Infância por um ano, e que a criança chegou em casa com marcas pelo corpo, como se tivesse sido agredida por um adulto;
  • Uma mãe disse que sempre chegava cerca de 10 minutos antes do horário de saída das crianças e que, da esquina, conseguia ouvir as professoras gritando com os alunos. Ela também denunciou que a filha uma vez chegou com um hematoma na testa, e que a escola não mandou nenhum bilhete;
  • Uma mulher que se identifica como estudante de pedagogia disse que iria fazer um estágio na creche. No entanto, ela não conseguiu ficar nem um dia completo na escola. Ela conta que as crianças são maltratadas psicologicamente, ameaçadas, e que presenciou uma das monitoras pegando o braço de uma criança de dois anos com força.
  • Além das denúncias nas redes sociais, a estudante Ayla Melo afirma que o filho carrega marcas no rosto de quando se machucou no Centro Educacional Doce Infância, em 2023. A criança colocou um fio desencapado do ventilador de teto na boca e houve uma “explosão”, segundo a mãe.
  • O acidente foi em uma sala em reforma, e, segundo Ayla, a monitora deixou a criança sozinha. O bebê, na época com 1 ano e meio de idade, teve queimaduras de 2° e 3° graus na boca e precisou passar por uma cirurgia.

    A mãe conta que ele ficou com queloide na boca e que vai precisar passar por uma correção no futuro. Ayla Melo diz que entrou na Justiça contra a instituição.

    O que diz o Centro Educacional Doce Infância

     

    “A Direção do Centro Educacional Doce Infância esclarece que, no dia 11 de março de 2025, um aluno sofreu queimaduras de segundo grau nos pés ao pisar descalço em uma área do pátio que estava aquecida pelo sol. Assim que a situação foi identificada, a equipe escolar prestou os primeiros socorros e notificou imediatamente os pais e responsáveis. O estudante foi encaminhado para atendimento médico especializado e recebeu toda a assistência necessária.

    Diante do ocorrido, a instituição notificou o fabricante do piso e já iniciou uma revisão das medidas de segurança para evitar novos incidentes. O Centro Educacional Doce Infância lamenta profundamente o ocorrido e segue em contato com a família do aluno, oferecendo todo suporte necessário.

    Em relação ao incidente envolvendo a criança que sofreu um choque na boca, ocorrido em 2023, esclarecemos que toda a assistência necessária foi prontamente prestada à família, incluindo acompanhamento médico e suporte emocional. O Centro Educacional Doce Infância está colaborando integralmente com as autoridades competentes nas investigações, que seguem sob segredo de justiça. Por esse motivo, o setor jurídico da instituição está acompanhando de perto o andamento do processo, garantindo o respeito à confidencialidade das informações.

    A Direção do Centro Educacional Doce Infância reafirma seu compromisso com a segurança, o bem-estar dos alunos e a transparência na comunicação. Manteremos os responsáveis informados sobre as providências adotadas e seguimos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos e colaborar com as investigações em curso.”

    O que diz a Secretaria de Educação

     

    “A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio do Conselho de Educação do DF, informa que o Centro Educacional Doce Infância é uma instituição educacional particular credenciada pela SEEDF até 31/12/2028, conforme a Portaria nº 392, de 03/08/2021, para a oferta de Educação Infantil (Creche e Pré-escola) e Ensino Fundamental (1º ao 5º ano). A instituição atende por meio do Programa de Benefício Educacional-Social (PBES) – Cartão Creche.

    A Diretoria de Regulação e Supervisão de Ensino (Direse), órgão da SEEDF responsável pela fiscalização das instituições privadas no Distrito Federal, e a Coordenação Regional de Ensino do Gama estão acompanhando a situação, bem como dando orientações para a unidade escolar. Durante esta semana, a Direse e a CRE do Gama estarão monitorando o atendimento das crianças e as rotinas implantadas na instituição.”

G1

Lebrão deve perder o mandato de deputado federal

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (13), por 6 votos a 5, que a nova definição sobre sobras eleitorais deve vigorar a partir das eleições de 2022. Com isso, o deputado federal Eurípedes Lebrão (União) deve perder o mandato para Rafael Fera (Podemos). A Justiça Eleitoral vai ser comunicada e os parlamentarres atingidos ainda terão defesa.

Os recursos eram referentes à decisão tomada anteriormente pelos ministros, por maioria de votos, no julgamento das Ações Direta de Inconstitucionalidade ajuizadas por partidos políticos de que todos os partidos políticos podem participar da última fase de distribuição das sobras, antes reservada aos que atingissem cláusula de desempenho.

Também por maioria, o plenário decidiu que é inconstitucional a regra do Código Eleitoral que previa que, caso nenhum partido atingisse o quociente, as vagas seriam preenchidas pelos candidatos mais votados. Para os ministros, essas mudanças deveriam ser aplicadas a partir das eleições de 2024, sem afetar o resultado das eleições de 2022. É neste ponto que os partidos recorrem.

Nos embargos, as legendas argumentaram que, de acordo com a Lei das ADIs (Lei 9.868/1999, artigo 27), seria pelo menos oito votos para modular os efeitos da decisão do Plenário. Como isso não ocorreu, as alterações deveriam retroagir e valer para os eleitos no pleito de 22.

Rondoniagora

Confira o resultado do concurso do TJ de Rondônia

O Instituto Consulplan divulgou, nesta quinta-feira (13), o resultado definitivo das provas objetivas do concurso público do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO).

Além da lista com os resultados, também foram publicadas as respostas aos recursos interpostos contra o resultado preliminar das provas objetivas, bem como a relação dos candidatos que terão suas provas discursivas corrigidas.

Todas as informações estão disponíveis no site oficial da Consulplan: www.consulplan.net.

Os candidatos devem ficar atentos às próximas etapas do certame.

Projeto “Arte em Tela” valoriza cultura indígena e revela talentos na Escola Mamaindê

Um trabalho artístico e cultural vem ganhando destaque no extremo sul de Rondônia: o projeto “Arte em Tela”, desenvolvido na Escola Indígena Mamaindê, localizada na Terra Indígena Vale do Guaporé, a cerca de 95 km do município de Vilhena. A iniciativa é fruto da dedicação do professor da rede estadual, José Aliano Ronquete, em parceria com a artista plástica Camila Shineiider.

O projeto contou com a participação ativa dos alunos indígenas, que participaram das atividades caracterizados com elementos da própria cultura. Com a orientação dos profissionais, os estudantes desenvolveram telas criativas e repletas de temáticas regionais, revelando talento, sensibilidade artística e profundo respeito pelas tradições do povo Mamaindê.

Além de proporcionar contato com técnicas de pintura e expressão visual, a proposta teve como principal objetivo valorizar a identidade cultural indígena por meio da arte, promovendo o protagonismo dos alunos e fortalecendo a autoestima das comunidades atendidas pela escola.

A Escola Indígena Mamaindê é vinculada à jurisdição da Superintendência Regional de Educação de Vilhena (Super), que tem à frente a professora Nilta Nunes, representante da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). A gestora destaca a importância de iniciativas como essa para o fortalecimento da educação indígena e o compromisso do governo de Rondônia em promover o respeito à diversidade cultural nas escolas da rede estadual.

Com o sucesso da ação, a expectativa é de que o Arte em Tela seja ampliado para outras escolas indígenas da região, incentivando o surgimento de novos talentos e promovendo a interculturalidade no ambiente escolar.

Acesse aqui

https://www.instagram.com/reel/DGWmWuVJykW/?igsh=MWdsa2x0d2szNmVibQ==

Estuprador de ex-candidata é condenado a 9 anos de prisão em RO

Mídia Rondônia – O 2º Juizado de Violência Doméstica de Porto Velho condenou, na quarta-feira (12), Michelangelo Barroso a 9 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado pelo crime de estupro cometido contra a presidente do PSOL em Rondônia e ex-candidata a vice-prefeita da capital, Liliane Rodrigues.

O caso ocorreu às vésperas das eleições municipais de 2024, quando Liliane — conhecida como Lili Rodrigues — disputava o pleito ao lado de Samuel Costa (Rede), como candidata a vice-prefeita de Porto Velho. A denúncia gerou forte comoção nos meios político e social, especialmente por envolver uma liderança reconhecida na militância feminista e nos direitos humanos.

Além da pena de prisão, Michelangelo Barroso foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 10 mil por danos morais à vítima. Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), o processo corre em sigilo, por se tratar de crime de natureza sexual, e mais detalhes sobre o caso não foram divulgados.

A condenação de Barroso representa um importante desdobramento judicial em um caso que provocou mobilização de movimentos sociais e políticos desde que veio a público. Liliane Rodrigues, que sempre se posicionou publicamente contra a violência de gênero, ganhou apoio de diversas entidades, partidos e coletivos feministas após a denúncia.

Mesmo com o sigilo processual, a sentença reafirma a seriedade com que o Judiciário vem tratando os casos de violência contra a mulher no estado de Rondônia. A defesa do condenado ainda pode recorrer da decisão.

Deputado Ezequiel Neiva investe R$ 857 mil para construção de quadras de futebol em Vilhena

Mídia Rondônia – Na tarde desta quarta-feira, 12, o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, e o deputado estadual Ezequiel Neiva assinaram a ordem de serviço para a construção de três quadras de futebol society no município. A cerimônia marcou o pontapé inicial de mais um importante projeto voltado ao esporte e lazer da população vilhenense.

A iniciativa é fruto de uma emenda parlamentar destinada pelo deputado Ezequiel Neiva, no valor de R$ 857.953,03, somada à contrapartida da Prefeitura de Vilhena, no valor de R$ 250.000,00 – totalizando um investimento superior a R$ 1,1 milhão.

Os espaços terão gramado sintético, oferecendo mais conforto, durabilidade e qualidade para os praticantes do futebol society.

O deputado Ezequiel Neiva também ressaltou a importância do projeto: “O esporte é uma ferramenta poderosa de transformação social. Essas quadras vão beneficiar muitas famílias e promover mais qualidade de vida à nossa gente.”

As quadras serão construídas em bairros estratégicos da cidade:

  • Praça do Bairro São José, na Avenida 15 de Novembro;
  • Praça do Bairro Marcos Freire, na Travessa 745;
  • Bairro Assossete, na Rua Solimões.

Sintero realiza Assembleia Geral dia 18 em Vilhena e define agenda de mobilização para o “Dia D”

O Sintero – Regional Cone Sul realiza na próxima terça-feira, dia 18, uma Assembleia Geral com os profissionais da educação da rede estadual. O encontro acontece a partir das 9h30, no auditório do sindicato em Vilhena, e deve reunir trabalhadores da ativa e aposentados para tratar de assuntos relevantes para a categoria.

Durante a assembleia, os dirigentes sindicais irão repassar os informes sobre a reunião realizada com Mesa Estadual de Negociação Permanente (MENP), além de encaminhar as deliberações que serão levadas ao governo do Estado no dia 25 de março, data que está sendo chamada pelo sindicato de “Dia D” – quando importantes decisões deverão ser tomadas com base na mobilização da categoria.

A direção do Sintero convida toda a categoria a participar ativamente da assembleia e reforça a importância da união neste momento decisivo para garantir avanços nos direitos e nas condições de trabalho dos profissionais da educação.

A presidente do Sintero, professora Dioneida Castoldi, informa que, durante o evento, será  reforçada as pautas para 2025, com foco na valorização dos trabalhadores e trabalhadoras em educação. Entre as principais reivindicações que integram a campanha salarial deste ano, estão:

  • Reajuste do piso salarial: Reivindicação de 6,27% de aumento a partir de abril;
  • Inclusão de técnicos e técnicas no reajuste: Equiparação do percentual entre as funções;
  • Gratificação por diferenciação de níveis: Proposta de 25% para corrigir desigualdades entre técnicos e técnicas;
  • Aumento da gratificação de titularidade: Valorização dos profissionais com formação acadêmica;
  • Equiparação do auxílio-alimentação: Atualização do valor, que não é reajustado desde 2014;
  • Criação de auxílio-transporte adequado: Proposta de benefício para quem cumpre dois a três turnos de trabalho.

STF julga nesta quinta recursos que podem alterar bancada de Rondônia na Câmara

Sessão plenária do STF. Foto:Nelson Jr./SCO/STF (08/08/2018)

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quinta-feira (13), recursos (embargos de declaração) contra decisão da Corte sobre distribuição das sobras eleitorais em eleições proporcionais, permitindo que todos os partidos participem do rateio. O julgamento foi iniciado em plenário virtual, mas um destaque do ministro André Mendonça levou o caso para discussão de toda a Corte.

Está em discussão quando o entendimento das sobreas deve ser aplicado, se a partir das eleições de 2024, sem afetar o resultado de 2022, ou desde as eleições de 2022.

Se decidir pela mudança a partir de 2022, o deputado federal Lebrão (União) pode perder o mandato. Entraria em seu lugar Rafael Bento (Podemos).

Os recursos são referentes à decisão tomada pelo colegiado, por maioria de votos, no julgamento das Ações Direta de Inconstitucionalidade (ADIs) 7228, 7263 e ADI 7325, ajuizadas por partidos políticos. O entendimento foi de que todos os partidos políticos podem participar da última fase de distribuição das sobras, antes reservada aos que atingissem cláusula de desempenho.

Também por maioria, o plenário decidiu que é inconstitucional a regra do Código Eleitoral que previa que, caso nenhum partido atingisse o quociente, as vagas seriam preenchidas pelos candidatos mais votados. Para os ministros, essas mudanças deveriam ser aplicadas a partir das eleições de 2024, sem afetar o resultado das eleições de 2022. É neste ponto que os partidos recorrem.

Nos embargos, as legendas argumentam que, de acordo com a Lei das ADIs (Lei 9.868/1999, artigo 27), seria pelo menos oito votos para modular os efeitos da decisão do Plenário. Como isso não ocorreu, as alterações deveriam retroagir e valer para os eleitos no pleito de 22.

Votos

Mesmo com o pedido de destaque, alguns ministros já tinham se manifestado na sessão virtual. Em seu voto, a relatora, ministra Cármen Lúcia, rejeitou os recursos. Ela detalhou que o Plenário, no julgamento do mérito, aplicou o previsto no artigo 16 da Constituição Federal. A norma estabelece que mudanças na legislação eleitoral não se aplicam a eleições que ocorram em até um ano de sua publicação. Nesse caso, as alterações feitas a partir da decisão do STF só poderiam valer a partir de 2024.

A divergência foi aberta pelo ministro Gilmar Mendes, decano do STF. Para ele, os recursos devem ser acolhidos pois o caso em discussão envolve modulação, e, portanto, seria preciso o quórum de ao menos oito votos no Plenário para que os efeitos da decisão sejam aplicados a partir das eleições deste ano. Como isso não ocorreu, o entendimento deve retroagir e alcançar o pleito de 2022.

O ministro Alexandre de Moraes proferiu voto com entendimento semelhante. Ele destacou o risco de uma distorção caso os efeitos da decisão do STF sobre as sobras não sejam aplicados às últimas eleições. “Permitir a consolidação fática de resultados eleitorais distorcidos pela aplicação de regra inconstitucional é, por si só, elemento perturbador e deformador da normalidade das eleições, além de desequilibrar as condições de disputa entre partidos e candidatos”, afirmou.

A posição do ministro Alexandre foi acompanhada pelos ministros Flávio Dino, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cristiano Zanin.

Podem perder os cargos os deputados federais 

Sílvia Waiãpi (PL-AP)

Sonize Barbosa (PL-AP)

Professora Goreth (PDT-AP)

Dr. Pupio (MDB-AP)

Gilvan Máximo (Republicanos-DF)

Lebrão (União Brasil-RO)

Lázaro Botelho (PP-TO).

Podem entrar os suplentes

Professora Marcivânia (PCdoB- AP)

Paulo Lemos (PSOL-AP).

André Abdon (PP-AP

Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

Rafael Bento (Podemos-RO)

Tiago Dimas (Podemos-TO).

Rondoniagora

Suspensão de transporte preocupa pais de alunos do IFRO de Colorado que moram em Vilhena

Mídia Rondônia – Com a proximidade do retorno das aulas no Instituto Federal de Rondônia (IFRO), campus Colorado do Oeste, previsto para o dia 24 de março, famílias de estudantes e servidores que residem em Vilhena vivem dias de angústia. O motivo é a suspensão do serviço de transporte particular que atendia o trajeto entre as duas cidades, feito até então por um micro-ônibus da empresa Expresso Guaporé, com capacidade para 27 passageiros. A empresa, única a operar essa linha, anunciou que não renovará os contratos com os alunos e servidores.

Preocupada com a situação, uma mãe procurou o jornal Mídia Rondônia para relatar o drama que está enfrentando. Ela é uma das muitas mães que estão em busca de uma solução urgente para garantir o direito dos filhos de continuarem estudando.

“É um sonho do meu filho estudar no IFRO. Ele passou, está feliz, motivado, e agora corremos o risco de ver tudo isso comprometido por falta de transporte. Estamos dispostos a pagar pelo serviço, mas não há nenhuma empresa interessada em fazer essa linha. Só queremos que eles consigam ir e voltar com segurança”, disse a mãe emocionada.

O micro-ônibus atendia diariamente 24 estudantes e três servidores da instituição. Sem alternativas até o momento, um grupo de pais e alunos organiza uma reunião com representantes da Prefeitura de Vilhena nesta quinta-feira, 13, para pedir o apoio do poder público. Eles esperam que, até a retomada das aulas, alguma medida emergencial seja adotada para evitar prejuízos ao calendário escolar e à formação dos jovens.

Diante do impasse, uma das propostas cogitadas seria a possibilidade de o próprio IFRO disponibilizar temporariamente um de seus veículos institucionais para garantir o transporte dos alunos e servidores até que uma nova empresa seja contratada.

Os familiares pedem uma intervenção urgente das autoridades municipais e estaduais, ressaltando que os estudantes dependem exclusivamente desse transporte para frequentar as aulas em Colorado do Oeste, distante cerca de 80 km de Vilhena.

“Nós não queremos favores. Vamos pagar pelo serviço, só precisamos que alguém assuma essa rota. Nossos filhos estão lutando por um futuro melhor, e não podemos deixar que algo tão básico como o transporte os impeça de seguir com seus estudos”, concluiu a mãe.

O jornal Mídia Rondônia segue acompanhando o caso e aguarda um posicionamento das autoridades sobre a demanda.