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27 junho 2026
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Vilhena registrou 8,1° nesta quarta e frio segue em todo o estado na quinta-feira

A massa de ar frio que predomina em todo o estado de Rondônia, fez as temperaturas despencarem nesta quarta-feira (14). Em Vilhena, os termômetros chegaram a marcar 8,1°, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo o levantamento, com essa temperatura de 8,1°, o município do Cone Sul do Estado, teve sensação térmica de 0,7°.

Em Cacoal, a segunda cidade mais fria da Região Norte, na terça-feira (13), hoje, quarta, a temperatura mínima registrada foi de 11,8°, com sensação térmica de 3,9°.

Já em Ariquemes, segundo a estação automática do Inmet, os termômetros chegaram a marcar 12,4°, com sensação de 5, 2°.

Os dados de Porto Velho ainda não foram disponibilizados.

Previsão para quinta-feira

Essa frente fria que predomina em Rondônia, deve continuar nesta quinta-feira. As previsões do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), indicam temperaturas baixas para este dia.

Vilhena e Parecis devem ser as cidades mais frias nesta quinta-feira. A previsão mínima, para ambas, é de 10° e máxima de 20°.

A previsão do Sipam indica ainda que em Cacoal o clima deve ser de mínima de 13° e máxima de 24°. Em Ji-Paraná e Jaru, mínimas de 13° e máxima de 25°. No Vale do Jamari, em Ariquemes a mínima sobe um pouco e deve ser de 14°, máxima de 25°.

Na capital, os termômetros devem marcar 15° de mínima e 25° de máxima. Já em Guajará-Mirim, a menor temperatura deve ser de 12° e maior de 22°.

Rondoniagora

Presidente da Assembleia e Vinícius Miguel articulam melhorias para Porto Velho

O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO), deputado estadual Marcelo Cruz (Patriota), recebeu a visita na tarde desta quarta-feira (14) do advogado Vinícius Miguel na Presidência da Casa de Leis.

O objetivo do encontro foi de discutir as potencialidades e também de buscar novas ações a serem implementadas em Porto Velho. “É primordial procurarmos conversar com diversas personalidades que fazem parte do nosso cotidiano. Tenho meu mandato pautado pelo contato com as pessoas e receber o jovem Vinícius Miguel foi uma grata oportunidade de discutir o futuro para a nossa cidade, pois precisamos potencializar ações e projetos que possam beneficiar a vida e a economia da população da nossa capital”, destacou Marcelo Cruz.

Atualmente, Vinícius Miguel preside à Comissão de Proteção à Cidadania e Mobilização Comunitária da Seccional Rondônia (OAB-RO). Além de atuação na Ordem dos Advogados, ele também atua no magistério do ensino superior. “Agradeço a receptividade do presidente Marcelo Cruz nesse encontro, onde procuramos contribuir com temas e ações efetivas em prol do desenvolvimento da nossa capital”, ressaltou.

Observatório identifica 42 políticos com fazendas em terras indígenas

Brasília (DF - Caminhos da Reportagem Yanomami - o direito de existir - Detalhe de indígena yanomami. - Foto: TV Brasil/Divulgação

Agência Brasil – No Brasil, 42 políticos e seus familiares de primeiro grau são titulares de fazendas que ficam dentro de terras indígenas, o que constitui uma irregularidade do ponto de vista legal, e ameaça os direitos constitucionais de povos originários que ali vivem.

É o que denuncia a segunda parte do dossiê Os invasores, elaborado pelo observatório De Olho nos Ruralistas. O documento está sendo lançado hoje (14) à noite, no Cine Petra Belas Artes, em São Paulo, acompanhado de debate sobre a temática e de exibição do premiado documentário Vento na fronteira, que retrata um conflito entre fazendeiros e indígenas guarani kaiowá na fronteira entre Brasil e Paraguai.

A primeira parte do relatório foi divulgada durante o Abril Indígena, mês em que se procura dar maior projeção para as inúmeras lutas da causa indígena em todo o país. No documento já se havia informado a identificação de 1.692 sobreposições, das quais se destaca agora a porção pelas quais respondem clãs políticos.

O observatório detectou terras com sobreposição a partir da análise de dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mais especificamente, das bases do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) e do Sistema Nacional de Certificação de Imóveis (SNCI). Os políticos e sua rede têm em suas mãos 96 mil hectares, o equivalente à soma das áreas urbanas de Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Com 17 casos, Mato Grosso do Sul lidera a lista. Em seguida, aparecem Mato Grosso e Maranhão, com sete, cada.

De acordo com o coordenador de projetos do observatório, pesquisador Bruno Bassi, os atores que protagonizam a prática ilegal e que ameaçam os povos indígenas são tanto políticos como pessoas com poder aquisitivo, que financiam tais ações e se mantêm em determinada teia de relações.

“Apesar de a gente ter um número relativamente reduzido de políticos identificados com sobreposição direta, é interessante observar que, na verdade, não é um número tão pequeno quando a gente pensa que é, um [total] que corresponde a uma porcentagem relativamente alta desse número, pensando que se esperaria que a imagem que se tem, normalmente, dos fazendeiros que disputam áreas em terras indígenas, e isso é um discurso bastante reforçado pela mídia corporativa, é que são pessoas desconhecidas, que o promotor desses conflitos é o pequeno grileiro, um cara que ninguém conhece, que está lá no interior do Brasil, promovendo esse tipo de ação”, diz Bruno.

“O avanço do território, sobretudo do agronegócio, sobre territórios indígenas ou reivindicados pelos povos indígenas é promovido, de um lado, pelo capital, pelas grandes empresas e corporações, por multinacionais, grandes empresários, e tem uma interface política, que abarca desde a posse direta por pessoas que se envolvem nesse universo político. A gente tem governador, deputados federais, um senador, cinco prefeitos e vice-prefeitos com mandato atual e 23 ex-prefeitos, o que demonstra o tamanho dessa esfera municipal, do poder local, na posse de terras. A gente tem deputados estaduais”, acrescenta.

O coordenador faz outra observação sobre as sobreposições: “A gente tem desde casos declarados de invasão, ou seja, são em áreas [indígenas] homologadas, que são tentativas de grilagem, como o caso do senador Jaime Bagattoli, feita pelo antigo proprietário da área e que foi mantida nos registros fundiários do SNCI, e há casos em que essa sobreposição impede, muitas vezes, a própria demarcação do território”, acentua Bruno.

Subvertendo a lógica

Ele diz que “vários dos processos de Mato Grosso do Sul se desenrolam por mais de uma década até que se chegue a uma decisão. E esses prazos têm sido ainda maiores em função do avanço político, na Câmara [dos Deputados], especialmente, em se aprovar o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que é a base de contestação de vários desses processos, uma tese que ignora que esses indígenas foram expulsos continuamente dessas áreas, principalmente durante os anos 40, 50 e 60, atrás das frentes de colonização, em que o próprio Estado brasileiro, através do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), expulsava essas comunidades e realocava em áreas extremamente diminutas, em relação ao território anteriormente ocupado pelos indígenas”.

“Quem são os reais invasores de terras no Brasil? Os movimentos populares que lutam pela reforma agrária e pela demarcação de terras indígenas, direitos consagrados na Constituição de 1988? Ou os grileiros que invadem milhões de hectares na Amazônia, no cerrado e nos demais biomas?” Essas são algumas das pontuações que constam do relatório.

Nessa linha, que critica a criminalização dos movimentos sociais, Bruno Biassi finaliza dizendo que o que o observatório propõe, com o documento, é a inversão da lógica sempre disseminada. “Vamos também pautar a invasão de terras pelo agronegócio”, argumenta.

Guarani kaiowá e indígenas isolados

Entre os nomes que aparecem em destaque com a divulgação do relatório estão o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) e o deputado federal Dilceu Sperafico (PP-PR). Bagattoli integra, atualmente, a Comissão de Meio Ambiente, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e a Comissão Parlamentar de Inquérito das Organizações Não Governamentais – ONGs.

Sperafico é membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, na Câmara dos Deputados, e publicou um vídeo, em sua conta no Instagram, comemorando a aprovação do Projeto de Lei 490/2007 na Câmara, que contou com seu voto favorável.

No vídeo, ele justificou o voto, dizendo que proprietários rurais têm tido suas fazendas ameaçadas por processos de demarcação “indevida” de terras indígenas, em Mato Grosso do Sul e no Paraná.

E é justamente em Mato Grosso do Sul – estado com fama de violência no campo e assassinatos de indígenas, documentados por entidades como a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) – onde Sperafico tem uma fazenda, a Maracay, no município de Amambai. A propriedade de que é dono tem mais de quatro mil hectares, de acordo com o observatório De Olho nos Ruralistas, e fica sobre a Terra Indígena Iguatemipeguá, dos guarani kaiowá.

No caso de Bagattoli, a fazenda em situação irregular é a São José, que fica no município de Corumbiara, em Rondônia. A porção que está sobreposta é de 2,5 mil hectares em relação à Terra Indígena Rio Omerê, local habitado pelos povos akuntsu e kanoê, que vivem em isolamento voluntário.

O patrimônio declarado por Jaime Bagattoli ao Tribunal Superior Eleitoral, que inclui diversos lotes rurais, ultrapassa R$ 55 milhões. O de Sperafico supera R$ 46 milhões.

Invasores de territórios de povos originários também foram os responsáveis por bancar 29 campanhas de candidatos à eleição ou reeleição à Presidência da República, ao Congresso Nacional, a governos estaduais e assembleias legislativas. O montante de doações ultrapassou R$ 5,3 milhões.

Considerando somente pessoas ligadas à Frente Parlamentar da Agropecuária, o que se observa é que 18 integrantes receberam R$ 3,6 milhões em doações de campanha, desembolsados por fazendeiros ligados a sobreposições.

A Agência Brasil tentou contato com o deputado federal Dilceu Sperafico e o senador Jaime Bagattoli, mas nenhum deles respondeu os questionamentos da reportagem.

Polícia pede ajuda para localizar adolescente desaparecida desde 3 de maio

A Polícia Civil de Rondõnia pede ajuda da população para localizar a adolescente Clara Cristina Lima, de 13 anos, que mora em Vista Alegre do Abunã e está desaparecida desde o dia 3 de maio deste ano.

Após passar dias sem dar notícias, a família procurou a Polícia para denunciar o desaparecimento da adolescente.

Qualquer informação que possa levar até o paradeiro da adolescente, pode ser repassada através do 197 da Polícia Civil ou WhatsApp 69 984390102. Não precisa se identificar.

Segundo a Polícia, as providências iniciais já foram realizadas e as investigações estão em andamento.  Rondoniagora

Vilhena e Cacoal foram as cidades mais frias da Região Norte na terça-feira

A frente fria que chegou à Rondônia na última terça-feira (13), tem colocado o estado em destaque. Dois municípios rondonienses dominaram o ranking de cidades mais frias da região Norte. As informações foram divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo o Inmet, Vilhena foi a cidade mais fria do Norte do País na terça-feira (13), com 11,06º. Em seguida, aparece o município de Cacoal, com 15,6º. Mateiros, no Tocantins, foi a terceira cidade do ranking e registrou 16, 3º.

Ranking rondoniense

Na tabela apenas com cidades rondonienses, Vilhena e Cacoal também estiveram em primeiro e segundo lugar, respectivamente.

Ainda de acordo com o Inmet, Ariquemes registrou 21,5º e foi a terceira cidade mais fria em Rondônia, na última terça-feira. A capital, Porto Velho, ficou na quarta posição com 23,3°.

Previsão para esta quarta-feira a previsão é ainda de mais frio. Confira:

– Porto Velho: 16°C (mínima) e 27°C (máxima)

– Guajará-Mirim: 9°C (min) e 24°C (máx)

– Ariquemes: 15°C (min) e 25°C (máx)

– Jaru: 12°C (min) e 23°C (máx)

– Ji-Paraná: 13°C (min) e 26°C (máx)

– Presidente Médici: 13°C (min) e 22°C (máx)

– Cacoal: 13°C (min) e 22°C (máx)

– Pimenta Bueno: 11°C (min) e 23°C (máx)

– Vilhena: 10°C (min) e 22°C (máx)

– Chupinguaia: 9°C (min) e 22°C (máx)

– Costa Marques: 13°C (min) e 21°C (máx)

Rondoniagora

Operação em Candeias que afastou prefeito, investiga conluio com empresários e compra de gado

A Delegacia de Combate à Corrupção (Decor) cumpriu na manhã desta quarta-feira (14), além da ordem de afastamento das suas funções, do prefeito de Candeias do Jamari, Valteir Geraldo Gomes de Queiróz, por 90 dias, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em residências, naquela cidade e no estado do Acre.

Segundo a Polícia, as medidas cautelares fazem parte da 2ª fase ostensiva da operação “Articulata”. No total, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

A ação é resultado da investigação de um inquérito, que apura a má administração de dinheiro público por parte da atual gestão da prefeitura de Candeias do Jamari, envolvendo fraudes em licitações e não execução de contratos públicos encabeçada por ardis ilegalidades envolvendo agentes públicos e empresários.

O nome da operação, Articulata foi inspirado na articulação promovida entre agentes públicos e empresários para inviabilizar a livre concorrência em processo licitatório e, posteriormente, inexecução do contrato em razão dos valores inexequíveis.

Com a continuidade das investigações foi possível comprovar a ocultação de valores recebidos de forma indevida para a aquisição de gado, ocultados em nome de terceiros, consubstanciando em crime de lavagem de dinheiro.

As medidas representadas pelo delegado foram deferidas pelo Tribunal de Justiça de Rondônia, como o afastamento do prefeito por 90 diaas e que elas se deram a partir das diligências desencadeadas, após a deflagração da 1º fase.

A Polícia Civil também esteve na Câmara Municipal, mas para notificar o Legislativo sobre o afastamento do prefeito.

Polícia desmantela quadrilha que pretendia assaltar banco em Chupinguaia

Na manhã da terça-feira (13) Policiais Militares e Civis de Vilhena cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em Chupinguaia.

Conforme levantamento de inteligência realizado, criminosos ligados a facções estariam reunindo informações sobre transportes de valores em agências bancárias no município.

O efetivo empregado na missão foi de 38 Policiais Militares do Comando Regional de Policiamento III, do 3º Batalhão de Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Civil de Vilhena. O Canil do 3º BPM também reforçou as ações da operação.

Foram apreendidos aparelhos celulares dos suspeitos, munições e entorpecentes. Uma pessoa foi presa em flagrante.

Jovem é executado a tiros em cidade de Rondônia

Um jovem de 21 anos identificado como Renan Marques da Silva, foi executado a tiros no final da tarde desta terça-feira (13), na frente de sua residência localizada na Rua Tamareira esquina com a Rua Paulo Francis, bairro Conceição, zona sul de Porto Velho.

Imagens de câmeras de segurança de uma residência é possível ver um carro modelo Montana de cor preto parado e logo um criminoso desce e vai em direção a casa da vítima que está na frente do imóvel e acaba sendo alvejado com pelo menos quatro tiros e na sequência o atirador retorna para o carro e fogem do local tomando rumo ignorado.

 O pai da vítima recebeu a informação e logo se deslocou para o local onde se deparou com o filho ainda com vida baleado e colocou ele dentro de um carro e o socorreu até a emergência do hospital João Paulo II para que pudesse recebeu os primeiros socorros, mas depois de alguns minutos a equipe equipe médica constatou o óbito e verificou que a vítima foi atingida na região do tórax e boca.

Os policiais mantiveram o local isolado e acionaram a perícia para fazer os trabalhos no local do crime, pois haviam quatro cápsulas de pistola do calibre 380 e poderá ajudar a polícia civil na elucidação do crime se houve impressões digitais nos estojos.

Assembleia aprova projeto que destina mais de R$ 1 milhão para Polícia Civil de Rondônia

A Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou o Projeto de Lei 83/2023, que destina mais de R$ 1 milhão para a Polícia Civil do estado. O recurso será utilizado na contratação de estagiários, por meio de bolsas institucionalizadas. A votação aconteceu durante as sessões desta quarta-feira (14).

O Projeto de Lei 83/2023 autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional especial, por anulação, até o valor de R$ 1.260.420,00, em favor da Polícia Civil. A proposição cria programa e ação para contratação de estagiários, que irão auxiliar nas atividades administrativas.

De acordo com o Poder Executivo, a contratação visa integrar os estagiários ao mercado de trabalho, contribuindo também para o desenvolvimento e modernização da administração pública. O projeto foi aprovado por todos os deputados presentes e segue para sanção do Executivo.

Nas sessões desta quarta-feira, os parlamentares também aprovaram o Projeto de Lei 91/2023, que autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional especial, por superávit financeiro, até o valor de R$ 109.421.070,00. A proposição cria ações no orçamento de 2023, em favor do Fundo de Aperfeiçoamento dos Serviços Judiciários (Fuju).

Nas sessões de terça-feira (13), os deputados aprovaram requerimentos, projeto de decreto legislativo, projeto de resolução, e ainda discutiram sobre vetos do Poder Executivo. Veja as proposições.

Projeto de Resolução aprovado:

32/2023, de autoria do Delegado Camargo (Republicanos) – dispõe sobre a criação da Capelania permanente e serviços destinados a prestação de assistência religiosa cristã situada dentro da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia.

Vetos mantidos:

21/2023 – Veto total ao Projeto de Lei nº 32/2023, de autoria do deputado Alan Queiroz (Podemos), que “institui a obrigatoriedade de policiamento ostensivo específico nas imediações das instituições de ensino sediadas no estado de Rondônia”.

13/2023 – Veto parcial ao Projeto de Lei nº 1356/2021, de autoria do Deputado Ismael Crispin (PSB), que “institui incentivos ao desenvolvimento do cicloturismo no estado de Rondônia”.

Vetos rejeitados:

25/2023 – Veto total ao Projeto de Lei nº 19/2023, de autoria do Deputado Delegado Camargo, que “dispõe sobre impedimentos aplicados aos ocupantes e invasores de propriedades, no âmbito do estado de Rondônia”.

Motorista de aplicativo é sequestrado em Rondônia

Um motorista de aplicativo de 55 anos foi sequestrado durante assalto na noite de segunda-feira (12) em Porto Velho (RO) e levado para o município de Candeias do Jamari.

O homem em um carro modelo UP pegou um passageiro na frente do Atacadão, na Rua da Beira com destino a Avenida 7 de Setembro.

Todavia, o passageiro logo na sequência sacou uma faca e colocou no pescoço do motorista de aplicativo, anunciando o roubo.

A vítima foi amarrada e colocada no banco de trás com um agasalho no rosto para não ver nada.

O criminoso tinha o apoio de um comparsa que ia atrás de moto. O ladrão roubou o celular do motorista de aplicativo, carteira com documento e fez transação bancária no valor de R$ 700,00 da conta da vítima.

Após isso, o motorista de aplicativo foi deixado com o carro sem a chave na Estrada do Rio Preto em Candeias do Jamari e a dupla fugiu de moto.

A Polícia Militar foi chamada, mas não conseguiu êxito em prender ninguém.