O Carnaval de 2026 terminou sem registro de mortes nas rodovias federais de Rondônia, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (19) pela PRF.
De acordo com os dados, entre os dias 13 e 18 de fevereiro foram contabilizados três acidentes graves, número que representa redução de 50% em comparação com o Carnaval de 2025, quando houve seis ocorrências desse tipo.
No comparativo de óbitos, a queda foi ainda mais significativa: o estado passou de três mortes no ano passado para nenhuma neste ano — redução de 100%. No cenário nacional, porém, houve aumento de 8,54% nos acidentes graves.
Infrações e fiscalização
Durante a operação, a PRF registrou 483 infrações de trânsito, frente a 119 no mesmo período de 2025. As irregularidades mais frequentes foram:
Dirigir sem CNH
Veículo não licenciado
Falta de atenção ao volante
Veículos em mau estado de conservação
Uso de calçado inadequado
Ultrapassagens pela contramão
No combate à embriaguez ao volante, foram realizados 2.536 testes de alcoolemia. Ao todo, houve 24 autuações administrativas, incluindo recusas ao teste, e sete pessoas foram presas em flagrante por dirigir sob efeito de álcool.
Resultados da operação
Ao longo dos seis dias de fiscalização, a PRF abordou 9.608 pessoas e consultou 7.382 veículos. Também foram apreendidos 9,24 quilos de entorpecentes e 25 pessoas foram presas por diversos crimes.
A operação segue até o dia 23 de fevereiro e integra a terceira fase da Operação Rodovida, voltada à redução de acidentes e ao reforço da segurança nas estradas federais.
A deputada estadual Cláudia de Jesus (PT) apresentou indicação ao Governo de Rondônia solicitando a devolução imediata da administração do Teatro Guaporé, em Porto Velho à Fundação de Cultura do Estado de Rondônia (Funcer), com a revogação da concessão ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO). A proposta foi encaminhada à Secretaria de Estado do Esporte, Cultura e Lazer (Sejucel), reforçando o posicionamento do Conselho Estadual de Política Cultural (CEPC), que se manifestou contrário à medida.
De acordo com a parlamentar, a gestão de um equipamento cultural deve permanecer sob responsabilidade do órgão técnico especializado, garantindo autonomia artística, pluralidade de linguagens e acesso democrático à população. A deputada argumenta que a concessão ao Poder Judiciário, sem debate prévio com o conselho setorial e a sociedade civil, levanta questionamentos quanto à transparência e à participação popular na definição de políticas culturais.
“O Teatro Guaporé é um espaço histórico da cultura rondoniense, reconhecido por sua tradição de apresentações gratuitas e acessíveis. Defendemos que sua administração permaneça na esfera cultural, assegurando liberdade de expressão, valorização dos artistas locais e fortalecimento da economia criativa do Estado”, afirmou Cláudia de Jesus.
Pierre Sablé, francês de 91 anos, celebrou o nascimento de sua sétima filha, Louisa Maria, fruto de seu relacionamento com a esposa Aïcha, de 39 anos. Ele já tem seis filhas de mães diferentes, com a mais velha, Carola, sendo 60 anos mais velha do que Louisa. Pierre, que se considera saudável e ativo, atribui sua longevidade à prática de atividades físicas, como o trail running, e afirma que continua trabalhando como se tivesse 20 anos a menos. Com informações do Metrópoles.
“Quem me conhece sabe que faço o que quero e não tenho que dar satisfação a ninguém”, declarou ele sobre sua vida pessoal. Embora a diferença de idade entre Pierre e Aïcha seja de 52 anos, a esposa descreve o marido como um “bom pai” e um “ótimo companheiro”. A história de Pierre inclui não só as filhas, mas também um filho, Jean-Pierre, que ele só descobriu mais tarde. A relação com Aïcha começou nas encostas dos Pirenéus, onde o casal plantou pistacheiros em sua propriedade.
Apesar de muitos o chamarem de “playboy estereotipado envelhecido”, Pierre reafirma que não se considera assim. Ele preferiu sempre estar perto de pessoas mais jovens, o que influenciou sua vida e escolhas. O casal parece não se preocupar com a crítica de quem não entende sua relação, e Pierre continua a viver com entusiasmo, dizendo que tem “30 anos de espírito”. (DCM)
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Norte do país nesta sexta-feira.
No Acre, em Rondônia e no Amapá, a expectativa é de temporais ao longo do dia, com pancadas de chuva fortes e possibilidade de trovoadas.
No Amazonas, a instabilidade se concentra principalmente nos municípios de Manicoré, Tapauá e Novo Aripuanã, que devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Roraima, a previsão é de tempo fechado, com predominância de muitas nuvens durante o dia.
No Pará, a chuva ocorre com mais intensidade em Altamira e São Félix do Xingu, no sudoeste do estado.
Já no Tocantins, os municípios de Gurupi e São Valério devem registrar nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
Mídia Rondônia – A Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) confirmou quatro casos de Mpox, conhecida como varíola dos macacos, no estado de Rondônia. Ao todo, seis notificações da doença foram registradas em Porto Velho, sendo quatro confirmações e dois casos descartados.
Segundo a pasta, os pacientes diagnosticados foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, receberam orientações médicas e permanecem em isolamento, conforme os protocolos sanitários para evitar a transmissão.
A secretaria também informou que um caso suspeito atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião foi descartado após exames confirmarem que se tratava de varicela, a catapora — outra doença viral que provoca manchas e bolhas pelo corpo.
O que é a Mpox
A Mpox é uma doença viral que causa febre e lesões na pele que evoluem para bolhas e feridas. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com essas lesões, fluidos corporais ou objetos contaminados.
Na maioria dos casos, a doença apresenta evolução leve, mas exige acompanhamento médico e isolamento do paciente para impedir a disseminação.
Entre os principais sintomas estão:
Lesões cutâneas em qualquer parte do corpo
Febre
Fraqueza
Ínguas (linfonodos inchados)
Dores musculares e nas costas
Dor de cabeça e garganta
Tosse ou congestão nasal
Orientações
A SESAU orienta que pessoas com lesões na pele, com ou sem febre, procurem imediatamente uma unidade de saúde para avaliação. Em caso de confirmação, é necessário seguir medidas preventivas e manter o isolamento até a liberação médica.
A secretaria informou ainda que segue monitorando a situação e mantendo vigilância epidemiológica ativa no estado.
O goleiro Bruno Fernandes foi confirmado como titular do Vasco-AC na partida contra o Velo Clube, nesta quinta-feira (19), na Arena da Floresta, em Rio Branco. Condenado a 22 anos pelo homicídio triplamente qualificado da modelo Eliza Samudio, ele retornou ao Acre após cinco anos. O nome dele foi regularizado no BID da CBF na quarta-feira (18), o que liberou sua escalação.
Ele chegou ao estado no domingo (15) e se apresentou na segunda (16). Segundo apuração, o criminoso compareceu à Justiça do Rio em 11 de fevereiro para formalizar o livramento condicional, após decisão que determinou sua apresentação ao Conselho Penitenciário. Em 2020, o goleiro já havia atuado pelo Rio Branco-AC, com 18 jogos disputados.
O Vasco-AC também está no centro de investigação envolvendo quatro jogadores presos por suspeita de estupro coletivo em Rio Branco. Eles negam o crime. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
Aglai Fernanda Cruz (foto em destaque) se apresenta nas redes sociais como revendedora de maquiagens. As publicações dão dicas de skincare e oferecem produtos como blushes, loções demaquilantes e batons de uma loja da influenciadora Alice Salazar em São Luís.
Aglai Fernanda Cruz, a dona da suposta empreiteira, também é professora da rede estadual do Maranhão desde 2004, está lotada em um centro educacional em São José de Ribamar e ganha um salário de R$ 6.054,55. A legislação proíbe que servidores públicos sejam administradores de empresas e, ainda mais, que sejam contratados pelo estado.
No papel, contudo, Aglai Fernanda Cruz é a dona de suposta empreiteira que foi subcontratada em uma obra de R$ 235 milhões do governo do Maranhão. A companhia, no entanto, acumula indícios de ser uma empresa de fachada: não tem site nem perfil nas redes sociais, tampouco funcionários ou veículos.
Uma dessas impropriedades se deve à subcontratação da Agla’S Infraestrutura Ltda., a empreiteira da revendedora de maquiagens. A empresa chegou a receber R$ 8 milhões para tocar parte da obra. No entanto, a companhia foi afastada, no fim do ano passado, após o TCU apontar irregularidades. No total, a Agla’S receberia R$ 24 milhões.
A subcontratação foi um requisito imposto pelo governo do Maranhão durante a fase de licitação. A exigência estava prevista no edital do pregão e serviu de motivo, inclusive, para desclassificar uma concorrente da disputa – o que, segundo o TCU, representou uma restrição à competitividade. A auditoria do tribunal de contas revela potenciais danos econômicos, à moralidade e à probidade administrativa em razão das irregularidades.
Aglai Fernanda Cruz, a dona da suposta empreiteira, também é professora da rede estadual do Maranhão desde 2004, está lotada em um centro educacional em São José de Ribamar e ganha um salário de R$ 6.054,55. A legislação proíbe que servidores públicos sejam administradores de empresas e, ainda mais, que sejam contratados pelo estado.
“Além do mais, a participação de subcontratada na licitação foi obrigatória e esta foi apresentada à administração ainda durante o certame, não sendo razoável alegar desconhecimento de que empresa de um servidor público estadual estaria sendo beneficiada em contratação do estado”, diz o relatório de fiscalização do TCU.
“Além do mais, a participação de subcontratada na licitação foi obrigatória e esta foi apresentada à administração ainda durante o certame, não sendo razoável alegar desconhecimento de que empresa de um servidor público estadual estaria sendo beneficiada em contratação do estado”, diz o relatório de fiscalização do TCU.
Trecho do relatório de fiscalização do TCU aponta que empresa subcontratada não tem funcionários nem veículos
Aglai Fernanda Cruz também responde por improbidade administrativa na Justiça do Maranhão. Segundo denúncia feita pelo Ministério Público (MPMA) em dezembro de 2021, a empresária foi beneficiada diretamente por uma esquema de fraude em licitação e desvio de recursos públicos envolvendo a Prefeitura de Vitorino Freire (MA). O esquema também contava com a participação de empresas de fachadas e a intermediação de Igor Silva Cruz, marido de Aglai e ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da cidade.
A coluna procurou Aglai Fernanda Cruz por meio das redes sociais e do número de telefone disponível no cadastro na Receita Federal da Agla’S Infraestrutura, mas não houve retorno.
Em nota enviada à coluna, o governo do Maranhão alegou que não teve qualquer participação na subcontratação da Agla’S Infraestrutura Ltda. “A empresa vencedora [Lucena Infraestrutura] foi definida exclusivamente com base nos critérios objetivos previstos no edital e na proposta apresentada, conforme as regras da Lei nº 14.133/2021. Além disso, destaca que o estado do Maranhão não realizou contratação direta com a [Agla’S Infraestrutura]. A empresa vencedora do certame teria por obrigação legal subcontratar parte dos serviços. A subcontratação foi realizada dentro das hipóteses legais, processo do qual o Estado não teve qualquer participação”, explicou.
ReproduçãoGovernador Carlos Brandão (sem partido) divulga obra na Avenida Litorânea
O TCU esperava, contudo, que o governo do Maranhão tivesse analisado a capacidade da Agla’S Infraestrutura antes de subcontratar a empresa.
“Dessa forma, tendo em vista que a subcontratada foi apresentada nessa condição para executar serviços do contrato da ordem de R$ 24,2 milhões, era esperado que se apresentassem atestados e comprovações que indicassem as reais capacidades operacionais e técnicas da empresa para a execução desses serviços, conforme art. 122, § 1º, da Lei 14.133/2021, o que não foi feito”, disparou o Tribunal de Contas da União.
TCU não achou funcionários da Agla’S em obra no Maranhão
Além disso, em visita realizada às obras da nova Avenida Litorânea, os técnicos do TCU não acharam funcionários da Agla’S Infraestrutura no local.
“Etapas do serviço de drenagem profunda, que são de responsabilidade da empresa subcontratada, já haviam sido executadas e outras estavam em execução. E, nesse período, a equipe de auditoria presenciou tão somente funcionários da empresa contratada, Lucena Infraestrutura Ltda, em campo, conforme se observa das fotos apresentadas pela equipe de auditoria, não havendo indicativo de participação efetiva da empresa Agla’S Infraestrutura nas obras”, detalhou a área técnica do tribunal de contas.
Maranhão trocou tubos de concreto por de plástico, e TCU apura superfaturamento
“Frisa-se também que a instalação dos tubos PEAD, sob responsabilidade da subcontratada, já estava em curso em 26/4/2025, segundo dia de atividades da empresa Agla’S Infraestrutura Ltda. Todavia, as informações relativas a esse dia constantes do diário de obra da subcontratada não dão conta da execução desse serviço. O diário de obra referente ao dia 3/5/2025 é o primeiro em que consta a execução da implantação dos referidos tubos”, prosseguiu o relatório de fiscalização.
O TCU também identificou pagamentos irregulares à Lucena Infraestrutura Ltda por serviços que deveriam ter sido executados pela Agla’S Infraestrutura Ltda. “Isso levou à destinação indevida de R$ 3.176.746,40 à empresa Lucena Infraestrutura Ltda, impactando o cumprimento da legalidade administrativa e gerando potencial dano econômico ao erário.”
Um padre de 56 anos foi preso na noite de quarta-feira (18) após celebrar uma missa no município de São Francisco de Paula (RS). Contra ele havia um mandado de prisão por condenação pelo crime de estupro de vulnerável, expedido pela Justiça de Rondônia.
A prisão foi realizada pela Polícia Civil por volta das 19 horas, logo após o encerramento da celebração religiosa. Conforme informado pela corporação, a abordagem ocorreu somente depois que os fiéis deixaram o local, para evitar exposição durante a cerimônia.
Segundo a delegada Fernanda Aranha, responsável pelo cumprimento do mandado, o processo tramita em segredo de Justiça, o que impede a divulgação de detalhes sobre os fatos que levaram à condenação.
Após a detenção, o religioso foi encaminhado para os procedimentos de transferência e início do cumprimento da pena, conforme determinação judicial.(Rondoniagora)
Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Charles III, foi preso no Reino Unido após a polícia abrir uma investigação por suspeita de “má conduta em cargo público” ligada ao caso Jeffrey Epstein, com buscas em endereços de Berkshire e Norfolk.
A prisão ocorreu na quinta-feira (19), e foi confirmada pela Polícia do Vale do Tâmisa, que informou que deteve “um homem na casa dos 60 anos, de Norfolk”, mantendo-o sob custódia enquanto cumpre mandados de busca. A corporação afirmou que, por se tratar de caso ativo, não dará entrevistas nem fará coletiva para evitar risco de desacato ao tribunal.
A mesma polícia disse que abriu investigação “após uma avaliação aprofundada” e que a prioridade é preservar a integridade e a objetividade das apurações.
O gatilho político e institucional é direto: a suspeita envolve o período em que Andrew atuou como enviado comercial do Reino Unido, e as alegações sob análise apontam para possível compartilhamento de informação sensível com Epstein, segundo a cobertura da imprensa britânica e internacional.
Imagens divulgadas por veículos britânicos mostram movimentação de agentes e carros descaracterizados em área ligada à propriedade de Sandringham, reforçando o peso simbólico do episódio, raro na história contemporânea da monarquia.
O caso também virou munição para o grupo República, que faz campanha pelo fim da monarquia. A organização afirmou que a ação policial foi influenciada por sua ofensiva jurídica e cobrou posicionamento público do rei Charles III e do príncipe William sobre o que sabiam.
O episódio chega num momento em que a instituição já opera no modo contenção de danos. Um levantamento divulgado pelo próprio República afirma que a preferência por monarquia caiu a 45%, com parte dos entrevistados defendendo chefe de Estado eleito, dado usado pelo grupo para pressionar a Casa Real.
Para o leitor brasileiro, o ponto-chave é entender o tipo penal citado, “má conduta em cargo público”, que no direito britânico costuma envolver abuso de função, violação de dever público ou conduta imprópria de quem exerceu cargo ou atribuição estatal. É por aí que a polícia enquadra a apuração ligada a relatórios e informações produzidas em ambiente oficial.
Portanto, o estrago político já está feito: quando o assunto é Epstein, o debate deixa de ser só jurídico e vira teste de credibilidade para instituições, inclusive a monarquia, que depende menos de voto e mais de confiança pública para se sustentar.
Na tarde desta quarta-feira (18), uma criança de 12 anos foi encontrada morta na Unidade de Acolhimento Infantojuvenil Municipal, administrada pelo Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC), localizada em Porto Velho (RO).
A menina foi encontrada sem sinais vitais, por servidores do local. Mas, até o momento a causa da morte não foi esclarecida.
Equipes da Polícia Civil e a Polícia Técnico-Científica se deslocaram até a unidade, e, realizaram os procedimentos necessários. O corpo foi removido pelo rabecão e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
O caso está sendo investigado pelas autoridades.
A Prefeitura emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso e prestou solidariedade à família. Confira abaixo:
“A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), informa o falecimento de uma adolescente ocorrido na tarde desta quarta-feira (18), na Unidade de Acolhimento Infantojuvenil Municipal, administrada pelo Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC).
O Município manifesta solidariedade aos familiares neste momento de dor.
A Polícia Civil e a Polícia Técnico-Científica estiveram no local, realizaram os procedimentos periciais e registraram a ocorrência.
As investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte.
A Prefeitura está colaborando integralmente com as autoridades competentes e disponibilizando todas as informações necessárias ao esclarecimento dos fatos.
A gestão municipal reafirma seu compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa do ocorrido.”