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4 maio 2026
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Sábado com pancadas de chuva em RO

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Norte do país neste sábado.

Acre, Rondônia e Amapá devem registrar fortes precipitações ao longo do dia.

No Amazonas, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em municípios da região Sul e Centro do estado, como Manicoré, Tapauá e Tefé.

Em Roraima, o tempo permanece encoberto, com predomínio de nuvens durante o dia.

No Pará, municípios do Sudeste paraense, como Redenção, Água Azul do Norte e Santana do Araguaia, devem ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Já no Tocantins, a instabilidade toma conta de todo o estado ao longo do dia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Sábado com intensas de chuvas em Rondônia

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Norte do país neste sábado.

Acre, Rondônia e Amapá devem registrar fortes precipitações ao longo do dia.

No Amazonas, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em municípios da região Sul e Centro do estado, como Manicoré, Tapauá e Tefé.

Em Roraima, o tempo permanece encoberto, com predomínio de nuvens durante o dia.

No Pará, municípios do Sudeste paraense, como Redenção, Água Azul do Norte e Santana do Araguaia, devem ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Já no Tocantins, a instabilidade toma conta de todo o estado ao longo do dia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Polícia trata morte de esposa de tenente como homicídio

Segundo o boletim de ocorrência, o marido da vítima, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, estava no apartamento no momento do disparo. Ele afirmou à polícia que encontrou a esposa caída no chão, com uma arma na mão e intenso sangramento, após ouvir um barulho enquanto tomava banho.

Em depoimento, o oficial relatou que o relacionamento do casal era conturbado e que, naquela manhã, havia ido ao quarto da esposa para propor a separação. Segundo ele, após uma discussão, entrou no banheiro e, cerca de um minuto depois, ouviu o barulho que inicialmente interpretou como o de uma porta batendo. Ao sair, disse ter encontrado Gisele ferida.

A mãe da policial afirmou à polícia que o relacionamento era extremamente conturbado e acusou o oficial de comportamento abusivo e violento, com imposição de restrições ao comportamento da filha. Ela relatou ainda que Gisele pretendia se separar e que vinha enfrentando forte pressão emocional nos dias anteriores à morte.

A soldado deixa uma filha de sete anos, de outro relacionamento. O tenente-coronel, até o momento, não é considerado suspeito. Procurada, a Secretaria da Segurança Pública informou que diligências seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias da morte.

Gisele Alves Santana foi enterrada na manhã desta sexta-feira (20). Segundo familiares, ela se preparava para assumir um trabalho no Tribunal de Justiça. (G1)

PM amamenta bebê após abandono dos pais

A soldado Helem, da Polícia Militar de Minas Gerais, interrompeu o atendimento na manhã desta quinta-feira (19) para amamentar uma recém-nascida abandonada em uma área de mata em Ibirité, na Grande Belo Horizonte. A criança foi resgatada por uma testemunha que viu a mãe jogá-la em um bueiro e levada à UBS Cascata com sinais de fome e desidratação. “Além de policial, eu sou mãe. Falou mais alto o instinto materno”, disse a soldado, que é lactante há nove meses.

A unidade de saúde não dispunha de mamadeira ou fórmula infantil no momento do atendimento, e a equipe médica autorizou a amamentação “cruzada” — prática não recomendada pela OMS por risco de transmissão de doenças, mas necessária diante da urgência. A bebê também apresentava suspeita de infecção urinária e ferimentos na genitália, que estão sendo investigados.

Os pais da criança foram identificados e presos por abandono e maus-tratos. A Polícia Militar informou que a testemunha acionou as autoridades logo após o resgate. A bebê segue sob cuidados médicos e deve ser encaminhada para adoção. (DCM)

Carnaval pode ter disseminado novo vírus em RO

O período de carnaval pode ter contribuído para a disseminação recente do vírus Mpox em Porto Velho, segundo avaliação de especialistas em saúde pública. A capital de Rondônia já registra quatro casos confirmados da doença, todos em homens com idades entre 20 e 40 anos, sem histórico recente de viagens.

De acordo com informações divulgadas pelo Governo de Rondônia durante coletiva nesta sexta-feira (20), com participação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), foram feitas seis notificações suspeitas até o momento. Após investigação laboratorial, quatro casos foram confirmados e dois descartados.

Entre as ocorrências descartadas está um caso suspeito registrado no Hospital Infantil Cosme e Damião. Após exames, foi constatado que o paciente não tinha Mpox, mas sim varicela (catapora).

Possível relação com o carnaval

Especialistas apontam que grandes aglomerações e contato físico intenso, comuns durante o carnaval, podem facilitar a transmissão do vírus, especialmente em ambientes com grande circulação de pessoas.

Orientações de saúde

As autoridades reforçam que pessoas com sintomas suspeitos — como febre, lesões na pele, dores no corpo e inchaço dos gânglios — devem procurar atendimento imediatamente.

O primeiro atendimento deve ser realizado, preferencialmente, em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Os pacientes também devem seguir rigorosamente as orientações das equipes de saúde para evitar a propagação da doença.

A vigilância epidemiológica segue monitorando novos casos e reforçando medidas de prevenção na capital.

Mistério: PM casada com oficial é encontrada morta

A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um disparo na cabeça no apartamento onde vivia, no Brás, em São Paulo, na quarta-feira (18). Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas a investigação logo levantou suspeitas.

Em depoimento à Polícia Civil, a mãe de Gisele, Marinalva Vieira, relatou que a filha vivia um relacionamento abusivo com o tenente-coronel da PM, Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. No dia (13), Gisele teria ligado para os pais, pedindo que o pai fosse buscá-la, pois não aguentava mais a pressão do casamento. Ela também revelou que a filha enfrentava restrições severas do marido, como a proibição de usar batom, perfume e salto alto.

A mãe ainda contou que, ao tentar se separar do tenente-coronel, Gisele recebeu uma foto dele com uma arma apontada para a cabeça, o que teria causado grande angústia nela. O caso segue sendo investigado como morte suspeita, com a Polícia Civil apurando as circunstâncias do falecimento de Gisele, que foi enterrada na sexta-feira (20/2), em Suzano, na Grande São Paulo.

Eduardo fala em atentado contra Flávio Bolsonaro

Diz o ditado popular que o lobo perde o pelo, mas não perde o vício. No ecossistema político da família Bolsonaro, a máxima parece ser aplicada com o rigor de uma cláusula pétrea. Com o patriarca Jair Bolsonaro (PL) atrás das grades e o clã tentando manter a relevância em um cenário de isolamento, a estratégia para 2026 parece ser uma reprise de um filme que o Brasil já assistiu, e que, convenhamos, já perdeu o fator surpresa.

Eduardo Bolsonaro, o “filho 03” que atualmente despacha diretamente dos EUA sem mandato, enquanto observa o cerco judicial se fechar em torno de si, resolveu tirar a poeira do roteiro de 2018 e repetir a fórmula. Sem grandes novidades para um programa de governo ou soluções para o país, o ex-deputado recorreu ao X (antigo Twitter) para requentar o velho discurso do “atentado iminente”, desta vez escalando o irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para o papel de vítima da vez.

Não é preciso ser um analista político sênior para notar a ansiedade de Eduardo. A postagem exala um esforço quase nostálgico de reeditar o fenômeno que impulsionou a vitória do pai na eleição mais esquisita da História brasileira. Naquela época, em 2018, a facada serviu como o combustível perfeito para blindar um candidato de retórica escatológica e evitar debates, garantindo-lhe uma aura messiânica, e fazendo sua figura chegar onda ainda não havia chegado.

Agora, a narrativa tenta ser costurada com nomes internacionais para dar um verniz de seriedade ao que soa apenas como um movimento açodado. Em sua postagem, Eduardo escreveu:“O mesmo conselho que falei a Flávio Bolsonaro: olho na sua segurança. Já foram vários presidenciáveis de direita nas Américas assassinados ou tentados. Miguel Uribe (2025), Donald Trump (2024), Fernando Villavicencio (2023), Jair Bolsonaro (2018), Alvaro Uribe (2002)”

O golpe tá aí…

A tática de “anunciar” a própria tragédia antes que ela ocorra, ou que sequer existam indícios para tal, é a marca registrada de um grupo que sobrevive do caos e do vitimismo. Ao listar eventos ocorridos em décadas e contextos diferentes, Eduardo tenta criar um senso de perseguição global coordenado contra a direita, ignorando as particularidades de cada caso para focar no que realmente importa: manter a militância em estado de alerta e o sobrenome em evidência.

Para quem observa de fora, a manobra é transparente. Entre o desespero de ver o pai preso e a necessidade de viabilizar a candidatura de Flávio, o bolsonarismo volta a apostar na única fórmula que conhece. Contudo, repetir o truque de mágica para a mesma plateia raramente funciona com a mesma eficácia. Como o próprio ditado moderno ensina, “o golpe tá aí, cai quem quer”. Resta saber se o eleitorado brasileiro ainda tem apetite para essa reprise.

Fonte: Revsita Fórum

Assassino de professora é denunciado à Justiça em RO

O Ministério Público de Rondônia denunciou, nesta sexta-feira (20), João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, pelo assassinato da professora de Direito Juliana Mattos de Lima Santiago, crime ocorrido no último dia 6 dentro da Fimca, em Porto Velho. A vítima também era policial civil.

A denúncia foi assinada pelo coordenador do Núcleo de Apoio ao Júri, promotor Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, e pelo promotor da Violência Doméstica, Júlio César Tarrafa.

Conforme o inquérito policial, o acusado era aluno da professora. Na noite do crime, ele teria ido à aula já portando um punhal. Após o término das atividades, aguardou que os colegas saíssem e permaneceu sozinho com a docente.

Segundo a investigação, o ataque foi repentino. A professora foi atingida por quatro golpes de faca, incluindo uma perfuração no coração. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o Ministério Público, o crime foi cometido por motivo torpe. O denunciado não aceitava a recusa da professora às suas investidas e teria agido movido por sentimento de posse, demonstrando desprezo pela autonomia da vítima.

Número de infectados por novo vírus pode ser maior em RO

A confirmação de quatro casos de Mpox — conhecida como varíola dos macacos — em Porto Velho acendeu o alerta das autoridades de saúde em Rondônia. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SESAU), há preocupação de que o número real de infectados possa ser maior do que o oficialmente registrado, já que a doença pode ser confundida com outras infecções de pele.

De acordo com a Sesau, foram notificadas seis suspeitas na capital. Desse total, quatro casos foram confirmados e dois descartados após exames laboratoriais.

Os pacientes diagnosticados foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, onde passaram por avaliação clínica, receberam orientações médicas e permanecem em isolamento para evitar a transmissão.

Também houve a notificação de um caso suspeito no Hospital Infantil Cosme e Damião, que posteriormente foi descartado após confirmação de varicela (catapora).

Sintomas e formas de transmissão

A Mpox é uma doença viral contagiosa transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.

Entre os principais sintomas estão:

  • Febre

  • Fraqueza

  • Ínguas (linfonodos inchados)

  • Dores musculares e de cabeça

  • Lesões na pele

As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado. Com o tempo, formam crostas que secam e caem.

O número de feridas varia bastante — podendo ir de poucas até milhares — e geralmente se concentra no rosto, mãos e pés, mas também pode surgir em qualquer parte do corpo, inclusive boca, olhos, órgãos genitais e região anal.

Vigilância e orientação

A Sesau informou que mantém vigilância epidemiológica ativa e reforça a orientação para que pessoas com lesões suspeitas, com ou sem febre, procurem imediatamente atendimento médico.

Segundo as autoridades, o diagnóstico precoce e o isolamento dos pacientes são fundamentais para evitar a disseminação da doença.

Anvisa apreende lote fake de Mounjaro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (20) um pacote de medidas que atinge medicamentos de alto custo e grande procura no Brasil —de tratamentos oncológicos a remédios para diabetes e obesidade— além de proibir, em todo o país, a manipulação de implantes hormonais com nesterona em farmácias magistrais.

Entre os casos mais graves, estão a identificação de lotes falsificados de Mounjaro, Enhertu e Botox, além da apreensão de anabolizantes sem registro.

As decisões constam nas Resoluções-RE nº 641 e nº 642, assinadas pela Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária da agência.

Lote falsificado de Mounjaro

 

No caso do Mounjaro (tirzepatida), medicamento indicado para diabetes tipo 2 e amplamente usado também para perda de peso, a fabricante Eli Lilly do Brasil comunicou à Anvisa a presença, no mercado, de unidades do lote D838838 com características divergentes do produto original.

Segundo a agência, as embalagens apresentavam:

  • impressão borrada do nome e de outros dados de rotulagem;
  • espaçamento maior que o padrão entre mês e ano na data de validade.

 

A Anvisa determinou apreensão e proibição de armazenamento, comercialização, distribuição, fabricação, importação e uso do lote. A medida vale para qualquer pessoa física ou jurídica que esteja com o produto.

No texto oficial, a agência afirma que se trata, “portanto, de falsificação”.

Medicamento oncológico com frascos adulterados

 

Enhertu (trastuzumabe deruxtecana) é usado no tratamento de câncer de mama e outros tumores HER2 positivos. — Foto: Reprodução

Enhertu (trastuzumabe deruxtecana) é usado no tratamento de câncer de mama e outros tumores HER2 positivos. — Foto: Reprodução