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7 maio 2026
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Domingo de chuva e instabilidade em Rondônia

O domingo (18) será marcado por tempo instável em grande parte da Região Norte do país. No Acre, em Rondônia e no Amapá, o dia terá muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo de todo o estado.

No Amazonas, a chuva ocorre com mais intensidade em municípios do noroeste e do médio Rio Solimões, como Barcelos, Fonte Boa e Maraã, onde a instabilidade se mantém durante o dia.

Em Roraima, há previsão de muitas nuvens, com possibilidade de chuva em municípios do sul do estado, como Caracaraí e Rorainópolis, além de São Luís, localizado na região central roraimense.

No Pará, a instabilidade predomina ao longo do dia, com maior intensidade na região litorânea paraense, afetando municípios como Chaves, Marapanim e São João de Pirabas.

Já no Tocantins, as precipitações atingem todo o estado, mantendo o tempo instável durante o domingo.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco e. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

Sintero reforça defesa da educação pública em Brasília

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação no Estado de Rondônia (Sintero) segue participando do 35º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), evento que teve início na última quinta-feira (15) e segue até este domingo (18), em Brasília (DF). O congresso reúne cerca de 2 mil educadores e educadoras de todo o país, que debatem os principais desafios da educação pública e a valorização da comunidade escolar.

Representando Rondônia, participam do encontro a presidente do Sintero, professora Dioneida Castoldi, e a diretora da Regional Cone Sul, professora Lívia Maria, que acompanham os debates, plenárias e grupos de trabalho ao longo da programação.

Para a presidente do Sintero, Dioneida Castoldi, a presença da delegação rondoniense no congresso é fundamental para fortalecer a defesa da comunidade escolar e garantir que as demandas locais tenham voz no cenário nacional. “Defender a escola pública é valorizar os profissionais da educação e garantir políticas que beneficiem toda a comunidade escolar”, destacou.

Na mesma linha, a diretora da Regional Cone Sul, professora Lívia Maria, ressaltou a importância do espaço de diálogo proporcionado pelo congresso. Segundo ela, “o espaço de debate permite fortalecer a mobilização, construir estratégias coletivas e levar nossa voz para o debate nacional, sempre em defesa da educação pública de qualidade”.

O evento também contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, que, em sua fala, enfatizou o papel dos profissionais da educação e criticou a militarização das escolas. “Escola é lugar de professor, e não de militar”, afirmou, sendo aplaudido pelos participantes.

Já o presidente da CNTE, Heleno Araújo, reforçou a necessidade de unidade da categoria e da luta coletiva como caminho para avançar na conquista e manutenção dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras em educação em todo o país.

Entre os principais temas discutidos ao longo do 35º Congresso da CNTE estão: Defesa da escola pública – fortalecimento do ensino público e combate à privatização; Valorização dos profissionais da educação – remuneração justa, carreira e melhores condições de trabalho; Escolas cívico-militares – oposição à expansão do modelo; Políticas públicas para a educação – construção e manutenção de ações nacionais que beneficiem a comunidade escolar;Unidade da categoria – fortalecimento da luta coletiva diante de desafios e ataques à educação pública.

VÍDEO: médico executa dois colegas a tiros

Câmeras de segurança registraram a sequência de eventos que terminou com a morte de dois médicos a tiros em frente a um restaurante no bairro Alphaville Plus, em Barueri, na Grande São Paulo. O crime ocorreu na noite de sexta-feira (16), após uma discussão entre três médicos dentro do estabelecimento.

As imagens mostram o momento em que Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, se aproxima da mesa onde estavam Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35. Inicialmente, os três conversam, até que a situação se agrava e Carlos agride Luís Roberto. Em seguida, Vinicius intervém e troca socos com o agressor, sendo separados por funcionários do restaurante.

Após a briga, Luís Roberto e Vinicius deixam o local e caminham em direção à rua. Em outro vídeo, Carlos aparece seguindo os dois, já armado. Ele saca uma pistola calibre 9 milímetros de uma maleta e efetua diversos disparos contra as vítimas em frente ao restaurante.

Agentes da Guarda Civil que estavam nas proximidades correm após os tiros, rendem Carlos Alberto e o algemam. Luís Roberto foi atingido por oito disparos e Vinicius por dois. Ambos chegaram a ser socorridos e levados ao pronto-socorro, mas não resistiram aos ferimentos. Veja o vídeo:

De acordo com a polícia, os três se conheciam e se encontraram por acaso no restaurante. A Guarda Civil havia sido acionada durante a discussão inicial e chegou a questionar Carlos sobre a posse de arma de fogo, o que foi negado naquele momento.

Segundo o boletim de ocorrência, testemunhas relataram que uma mulher teria entregue a bolsa com a arma ao médico após a chegada dos agentes. Um manobrista afirmou ter ouvido uma discussão intensa, com barulho de vidros quebrando, seguida de cerca de dez disparos, antes de correr para se proteger.

Carlos Alberto foi preso em flagrante por homicídio, e a Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em preventiva. Com ele, foram apreendidos a arma usada no crime, cápsulas deflagradas, documentos e cerca de R$ 16 mil em dinheiro, que serão periciados.

Ministro nega prisão domiciliar para Bolsonaro

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nessa sexta-feira (16/1), o pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), feito via habeas corpus impetrado. Bolsonao está na Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama golpista.

“Ademais, cumpre destacar que o presente habeas corpus nem sequer foi impetrado pela defesa técnica do paciente, ex-Presidente da República. Diante do exposto, não conheço do habeas corpus, por manifesta inadmissibilidade da via eleita, na forma do art. 13, VIII, p. único, e art. 37, I, todos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal”, diz trecho do documento despachado pela Suprema Corte.

O habeas corpus em favor de Bolsonaro foi apresentado por Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial de Bolsonaro.

“(…) Não se admite o conhecimento de habeas corpus impetrado contra decisões de ministros ou de órgãos colegiados da própria Corte”, diz trecho do despacho de Gilmar.

No requerimento, o autor pleiteia duas medidas: que o Conselho Federal de Medicina (CFM) examine se a unidade prisional onde o ex-presidente se encontra detido dispõe de estrutura adequada para assegurar assistência médica permanente, com equipes de saúde capacitadas e multidisciplinares; e que Bolsonaro tenha a possibilidade de cumprir a condenação em regime domiciliar.

O habeas corpus foi encaminhado na terça-feira (13/1) à ministra Cármen Lúcia por critério de prevenção, conforme estabelecem o Regimento Interno do STF e normas da própria Corte. A regra se aplica quando o magistrado já analisou processos relacionados ao mesmo tema, o que a torna responsável pela relatoria do caso.

Bolsonaro na Papudinha

O ex-presidente Bolsonaro deixou a Superintendência da Polícia Federal nessa quinta-feira (15/1) e foi transferido para a chamada Papudinha, uma Sala de Estado-Maior localizada no 19º Batalhão da Polícia Militar, anexa ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A mudança ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). (Mtetropoles)

Bolsonaro chega a hospital para fazer exames - Metrópoles

Panteras Negras reaparecem e declaram guerra a Trump

O assassinato de Renee Nicole Good, morta a tiros por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) em Minneapolis, provocou uma nova onda de protestos nos EUA e reacendeu temores sobre violência de estado.

Integrantes de um grupo que se identifica como Black Panther Party for Self-Defense (Partido dos Panteras Negras para Autodefesa) passaram a atuar de forma mais visível na Filadélfia, incluindo com presença armada em manifestações públicas.

Na última semana, membros participaram de um protesto contra o ICE em frente à prefeitura da Filadélfia, portando armas militares. Eles afirmam ter respaldo legal para portar armamento e dizem que sua atuação é uma resposta direta ao que consideram violência promovida pelo governo Donald Trump e pelo aumento da presença de agentes federais em cidades americanas.

Segundo o grupo, trata-se de uma retomada do Partido dos Panteras Negras original, movimento criado nos anos 1960, e alguns de seus integrantes receberam orientação de integrantes históricos ainda vivos. Um dos líderes é Paul Birdsong, de 39 anos, que se apresenta como presidente nacional da organização. Ele afirma que a presença armada visa proteger manifestantes e comunidades negras.

Birdsong esteve no protesto um dia depois de o agente do

ICE Jonathan Ross ter matado Renee Good, de 37 anos. “Isso não teria acontecido se estivéssemos lá. Ninguém teria sido tocado”, afirmou. O governo Trump defendeu rapidamente o agente, com o vice-presidente JD Vance alegando que Ross teria “imunidade absoluta” e estava apenas “fazendo seu trabalho”. Autoridades de Minnesota, no entanto, pediram investigação sobre o caso.

Birdsong diz que os Panteras Negros da Filadélfia organizam, há anos, distribuições semanais de alimentos gratuitos no norte da cidade. Na última sexta-feira, montaram um ponto de apoio em frente a uma igreja, oferecendo frutas, verduras, pão, enlatados, itens de higiene, roupas infantis e sopa à comunidade local.

De acordo com Birdsong, os recursos vêm de contribuições dos próprios membros e de doações de moradores. O grupo afirma ter menos de 100 integrantes na cidade e recentemente passou a ocupar um imóvel que, segundo Birdsong, já teria sido sede de uma filial original dos Panteras Negras.

Partido dos Panteras Negras original foi fundado em 1966 por Bobby Seale e Huey P. Newton, em Oakland, Califórnia, com foco no combate à brutalidade policial e na promoção de programas sociais voltados a comunidades negras, como alimentação, saúde e educação.

Foi alvo de repressão do FBI sob o comando de J. Edgar Hoover, que buscou “desacreditar, desarticular e destruir” organizações de direitos civis. Casos emblemáticos incluem a morte de Fred Hampton e Mark Clark, em Chicago, durante uma operação policial.

Especialistas em direitos civis e defensores da democracia costumam argumentar que a não violência é fundamental para protestos eficazes e que armas tendem a aumentar o risco de confrontos. A legislação da Pensilvânia permite o porte ostensivo de armas, mas na Filadélfia — classificada como “cidade de primeira classe” — é obrigatória licença específica para porte, segundo advogados especializados.

Birdsong rebate as críticas. “Nós nos sentimos seguros aqui. Não há polícia nem traficantes nos ameaçando”, afirmou. Durante a distribuição de alimentos, enquanto alguns membros serviam sopa a crianças e moradores, outros faziam a segurança do local portando fuzis e armas semiautomáticas. DCM

PMs são flagrados roubando celular durante matança

Câmeras corporais da Polícia Militar do Rio de Janeiro registraram o momento em que policiais do Batalhão de Polícia de Choque furtaram um celular dentro de uma residência na Penha, na zona norte do Rio, durante a megaoperação de outubro de 2025 que deixou mais de 120 mortos, a mais letal da história do país. Com informações do G1.

A acusação consta em denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro, já aceita pela Auditoria da Justiça Militar. Segundo o processo, a ação foi gravada pela câmera acoplada ao uniforme de um dos próprios agentes.

De acordo com a denúncia, quatro policiais — os 2º sargentos Vilson dos Santos Martins, Diogo da Silva Souza e Renato Vinícius Maia, além do 3º sargento Eduardo Oliveira Coutinho — invadiram imóveis na região na manhã de 28 de outubro.

As imagens mostram o arrombamento de um portão e, em seguida, a entrada em uma casa onde havia uma moradora. Ela teria sido mantida sob ameaça armada e impedida de circular livremente enquanto os agentes vasculhavam o local. Em determinado momento, Martins teria furtado um celular que estava sobre o sofá, conectado a um carregador, ato registrado integralmente pela câmera corporal.

O Ministério Público afirma que os demais policiais contribuíram para o crime ao garantir “superioridade numérica e de meios”, o que viabilizou o furto.

Martins teve a prisão preventiva decretada e está custodiado em unidade prisional da corporação. Os outros três são réus, mas respondem em liberdade, com medidas cautelares como afastamento da PM, suspensão do porte de arma, proibição de contato entre si e de deixar o país. Todos respondem por roubo qualificado, violação de domicílio qualificada e constrangimento ilegal.

Outras acusações na mesma operação

Dois dos policiais denunciados já estavam presos por outros crimes cometidos durante a mesma megaoperação, incluindo o desvio de fuzis e o furto de peças de veículos, também revelados por imagens de câmeras corporais.

Em outro trecho da denúncia, o MP sustenta que os agentes se apropriaram de um fuzil deixado por criminosos em fuga, avaliado em cerca de R$ 30 mil. Nesse caso, parte da ação não pôde ser verificada porque a câmera de um dos policiais teria sido obstruída.

Em nota, o comando da Polícia Militar afirmou que não compactua com desvios de conduta e que pune com rigor crimes cometidos por integrantes da corporação. (DCM)

De olho nas eleições, políticos anunciam reajuste de servidores em Vilhena

Em um movimento que ocorre em meio ao cenário pré-eleitoral, a classe política de Vilhena anunciou um reajuste salarial de 30% que beneficiará cerca de 1.200 trabalhadores da Prefeitura e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). A medida foi definida após uma reunião realizada na tarde de sexta-feira, dia 16, reunindo o prefeito Flori Cordeiro, vereadores, representantes do Executivo Municipal e do Sindicato dos Servidores do Cone Sul de Rondônia (Sindsul).

O projeto de lei que assegura o aumento será encaminhado à Câmara de Vereadores, onde deve ser analisado e votado já na próxima semana. A expectativa é de que, após a aprovação, o reajuste entre em vigor o mais rápido possível, promovendo impacto direto na renda dos servidores que recebem os menores vencimentos do funcionalismo municipal.

O anúncio ocorre em um momento estratégico, quando o ambiente político local começa a se movimentar com foco nas eleições, o que levanta questionamentos nos bastidores sobre o timing da decisão. Ainda assim, o reajuste atende a uma reivindicação antiga de categorias que enfrentam dificuldades com a defasagem salarial e o aumento do custo de vida.

De acordo com o prefeito Flori Cordeiro, a iniciativa representa uma medida de justiça social, voltada à redução das desigualdades salariais dentro da administração pública municipal. Segundo ele, o objetivo é valorizar os trabalhadores que atuam diariamente na manutenção dos serviços essenciais oferecidos à população de Vilhena.

O presidente da Câmara de Vereadores, Dr. Celso Machado, garantiu apoio integral do Legislativo à proposta. “Tudo o que for positivo para os servidores e, principalmente, para a população de Vilhena, nós vamos aprovar na Câmara”, declarou.

Foto:Assessoria

Sábado de chuvas e trovoadas em Rondônia

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para os estados da Região Norte neste sábado (17), com exceção de Roraima.

No Acre, em Rondônia e no Amazonas, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia, devido à atuação de áreas de instabilidade que se espalham pela região.

No Pará, as precipitações mais intensas devem se concentrar em municípios do sudeste e sudoeste paraense, como Novo Repartimento, Brasil Novo e Anapu, com possibilidade de chuva forte em alguns períodos.

No Amapá, há previsão de pancadas de chuva em áreas do centro e sul do estado, atingindo municípios como Tartarugalzinho, Ferreira Gomes e Calçoene.

Em Roraima, que não está incluído no alerta de tempestade, o tempo segue com variação de nebulosidade e chuva isolada, especialmente na capital Boa Vista.

Já no Tocantins, a instabilidade mais intensa se concentra no norte do estado, com destaque para os municípios de Goiatins, Palmeirante e Itaporã do Tocantins, onde podem ocorrer pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista e Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

“Dei bobeira”, diz “delegada do PCC” em depoimento

A delegada de Polícia Civil Layla Lima Ayub, de 36 anos, reconheceu à Corregedoria que cometeu “uma bobeira” ao atuar como advogada de um faccionado do Comando Vermelho em uma audiência de custódia realizada em Marabá, no Pará, apenas dez dias após tomar posse como delegada da Polícia Civil de São Paulo, quando levou ao evento seu namorado, líder da facção em Roraima. A audiência ocorreu em 28 de dezembro, mesmo sem a formalização do cancelamento de sua inscrição na OAB.

“Dei bobeira”, afirmou Layla durante um interrogatório que durou cerca de cinco horas, segundo o Estadão. A declaração foi dada aos investigadores da Corregedoria, que apuram a atuação da delegada em processos envolvendo organizações criminosas mesmo depois de assumir o cargo público.

Layla foi presa na manhã de sexta-feira (16) em um sobrado na zona Oeste de São Paulo, junto com o namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como “Dedel”. Com ela, os agentes apreenderam dois celulares e um terceiro chip telefônico. Jardel havia acompanhado Layla na cerimônia de posse realizada no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, evento que contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas.

Durante o depoimento, Layla demonstrou irritação ao falar do ex-marido, delegado de Polícia no Pará. Segundo investigadores, ela está “raivosa” com o ex-companheiro e acredita que ele tenha sido responsável por impulsionar as denúncias que chegaram de forma anônima ao Gaeco, braço do Ministério Público de São Paulo especializado no combate ao crime organizado, e à própria Corregedoria. A suspeita é de que ele tenha repassado informações sobre a atuação de Layla na defesa de faccionados.

Segundo o G1, as apurações apontaram que ele se apresentava como representante da facção paulista e cobrava das lideranças locais ações mais agressivas, incluindo a articulação de ataques contra autoridades do Judiciário, do sistema prisional e integrantes das forças de segurança.

Natural de Santa Inês, no Maranhão, Jardel também chamou atenção dos investigadores pelo conteúdo publicado nas redes sociais. Em um dos textos atribuídos a ele, escreveu: “Penso Como Um Assassino Vivo Como Um Psicopata Executo As Minha Ações Como Um Bom Calculista Que Sou, E Depois Apenas Relaxo E Vejo Sangue Escorrendo Entre Os Dedos Forte Leal Abraço”.

A expressão “Forte Leal Abraço”, segundo a Polícia Federal, é usada como forma de tratamento entre integrantes do PCC. Em documentos apreendidos, a corporação também destacou trechos do estatuto da facção, como o item que afirma: “Lutar sempre pela paz, justiça, liberdade, igualdade e união, visando sempre o crescimento da organização, respeitando sempre a ética do crime”.

A prisão da delegada Layla Lima Ayub ocorreu no âmbito de uma operação do Ministério Público de São Paulo que investiga a infiltração do crime organizado em estruturas do Estado. De acordo com as investigações, ela mantinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes do PCC e teria exercido irregularmente a advocacia mesmo após assumir o cargo de delegada, em dezembro de 2025.

Em seu depoimento, ela admitiu que “deu bobeira” ao atuar como advogada ao namorado e outros membros do PCC. Ela também se mostrou irritada com o ex-namorada que é delegado de Polícia no Pará e teria contribuído para sua prisão. Segundo o Estadão, Layla está “raivosa” com o ex.

Segundo o Ministério Público, Layla e Jardel são investigados por organização criminosa e lavagem de dinheiro. A Justiça decretou a prisão temporária do casal e autorizou buscas em endereços em São Paulo e no Pará. Jardel chegou a aparecer ao lado da delegada na cerimônia de posse realizada no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Menina de 1 ano cai da cama e tem carregador cravado na testa

 

Uma menina de 1 ano passou por uma cirurgia de urgência na última terça-feira (13) após cair da cama e ficar com um carregador cravado na testa, em Divinópolis (MG). Segundo os médicos, a criança segue internada em observação e não apresenta, até o momento, sinais de sequelas neurológicas.

De acordo com o neurocirurgião Bruno Castro, a principal hipótese é que a menina estivesse com o carregador na mão no momento da queda, o que fez com que o objeto perfurasse a região frontal do crânio, próxima ao olho. A mãe teria ido ao banheiro no momento do acidente. A criança foi levada imediatamente ao centro cirúrgico para a retirada do objeto e a reconstrução da área atingida.

Após a cirurgia, a menina permanece internada e recebe antibiótico preventivo. O médico explicou que o cérebro infantil tem maior capacidade de recuperação, mas alertou que o caso exige acompanhamento neurológico contínuo, já que lesões desse tipo podem gerar complicações no futuro.