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5 julho 2026
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Rondônia deve registrar recordes de seca e calor em 2024

O Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) prevê que o verão amazônico deste ano deve registrar recordes de seca e calor em Rondônia. De acordo com o gerente regional do Censipam, em 2024, a situação dos rios do estado deve atingir um estado crítico.

Universidade de Yale (EUA), revelam que o Atlântico Norte está aquecendo e isso é motivo de preocupação para os especialistas.

O Atlântico Norte aquecido é mais um fator que demonstra para a gente que a seca desse ano, muito provavelmente, será muito mais severa do que a que foi ano passado”, explicou Caê Moura, gerente do Centro Regional de Porto Velho do Censipam

Em outubro de 2023, o rio Madeira atingiu seu pior nível da história, chegando a medir 1,10 m. Moradores das comunidades ribeirinhas, que dependiam da água de poços amazônicos, viram sua única fonte de água limpa secar.

De acordo com a Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd), pelo menos 15 mil pessoas foram afetadas pela falta de água na região às margens do Madeira.

O Comitê de Crise Hídrica, composto por diversos órgãos do Governo do estado, planejam ações para mitigar a seca e articulam uma resposta às situações emergenciais.

“Nós já teremos, em toda a Amazônia Legal, precipitações (chuva) abaixo da média e isso se dá, ainda pelo efeito do El Niño. [A ideia] é que a Defesa Civil trabalhe aqui conosco. [Teremos] uma sala de monitoramento montada, onde os servidores vão poder acompanhar os dados em tempo real”, explicou Caê.

G1

Lei para motoristas de app pode mudar futuro do trabalho

 

Na próxima semana, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados deverá votar a proposta de lei complementar encaminhada pelo governo para regulamentar a relação de trabalho intermediado por empresas operadoras de aplicativos de transporte remunerado privado individual de passageiros em veículos automotores de quatro rodas.

Os parlamentares deverão votar o substitutivo do PLP 12/2024, escrito pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE), relator da matéria. O projeto original, modificado por Coutinho, foi apresentado pelo governo no começo de março.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a proposta que chegou no Congresso Nacional é fruto das discussões de grupo de trabalho (GT) criado em maio do ano passado pelo próprio MTE, com a participação das empresas e de trabalhadores do setor. O PLP também estabelece “mecanismos de inclusão previdenciária e outros direitos para melhoria das condições de trabalho.”

De acordo o parecer do deputado Augusto Coutinho, o PLP reflete “questões mais amplas sobre o futuro do trabalho, a proteção dos direitos trabalhistas em uma economia cada vez mais digitalizada e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a inovação tecnológica e os patamares mínimos de proteção social.”

Jurisprudência negativa

O impacto no futuro do trabalho é esperado até mesmo por quem não tem sua atividade alcançada diretamente pelo PLP, como é o caso do SindimotoSP que representa motociclistas, ciclistas e mototaxista intermunicipal do estado de São Paulo. Para o presidente da entidade, Gilberto Almeida dos Santos, se o projeto virar lei cria “grande jurisprudência negativa” que “vai arrastar todas as outras atividades que estão sucateadas e precarizadas pelos aplicativos.”

Para Santos, a categoria não precisa da nova lei. Bastaria que as empresas de aplicativo cumpram a Lei 12.009/2009, sobre a atividades de motoboys e mototaxistas; a Lei 12.436/2011, vedando o aumento de velocidade das entregas; e a Lei 12.997/2014, que inclui o trabalho do motociclista como atividade perigosa na CLT. “A legislação atual já seria suficiente. O PLP assegura menos direitos do que essas outras três leis.”

O sindicalista alerta para a possibilidade de que a nova legislação retire garantias e direitos aos trabalhadores como carteira de trabalho assinada, férias remuneradas, décimo terceiro salário; recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Perda de autonomia

Não existe unanimidade entre trabalhadores sobre o PLP 12/2024 e a regulamentação do trabalho para os aplicativos. Alguns, como Gilberto Almeida dos Santos, temia a perda de direitos e se retiraram das discussões no grupo de trabalho do MTE . Outros trabalhadores temem a perda de autonomia e tributação. “A regulamentação vai estourar em dois bolsos: no dos motoristas e no dos usuários”, acredita o deputado Marcos Pollon (PL-MS) que se opõe à proposta.

Em audiência pública para debater o PLP na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul (29 de maio), Pollon defendeu que “se tiver regulamentação que seja apenas para assegurar aos motoristas autônomos as garantias no seu relacionamento com a plataforma, para que não ocorram abusos e o piso não se torne teto.”

Para o parlamentar, os trabalhadores terem os direitos de quem está empregado no mercado formal é “uma fria, uma gelada.” Antes de ser ovacionado por motoristas e seus representantes que acompanhavam a audiência, Marcos Pollon afirmou que “para cada salário que vocês recebam, o empresário paga mais dois de impostos, taxa, tributo e coisa e tal.”

Perfis diferentes

A divisão de opinião dos trabalhadores pode ter a ver com os diferentes perfis que se dedicam ao trabalho. Segundo a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), quatro de cada dez motoristas têm outra atividade e completam a renda atendendo passageiros de aplicativos, enquanto seis de cada dez motoristas têm o trabalho com os apps como atividade principal.

A Amobitec, que representa empresas de aplicativos de transporte, defende a regulamentação conforme proposto pelo governo ao Congresso Nacional. “Trata-se de nova forma de trabalho intermediada por aplicativos, que não se encaixa naqueles parâmetros previstos na CLT”, disse à Agência Brasil André Alencar Porto, diretor executivo da Amobitec.

A entidade empresarial criticou o texto substitutivo ao PLP 12/2024, apresentado pelo relator – deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE). Conforme nota, o texto avançou “sobre temas que não foram objeto de discussão no grupo de trabalho com os representantes dos trabalhadores e das empresas”. A entidade também pondera que a proposta pode aumentar “a insegurança jurídica” e erra ao incluir “dispositivos que promovem intervenção direta na operação das plataformas, engessando diversas questões operacionais que podem afetar a qualidade do serviço.”

Ações civis

O Ministério Público do Trabalho já ajuizou 15 ações civis públicas contra as empresas que operam os aplicativos de mobilidade. Até o momento, nenhuma teve julgamento final no Poder Judiciário.

Na avaliação de Renan Kalil, procurador do MPT, há motoristas que “entendem que as plataformas não permitem que façam um trabalho que de fato seja autônomo” e que têm a percepção de que as plataformas controlam o trabalhos que motoristas e entregadores realizam.”

Kalil assinala que o relacionamento entre empresas e trabalhadores de aplicativos conforma situações peculiares de patrão e empregado. Como ocorre, por exemplo, nas punições, quando os trabalhadores deixam de aceitar a quantidade mínima de corridas que a plataforma considera ideal; ou quando motoristas apresentam taxa de cancelamento maior do que a plataforma entende como aceitável.

“São punições que as empresas acabam aplicando diante de situações em que o motorista está se comportando fora do esquadro em que elas projetaram como ideal. O patrão tem o poder de avaliar, o patrão tem o poder de punir, não?”, pergunta o procurador.

Empresas de transporte

Para Renan Kalil, está errado, “do ponto de vista trabalhista tributário e do direito do consumidor”, o fato de as empresas de aplicativos se identificarem como “de tecnologia ou de intermediação”.

“Os clientes quando baixam o aplicativo, não estão querendo um serviço de tecnologia. Eles estão querendo um serviço de transporte, de entrega. E os trabalhadores, quando se cadastram na plataforma, não estão indo prestar um serviço de tecnologia, mas um serviço de transporte de pessoas ou de entrega de mercadorias”, diz Kalil.

O procurador lembra que as empresas de mobilidade registram suas marcas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) “como empresa de transporte”, que deve respeitar legislação trabalhista existente para o setor.

Outro aspecto que deveria ser considerado na regulamentação, na opinião do procurador, é o fato de que o trabalhador não tem autonomia em relação às operadoras para executar a atividade, para estabelecer o preço da corrida e nem para escolher passageiros, “Se fosse autônomo, ele não deveria ser punido por aceitar a corrida ou por cancelar”, acrescenta Kalil.

Após a tramitação do PLP 12/24 na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, a proposta segue para a Comissão de Trabalho e, posteriormente para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – todas na Câmara dos Deputados. Sendo aprovado nas comissões, o PLP segue para o plenário da Casa. Aprovado, o PLP segue para tramitação no Senado.

Em entrevista à Agência Brasil, o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho defendeu a proposta encaminhada originalmente pelo governo e assegurou que os trabalhadores receberão melhor remuneração.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, motoristas e entregadores de aplicativos estão trabalhando mais e ganhando menos desde que as plataformas de mobilidade começaram a fornecer os serviços para os usuários. Entre 2012 e 2015, os motoristas tinham rendimento médio mensal de R$ 3.100. Em 2022, o valor auferido era inferior a R$ 2.400 (queda de 22,5%). No caso dos entregadores, a redução da renda média foi ainda mais aguda em intervalo menor (- 26,66%), de R$ 2.250 em 2015 para R$ 1.650 em 2021.

Mega-Sena sorteia nesta quinta prêmio acumulado em R$ 100 milhões

Publicado em 06/06/2024 – 07:31 Por Agência Brasil – Brasília

As seis dezenas do concurso 2.733 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 100 milhões.

O sorteio terá a transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 100 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Quina de São João

As apostas para a Quina de São João, com prêmio estimado em R$ 220 milhões, já estão sendo feitas, em volante específico, nas casas lotéricas de todo o país e pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa. O sorteio do concurso 6.462, será realizado no dia 22 de junho.

Cada aposta simples custa R$ 2,50. Para jogar, basta marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no cartão. Quem quiser, também pode deixar para o sistema escolher os números, opção conhecida como Surpresinha. Ganham prêmios os acertadores de dois, três, quatro ou cinco números.

Assim como em todos os concursos especiais das Loterias Caixa, a Quina de São João não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de cinco números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (quatro números) e assim por diante, conforme as regras da modalidade.

Caso apenas um apostador leve o prêmio da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1,2 milhão de rendimento no primeiro mês.

A pessoa também tem a opção de realizar apostas em grupo com o Bolão Caixa. Os apostadores da Quina podem preencher o campo próprio no volante ou comprar uma cota dos bolões organizados pelas unidades lotéricas.

A novidade é que agora as cotas de bolão organizadas pelas lotéricas também podem ser adquiridas no portal Loterias Online com tarifa de 35% do valor da cota.

Vereador fortalece ações de saúde e garante mais recursos para Cerejeiras

Mídia Rondônia – O vereador Valdecir Sapata, que é pré-candidato à reeleição em Cerejeiras, tem se destacado por suas ações voltadas para a melhoria da saúde e assistência social no município. Utilizando seu bom trânsito político em Brasília, Sapata garantiu uma significativa emenda parlamentar no valor de R$ 1.320.000,00 (um milhão, trezentos e vinte mil reais), obtida junto ao ex-deputado federal Mauro Nazif.

A emenda conquistada pelo vereador foi cuidadosamente distribuída para atender às necessidades mais urgentes da comunidade de Cerejeiras. Dos R$ 1.320.000,00 obtidos, R$ 900.000,00 (novecentos mil reais) foram destinados para a aquisição de um ônibus que será utilizado pela Associação dos Idosos de Cerejeiras. Este veículo proporcionará mais conforto e segurança no transporte dos idosos, melhorando significativamente a qualidade de vida desse grupo.

Os R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil reais) restantes foram alocados para a aquisição de outros veículos que atenderão as demandas da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Assistência Social. Esses veículos são essenciais para a mobilidade e eficiência das equipes, permitindo um atendimento mais ágil e eficaz à população.

Van Adaptada

Na semana passada, Valdecir Sapata realizou a entrega de uma van adaptada da marca Renault para a Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS). Este veículo, especialmente adaptado para atender pessoas com mobilidade reduzida, representa um grande avanço na inclusão e no atendimento humanizado da população que necessita de assistência especial.

Sapata tem demonstrado um compromisso contínuo com a melhoria dos serviços públicos em Cerejeiras. Suas ações vão além das promessas de campanha, refletindo um trabalho árduo e uma gestão eficaz dos recursos públicos. “Estamos empenhados em garantir que os recursos cheguem onde realmente são necessários e façam a diferença na vida das pessoas. Nossa prioridade é sempre o bem-estar da comunidade”, afirmou Sapata.

Graças à sua habilidade em estabelecer parcerias e à sua atuação dedicada, Sapata tem conseguido atrair investimentos significativos para Cerejeiras. A colaboração com o ex-deputado Mauro Nazif é um exemplo claro de como a articulação política pode trazer benefícios concretos para o município. Atualmente, o vereador tem articulado recursos em parceria com o deputado federal Eurípes Lebrão, inclusive para construção de uma ponte e mais recursos para a saúde.

Reeleição

Como pré-candidato à reeleição, Valdecir Sapata continua a trabalhar incansavelmente para garantir que Cerejeiras avance em áreas essenciais como saúde e assistência social. Seu histórico de realizações e a confiança depositada pela população são indicativos de sua liderança e dedicação.

Sapata agradeceu publicamente a todos que têm apoiado suas iniciativas, incluindo colegas parlamentares, autoridades municipais e, principalmente, a população de Cerejeiras. “Cada conquista é fruto de um trabalho conjunto. Agradeço a todos que têm confiado e apoiado nossas ações. Juntos, continuaremos a fazer de Cerejeiras um lugar melhor para se viver”, declarou o vereador.

O vereador também destacou que, embora muito já tenha sido feito, ainda há muito a ser alcançado. “Estamos apenas começando. Temos muitos projetos em andamento e outros que ainda virão. Nosso compromisso é continuar trabalhando duro para trazer mais melhorias e recursos para nossa cidade”, concluiu Sapata.

Mídia Rondônia 

Morador de Cerejeiras sofre grave acidente e família precisa de ajuda

Mídia Rondônia – Na última quarta-feira, dia 29, um trágico acidente de trabalho abalou a vida de Gilson Ricardo do Nascimento, um morador de Cerejeiras. O construtor de 43 anos sofreu um grave ferimento ao ser atingido no rosto por um disco de aço enquanto realizava um corte em uma peça de porcelanato. Devido à gravidade do ferimento, Gilson precisou ser transferido com urgência para um hospital em Porto Velho, onde permanece sob cuidados médicos intensivos.

Gilson é o principal provedor de sua família, e sua ausência já está causando sérias dificuldades financeiras. Sua esposa, Rosana Brito dos Santos, está desesperada em busca de ajuda para cobrir os custos médicos e manter as necessidades básicas de sua família enquanto Gilson se recupera.

Diante dessa situação crítica, a família de Gilson está solicitando ajuda financeira. Quem puder contribuir, pode fazer um pix para o CPF 79056083287, em nome de Rosana Brito dos Santos. Qualquer valor será de grande ajuda para aliviar o fardo financeiro e permitir que a família de Gilson possa focar em sua recuperação.

  • Pix: 79056083287
  • Nome do destinatário: Rosana Brito dos Santos

Empresária que ligou chuva a macumba vira ré por intolerância religiosa

O cenário das redes sociais se agita com mais um caso que transcende a barreira virtual e chega aos tribunais. Michele Mendonça Dias Abreu, empresária e influenciadora digital, acaba de ter uma denúncia aceita pela Justiça de Minas Gerais, após acusações sérias relacionadas a declarações discriminatórias.

A acusação partiu do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que apontou a influenciadora por práticas discriminatórias contra religiões de matriz africana em uma de suas publicações online. Além disso, questiona-se não apenas o conteúdo da mensagem, mas o alcance da mesma, que foi vista por milhões.

O cenário das redes sociais se agita com mais um caso que transcende a barreira virtual e chega aos tribunais. Michele Mendonça Dias Abreu, empresária e influenciadora digital, acaba de ter uma denúncia aceita pela Justiça de Minas Gerais, após acusações sérias relacionadas a declarações discriminatórias.

A acusação partiu do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que apontou a influenciadora por práticas discriminatórias contra religiões de matriz africana em uma de suas publicações online. Além disso, questiona-se não apenas o conteúdo da mensagem, mas o alcance da mesma, que foi vista por milhões.

O juiz Paulo Victor de Franca Albuquerque Paes, atuante na 3ª Vara Criminal da Comarca de Governador Valadares, foi responsável pela aceitação da denúncia. Em sua decisão, destacou que as provas apresentadas estão em conformidade com a gravidade das acusações, exigindo a instauração de uma ação penal contra Michele Mendonça.

De acordo com os registros judiciais, a empresária teria realizado uma transmissão ao vivo em suas redes sociais, alegando que o “estado do Rio Grande do Sul é o estado com maior número de terreiros de macumba”, entre outras afirmações que foram interpretadas como pejorativas e discriminatórias. Essa postagem, que alcançou cerca de 3 milhões de visualizações, virou alvo de investigações após gerar grande repercussão negativa.

Dona de clínica é indiciada por morte de paciente após peeling

A esteticista e influencer Natalia Fabiana de Freitas Antonio, que se identifica nas redes sociais como Natalia Becker, prestou depoimento à Polícia Civil de São Paulo nesta quarta-feira (5). Ela foi indiciada por homicídio com dolo eventual.

Após a diligência, a dona da clínica em que o empresário Henrique Silva Chagas morreu após ser submetido a um peeling de fenol conversou com a imprensa.

O caso, que antes havia sido registrado como “morte suspeita” no 27º Distrito Policial (DP), passou a ser investigado como “homicídio”, segundo informou na terça (4) a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Uma das suspeitas investigadas pela polícia é a de que Henrique possa ter tido algum tipo de reação alérgica ao tratamento e morrido por “choque anafilático” pelo uso de alguma substância química. De acordo com o companheiro do paciente, o também empresário Marcelo Camargo, que foi com ele à clínica, Natália não pediu nenhum exame médico anterior para saber se o paciente era alérgico a algum medicamento.

“Estamos diante não apenas de uma morte, nós estamos diante de um crime de homicídio. o fato é que alguém causou a morte de outra pessoa”, disse à TV Globo o delegado Eduardo Luis Ferreira, do 27º DP.

“Resta definir qual o tipo de homicídio. Se é um homicídio culposo, que ocorreu por imperícia do profissional, que não é habilitado para fazê-lo. Ou até mesmo um provável homicídio doloso [por dolo eventual], quando o agente muito embora não queira o resultado morte, ele acaba assumindo o risco de produzi-lo”, falou o delegado.

Procurado pela reportagem, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) informou por meio de nota que “defende que procedimentos invasivos”, como é o peeling de fenol “devem ser feitos por médicos”.

Procurada para comentar o assunto, a Prefeitura de São Paulo, responsável por fiscalizar o funcionamento de estabelecimentos na cidade, informou que a Vigilância sanitária fechou e multou o Studio Natalia Becker porque não teria autorização para realizar o peeling de fenol. Antes, o local funcionava com permissão para fazer somente tratamentos estéticos.

Dona de clínica tem 200 mil seguidores

 

Natalia e representantes da clínica não falaram com a imprensa quando chegaram à delegacia. A dona da clínica e influencer tem 29 anos, possui estúdios de estética em São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia, além de mais de 200 mil seguidores no Instagram.

Segundo testemunhas ouvidas pela polícia. Natalia alegou que passou mal após a morte de Henrique e que precisou de atendimento médico em um hospital. E que, por esse motivo, não pode ir à delegacia. A mulher ainda desativou sua conta profissional na rede social. Mas manteve o site que traz informações sobre ela e suas clínicas, onde se apresenta como “premiada especialista”.

A polícia tenta localizá-la para ela prestar depoimento e dar sua versão sobre o que ocorreu. O 27º DP investiga as causas e eventuais responsabilidades pela morte do empresário.

Natalia realizou o tratamento com o fenol, que é um produto ácido, no rosto de Henrique. A substância química provoca uma reação inflamatória na pele. A inflamação causa descamação da superfície do tecido. O objetivo é reduzir manchas, rugas e cicatrizes, devolvendo a elasticidade na face.

Antes de Henrique se submeter ao fenol, foi aplicado um anestésico tópico no seu rosto. Depois lhe foi dado comprimido de um remédio contra dor.

Polícia Técnico-Científica realizou exames necroscópico e toxicológico no corpo do empresário para saber qual foi a causa da morte de Henrique e quais substâncias ele ingeriu. A delegacia que investiga o caso aguarda o resultado dos testes. Policiais apreenderam equipamentos e medicamentos na clínica para passarem por perícia.

g1

CEAK realiza bazar beneficente neste domingo em Vilhena

Mídia Rondônia – O Centro Espírita Allan Kardec (CEAK), localizado na Avenida Presidente Nasser, 728, no bairro Jardim América, em Vilhena, promoverá um bazar beneficente no próximo domingo, 9 de junho. O evento, que terá início às 9h e se estenderá até as 17h, promete reunir a comunidade em um dia de solidariedade e boas oportunidades de compra.

Peças a partir de R$ 3,00

O bazar contará com uma grande variedade de itens à venda, incluindo roupas, calçados, acessórios, utensílios domésticos, brinquedos e muito mais. Os preços são acessíveis, com peças a partir de R$ 3,00, tornando o evento uma excelente oportunidade para adquirir produtos de qualidade a preços baixos.

Objetivo Beneficente

Todo o valor arrecadado no bazar será destinado às atividades assistenciais e aos projetos sociais mantidos pelo Centro Espírita Allan Kardec. A instituição é conhecida por seu trabalho em prol da comunidade, oferecendo apoio a famílias carentes, promovendo cursos e palestras, além de realizar diversas ações de caridade ao longo do ano.

Convite

Os organizadores do evento convidam toda a população de Vilhena e regiões próximas para participar do bazar. “Além de encontrar produtos em excelente estado e a preços muito acessíveis, os participantes terão a oportunidade de contribuir para uma causa nobre.

Doações

Além de participar do bazar, aqueles que desejarem contribuir com doações podem levar itens para serem vendidos no dia do evento. Roupas, calçados, brinquedos e outros objetos em bom estado são bem-vindos e podem ser entregues diretamente no Centro Espírita Allan Kardec até o dia 8 de junho.

Serviço:

  • Evento: Bazar Beneficente
  • Data: 9 de junho
  • Horário: 9h
  • Local:

    Centro Espírita Allan Kardec

  • Endereço: Avenida Presidente Nasser, 728, bairro Jardim América, Vilhena
  • Peças: A partir de R$ 3,00

Venha e Participe!

O bazar beneficente é uma excelente oportunidade para exercer a solidariedade, encontrar boas ofertas e apoiar as ações sociais do Centro Espírita Allan Kardec. Não perca esta chance de fazer a diferença na comunidade de Vilhena!

Acusado de executar filho do ex-prefeito de Vilhena tem foto divulgada

 

Mídia Rondônia – A Polícia Civil de Vilhena divulgou nesta terça-feira, 4, a foto de um homem que está sendo procurado por seu envolvimento em dois crimes de homicídio na cidade. O suspeito é acusado de ter assassinado seu cunhado, Claudinaldo José dos Santos, e de ter participação na morte de Luiz Eduardo Silva Rover, filho do ex-prefeito de Vilhena, José Luiz Rover.

O primeiro crime atribuído ao suspeito ocorreu com a morte de Claudinaldo José dos Santos. As circunstâncias do homicídio ainda estão sob investigação.

O segundo homicídio, que chocou a comunidade local, foi a morte de Luiz Eduardo Silva Rover. Luiz Eduardo era conhecido na cidade por ser filho do ex-prefeito José Luiz Rover, uma figura política proeminente na região. Sua morte levantou uma série de questionamentos e teorias, visto que envolve um membro de uma família influente.

A Polícia Civil de Vilhena intensificou as investigações após identificar possíveis conexões entre os dois crimes. A divulgação da foto do suspeito é uma tentativa de acelerar sua captura, contando com a colaboração da população. As autoridades pedem que qualquer informação que possa levar ao paradeiro do suspeito seja reportada imediatamente à polícia.

Deputados retomam votação de projeto que terceiriza gestão de colégios públicos

Os deputados estaduais do Paraná retomam na tarde desta terça-feira (4), às 14h, a votação do projeto de lei do Governo do Paraná que quer terceirizar a gestão administrativa de 204 colégios públicos do estado. Entenda a proposta.

O projeto foi aprovado 1ª discussão pelo plenário em sessão remota na noite de segunda-feira (3), em meio à invasão da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) por manifestantes contrários ao texto. Bombas de gás lacrimogêneo foram lançadas e a confusão deixou pelo menos três pessoas feridas, segundo a assessoria Alep.

Quando a ocupação aconteceu, a casa de leis estava com público limitado para acompanhar a sessão presencialmente por determinação da presidência da Alep.