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26 junho 2026
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Em caráter de urgência, deputada cobra estoque de insulina nas unidades de saúde de Rondônia

A deputada estadual Dra. Taíssa (PSC) solicitou, em caráter de urgência, que a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), tome providências em relação ao baixo estoque de insulina nas unidades de saúde de Rondônia.

“Sabemos que a insulina é de suma importância para quem é diabético e que a ausência dela pode trazer graves complicações ao paciente e, até mesmo, levá-lo à morte. Por isso, determinei com urgência que os órgãos e secretarias competentes realizem estudos e adotem as providências necessárias para solucionar esse problema”, defende a deputada.

Recentemente, conforme divulgado pela mídia local, o estoque de insulina em Rondônia deve acabar nos próximos 60 dias e não há previsão para a reposição do medicamento. Segundo a Sesau, mais de 300 pacientes dependem da distribuição de insulina pelo Governo do Estado.

Na indicação, Dra. Taíssa reforça a necessidade de restabelecer a entrega do medicamento, bem como nas quantidades adequadas. “Temos pacientes que precisam tomar duas, três e até cinco unidades de insulina por dia. O medicamento é caro, custa em média R$ 560. Há moradores que não têm condições e, por isso, são dependentes do estoque do Estado. A situação é grave e precisamos dar uma resposta urgente a essa parcela da população”, finaliza a parlamentar.

Governo destina recursos para a compra de alimentos de produtores locais em Rondônia

Com o objetivo de fortalecer ainda mais a agricultura familiar, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação – Seduc, vem incentivando a aplicação de cerca de 40% dos recursos oriundos do Programa Nacional de Alimentação Escolar – Pnae, na compra de gêneros alimentícios para compor a merenda escolar da Rede Pública Estadual de Ensino.

De acordo com a secretária da Seduc, Ana Lúcia Pacini, a compra dos produtos da alimentação escolar é pautada pela valorização da agricultura familiar, desenvolvida por pequenos empreendedores rurais, comunidades indígenas e produtores locais em geral, desde que preenchidos os requisitos legais que assegurem a qualidade do produto. “Comprando direto dos produtores, fomentamos a economia local, consequentemente valorizamos os produtores das regiões e alavancamos a agricultura familiar”, destacou.

Segundo a gerente de Programa Nacional de Alimentação Escolar, que é nutricionista, Regina Rodrigues, em 2022, dos R$ 21.539.000,00 (vinte e um milhões, quinhentos e trinta e nove mil reais) do Pnae foram destinados deste valor, 51,3% para a compra de alimentos, diretamente da agricultura familiar, enquanto que em 2021 os investimentos foram maiores, tendo em vista ter sido o período da pandemia em que as aulas aconteciam de forma remota, e a merenda escolar foi entregue aos pais ou responsáveis pelos estudantes. Na época, os recursos do programa foram em torno de R$ 19.800,000,00 (dezenove milhões e oitocentos mil reais) e desse total, 58,8% foram destinados à compra desses alimentos, diretamente do agricultor familiar e seus segmentos.

Os produtos adquiridos são variados. As 18 Coordenadorias Regionais de Ensino – CREs existentes no Estado, são responsáveis por elaborarem o edital de chamamento público, para a compra exclusiva da agricultura familiar, onde se prioriza a produção agrícola de cada localidade. São ofertados frutas, vegetais, ovos, produtos manipulados como o leite tipo C, iogurtes, polpas de frutas, peixes da região, mandioca descascada, castanhas, entre outros.

Conforme Regina Rodrigues, essas aquisições favorecem a economia local. “É um procedimento simples que favorece a adesão dos agricultores. Eles não precisam, por exemplo, acessar dispositivos eletrônicos ou de internet para aderir ao chamamento. O interessado pode se informar diretamente na CRE ou escola da sua região”.

Novas armas: PM reforça combate à criminalidade em Rondônia

O reforço do armamento para o Batalhão da Polícia Ambiental – BPA e o Batalhão da Polícia de Choque – BPChoque ocorreu nesta sexta-feira, com a entrega de 23 novas armas, em solenidade realizada no Comando da Polícia Militar. A iniciativa faz parte do compromisso do Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania – Sesdec, em assegurar condições para fortalecer a proteção da sociedade com o avanço do enfrentamento à criminalidade.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a Segurança Pública de Rondônia, está sendo equipada, valorizada e modernizada para prestar um serviço ainda melhor  à população.

O comandante-geral da PMRO, coronel James Alves Padilha destacou que, os novos armamentos, sendo 13 espingardas para o BPChoque e 10 fuzis para o BPA, permitem mais confiança na execução de atividades de enfrentamento à criminalidade. ‘‘Esta é mais uma entrega do Governo de Rondônia. Ficamos felizes com essa comunhão de esforços pelos benefícios gerados, pois vêm ao encontro das necessidades das tropas especializadas’’, considerou. Os recursos são do Governo de Rondônia por meio de emenda do ex-deputado Alex Silva.

O comandante do BPA, tenente-coronel Adenilson Silva Chagas ressaltou a importância dos armamentos modernos para o Batalhão. ‘‘A nossa missão é proteger os recursos naturais de Rondônia, atuando, inclusive, em áreas inóspitas com risco iminente de confrontos, e precisamos de equipamentos como esses para fazer segurança à população, para o meio ambiente e aos policiais.

O comandante do BPChoque, tenente-coronel Antônio Rodrigues de Matos, também destacou a importância de melhorar o material bélico do Batalhão. ‘‘Os equipamentos modernos deixam a nossa tropa com melhores condições de fazer o policiamento, seja em ambiente urbano ou rural. O Batalhão de Choque tem uma missão bem específica, que é de repreensão da criminalidade qualificada, e isso implica em ter uma tropa bem treinada e equipamentos em plena condição de uso’’, ressaltou.

Saae orienta transferência de contas de consumidores em Vilhena

Em cumprimento a Lei Municipal nº 5.967/2022, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) orienta a população de Vilhena para que se atente aos cuidados com relação à transferência de titularidade da conta de água, evitando assim transtornos. A regulamentação foi aprovada em dezembro de 2022 e entrou em vigor no mês de abril.

 

A Lei determina a transferência da titularidade da conta de água para o nome do locatário de imóveis urbanos residenciais, sendo o mesmo obrigado a fazer o comunicado ao Saae no prazo de 30 dias. Na prática, sempre que alguém alugar uma casa, é dever de quem aluga comunicar a autarquia e solicitar a transferência da titularidade da conta.

 

A nova legislação também determina que é responsabilidade do locador, o dono do imóvel, efetuar a respectiva transferência de titularidade da conta de consumo para os eu nome no prazo de 30 dias da extinção da locação.

 

O processo de transferência é simples e se efetua em poucos minutos. O atendimento é realizado de forma presencial no Saae, localizado na avenida Major Amarante, nº 2788, Centro, das 7h às 13h. Os documentos necessários para o procedimento são: 1 cópia do contrato de locação, devidamente registrado em cartório, 1 cópia do RG e CPF do locatário.

 

A transferência evita situações de cobrança indevida junto ao imóvel, como o caso de alguns que acabam com a matrícula na dívida ativa do município pela falta de pagamento do consumo por parte de locadores.

 

O Saae relembra ainda que mais informações e dúvidas podem ser esclarecidas através do telefone (69) 3322 5480, para ligações e WhatsApp.

 

Justiça leva em média um ano para dar resposta a processos de saúde

Somente no ano passado, foram abertos mais de 295 mil processos na Justiça, que contestam algum aspecto relacionado ao atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2021 e 2020, o total foi de 250 mil e 210 mil, respectivamente, o que indica aumento gradual, a cada ano.

Em relação à rede privada, 2022 registrou 164 mil processos novos. Em 2021 e 2020, foram abertos 137 mil e 135 mil processos judiciais, respectivamente. Já neste ano, o total também foi inferior ao do SUS -, embora a comparação deva levar em consideração a magnitude do sistema público.

A quantidade elevada no período de 2020 a 2022 pode sinalizar um boom por causa da pandemia de covid-19. Porém, quando se observam outros dados, que não têm relação com o contexto da crise sanitária, percebe-se, nitidamente, a lentidão dos julgamentos. O tempo médio para o Poder Judiciário julgar a causa, quando o caso envolvia tratamento oncológico, ou seja, para câncer, tanto no SUS quanto na rede privada, era de 277 dias, em média, em 2020. Três anos depois, saltou para 322. Isso significa que uma pessoa em situação de fragilidade aguarda quase um ano até saber se terá direito a receber atendimento.

Um dos grupos de processos judiciais com mais demora é o referente a doações e transplante de órgãos. De 2020 para 2021, viu-se uma redução de 621 para 439 dias, em média. Contudo, em 2022, a duração média de tramitação até o julgamento foi de 825 dias. Em 2023, o patamar ainda não sofreu redução expressiva no que se refere a tempo de trâmites nos tribunais, ficando em torno de 713 dias.

O advogado Leonardo Navarro, integrante da Comissão de Direito Médico e Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, é especializado na área há cerca de 15 anos. Há uma década, segundo ele, começou a crescer o nível de judicialização da saúde no país, o que acendeu um alerta para o SUS, a Agência Nacional de Saúde (ANS) e as operadoras de saúde. A reação foi a de tentar evitar.

Depois de tanto tempo de carreira, Navarro diz não ver, atualmente, “grande dificuldade” para quem precisa acionar a Justiça a fim de assegurar um direito na área da saúde. “Temos aí diversas universidades que têm convênio com a OAB, com o próprio Judiciário, o Poder Público, justamente para viabilizar o acesso de pessoas que não têm renda. Em São Paulo, há uma Defensoria Pública super capacitada”, comenta.

Navarro reconhece, no entanto, que nesse caminho percorrido por quem não tem condição de pagar honorários falta rapidez. “Tem agilidade? Tem aquela pessoalidade que teria com o advogado [contratado]? Não, lógico que não, mas tem a prestação de serviço pelo Estado”, diz.

A presidente da Associação de Fibrose Cística do Espírito Santo, Letícia Lemgruber, tem como um dos temas e lutas de sua vida as doenças raras. Ela tem um filho com fibrose cística, que consiste no mau funcionamento das glândulas exócrinas, que produzem secreções. A doença afeta os órgãos reprodutores, pâncreas, fígado, intestino e pulmões.

Um dos obstáculos para pacientes de doenças raras é conseguir as chamadas drogas órfãs, ou seja, medicamentos para seu tratamento, que ganharam esse nome por serem produzidas por big pharmas e por seu alto valor, o que implica dificuldade para obter pelo SUS e a necessidade de se recorrer à judicialização.

Como exemplo de lentidão, no acesso a medicamentos, Letícia menciona o ivacaftor, que foi a recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) para ser oferecido, pelo SUS, ao tratamento de pacientes com a fibrose cística, feita em dezembro de 2020. Somente em outubro de 2022, conforme relata a representante da associação, é que pacientes com o diagnóstico da doença podem ter a medicação gratuitamente, pela rede pública.

“Ou seja, demora muito até chegar à mão do paciente. E é exatamente porque essas etapas acabam tendo uma velocidade incompatível com a progressão da doença, especialmente das doenças raras, que o paciente não tem outro caminho para acessar a medicação que não o Judiciário”, diz ela, que também presta consultoria à Associação Brasileira de Assistência à Mucoviscidose (Abram).

“A primeira barreira é o tempo dessas etapas. A segunda é a exigência de registro na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], que permite o acesso pelo SUS. Se o laboratório não pede o registro, ele nunca vai acessar por meio do SUS, só judicialmente. E a terceira barreira é o preço. Aí que vem a nossa briga”, acrescenta.

Agência Brasil pediu um posicionamento do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) sobre a judicialização, mas não teve retorno até o fechamento desta matéria.

Feira de agroindústria e artesanato acontece neste sábado em Vilhena

Vilhena recebe neste sábado, 6, na praça Nossa Senhora Aparecida, a partir das 15h, a 6ª edição da Feira de Agroindústria e Artesanato do Cone Sul (Agroartes).

O evento contará com a presença de produtores e artesãos da região e do Cone Sul do Estado, e terá diversos itens para exposição e venda. A Feira é uma oportunidade de conhecer e adquirir produtos de qualidade.

 

A sexta edição da Agroartes é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio (Semtic), Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri), da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Fundação Cultural de Vilhena (FCV), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), Associação Comercial e Industrial de Vilhena (Aciv), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Instituto Federal de Rondônia (IFRO), e as cooperativas de crédito Sicoob Credisul e Cresol.

 

Participarão da Agroartes mais de cinquenta expositores, todos cadastrados pela FCV e pela Semagri. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (69) 3919-7016.

Acusado de estupro, vereador de Cacoal é transferido para uma sala de Estado Maior em Porto Velho

O vereador Lauro Costa Kloch, investigado por suspeita de estupro de vulnerável, foi transferido de Cacoal (RO) para a sala de Estado Maior em Porto Velho.  A transferência ocorreu entre a noite de quinta-feira (4) e sexta-feira (5).

Segundo a Polícia Civil, o estupro pelo qual Lauro é investigado teria ocorrido em 2014, contra uma menina de 13 anos na cidade de Itapuã do Oeste (RO).

O advogado do vereador,  conhecido como “Garçom do Semáforo”, disse que a transferência de seu cliente já foi concretizada.

“O primeiro passo está dado, a respeito das prerrogativas do vereador. A defesa fez o pedido e de muita prontidão o judiciário concedeu, que foi ele ser enviado para uma Sala de Estado Maior. O segundo passo tomado pela defesa foi a revogação da prisão preventiva, onde estamos aguardando o posicionamento da Justiça”, afirma o advogado Pio da Silva.
O advogado ainda destacou que seu cliente é inocente e está entrando na Justiça para pedir o relaxamento da prisão. Pela lei, esse pedido pode ser feito quando a prisão do investigado é considerada ilegal.
Com informações da Rede Amazônica

É neste sábado: Suzi Malachias faz a “Noite Sertaneja” em Vilhena

Acontece neste sábado, dia 06, em Vilhena, no Posto América V, a partir das 18h, a Noite Sertaneja. Na ocasião, a cantora Suzi Malachias, que dispensa apresentações, estará fazendo o melhor do seguimento. Suzi, além de ser uma das revelações da música regional, encanta com sua voz e seu talento majestoso.

Homem mata ex-patrão a facadas após beber sêmen da vítima “sem saber”

image of a robbers hands holding a knife in the shadows.

Um homem de 34 anos, identificado como Maurício Roger Rodrigues Melo, foi preso em flagrante nessa terça-feira (2) após matar o ex-patrão, aos 49 anos, a facadas. O caso foi registrado em Valparaíso (GO). A motivação para o crime, segundo o autor, seria vingança por uma “brincadeira” realizada pelo antigo chefe, há cerca de dois anos.

Reportagem do portal Metrópoles apurou que, segundo depoimento do suspeito, o chefe teria pegado um copo de caldo de cana e ejaculado dentro, deixando-lhe beber sem saber. Vários funcionários da empresa teriam presenciado a cena, mas avisaram somente tempos depois.

Passado o ocorrido, já nessa terça, de forma premeditada, Maurício levou uma faca e ficou esperando a vítima na entrada do trabalho. Ao chegar ao local e tentar entrar na empresa, o autor pediu para conversar, momento em que aproveitou para desferir as diversas facadas contra o ex-patrão.

Governo antecipa 13º a 30 milhões de segurados do INSS

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou nesta quinta-feira, 4/5, um decreto que antecipa o abono anual, informalmente conhecido como o décimo terceiro dos beneficiários da Previdência Social.

Ao todo, 30 milhões de beneficiários vão receber o repasse em duas parcelas, em maio e junho, de acordo com o calendário habitual de pagamentos do INSS. O investimento total do Governo Federal é de R$ 62,6 bilhões.

Recebem o abono os segurados e dependentes da Previdência Social que, durante o ano de 2023, tenham recebido auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão. A oficialização da medida será publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 5/5.

O abono é usualmente pago no segundo semestre de cada ano, em agosto e novembro. A antecipação do benefício alcança todos os estados brasileiros e representa uma injeção significativa de recursos nos mercados locais.