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6 maio 2026
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Rondoniense viraliza ao cantar em praia do Rio

Cantando de forma espontânea a música When I Was Your Man, de Bruno Mars, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), a enfermeira Milena Santana, natural de Ji-Paraná (RO), viu um simples vídeo mudar o rumo da sua história. A gravação, feita sem pretensão, viralizou nas redes sociais e reacendeu um sonho antigo: viver da música.

O vídeo foi registrado e publicado pelo cantor e influenciador digital britânico Luke Silva, conhecido mundialmente por captar encontros musicais espontâneos em diferentes países. Somadas, as publicações com a participação de Milena já ultrapassam 15 milhões de visualizações, alcançando pessoas em diversas partes do mundo.

Em entrevista ao g1, Milena contou que a relação com a música começou ainda na infância. Tímida, passou a cantar na igreja e em casa, e, com o tempo, começou a se apresentar em eventos, formaturas e apresentações escolares, tornando-se uma voz conhecida em cerimônias no interior de Rondônia.

“Mesmo sem entender exatamente o que aquilo significava, eu sentia que a música era uma forma de me expressar. Sempre cantei para Deus e sempre procurei levar Deus em tudo o que faço através da música”, afirmou.

Na adolescência, Milena deixou Rondônia para estudar em um internato no Paraná, onde integrou grandes corais. A experiência contribuiu significativamente para sua formação musical e abriu portas para apresentações fora do país. Em 2017, ela se apresentou em cidades como Orlando, Washington, Boston e Nova York. Dois anos depois, em 2019, participou de uma turnê pela Flórida, passando por Orlando, Miami e Atlanta.

Após concluir o ensino médio, Milena venceu um concurso evangélico de canto e ganhou, como prêmio, a gravação de um videoclipe em estúdio. O projeto, no entanto, não teve continuidade por motivos que, segundo ela, estavam fora de seu controle.

Apesar disso, o sonho nunca foi abandonado. Ele apenas aguardava uma nova oportunidade, que surgiu em dezembro de 2025, quando Milena foi convidada para cantar no casamento de uma amiga no Rio de Janeiro. A viagem quase foi cancelada devido a um forte tornado, que provocou o cancelamento de centenas de voos.

“Mais de 200 voos foram cancelados, incluindo o meu. Acabei perdendo dois dias de viagem e achei que não conseguiria chegar ao Rio para o casamento da minha amiga. No fim, deu tudo certo — e ainda saí com esse presente inesperado, que foi gravar esse vídeo”, relembra.

O encontro com Luke Silva aconteceu na orla de Ipanema, onde o influenciador se apresentava. Mesmo nervosa, Milena aceitou o convite para cantar e arriscou no inglês, escolhendo justamente a canção de Bruno Mars, de quem é fã.

“Na hora, passou um misto de sentimentos. Eu estava toda desarrumada, com o cabelo bagunçado, e pensei que não estava preparada. Ao mesmo tempo, senti muito forte que eu precisava cantar com ele, mesmo com a timidez”, contou.

Um novo capítulo

A gravação marcou um novo capítulo na trajetória de Milena. Pouco tempo depois, internautas passaram a marcá-la nas publicações de Luke Silva, e o crescimento foi rápido. O perfil da enfermeira, que antes tinha cerca de 5 mil seguidores, ultrapassou a marca de 100 mil e segue em ascensão.

Além dos números, vieram o reconhecimento e o carinho do público, que atravessaram fronteiras e chegaram a países como Japão, Alemanha, Estados Unidos, Espanha e Índia. Milena também destaca o apoio dos rondonienses, que reforçou o orgulho de levar o nome do estado para o mundo.

“É emocionante ver até onde a música pode chegar. Eu só cantei com o coração, e isso abriu portas que eu jamais imaginei”, conclui.

Com informações do G1

Nova 364: acidente deixa duas vítimas fatais em RO

Duas pessoas morreram em um grave acidente na manhã deste sábado, 31 , na BR-364. A colisão, que envolveu carretas e um automóvel de passeio, aconteceu por volta das 8h, no quilômetro 283, trecho que liga os municípios de Cacoal e Presidente Médici, em Rondônia.

De acordo com informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal (PRF), as duas vítimas, ainda não identificadas, não resistiram aos ferimentos e morreram no local do acidente.

O impacto da colisão e os trabalhos no local levaram à interdição total da rodovia federal, causando transtornos e bloqueando o tráfego na região. Equipes da PRF e da concessionária Nova 364 atuam no local para realizar a sinalização da via, orientar os condutores e organizar o desvio do fluxo de veículos.

Ex-presidiário e dono de site lidera campanha contra o STF

O site de notícias Metrópoles é o veículo da mídia comercial que está capitaneando a campanha contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), utilizando como subterfúgio o escândalo envolvendo o banco Master (já liquidado), seu ex-proprietário, Daniel Vorcaro, e políticos do campo bolsonarista.

Entre as principais figuras públicas relacionadas ao escândalo está o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). O mandatário, que se encontrou “algumas vezes” com o ex-banqueiro em sua própria residência, ficou sabendo com antecedência e nada fez para impedir a compra, por parte do banco estatal BRB (Banco de Brasília), de mais de R$ 12 bilhões em títulos podres do Master, para o prejuízo dos cofres públicos.

 

Ibaneis fez mais: tentou viabilizar a totalidade da compra do Master pelo BRB, no que foi impedido pelas autoridades do governo federal e do Banco Central.

Ainda assim, ignorando dados concretos e um prejuízo multibilionário aos cofres públicos, o Metrópoles e alguns de seus funcionários, como a jornalista Andreza Matais e o colunista Mario Sabino, vêm se esforçando para tirar Ibaneis e outros políticos de direita do foco do escândalo, contruindo reportagens com base em relatos anônimos e sem provas concretas para desviar para ministros do STF a atenção sobre o esquema do Master, do BRB e do governo do DF. O foco, como de hábito, é o PT.

Quem é Luiz Estevão, dono do Metrópoles

O dono do Metrópoles é o ex-senador Luiz Estevão, político filiado ao partido de extrema-direita PRTB, que compôs a chapa eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro nas duas eleições presidenciais disputadas por ele.

Ele é amigo pessoal de Ibaneis. Durante as investigações que sucederam os atos de vandalismo do dia 8 de janeiro de 2023, o telefone celular do governador do DF foi apreendido pela Polícia Federal e o mandatário teve seu sigilo telemático quebrado.

Descobriu-se que Ibaneis e Estevão mantinham conversas regulares, tanto de cunho pessoal como profissional.

Logo após a invasão da sede dos Três Poderes, por exemplo, o dono do Metrópoles enviou mensagens ao amigo, preocupado com ele, que estava sendo investigado por omissão durante os atos de vandalismo.

De fato omisso, Ibaneis contou a Estevão que, logo após ficar sabendo do quebra-quebra promovido pelos bolsonaristas, foi “tirar uma soneca”. O caso foi amplamente noticiado pela imprensa.

Condenado e preso na Papuda por corrupção multimilionária, mas perdoado e solto por Jair Bolsonaro

Luiz Estevão recebe vacina contra Covid-19 em prisão domiciliar

Amigo de infância e aliado político do ex-presidente Fernando Collor, em 2006, Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por crimes cometidos no desvio de verbas na obra do Fórum Trabalhista de São Paulo, da ordem de quase R$ 500 milhões. Ainda levariam mais de nove anos até ele finalmente ser preso.

Em 23 de agosto de 2012, foi assinado um acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU) onde o Grupo OK (pertencente a Estevão) se comprometeu a devolver R$ 468 milhões aos cofres públicos da União, referentes aos desvios da construção do prédio do fórum, nos anos 1990.

Em 2015, nove anos após a condenação em primeira instância, o STF manteve a condenação de Estevão pelos crimes de corrupção ativa, estelionato, peculato, formação de quadrilha e uso de documento falso. A pena caiu para 26 anos porque dois dos crimes, quadrilha e uso de documento falso, prescreveram. Desde então, Estrevão nutre um ódio pelos ministros do STF que nunca fez questão de esconder. Atualmente, dá vazão ao sentimento com a ajuda de seus empregados no Metrópoles.

Menos de um ano depois de ser preso na Papuda, o dono do Metrópoles já entrou com pedido de prisão domiciliar humanitária, alegando problemas de saúde.  O Tribunal Regional Federal, porém, negou-lhe o habeas corpus, mantendo-o na prisão.

O desembargador Valdeci dos Santos afirmou: “O contexto fático torna claro o intento do paciente de se eximir do cumprimento das penas privativas de liberdade que lhes foram impostas”. No mesmo ano, a primeira turma do STF negou o 36º recurso de Estevão e determinou que cumprisse pena em prisão, como manda a lei, aumentando assim o rancor do do empresário contra os ministros.

Em 2017, durante uma revista, a Polícia Civil do Distrito Federal encontrou itens proibidos na cela de Luiz Estevão e na cantina do Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo da Papuda, em Brasília. Segundo o Ministério Público do DF (MPDFT), havia uma troca de favores entre Estevão e servidores da penitenciária.

Em 2019, Estevão e os gestores da Papuda à época foram condenados por improbidade administrativa, porque o detento cometeu irregularidades ao reformar, sem autorização oficial, o bloco 5 do Centro de Detenção Provisória (CDP), onde cumpria pena no Complexo Penitenciário da Papuda, para que as instalações do presídio ficassem mais a seu gosto

Em dezembro de 2022, por meio do indulto de Natal decretado pelo então Presidente da República, Jair Bolsonaro, Luiz Estevão, que já tinha mais de 70 manos e há pouco mais de um ano cumpria prisão em regime aberto, foi perdoado de suas condenações e posto em absoluta liberdade.

Luiz Estevão nos tempos do governo Collor, seu amigo de infância

A vingança contra os ministros do STF

Estevão montou seu portal de notícias em 2016, quando já nutria um desejo de vingança contra aqueles que garantiram que a Justiça fosse feita, colocando-o atrás das grades: os ministros do STF.

O primeiro deles é Dias Tofolli, que, em setembro de 2014, determinou que sua pena de prisão passasse a ser cumprida. O ministro percebeu que Estevão estava apenas tentando fazer com que suas penas prescrevessem, por meio da apresentação de uma série de recursos.

Conforme explicou Tofolli, era “evidente o caráter manifestamente protelatório dos recursos, em busca da prescrição“. Apesar da decisão do ministro, o empresário conseguiu protelar sua ida à cadeia por mais dois anos.

Foi só em 2016 que outro ministro do STF, Edson Fachin, finalmente conseguiu colocar o dono do Metrópoles na prisão. Em fevereiro daquele ano, o ministro determinou a remessa para a Justiça Federal em São Paulo de cópia de petição em que o Ministério Público Federal requereu a prisão imediata do ex-senador.

Aqui, uma ironia: a decisão judicial teve como base o então novo entendimento da Corte máxima, feito sob medida para prender Luiz Inácio Lula da Silva, mas que também recaiu sobre Estevão, o de que réus condenados em segunda instância já poderiam ser presos.

Campeão de fisiculturismo morre aos 38 anos

Jason Lowe, fisiculturista que participou duas vezes do Mr Olympia e que já foi campeão mundial, morreu aos 38 anos.

O fato ocorreu na semana passada, de acordo com a esposa do norte-americano. Ela foi a responsável por divulgar a notícia aos fãs do atleta campeão mundial, mas não divulgou a causa da morte.

Lowe participou duas vezes do Mr Olympia, torneio considerado a “Copa do Mundo” do fisiculturismo. Em 2019, atuou na categoria Men’s Classic e fechou na 16ª posição. No ano seguinte, participou da categoria 212 e terminou em 11º.

O norte-americano competiu em eventos da modalidade entre 2015 e 2025. De acordo com o NPC (National Physique Committee), sua primeira vitória ocorreu no San Antonio Pro, em 2018.

Ashley, esposa de Lowe, publicou um texto em homenagem ao marido -os dois eram casados há mais de oito anos.

O fisiculturista tinha mais de 100 mil seguidores no Instagram e postava sua rotina de treinos. Ele, inclusive, mostrou parte de um exercício de perna um dia antes de morrer.

“Pintou um clima”: Bolsonaro é citado em arquivos de pedófilo

Steve Bannon, um dos principais ideólogos e estrategistas da ultradireita global, afirmou que precisava “manter essa coisa do Jair [Bolsonaro] nos bastidores” em diálogo que consta nos lotes de arquivos do caso de Jeffrey Epstein, financista morto em 2019, divulgados pelo governo de Donald Trump nesta sexta (30).

No documento, que aparenta ser um chat de mensagens e é datado de 12 de outubro de 2018 -cinco dias após o primeiro turno da eleição entre Jair Bolsonaro (PL) e Fernando Haddad (PT)- duas pessoas conversam sobre temas diversos. Uma delas é Bannon; o nome da outra está sob tarjas, mas, com base em conversas anteriores, possivelmente é Epstein.

Estima-se que o bilionário americano, que se suicidou na prisão em 2019, antes de ser julgado, tenha traficado mais de mil adolescentes em um esquema de coação em que cada menina recrutada chamava outra. O caso ganhou notoriedade não apenas pela gravidade dos crimes, mas também pela associação de Epstein com figuras públicas e poderosas.

Uma delas é Trump que, durante sua campanha de 2024, prometeu revelações contundentes sobre o financista à sua base de eleitores, obcecada com o caso há anos. Ao chegar ao poder, porém, o republicano relutou em liberar os arquivos.

Na troca de mensagens divulgada nesta sexta, a pessoa de identidade desconhecida afirma: “Não gostei de Bolsonaro chamando qualquer associação com você de ‘fake news’, embora eu compreenda”. “Eu preferiria um boné MBGA [possível menção a Make Brazil Great Again]”, continua. Bannon, então, responde: “Tenho de manter a coisa do Jair nos bastidores. Meu poder vem de não ter ninguém me defendendo”.

Dois dias antes, o indivíduo desconhecido e Bannon haviam comentado sobre a eleição no Brasil.

“Bolsonaro é um divisor de águas. Sem refugiados querendo entrar. Sem Bruxelas dizendo a ele o que fazer. Ele só tem de reiniciar a economia. GIGANTE. 1,8 trilhão PIB”, diz a pessoa que, provavelmente, é Epstein. Bannon, então, responde: “Eu sou muito, muito próximo desses caras -eles me querem como conselheiro. Devo fazer isso?”.

Em agosto daquele ano, o estrategista havia se encontrado com o Eduardo Bolsonaro em Nova York. Na ocasião, o ex-deputado federal disse que Bannon era um entusiasta de Jair Bolsonaro e que os dois manteriam contato “para somar forças, principalmente contra o marxismo cultural”. Em novembro, depois da conversa, portanto, Eduardo esteve no jantar de aniversário de Bannon, em Washington.

Bolsonaro é citado por Steve Bannon em arquivos do caso Epstein

“É meio que reinar no inferno”, diz o interlocutor em resposta. “Diferente da Europa e o jogo de bridge, América do Sul é mais tipo joga as 52 para o alto e pega.” A frase faz uma provável referência ao bridge, um jogo de cartas com muitas regras, e uma brincadeira em que se espalha as 52 cartas do baralho.

Bannon responde: “Eu entendo -massa crítica’- se você controla o Brasil e 25 países na Europa, isso é vantagem”.

Em um terceiro documento, novamente uma pessoa sem nome, mas com número de telefone, conversa sobre uma possível visita de Bannon ao Brasil com uma pessoa identificada como “Miro Lajcak”.

O número de telefone da pessoa desconhecida corresponde ao citado como “telefone do Epstein” em outro documento divulgado pelo arquivo. Já Miro Lajcak pode se referir a Miroslav Lajcak, chanceler da Eslováquia de 2012 a 2020, que é citado em diversos documentos divulgados, como emails, mensagens e alertas de eventos em um calendário.

Nessa suposta conversa entre Lajcak e Epstein, datada de 9 de outubro de 2018, a pessoa que seria o financista diz que “Steve está pensando em ir ao Brasil para ver Bolsonaro”. Lajcak pergunta se não é melhor a visita ocorrer “depois do segundo turno”. A pessoa que seria Epstein pergunta: “Você acha que seria melhor ele esperar?” A resposta de Lajcak é: “Depende do motivo para a viagem, mas depois é mais seguro”.

Em um quarto documento, datado do mesmo dia 9 de outubro de 2018, uma terça-feira, a pessoa não identificada diz a Bannon: “Sobre Bolsonaro: se você está confiante de uma vitória, pode ser bom para a marca se você estivesse lá”. O estrategista responde: “Pode ser que eu vá no sábado”.

No mesmo diálogo, o interlocutor diz: “Miro acha mais seguro ir ao Brasil DEPOIS do segundo turno”. Bannon, então, pergunta: “Por que Miro acha melhor depois?”. Em seguida, a conversa muda de assunto.

 

(FOLHAPRESS)

PM mata ex-companheira e outro homem a tiros

Na madrugada deste sábado (31), um policial militar matou a ex-companheira e um homem que a acompanhava em Terra Boa, no noroeste do Paraná. O crime ocorreu enquanto o agente estava de folga e foi cometido com uma arma da corporação.

Após os disparos, o autor deixou o local e se apresentou espontaneamente no destacamento da Polícia Militar do município paranaense. Ele entregou a pistola utilizada e foi preso em seguida, sendo encaminhado para a 21ª Subdivisão Policial de Cianorte.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SESP-PR), o policial era lotado em Cianorte e se deslocou até a residência da ex-mulher. No local, atirou contra as duas vítimas, que morreram antes da chegada de socorro. As identidades ainda não foram divulgadas oficialmente.

O caso é investigado como feminicídio e homicídio. Além do processo criminal, a SESP-PR informou que serão adotadas medidas administrativas e disciplinares cabíveis em relação à conduta do servidor. (DCM)

Papudinha vira quartel-general político de Bolsonaro

Até a eleição de 2026, o principal centro de articulação estratégica da oposição não será uma sede partidária nem gabinetes em Brasília, mas a carceragem conhecida como Papudinha, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre pena. A prisão, segundo Julia Dualibi, do G1, passou a concentrar decisões políticas relevantes e a atrair uma fila crescente de aliados em busca de aval para movimentos eleitorais.

O fluxo de visitas e pedidos de audiência é intenso. Já na próxima semana, Bolsonaro deve receber deputados do Rio de Janeiro e da Paraíba, além de um senador por Goiás. Nesta sexta-feira (30), parlamentares do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais também solicitaram autorização ao ministro Alexandre de Moraes para encontros com o ex-presidente.

Decisões estratégicas já foram tomadas a partir da cela. Antes mesmo da transferência definitiva para a Papudinha, quando ainda estava custodiado na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, Bolsonaro definiu que o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), será o nome do grupo para a disputa presidencial de 2026.

Na quinta-feira (29), a agenda eleitoral voltou ao centro das conversas durante encontro com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Tarcísio reiterou que disputará a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes e reforçou apoio à candidatura de Flávio, consolidando a estratégia nacional do bolsonarismo.

Já na última sexta-feira (30), Moraes autorizou que Bolsonaro receba visitas de parlamentares aliados. Estão liberados os encontros com os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sanderson (PL-RS), o líder do PL no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), e o senador Bruno Bonetti (PL-RJ). (DCM)

Nikolas Ferreira visitando Bolsonaro quando ainda estava em prisão domiciliar. Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

A atuação política a partir da prisão, no entanto, enfrenta limites impostos pelo Judiciário. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, tentou autorização para se reunir com Bolsonaro a fim de tratar de alianças e da estratégia para o Senado, mas teve o pedido negado por Alexandre de Moraes. O ministro argumentou que ambos são investigados no mesmo processo que apura a tentativa de golpe de Estado, o que impede contato direto entre eles.

O episódio remete a um precedente recente da política brasileira. Em 2018, o então ex-presidente Lula transformou sua cela na Superintendência da Polícia Federal no Paraná em um centro decisório do PT.

Foi da prisão que Lula definiu Fernando Haddad como candidato à Presidência, após reuniões com dirigentes partidários e a recusa de outros nomes. A escolha foi comunicada por meio de uma carta escrita à mão e lida publicamente por aliados.

Ezequiel Neiva comemora licitação para pontes entre Cabixi e Pimenteiras

O Cone Sul de Rondônia, especialmente os municípios de Cabixi e Pimenteiras do Oeste, recebeu uma importante notícia para o fortalecimento da infraestrutura e do setor produtivo regional. Duas antigas pontes de madeira localizadas na RO-497, conhecida como Linha 11, serão substituídas por modernas pontes mistas de concreto e aço, garantindo mais segurança, durabilidade e capacidade de tráfego.

A confirmação foi feita após reunião com o diretor-geral do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (Der), coronel Éder Fernandes, que informou que o Governo do Estado já encaminhou para licitação os projetos das duas estruturas.

Com a conclusão do processo licitatório, o governador Marcos Rocha deverá assinar as ordens de serviço, autorizando o início das obras. “Marcos Rocha sabe o quanto essas pontes são importantes para o desenvolvimento do estado. Só tenho a agradecer ao governador por atender mais esse pedindo que apresentamos ao Der”, acrescentou o deputado Ezequiel Neiva (União Brasil).

A construção das novas pontes representa um avanço estratégico para a região, especialmente para o transporte de grãos e o escoamento da produção agrícola. A RO-497 é uma via fundamental para o deslocamento da safra, ligando propriedades rurais a centros de comercialização e rotas estaduais.

Com estruturas mais resistentes, os produtores passam a ter maior segurança logística, o que incentiva a ampliação da produção, já que haverá garantia de tráfego durante todo o ano, inclusive no período chuvoso.

Além do impacto direto no setor produtivo, as novas pontes também contribuirão para a mobilidade das comunidades locais, incluindo o transporte escolar, assegurando melhores condições de acesso para estudantes da zona rural.

Suplente de deputado federal, Wiveslando Neiva também participou da reunião com o diretor do Der. Wiveslando entende que o investimento reforça o compromisso do Governo de Rondônia com o desenvolvimento regional. “Ao autorizar o Der a executar os projetos, o governador Marcos Rocha demonstra sensibilidade às demandas apresentadas e entendimento da importância da infraestrutura viária como base para o crescimento econômico e social do estado”, destacou.

Texto e foto: Nilson Nascimento

Ezequiel Neiva confirma conclusão de obra no centro de Colorado

Colorado do Oeste acaba de conquistar um importante avanço para a mobilidade urbana e a organização do trânsito. Foi concluída a obra de construção do novo estacionamento localizado na rua Paulo de Assis Ribeiro, entre as ruas Helicônia e Acácia, uma das áreas mais movimentadas do município e que, por anos, enfrentou sérios transtornos devido à falta de vagas para veículos.


Com investimento de R$ 309 mil de emenda parlamentar do deputado Ezequiel Neiva (União Brasil), o novo espaço amplia significativamente o número de vagas, trazendo mais segurança, conforto e fluidez no tráfego, além de melhorar a circulação de pedestres e motoristas.
Obra foi concluída para melhorar fluxo local (Foto: Assessoria Parlamentar)

Além de organizar o trânsito, o estacionamento fortalece o comércio local, facilita o acesso aos estabelecimentos e contribui para a valorização dos imóveis e do espaço público, tornando a área mais funcional e atrativa.
O investimento foi garantido por meio de emenda parlamentar do deputado Ezequiel Neiva (União Brasil), atendendo solicitação dos vereadores Fabão (Podemos), Buzanello (PSD) e Gilmar da Obra (PSD), que levaram ao parlamentar a demanda da comunidade.
Ao destacar a conclusão da obra, Ezequiel Neiva reforçou o impacto positivo da ação. “Essa é uma intervenção simples, mas com um efeito enorme no dia a dia da população. Resolver um problema antigo de estacionamento significa melhorar o trânsito, fortalecer o comércio e oferecer mais qualidade de vida para quem vive e trabalha em Colorado do Oeste”, afirmou.
Os vereadores autores do pedido também celebraram a entrega do estacionamento, ressaltando que a obra atende a uma reivindicação antiga da população. “A falta de vagas gerava congestionamentos constantes. Agora, o problema foi resolvido e o benefício é imediato para toda a comunidade”, destacaram.
Texto e foto: Assessoria Parlamentar

Execução brutal:dois homens são achados mortos em RO

Os corpos de Clebson de Souza Amorim, de 30 anos, e Marcos Antônio Araújo Conceição, de 35 anos, foram encontrados na manhã desta sexta-feira (30) em uma área de mata no final da Estrada dos Periquitos, na zona rural de Porto Velho. Segundo as primeiras apurações da Polícia Civil, os dois foram executados e tiveram os corpos jogados em um córrego, em uma tentativa de ocultação do crime.

De acordo com informações repassadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), as vítimas foram arremessadas em um córrego localizado abaixo de uma ribanceira de aproximadamente 20 metros de altura. Para evitar que os corpos boiassem, os criminosos amarraram pedras às vítimas. Um dos corpos foi encontrado partido ao meio, com partes localizadas em pontos diferentes do córrego.

A localização ocorreu após um pescador perceber algo estranho na região e acionar as autoridades. Ele relatou ter visto algo suspeito em uma área de mata próxima ao anel viário da BR-364, o que levou as forças de segurança até o local.

Equipes policiais se deslocaram até o ponto indicado e precisaram avançar por uma área de mata fechada e terreno íngreme para alcançar o córrego. Durante as buscas, foi possível visualizar um corpo preso entre galhos e, a poucos metros, partes de outro corpo humano.

Diante da gravidade da situação, a Polícia Civil foi acionada e compareceu ao local com equipes do 6º Distrito Policial, da Delegacia de Homicídios, além de peritos da Politec e da equipe do Instituto Médico Legal (IML). O Corpo de Bombeiros também foi mobilizado devido à dificuldade de acesso, sendo necessário apoio técnico para a retirada dos corpos.

Segundo o registro policial, a remoção exigiu esforço conjunto das equipes, já que o córrego fica ao fundo de um barranco com cerca de 15 a 20 metros, o que dificultou significativamente os trabalhos de perícia e resgate.

Clebson e Marcos estavam desaparecidos desde a noite da última terça-feira (27), quando saíram do bairro Ulisses Guimarães, onde moravam. Desde então, familiares e amigos não tinham mais informações sobre o paradeiro dos dois.

Na manhã da quarta-feira (28), antes da localização dos corpos, o veículo utilizado pelos amigos já havia sido encontrado completamente queimado na mesma região rural, fato que passou a integrar a linha de investigação da Polícia Civil.

O caso segue sob investigação do DHPP, que trabalha para identificar a autoria e a motivação do crime. Até o momento, ninguém foi preso.